quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

As casas com blindex são mais charmosas e elegantes...


Vistos desse ângulo, os blocos superiores parecem flutuar. Com a formação do paisagismo, o pátio terá mais privacidade
Vistos desse ângulo, os blocos superiores parecem flutuar. Com a formação do paisagismo, o pátio terá mais privacidade
Desenho escalonado ajusta casa ao lote
Com programa bastante extenso, a residência projetada por Márcio Porto ocupa quase a totalidade do terreno em um condomínio em São Paulo. Apesar da relação densa, a casa é vazada e transparente, com farta iluminação natural. Para alcançar esse resultado, o arquiteto combinou a planta em L com a distribuição em três níveis, recursos que adaptaram a construção à aclividade do lote e ainda asseguraram o melhor aproveitamento do espaço.
O terreno em aclive, de esquina e com formato trapezoidal foi o principal condicionador do projeto desta residência localizada em um condomínio de São Paulo.
Seu programa extenso já incluía aspectos como a menor quantidade possível de desníveis, ambientes com muita luz natural e amplos espaços dedicados ao lazer.
A equação foi solucionada a partir da implantação. Acomodada no terreno sem significativas movimentações de terra, a casa apresenta três níveis que se diferenciam pelo uso: chegada, setores sociais e ala íntima.
A planta em formato de L também ajudou a encaixar a construção no lote e ainda colocou os principais ambientes voltados para o pátio de convivência na parte posterior, área que também corresponde ao ponto de melhor insolação.
O volume sobre o vazio parece estar pendurado na caixa superior
O volume sobre o vazio parece estar pendurado na caixa superior
A construção em três níveis acomoda-se naturalmente ao terreno em aclive
A construção em três níveis acomoda-se naturalmente ao terreno em aclive
Grandes fechamentos de vidro dão mais leveza aos volumes
Grandes fechamentos de vidro dão mais leveza aos volumes
Com estrutura de concreto, a casa apresenta volumetria que suaviza suas grandes dimensões por meio de amplos panos de vidro e balanços resultantes da sobreposição de blocos de diferentes tamanhos.
No nível mais baixo, parte da área é reservada para acesso e garagem, criando o vazio sob o volume que parece estar pendurado na caixa superior.
Entre o pátio de convivência e a calçada lateral existe um trecho em talude, pertencente ao condomínio, que recebeu o mesmo projeto paisagístico dado à residência.
“Quando o paisagismo estiver formado vai surgir ali um espaço muito agradável”, detalha Márcio Porto, autor do projeto.
Vistos desse ponto lateral, os dois volumes superiores da construção parecem flutuar. O vértice do L é ocupado pelo átrio de entrada e pela caixa de circulação vertical.
Com pé-direito duplo, esse espaço conecta os planos e níveis da casa e chama a atenção pela plasticidade da escada vazada e da passarela que interliga os dois blocos superiores e também pela farta luminosidade natural que incide através da grande porta de vidro e da claraboia.
O desenho da escada reserva um vazio onde no futuro poderá ser instalado um elevador cilíndrico a vácuo.
Piscina
Encostada no muro de arrimo lateral, a piscina está interligada à sauna por uma conexão submersa
Encostada no muro de arrimo lateral, a piscina está interligada à sauna por uma conexão submersa
O desenho em L deu posição privilegiada ao pátio de convivência
O desenho em L deu posição privilegiada ao pátio de convivência
“Os clientes decidiram construir esta casa para ter opções de lazer nos finais de semana sem precisar viajar”, detalha o arquiteto. Assim, espaços sociais e de lazer foram projetados para uso intenso.
Com formas irregulares, a área do pátio foi bem aproveitada, com o muro de arrimo lateral fazendo também o papel de uma das paredes da piscina.
Uma pequena raia ganha prolongamento até o interior da sauna, promovendo a ligação submersa entre os dois equipamentos. Funcional, a cozinha está voltada para a piscina, assim como as quatro suítes que compõem a ala íntima.
O arquiteto especificou poucos materiais de acabamento, optando por piso de mármore travertino para os ambientes sociais, soalho no pavimento superior e deque de madeira nas áreas externas.

Texto de Nanci Corbioli
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 382 Janeiro de 2012

O vazio entre os guarda-corpos está reservado para a instalação de um elevador cilíndrico a vácuo
O vazio entre os guarda-corpos está reservado para a instalação de um elevador cilíndrico a vácuo
A escada vazada e a passarela dão plasticidade ao átrio
A escada vazada e a passarela dão plasticidade ao átrio
Vista da passarela que interliga os dois blocos superiores. Na ala íntima, o piso é revestido por madeira
Vista da passarela que interliga os dois blocos superiores. Na ala íntima, o piso é revestido por madeira
A claraboia e os grandes panos de vidro proporcionam muita luminosidade natural aos ambientes
Corte esquemático
Corte esquemático
Croqui
Fonte: Arco Web

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Veja algumas dicas para seu filho aproveitar o Verão sem ficar doente...

 Shutterstock
CHOQUE DE TEMPERATURAS No verão, mesmo com a umidade relativa do ar mais elevada, mudanças bruscas de temperatura acontecem com bastante frequência. Por isso, continuam comuns doenças como resfriado e gripe. Uma situação corriqueira também pode colaborar para esse quadro: você está na rua, passando calor, mas, quando entra em qualquer ambiente fechado – como shopping ou supermercado –, quase morre de frio devido ao ar-condicionado. Ele deixa as vias aéreas mais vulneráveis, pois resseca o muco protetor. Por isso, para que seu filho não sofra com o choque de temperaturas, sempre tenha um casaco leve na bolsa, dê muito líquido e umidifique as narinas com soro fisiológico se o ambiente com ar-condicionado for pequeno (como no avião ou no carro, em viagens longas). Se tiver ar-condicionado em casa, a temperatura ideal é em torno dos 22 graus. 

BRINCADEIRA SEGURA Escorregador, balanço e gira-gira são sinônimos de diversão para crianças de todas as idades. Porém, tome cuidado com a temperatura dos brinquedos. No verão, a superfície quente do escorregador, por exemplo, pode queimar a pele do seu filho. Mas, como não dá para encher a criança de roupa, o conselho é frequentar esses lugares antes das 10 horas ou depois das 16 horas. Agora, se o escorregador estiver fervendo e seu filho insistir, leve uma toalha para forrar a superfície ou chame a atenção dele para outra atividade. 

CHEIO DE FARPAS! Entrou uma farpa no dedo do seu filho? Não tente apertar, pois isso pode desencadear um processo inflamatório. Se for fininha, tire com uma pinça – caso não tenha, tire quando chegar em casa. Se for maior, que consiga puxar com o dedo, é só tirar e lavar com água corrente e sabão. Caso não seja possível, use lenço umedecido e lave depois.

BZZZZZZ Na hora de brincar ao ar livre, as crianças podem virar um prato cheio para os insetos. Abaixo dos 2 anos, é possível usar repelentes naturais (à base de citronela), mas nunca nas áreas que vão à boca ou aos olhos, como mãos e antebraços. Acima dessa idade, já dá para usar repelentes infantis, ainda tomando cuidado de não passar nas mãos da criança. Ele deve ser aplicado por um adulto e, de preferência, em loção, evitando sprays e aerossóis (por chegarem mais facilmente ao nariz e à boca). À noite, dá para colocar aqueles de tomada, mas sempre com uma distância de pelo menos dois metros de onde a criança está. Agora, se os pernilongos já fizeram a festa, o pediatra deve indicar o melhor tratamento, principalmente se seu filho for alérgico. “Loções secativas e anticoceiras, como as de calamina, pasta d’água e talco líquido, podem aliviar”, orienta a pediatra Kerstin Abagge. Outra dica: mantenha as unhas da criança sempre bem cortadas, porque, ao se coçar, ela pode levar sujeira para a picada e causar infecção. 

FORA DA GELADEIRA Passar o dia na praia, na piscina do clube ou fazer um piquenique no parque significa comer fora ou levar lanches de casa. Mas você deve tomar cuidado com o que oferecer e com o tempo que os alimentos ficarão fora da geladeira. A recomendação é que não seja por mais de duas horas, pois esse é o período que as bactérias levam para atingir o crescimento suficiente para causar intoxicação alimentar. “Na praia, só compre em barracas autorizadas e fiscalizadas e observe a higiene dos vendedores, do ambiente e dos utensílios. Não consuma nada que esteja fora de suas características originais ou com embalagens alteradas”, alerta Hélio Fernandes da Rocha, presidente do comitê de Nutrologia Pediátrica da Sociedade de Pediatria do Estado do Rio de Janeiro. Confira mais dicas para armazenar comida ou comprá-la em dias quentes: 

=> Leve as bebidas geladas, de preferência água e sucos. Caso seu filho menor de 2 anos queira tomar água de coco na praia, é melhor evitar, pois há o risco de contaminação – nunca se sabe em que tipo de água a fruta estava mergulhada. 

=> Nada de levar papinha para a praia ou a piscina. Nesse horário, a criança não deve estar exposta ao sol. 

=> Frutas são sempre boas opções. As melhores para essas ocasiões são maçã, laranja, uva e banana (se não ficar muito tempo no calor), pois são mais fáceis de serem acondicionadas. 

=> Leve biscoito de polvilho, bolacha maisena ou água e sal. Nada de recheios, chocolates, queijo ou presunto, pois estragam com mais facilidade quando expostos a temperaturas muito altas. 

=> Evite ao máximo comprar sanduíches ou qualquer coisa com maionese fora de casa.

=> Se for comprar suco natural, cheque sempre se é feito com água mineral. E fuja de raspadinhas! É impossível saber a procedência do gelo.

Fonte: Crescer

Veja dica de como organizar sua estante para começar o ano com tudo no lugar...


Estante harmoniosa A distribuição das peças nas prateleiras de uma estante deve ser equilibrada, ou seja, o volume deve ser parecido em cada uma delas. Não há regra sobre qual espaço sobrar entre a pilha de livros e a prateleira de cima. Tudo vai depender da medida dos livros, se eles podem ocupar ou não todo o vão. Por isso, é importante a atenção à proporção entre as peças. Se você tem duas estantes, lado a lado, pode-se ter simetria sem que a disposição dos elementos seja igual nas duas – mas, de novo, olho nas proporções! Livros de uma mesma coleção devem ser mantidos juntos. Já os enfeites junto às coleções podem ser coloridos, como o vaso Marilyn Monroe, da Benedixt. Quando se misturam livros avulsos de várias cores, procure usar tons lisos ou neutros nos objetos, a exemplo do vaso cinza de vidro, da Stile d.o.c., e dos apoios para livros da Benedixt. Coleção Pottery Barn encontrada na Livraria Haikai. 
SAIBA MAIS
Biblioteca particular (1) Existem duas formas funcionais de organizar os livros na estante. A primeira é separar por categoria, subdividir por temas e depois organizar por autor ou título. A outra, mais simples, é organizar por tema, como os livros de designers ou de culinária (na segunda prateleira). Seja qual for o jeito, os livros devem ser colocados num canto para facilitar a visualização. Álbuns de fotos (no alto, à esq.) da Org.Store e livros da Benedixt.
Preencha as lacunas (2) Peças decorativas têm espaço garantido na estante. As utilitárias, como taças, ficam mais bem organizadas em bandejas (também na estante) ou dispostas no bar. Um truque para disfarçar as lacunas do móvel é escolher um livro com uma bela capa e colocá-lo na vertical, à mostra, no fundo da prateleira. O mesmo pode ser feito com uma pequena tela, gravura ou quadro, como o do Pensador (no alto, à dir.). Importante lembrar: ter espaço em branco é bom para dar leveza. Quadros da Benedixt.
Triagem de revistas (3) O ideal é não acumular edições antigas de revistas em casa por anos a fio, a não ser que elas estejam relacionadas à atividade profissional do morador ou sejam consultadas constantemente. Mas se depois da seleção sobrarem alguns exemplares, eles podem ser acomodados na estante de forma horizontal ou vertical. Nesses casos, elementos de decoração junto às revistas dão graça. Outra solução é usar nichos de madeira para delimitar o espaço dessas publicações na estante. Vasos de vidro azuis da Coisas da Doris.
Suvenires e coleções integrados à decoração (4) A disposição das lembranças de viagem ou das coleções tem de ser direcionada pelo bom senso. Deve-se agrupá-las de acordo com a procedência, o estilo ou as cores. Caso contrário, o melhor é misturar esses objetos com os livros. Na estante mais alta, pombas da artista Rachel Hoshino. 
Otavio Dias


Fonte: Casa e Jardim

Seu espaço de interação com a família pode ser um lugar irresistível...



Um jardim grandioso de 4 mil m² poderia parecer impessoal, frio e pouco acolhedor. Contrariando esse raciocínio, este projeto, em Campinas, interior de São Paulo, parece pequeno, tamanha a facilidade de acessar todos os cantos da casa.

Em parceria como escritório S-HM Arquitetura, responsável pelo projeto arquitetônico, o paisagista Alexandre Furcolin idealizou um jardim ao redor da piscina, centralizada no terreno. Nele, imperam as plantas tropicais, sem a desorganização de arbustos comum ao estilo. “O projeto segue as linhas da casa. É limpo, com toques contemporâneos, e as plantas estão ordenadas”, diz o paisagista.
Alexandre Macedo
Os maciços de cavalinha atravessam as aberturas no deque e criam um falso guarda-corpo em uma das laterais da ponte

Alexandre Macedo
Uma série de palmeiras carpentárias (1) marca o jardim em
diferentes planos. Na escada, elas estão desalinhadas, assim
ganham profundidade ao serem avistadas de longe. À dir., a
pérgola foi fechada com maciços de alpínia (2). Ao fundo, a
ponte que conduz à sala de ginástica e à sauna tem, à esq,
dois exemplares da frutífera grumixama (3). A escada recebeu
frisos da forração rabo-de-gato para marcar os degraus. Nas
laterais, barba-de-serpente
O deque de pínus tratado faz a união dos ambientes. Embora tenha a mesma linguagem em todo o percurso, ele ganha características diferentes de acordo com o acesso. Para levar à sala de ginástica e à sauna, vira uma pequena ponte. Tem, em uma das extremidades, pequenas aberturas de onde despontam hastes de cavalinha, uma planta aquática disposta em vasos submersos no espelho d'água.

O deque também leva o casal de moradores e seus três filhos da sala de ginástica à churrasqueira gourmet. O acesso, dessa vez, pode ser feito por uma pérgola coberta por sapatinho-de-judia e parcialmente escondido por alguns maciços de alpínia. Fora da pérgola, o caminho de pínus é marcado pelas esguias palmeiras carpentárias dispostas em alturas diferentes: “Gosto de movimentar o terreno porque acredito que a diferença de nível é um atrativo a mais, cria novos cantos visuais", afirma Alexandre. O acesso à piscina, no patamar mais alto, é feito por uma escada, também de pínus. Detalhe: entre os degraus, a forração rabo-de-gato, com sua inflorescência vermelha, serve de friso, sinalizando as passadas.

Quando o sol se põe, o jardim não esconde o seu encanto. É sob o foco de pequenos projetores de luz que as plantas revelam as suas formas. Na ponte, as cavalinhas são alternadas por leds. Juntos, eles fazem as vezes de um guarda-corpo sobre a ponte. As palmeiras carpentárias são iluminadas por embutidos de PAR 38, enquanto os maciços de estrelítzias têm espetos de PAR20. A luz também orienta os passeios pela área. Um convite para curtir o jardim a qualquer hora.
Alexandre Macedo
A piscina com borda infinita deságua no espelho d’água, que tem um grupo de palmeiras carpentárias disposto em bases de alvenaria, de 80 x 80 cm, com forração de barba-de-serpente
Alexandre Macedo
A barba-de-serpente margeia a piscina, realçando o deque. Mesmo sendo uma espécie de pequeno porte, ela protege o passeio próximo à borda
Alexandre Macedo
À noite, o jardim iluminado exalta a silhueta das plantas, a começar pela ponte com cavalinhas alternadas por leds. As palmeiras carpentárias ganharam embutidos de lâmpadas PAR 38 e os maciços de estrelítzias, espetos de PAR 20. Mais ao fundo, à esq., cada coluna tem um exemplar de chão de PAR 20


Fonte: Casa e Jardim

Um detalhe que pode fazer a diferença no seu bolso...