quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Penduradas em painéis ou em vasos, há flores que deixam seu jardim ainda mais charmoso...


Para pendurar
Elas arrasam em painéis verticais, mas também são infalíveis penduradas em vasos
Evelyn Müller
1. Os beija-flores adoram as flores pendentes roxas e vermelhas
ou brancas e rosadas do brinco-de-princesa

Ninguém nota o quintal vizinho diante da profusão de verde que toma a grade entre os dois muros desta casa no Itaim, em São Paulo. Ao idealizar o painel vegetal, a paisagista Claudia, da La Calle Florida, usou a grade original para amarrar as placas de xaxim recuperadas e os vasos com plantas pendentes. São elas: samambaia(2), renda-portuguesa (3), violeta-pendente (4), tostão (5), peperômia (6) e hera-estrela (7). “Usei espécies de fácil manutenção. Elas precisam de cinco horas diárias de sol e têm de ser regadas dia sim, dia não”, afirma Claudia. As plantas que crescem rápido, como a hera e o tostão, devem ser podadas com frequência para não perderem o vigor. No caso deste projeto, a hera não é podada, porque a intenção da paisagista é que ela grude nas placas de xaxim. A poda da peperômia é simples: basta cortar os ramos e enfiá-los na terra para criar novas mudas. Fica o alerta da paisagista: “No inverno, as folhas da renda-portuguesa costumam secar. Retire-as para a planta se recuperar”. Para arrematar, tábuas de cruzeta dão acabamento e sustentação ao painel.

Evelyn Müller
Outras sugestões:
Evelyn Müller
8. Não é à toa que o véu-de-noiva leva este nome. A planta forma uma cortina densa com poucas flores brancas. 9. A flor-de-cera só quer sombra ou sol suave. Floresce na primavera e no verão. 10. Parente da flor-de-maio, a flor-de-outubro é um cacto. Não precisa de mais do que uma rega por semana. 11. As flores comuns no outono é que dão o nome peixinho a esta epífita, que adere facilmente ao tronco de árvores. 12. Em jardineiras,o abutilon ou lanterninha-chinesa pende e forma uma cortina vegetal. Floresce quase o ano todo.

Evelyn Müller
Flox, gerânios e columéia













Fonte: Casa e Jardim

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Veja algumas dicas de painéis para você colocar sua TV


Passou o tempo em que um rack era tudo o que você precisava para colocar a TV (gigante, de tubo), o vídeo cassete e a vitrola. Hoje em dia as TV’s de tela plana seja de LED, plasma ou LCD, estão ganhando mais espaços nas casas por terem melhor qualidade de imagem, serem mais bonitas e além de tudo ocuparem muito menos espaço.

Na hora de montar a sala de TV, se você decidir colocar o aparelho na parede não ir pendurando sem antes pensar nos fios que ligam os aparelhos de vídeo e som. Você terá duas soluções: a primeira é contratar um pedreiro para passar conduítes por dentro da parede e aguentar todos os transtornos de uma reforma ou escolher um painel que alia a beleza com a funcionalidade de camuflar a fiação que ficaria aparente.
Antes de tudo, defina quais os aparelhos serão usados, veja os locais das tomadas e antena para que não tenha problemas na hora da instalação. Para evitar surpresas e dores de cabeça, siga algumas dicas:
-O painel deve ter, no mínimo, 15 cm (para cada lado) a mais que a TV.
-A altura mínima para a instalação da TV é de 1 m do piso, mas o ideal é que esteja a 1,5 m do piso, sempre contando do meio da tela.
-Para passar a fiação são necessário, no mínimo 2 cm de distância entre o painel e a parede. Não esqueça que os plugues e conectores também vão ter que passar nesse espaço.
-O painel não serve para fixar o aparelho na parede, ele tem apenas função estética. Você vai precisar de um suporte para fazer a fixação.





Fonte: Blog de decoração

Com arquitetura diferenciada, essa casa pode ser modelo inspirador para você...


Extrovertido, o bloco esportivo abre-se para as extremidades
Extrovertido, o bloco esportivo abre-se para as extremidades
Genética única e perfis diferentes
Agregada à residência no Alto de Pinheiros, zona oeste paulistana, a área esportiva é uma espécie de filha temporã do projeto original, nascida quase duas décadas depois. Por isso, ao mesmo tempo que guarda com ele ligação de natureza umbilical, contrapõe-se em alguns aspectos: enquanto um tem perfil ensimesmado, a outra se apresenta comunicativa, viva, alegre. Ambos foram projetados pelo arquiteto Samuel Kruchin.
Se pesquisadores da arquitetura brasileira, mais especificamente das casas paulistanas, tivessem que classificar de alguma forma a residência Capobianco, localizada no Alto de Pinheiros, zona oeste de São Paulo, encontrariam na moradia reverberações de obras dos mestres da chamada escola paulista (como, por exemplo, Paulo Mendes da Rocha e João Batista Vilanova Artigas), por sua estética brutalista, assim como também veriam ali nuances da obra de Ruy Ohtake.
A face principal da residência tem aberturas mínimas
A face principal da residência tem aberturas mínimas
O volume da moradia é introspectivo, fechado para o exterior, e a busca da luz se faz em direção ao alto
O volume da moradia é introspectivo, fechado para o exterior, e a busca da luz se faz em direção ao alto
O concreto aparente, material caro a esses autores, é o elemento essencial na composição de autoria do arquiteto Samuel Kruchin.
Embora reconheça certa influência desses profissionais no trabalho, Kruchin argumenta que a moradia é também uma referência crítica à organização espacial interna em geral extremamente racional e pura, presente na maior parte das obras residenciais vinculadas àquela escola.
Para ele, o mundo íntimo apreendido no seu trabalho é de outra natureza: convulsionado, vibrante, agitado.
E o projeto, pondera, exterioriza essa condição com a estampa da borboleta (um desenho infantil transposto para a parede) vazada no concreto, simbolizando o universo mutante, em transformação.
A casa é a catalisadora desse movimento. E seu centro, a área de estar rebaixada, de onde se projeta a escada escultórica, é figura fundamental no sentido de, no núcleo dessa convulsão, fomentar a aproximação, a unidade.
“É um projeto que fala da intimidade abrindo-se para o alto à procura da luz que faz germinar”, teoriza Kruchin, acrescentando ainda que a escada representa o cordão umbilical desse nascimento.
O programa, contudo, foi solucionado de forma simples: o pavimento inferior reúne os ambientes de convivência e o superior concentra as áreas íntimas.
Quase duas décadas depois, a área esportiva veio ocupar o lote ao fundo, agregado ao terreno original.
Croqui
Para o arquiteto, o interior convulsionado é uma referência crítica ao racionalismo da escola paulista
Para o arquiteto, o interior convulsionado é uma referência crítica ao racionalismo da escola paulista
Plasticamente, a composição é díspar em relação à sua antecessora, também em razão do programa que abriga: sala de jogos e aparelhos para condicionamento físico e piscina.
Transparente e comunicativo, o bloco de conformação ortogonal abre-se para as extremidades, com uma placa central compartimentando os ambientes. Para Kruchin, a construção possui uma geometria lírica. “Quis que o desenho se convertesse em forma”, justifica.
Há contrapontos entre uma e outra construção, como o fato de uma exteriorizar- se minimamente e em direção ao alto, enquanto a outra se abre amplamente e para as extremidades.
Mas elas se aproximam em outros aspectos, revelando a genética comum em detalhes como o material que as estrutura (o concreto) e a apropriação do elemento escultórico (no rasgo da cobertura da piscina e na escada interna que liga os dois pisos).
Nos próximos anos, um novo descendente deverá se juntar a ambas: Kruchin já projetou, ao lado da casa original, o volume da biblioteca/ sala de vídeo.

Texto de Adilson Melendez
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 387 Maio de 2012
 
Área de estar no pavimento inferior da construção destinada à área esportiva
Área de estar no pavimento inferior da construção destinada à área esportiva
Rasgo no alto da cobertura da piscina
Rasgo no alto da cobertura da piscina

Fonte: Arco Web

Para os amantes de café, olha que notícia boa...


Saúde quente
Um novo estudo de longo prazo, realizado pela Sociedade Americana de Câncer, encontrou uma forte associação inversa entre o consumo de café com cafeína e a mortalidade por câncer oral - de boca ou faringe.
Os autores afirmam que pessoas que bebem quatro ou mais xícaras de café por dia têm cerca de metade do risco de morte desses tipos de câncer - que são frequentemente fatais - em comparação com aqueles que nunca ou só ocasionalmente bebem café.
Os autores dizem que serão necessárias mais pesquisas para elucidar os mecanismos biológicos que atuam para gerar esse efeito.
Com cafeína, sem cafeína ou chá
Estudos epidemiológicos já indicaram que a ingestão de café está associada com a redução do risco de uma série de doenças, incluindo diabetes tipo 2,depressão entre mulheres, problemas cardíacos, câncer de próstata, Mal de Alzheimer e câncer oral/faríngeo.
Para explorar melhor este último caso, os pesquisadores examinaram mais detalhadamente associações da doença com a ingestão de café com cafeína, café descafeinado e chá.
O estudo incluiu 968.432 homens e mulheres que estavam livres do câncer no momento do monitoramento, que durou 26 anos.
Quatro é o número
Ocorreram 26 mortes por câncer oral durante o período de acompanhamento.
A incidência da doença entre os que tomavam café normal, com cafeína, foi 49% menor para aqueles que tomavam pelo menos quatro xícaras por dia.
O risco aumentou conforme diminuía a quantidade de café ingerido - isto é, aqueles que tomavam três, duas ou uma xícara de café por dia apresentaram riscos crescentes.
A associação com o café descafeinado foi muito pequena, descartada pelos pesquisadores como estatisticamente insignificante. Não foi encontrada associação da doença com o consumo de chá, nem positiva e nem negativa.

Fonte: Diário da Saúde

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Já sonhou em ter aquela casa pertinho da praia?

Feriado brasileiro é a desculpa perfeita para todo mundo fugir para o litoral e curtir as nossas lindas praias brasileiras. Pode estar o maior frio do mundo ou chovendo horrores e sempre tem alguém tomando um banho de mar seja sozinho ou com amigos. Agora já pensou se você tivesse uma casa fenomenal na beira mar, será que você iriar querer sair dela para molhar o pé no mar? Nossos empreendimentos em Vila Velha e Grande Natal ficam pertinho da praia...

Eu acho que eu até sairia mas como uma casa dessas eu pensaria muitas vezes antes. Ela é tão aconchegante, moderna e cheia de enormes janelas que dão uma visão privilegiada do horizonte no oceano. Dá para passar o dia deitado no divã lendo um livro e tomando um suco curtindo o visual.
Achei super legal a decoração misturar elementos de madeira  mais rústicos, inclusive nas portas e chão, mas a casa ter uma arquitetura e diversos móveis modernos, a mistura ficou na medida certa, sem ficar confuso. A cozinha é um sonho, um corredor enorme que parece não ter fim. Vamos sonhas juntos:























Fonte: Blog de Decoração