sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Você sabia que exercício de engatinhar pode ser mais eficaz que malhação intensa?

Foto: Flickr/makelessnoise
Esqueça a intensidade da malhação convencional. A novidade mais quente do universo fitness prega que engatinhar - ou seja, fazer movimentos vagarosos com os pés e as mãos no chão – pode ser mais eficaz do qualquer exercício.

A moda tem invadido academias moderninhas de Londres, capital do Reino Unido, e conquistado modelos e mulheres em geral que buscam fugir da rotina tradicional de musculação. Os entusiastas da modalidade se animam com os resultados rápidos do exercício. “Engatinhar tem se tornado um exercício comum em personal training graças a seu potencial de criar resistência (para o corpo). Além de sustentá-lo com os pés e as mãos, quem treina assim também usa mais músculos para se manter firme e em movimento, o que é uma ação mais difícil, explica o gerente de produto da academia Fitness First UK.

Como correr, pular e escalar, engatinhar é considerado um exercício funcional, por ser intuitivo e dinâmico. Os movimentos não só fortalecem os músculos e os tecidos de braços, pernas e coluna, como também requerem coordenação do corpo e da mente. Segundo a colunista Miranda Bryant, que experimentou o treino para o jornal britânico London Evening Standardo exercício de engatinhar deve ser parecido com a locomoção de um réptil, desde que o corpo fique bem pertinho do chão, mas sem rastejar. Para fazer o exercício de forma eficaz, apenas as mãos e as pontas dos pés devem tocá-lo. Assim, o corpo é condicionado a se fortalecer ainda mais.

boom dos exercícios de engatinhar ainda não chegou ao Brasil, mas algumas academias já adotam práticas similares como alongamento antes das atividades aeróbicas. E só porque um bebê é capaz de engatinhar, não significa que a tarefa seja fácil e liberada para qualquer adulto. Por ter uma alta resistência, os movimentos são considerados intensos para quem está começando. Antes de encarar a atividade, consulte seu médico e o treinador da academia para garantir um treino saudável e de acordo com seu ritmo.


Fonte: GNT

ESTÁ CHEGANDO O DIA!!! Traga a garotada e venha se divertir conosco


Aprenda como modernizar as construções antigas e deixar o ambiente inovado

Imóveis de 40, 50 anos ou ainda mais velhos podem se adequar muito bem à vida moderna. Basta fazer algumas adaptações. Normalmente é preciso trocar revestimentos e refazer as partes hidráulica e elétrica. Mas, em geral, vale a apena encarar a reforma, já que as metragens costumam ser maiores do que os microapartamentos atuais. Veja cinco casos em que as mudanças foram um ótimo investimento e planeje sua obra
A cozinha foi integrada à sala com um painel de correr (Foto: Maíra Acayaba/Casa e Jardim)
Mudanças de efeito
Nesta época de apartamentos novos e prontos para morar, dentro de condomínios com estupendas áreas de lazer, o que leva alguém a se interessar por um imóvel antigo, praticamente caindo aos pedaços, em um prédio sem luxos? Sobre esta pergunta refletiram a advogada Iara Ferfoglia e seu marido, o professor Rodrigo Vilardi, diante da oportunidade de comprar o primeiro apartamento. O candidato – um bom candidato – dispunha de 180 m², em prédio dos anos 1960. Os contrapontos, porém, não eram poucos. Dois deles: a distribuição da planta, com quartos grandes demais e cozinha isolada da área social, e os acabamentos, que estavam envelhecidos. Com o projeto de reforma da arquiteta Julliana Camargo, sócia de Marcela Madureira, o casal enxergou o potencial do lugar para se tornar perfeito. Entre as mudanças sugeridas por Julliana, nenhuma foi tão desafiadora como a de aumentar o banheiro da suíte, agregando a ele a área onde ficava o banheiro social. Também sofreram transformações de grande efeito um dos três quartos, onde uma parede foi construída para dividi-lo em dois cômodos. “Achei mais aconchegante preparar dois quartos menores do que manter apenas um enorme”, diz a proprietária. Na cozinha, a porta mudou de lugar. Com isso, o ambiente pode ser integrado à sala por meio do grande painel de correr. A ausência de varanda gourmet foi compensada com a incorporação do terraço ao living, onde agora há um balanço e vasos.
Prédios antigos não costumam ter varanda gourmet. Mas o apartamento ficou gostoso com o terraço incorporado ao living, onde agora há um balanço e vasos (Foto: Maíra Acayaba/Casa e Jardim)
A parede que separava a sala de jantar da cozinha foi derrubada. Restou uma coluna estrutural, que foi aproveitada para criar uma mesa de apoio (Foto: Lufe Gomes/Casa e Jardim)
Espírito renovado
Quando estava quase fechando negócio com um loft, o empresário Chico Paese visitou o apê de 240 m². “Era bem maior do que aquilo que eu procurava, mas fiquei encantado com a vista. Olhar as árvores quase na mesma altura dos janelões foi um dos fatores determinantes. Eu sempre morei em casas e tenho essa mesma sensação aqui”, afirma o empresário. “Ainda foi, financeiramente, uma boa compra, porque o apartamento era antigo e estava mal cuidado.” O imóvel, construído há 40 anos e que mantinha a planta original, foi reformado pelos arquitetos Marco Donini e Francisco Zelesnikar, do escritório Arqdonini. “Trocamos as tábuas largas de ipê por um piso de perobinha e derrubamos duas paredes: uma no hall e outra que separava a sala de jantar da cozinha”, conta Marco. Ao demolir esta última, restou uma coluna estrutural. O “incômodo” foi aproveitado para criar uma mesa de apoio à cozinha, que o morador usa como bar quando recebe os amigos. Os arquitetos também refizeram as instalações hidráulica e elétrica. “Antes de iniciar a obra nos banheiros, nós tiramos as pedras de mármore que revestiam o piso e as paredes. Elas passaram por um restauro e puderam ser reutilizadas”, completa Marco
O piso escuro de lajotas, um hit dos anos 1970, foi trocado pelo porcelanato branco no térreo, do hall de entrada à cozinha, que dobrou de tamanho com a eliminação da copa (Foto: Luis Gomes/Casa e Jardim)
Tudo pela luz
Era uma casa escura e úmida, com cômodos estreitos. Mas a paixão pela arquitetura modernista falou mais alto. Os traços do projeto original de 1976, do arquiteto Arnaldo Martino, encantaram a arquiteta santista Flavia Petrossi. “Convenci meu marido, que é médico, a comprá-la, em 2008, após mostrar as mudanças que eu faria na reforma”, diz. Sem alterar o estilo da casa de 325 m² – distribuídos em três níveis intercalados no terreno em aclive –, no bairro Cidade Jardim, em São Paulo, ela abriu grandes janelas para entrar mais luz natural nos interiores. Outra solução encontrada por Flavia para clarear a casa foi trocar o piso escuro de lajotas, um hit da época, pelo porcelanato branco no térreo, do hall de entrada à cozinha, que dobrou de tamanho com a eliminação da copa. A arquiteta aproveitou melhor uma área onde ficava uma escada de serviço. “Não faz sentido nos dias de hoje”, afirma. No espaço, ela criou uma adega climatizada. A varanda passou a ser totalmente integrada ao living por três grandes painéis de vidro. Para ampliar seu quarto, ela acrescentou a área do escritório e mudou a porta para o outro lado. “Agora a casa respira.”
A reforma abriu grandes janelas para entrar mais luz natural nos interiores (Foto: Luis Gomes/Casa e Jardim)
Os arquitetos criaram uma caixa de vidro que avança no jardim lateral para aumentar a largura do living (Foto: Edu Castello/Casa e Jardim)
Integração com o jardim
Logo ao entrar no sobrado de 340 m² em Pinheiros, em São Paulo, a sensação é de estar em um grande gazebo. Não por acaso. Os arquitetosTito e Chantal Ficarelli, do escritório Arkitito, criaram uma caixa de vidro que avança 80 centímetros no jardim lateral para aumentar a largura do living. “Se fosse ampliá-lo com alvenaria, teríamos de demolir tudo”, diz Chantal. Na reforma, que adaptou a construção dos anos 1960 para um jovem casal, os profissionais preferiram fazer mudanças estratégicas. “Integramos a maioria dos cômodos, que eram apertados e tortos, com paredes em diagonal”, afirma ela. “Ficou amplo e iluminado”, diz Tito. Com o alargamento do living, eles puderam instalar uma escada maior, para o pavimento superior, com estrutura metálica que entra na caixa de vidro. “A antiga tinha degraus curtos por falta de espaço”, conta Chantal. Nos fundos do sobrado, eles demoliram um puxadinho onde ficavam o lavabo, a lavanderia e o quarto de empregada. Construíram, no lugar, um volume na altura da casa, com um quarto em cima. No térreo, colocaram a sala de jantar aberta de um lado para a cozinha e, do outro, para o jardim, com portas de vidro deslizantes.
Com o alargamento do living, foi possível instalar uma escada maior com estrutura metálica que entra na caixa de vidro (Foto: Edu Castello/Casa e Jardim)
A cozinha foi aberta para aumentar o living, onde o morador dá muitas festas (Foto: Maíra Acayaba/Casa e Jardim)
Três, dois, um...
Para o pequeno Bruno Poppa, o apartamento de 120 m², em um prédio de 1976, no bairro de Perdizes, em São Paulo, parecia até espaçoso, com três dormitórios, na época em que era criança e vivia ali com os pais. Mais tarde, quando sua irmã se casou, ela transformou um quarto em closet para morar lá com o marido e a filha. Hoje é ele, um advogado de 30 anos, quem ocupa a área. Mas, antes de se mudar, tornou-a ampla de verdade e adequada para a sua vida de solteiro. Na hora de realizar as alterações, chamou oSuperlimão Studio. Como adora festas, ele pediu a sala grande. Para aumentá-la, além de abrir a cozinha e eliminar um quarto, o Superlimão modernizou as instalações. Com marcenaria, criou elementos que integram os ambientes – e, se necessário, os isolam –, ajudam a organizá-los e embutem a iluminação, que é controlada por sistema de automação. Os novos fios passam por tubos de aço polido, de uso industrial, que ficaram aparentes. “Se fôssemos escondê-los na parede, teríamos que desviar de vigas. Então, assumimos essa linguagem em todos os lugares”, explica o arquiteto Thiago Rodrigues, sócio do Superlimão. Entre a suíte e a sala, os arquitetos encontraram um pilar e, para disfarçá-lo, instalaram painéis de madeira. Se Bruno quiser preservar sua intimidade, é só fechar o quarto puxando-os para a lateral. Eles escondem-se entre dois armários que formam volume único na esquina com a sala. “Isso passa a sensação de que os ambientes não são distintos”, afirma Thiago.
Os novos fios passam por tubos de aço polido, de uso industrial, que ficaram aparentes (Foto: Maíra Acayaba/Casa e Jardim)

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Você tem certeza de que sua alimentação é saudável? Descubra aqui...



Você segue dietas da moda? Corta o carboidrato? Comer bem é muito mais do que simplesmente escolher alimentos pouco calóricos. A nutricionista Luciana Harfenist nos ajudou a preparar um quiz que avalia se você está se alimentando bem. Responda ao nosso teste e descubra:  




Fonte: GNT

Está a procura de emprego e tem dúvidas de como fazer um bom currículo? Veja aqui algumas dicas que irão te ajudar

Que o currículo precisa ser claro e objetivo, todo mundo sabe. Mas na hora de competir por uma vaga não basta apenas estar dentro dos padrões. Ser criativo, estar em dia com as novas tendências da área e demonstrar potencial de liderança também são habilidades importantes e que merecem estar em evidência. Será que é possível conseguir mostrar tudo isso no papel? 


Por: Pollyana de Moraes

Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo e o aumento da oferta de cursos de especialização pelo País, ter as qualificações necessárias para ocupar a vaga dos seus sonhos nem sempre é garantia de sucesso.

Mais do que dominar os requisitos, é preciso saber apresentar bem as razões que fazem de você o profissional certo para dar conta do recado. É aí que entra em cena um item fundamental de qualquer seleção: o currículo.

Que esse documento precisa ser claro e objetivo, todo mundo sabe. Mas na hora de competir por uma vaga não basta apenas estar dentro dos padrões. Ser criativo, estar em dia com as novas tendências da sua área e demonstrar potencial de liderança também estão em jogo. Mas como conseguir mostrar tudo isso no papel? Confira abaixo as dicas de especialistas:
  • 1
    Diferencial e Criatividade
    Comparando o currículo a uma espécie de propaganda que se faz de cada um, é importante ressaltar que este “anúncio” deve conter não só o perfil profissional do candidato, mas também valores e informações pessoais que possam ser levados em consideração pelo empregador. Para o publicitário Guilherme Torres, a experiência extracurricular vale muito. “É aí que vemos quem contratar de fato. Imagine se um redator de publicidade só soubesse escrever anúncios e criar roteiros. Se ele for vocalista de uma banda ou pintar quadros, por exemplo, já demonstra que ele não é um mero 'escrevinhador' de propaganda”, diz Guilherme, que é diretor de criação da agência Mar Design.

    Já que saber vender bem o peixe é fundamental, a apresentação do currículo faz toda a diferença. Segundo o publicitário, caso o documento seja entregue em mãos, vale apostar em uma papel de cor diferente, como o reciclado, por exemplo, que mostra a sua preocupação com o consumo sustentável. Se a entrega do currículo for feita por e-mail mesmo, invista em uma diagramação criativa, lembrando que a fonte escolhida deve ser sempre clara e legível.

    E nada de propaganda enganosa. “Não ‘fale’ muito ou invente historinhas a seu respeito. Diga a verdade, somente a verdade”, recomenda Guilherme Torres.
  • 2
    A matemática do currículo
    Como o equilíbrio ajuda qualquer receita a dar certo, a coach e especialista em desenvolvimento pessoal, Monica Vitória, recomenda uma distribuição matemática das informações do currículo, dando peso maior aos dados mais relevantes:

    10%: Dados pessoais, como nome, telefone fixo, celular, e-mail, endereço, idade e estado civil;
    20%: Formação acadêmica e cursos, dos mais recentes para os mais antigos;
    30%: Experiências profissionais das mais recentes para mais antigas;
    30%: Diferenciais! Informe os resultados já conquistados e mostre como contribuiu com as empresas onde atuou;
    10%: Para concluir o currículo, é indicado ressaltar alguma informação relevante que tenha ficado de fora dos outros itens, como qualidades pessoais relacionadas à rotina da vaga para a qual se candidata. Para candidatos que foram indicados à vaga por alguém da empresa, é aceitável uma assinatura após um simples “atenciosamente”. “A pessoa que está recebendo sua indicação, indiretamente espera conhecê-lo, e seu nome ao final do texto pode trazer a imagem positiva de que você é uma pessoa criativa, comprometida e que assina embaixo”, explica Sofia Vitória.
  • 3
    O que não é recomendado
    Depois de saber o que você deve fazer, é importante destacar também o que não vale arriscar na hora de passar à limpo seu currículo. Veja abaixo o que você deve evitar:

    Usar foto: guarde o sorriso e a pose confiante para o momento da entrevista;
    Escrever demais: como profissionais de Recursos Humanos e gestores têm pouco tempo para analisar o perfil de cada candidato antes de uma entrevista, sai na frente aquele que consegue resumir suas qualificações em até duas laudas, sem perder dados importantes;
    Detalhar todos os documentos, como RG e CPF: lembre-se que, caso a vaga seja sua, o departamento de Recursos Humanos vai solicitar todas essas informações no momento apropriado;
    Destacar a expectativa salarial. “Se o candidato solicita um valor muito acima ou muito inferior em relação à faixa de mercado, corre o risco de passar uma imagem de desatualizado”, explica a coach Mônica Vitória.


    Fonte: GNT