sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

É apaixonada por orquídeas? Veja alguns orquidários de dar inveja...

 Edu Castello
Os exemplares floridos são expostos na treliça da varanda.
O espaço tem palmeiras-ráfia, com marantas na base.
Há ainda o maracujá, uma trepadeira de crescimento vigoroso,
que cobre a cobertura de vidro e reduz a incidência de luz no
local. Vasos da L’Oeil

SONHO CONCRETIZADO 
A paixão por orquídeas fez com que o morador dessa casa no Jardim Paulistano, zona oeste de São Paulo, aproveitasse uma reforma para criar um pergolado na laje. “Fiz muitas pesquisas na internet para encontrar diferentes espécies e cruzamentos. Tenho exemplares de todas as partes do Brasil”, conta Luís Lima, que projetou sozinho o orquidário que sempre sonhou em ter. Depois do sucesso dessa experiência, ele criou o Projeto Orquidário, em parceria com o amigo Antônio Sano, para auxiliar outros amantes da planta a construir espaços para o cultivo das espécies. Hoje, os mourões de eucalipto tratado servem de suporte para mais de cem vasos de barro com cattleyas e laelias. Quando estão floridas, elas são transferidas para uma treliça instalada na varanda da casa.

 Edu Castello
O pergolado possui mourões de eucalipto tratado. Mais de cem vasos de barro ficam suspensos por ganchos presos à estrutura
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 Edu Castello
As diversas espécies de orquídeas estão expostas em prateleiras
e sobre mesa rústica comprada em um antiquário.
Vasos da Companhia das Folhas, da Entreposto e da L’Oeil.
Desta última loja é a almofada da poltrona. Cachepô com
íris e dois vasos de cimento com calanchoês


ENTRADA FLORIDA 
O morador desse imóvel no Jardim América, zona oeste de São Paulo, gosta tanto de plantas que não se contentou em ter espécies somente no jardim. Assim que o quintal ficou pronto, ele pediu para a arquiteta paisagísticaMichelle Simoncello Boccalato, da Officina di Casa, transformar a entrada da casa em um orquidário. “Ele já tinha instalado as prateleiras, mas queria que eu organizasse o espaço. Introduzi vasos vietnamitas, adicionei alguns elementos da família dele, como as louças portuguesas, e fiz uma pintura caiada na parede para aquecer o ambiente”, conta ela. As telhas transparentes iluminam o espaço, garantindo o bom desenvolvimento das espécies.

 Edu Castello
A mesinha de ferro serve de apoio para orquídeas
 Edu Castello
Visão de quem entra na casa pela garagem
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 Edu Castello
Repare na estrutura feita com ripas de cumaru, instalada
no teto da varanda. Sobre a mesa, pratos, xícaras e jogo
americano da Spicy. No fundo, vasos da L’Oeil com palmeiras
chamedórias


BELEZA NAS ALTURAS
A paisagista Paula Galbi recebeu uma difícil missão da arquiteta carioca Maria Cecília Figueira de Mello, do escritório GMC Arquitetura, responsável pela reforma deste apartamento no Itaim Bibi, em São Paulo: criar um lugar para expor as orquídeas da moradora. O problema é que a varanda já estava decorada. Um lado foi transformado em sala de televisão e uma mesa com quatro cadeiras ocupava a outra metade. Para driblar a falta de espaço, Paula fez uma estrutura suspensa com ripas de cumaru que suporta dez vasos. “Eles são presos à estrutura por fios de aço revestidos de plástico. Assim, ela pode trocar a ordem ou colocar novos vasos quando quiser”, explica a paisagista.

 Edu Castello
Detalhe dos vasos com uma phalaenopsis (flor amarela) e uma orquídea chocolate
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 Edu Castello
O interior do orquidário projetado por Juliana. Os brises de
madeira foram instalados para diminuir a incidência da luz.
Os vasos estão em ganchos de parede e de teto e em prateleiras


ESPAÇO BEM APROVEITADO
A engenheira agrônoma Juliana do Val, da Gaia Projetos, herdou da mãe o amor pelas plantas e provou que falta de espaço não é desculpa para deixar de ter um orquidário. Ela transformou um corredor lateral da sua casa no bairro do Morumbi, zona sul de São Paulo, em uma miniestufa com estrutura de alumínio e vidro. “Para criar um ambiente propício ao cultivo das várias espécies, fiz respiros no teto e coloquei janelas basculantes”, conta. O controle da luminosidade é feito por brises de madeira instalados em uma das faces do espaço. Alguns dos vasos com cattleyas, phalaenopsis e laelias ficam pendurados no teto e outros distribuídos em três prateleiras de ipê.

 Edu Castello
O corredor lateral da casa foi transformado em uma
horta seguida de orquidário
 Edu Castello
Detalhe de uma cattleya
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 Edu Castello
As espécies de orquídeas em vasos de barro ficam penduradas nas
ripas de ipê do pergolado. Regadores, vaso de zinco sobre
o armário, cadeira e banqueta da Dom Mascate. Piso de
cerâmica da Lepri e esteira da Coisas da Doris


INTEGRAÇÃO BEM-VINDA 
Não havia espaço suficiente no quintal desta casa, no Brooklin, zona sul de São Paulo, para expor a coleção de orquídeas do morador.
A solução encontrada pela paisagista Susana Udler foi aproveitar a laje sobre a garagem. “Integrei esse espaço ao resto da casa e desenhei uma pérgola de ipê para que ele pudesse pendurar a coleção”, conta Susana, que criou, ainda, um banco junto ao muro e um armário para guardar as ferramentas do jardim. A área, antes inutilizada, hoje é uma das partes mais frequentadas do imóvel, seja para cuidar das plantas ou para receber os amigos. 
 Edu Castello
O espaço visto do corredor lateral da casa. E, no detalhe, uma orquídea laelia

Fonte: Casa e Jardim

FGR INFORMA: Não abriremos no da 11 de fevereiro devido ao feriado de Carnaval

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Seu filho gosta de ficar horas navegando na internet? Veja algumas dicas para protege-lo do risco das redes


 Shutterstock
Ali na tranquilidade de casa, não parece que seu filho corre perigo ao acessar a internet, não é mesmo? Afinal, ninguém vai sair de dentro do computador para fazer mal a ele. Pensando assim, é difícil mesmo imaginar como a internet é capaz de invadir a sua casa e prejudicar as crianças. 

Agora, pense. Você deixaria seu filho sair sozinho, conversar com estranhos, entrar e sair de lojas, etc.? Assim como as ruas, a internet é uma grande praça pública com cerca de 2 bilhões de pessoas passeando por ela. Essa analogia, feita pelo diretor de prevenção Rodrigo Nejm, da SaferNet Brasil, deixa os riscos mais claros. E assim como ninguém vive sem sair nas ruas, a internet também deve fazer parte da vida do seu filho, mas é preciso cuidado. 

Para promover o uso seguro da web, foi instituído o dia 5 de fevereiro como o Dia Mundial da Internet Segura em 69 países. A ideia surgiu em 2003, na Europa, por iniciativa da Comissão Europeia. Desde 2009, o Brasil faz parte das comemorações. Neste ano, o slogan da campanha, organizada pela SaferNet Brasil, é "Direitos e deveres on-line" .
Se por um lado crianças e jovens aprendem com muita rapidez a surfar nas inovações tecnológicas, deixando os pais e educadores muitas vezes assustados, sabemos que a ética, cidadania, responsabilidade, consciência e segurança são temas que os adultos devem ensinar às crianças também no ambiente digital. 

Você não precisa ser expert em tecnologia para proteger o seu filho dos perigos na rede. Mas é fundamental orientar a criança e sempre ficar de olho no que o seu filho está fazendo no computador. “Proibir não educa, conversa e limites continuam sendo a melhor tecnologia na educação”, completa. 
Veja algumas dicas para garantir que seu filho navegue na internet com segurança: 

1. A internet é uma janela de oportunidades e você não pode proibir seu filho de usá-la. No mundo virtual, ele pode fazer amigos, estudar, conversar com colegas da escola e parentes que estão longe, conhecer mais sobre seus desenhos e personagens favoritos, além de ouvir músicas e assistir a vídeos; 

2. Converse, sempre. Diga ao seu filho para avisá-lo caso perceba algo estranho em sites ou comunidades que visita. Não tenha vergonha de perguntar quais são os endereços por onde ele navega; 

3. Espionar ou gravar tudo o que seus filhos fazem não é uma boa saída. Programas de filtro de conteúdo podem ajudar, mas o diálogo aberto sobre como, quando e com quem usar a internet continua sendo responsabilidade dos pais. Lembre-se: os programas podem funcionar bem em casa, mas as crianças também acessam a internet em lan houses, nas escolas ou em casas de amigos; 

4. Assim como diz para seus filhos não conversarem com estranhos na rua, a mesma orientação vale para a rede. Diga a eles para não falar nem aceitar algo (como fotos ou vídeos) de quem não conhecem; 

5. Explique a seus filhos que nem tudo o que é dito em comunidades é verdade. Protegido por um avatar, qualquer um pode mentir a idade ou intenção; 

6. Também vale orientar as crianças a não exibir nome completo, endereço, telefone, nome da escola ou dos parentes em comunidades virtuais - e nem passar esses dados em chats. Outra coisa importante: diga que a criança não deve usar o nome verdadeiro em jogos, chats, e-mails ou sites de relacionamento; 

7. Coloque-se sempre à disposição para que seus filhos peçam ajuda quando se sentirem ameaçados ou receberem conteúdos impróprios online; 

8. Os pais devem estar ao lado no momento em que as crianças estão brincando e, o mais importante, devem se familiarizar com esse mundo virtual. Se você não sabe usar o computador nem navegar na internet, aproveite para aprender junto com seus filhos. Você vai ver como é importante - e como é mais fácil - entender o que as crianças fazem, com quem conversam e o que divulgam na internet; 

9. Estabeleça horários para seu filho navegar. Em algumas comunidades há como fixar o número de horas e o período em que a criança estará online. E não adianta só tirá-la da frente do computador: ofereça outras atividades, como passear no parque, cozinhar junto com ele ou chamar os amigos para brincar em casa; 

10. Sempre que testemunhar algo que viole os Direitos Humanos ou ameace seus filhos denuncie e procure as autoridades. Se tiver dúvidas, envie um e-mail paraprevencao@safernet.org.br

Fonte: Site da Ong Safernet

Uma casa de frente para o lago é perfeito, né? Em alguns dos condomínios Jardins da FGR Urbanismo, isso é possível

Esta casa tem uma decoração simples e contemporânea, porém aconchegante, e iluminação intimista.
Com uma linda vista do jardim e também da praia. Na arquitetura, predomina a madeira e as portas e janelas toda de vidro.

Fotos: Contemporist

Fonte: Blog de decoração

Para quem gosta de tempero brasileiro e tempero oriental, essa receita vai deixar você com água na boca



Rendimento 20 porções.
Tempo de preparo aproximadamente 3 horas


Ingredientes
Massa
1 kg de mandioca cozida e amassada;
1 xícara de queijo parmesão ralado;
2 ovos;
1 colher (sopa) de manteiga;
sal;
farinha de trigo o quanto baste para dar o ponto;
farinha de rosca;

Recheio
1 kg de peito de frango picadinho na ponta da faca;
1 cebola média ralada;
2 colheres (sopa) de curry em pó;
1/3 xícara de óleo de milho;
1 colheres (sopa) de gengibre bem picado;
1 colher (sopa) de folhas de manjericão picadas;
1 xícara de caldo de frango;
2 colheres (sopa) de óleo de gergelim;
3 colheres (sopa) de açúcar mascavo. 


Modo de preparo 1. Para fazer a massa, misture todos os ingredientes, menos a farinha de rosca, e leve ao fogo para dar o ponto. Reserve.
2. Tempere o frango com sal e pimenta. Reserve.
3. Refogue a cebola com o curry no óleo de milho e de gergelim misturados. Junte o frango e refogue até secar. Acrescente as folhas de manjericão, o caldo, o gengibre e o açúcar.
4. Cozinhe em fogo médio até secar o excesso de líquido, mas a mistura ainda ficar úmida. Acerte o sal e a pimenta e, se necessário, acrescente um pouco de água.
5. Molde as coxinhas e passe na farinha de rosca.
6. Frite, em imersão, em óleo bem quente. 

Fonte: Casa e Jardim