quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

A China é tão famosa por fazer réplica das grandes marcas que agora começou a copiar as construções famosas


A Torre Eiffel, à esquerda, em Paris, e, à direita, sua cópia, em Hangzhou
Torre EiffelTower Bridge e Rockefeller Building. Não estamos falando dos monumentos de Paris,Londres ou Nova York. Estes clássicos da arquitetura mundial foram reproduzidos na China. E eles não são os únicos casos. O centro de Hallstat, na ÁustriaPatrimônio Histórico da Unesco, também ganhou uma cópia fiel na cidade de Hiuzhou. As obras não param de ser clonadas e têm desagradado os grandes arquitetos.

A iraquiana Zaha Hadid chegou a tomar medidas judiciais depois de ver seu prédio Wangjing Soho, em construção em Pequim, copiado pela cidade de Chongging. Para piorar, é possível que a reprodução fique pronta antes do original. Le Courbusier também teve sua icônica capela Ronchamp, na França, refeita emZhengzhou. Tamanha a semelhança, a fundação do arquiteto francês conseguiu que a nova versão fosse demolida.

O fenômeno das cópias chinesas não é novo. Em 2006, foi inaugurada Thames Town, a 30 quilômetros deXangai, uma réplica das cidades inglesas. As construções são inspiradas no período dos Tudor e há até cabines de telefone vermelhas. Segundo a reportagem do Daily Mail, também não faltam guardas de expressão séria e uniforme real e estátuas de Winston Churchill e Harry Potter
A Tower Bridge, na foto grande, em Londres, e, na menor, sua cópia, em Suzhou
As paisagens de Nova York, à esquerda, e Tianjin, à direita. O Rockefeller Building e outros prédios foram copiados
Patrimônio Histórico da Unesco, a cidade austríaca de Hallstat, à esquerda, ganhou sua versão em Hiuzhou, à direita
Projeto de Zaha Hadid em duas cidades chinesas: Pequim, à esquerda, o original, e Chongging, à direita, a cópia
A capela Ronchamp, de Le Courbusier, teve sua réplica em Zhengzhou, na foto menor, derrubada por uma ação da fundação do arquiteto
A Thames Town, à direita, em Xangai, é praticamente uma cidade inglesa, com cabines telefônicas vermelhas. À esquerda, Londres


Fonte: Casa e Jardim

O que sua filha iria achar se a sua cama fosse uma casinha de dormir?


Os pais precisavam dividir o quarto entre duas irmãs gêmeas, do jeito mais agradável possível. Então, surgiu a ideia de transformar as camas em casinhas, onde as meninas poderiam brincar durante o dia e descansar à noite. Com recuos na parede, eles criaram este espaço divertido, com direito a telhadinhos e cortinas, onde as camas são encaixadas. Na parede, uma pintura feita pela tia das meninas, a artista Morgan Bricca, complementa o ambiente deixando-o ainda mais romântico e feminino.
Divulgação
A cama é encaixada em um recuo, com forma de casinha
Divulgação
Repare que nas laterais internas das "casinhas" há prateleiras para colocar as luminárias e outros objetos pessoais das meninas


Fonte: Casa e Jardim

O museu que está quase concluído no Paraná tem arquitetura ousada e contemporânea



No exato ponto onde o Canal do Panamá encontra o Oceano Pacífico, está em construção – e perto da conclusão – um museu desenhado por ninguém menos do que Frank Gehry. ChamadoBiomuseu, o local tem a marca do arquiteto canadense, premiado com o Pritzker em 1989.

Dedicado à preservação do meio ambiente, o edifício é parcialmente feito com material reciclável, como metal e plástico, e marca a paisagem com uma seqüência aparentemente desordenada de coberturas coloridas.



De acordo com o memorial descritivo, a silhueta retorcida será uma representação das forças da natureza que regem o planeta Terra.

O espaço interno será dividido em oito salas de exposição permanente que contarão, em seqüência, a história do istmo do Panamá desde três milhões de anos atrás até a construção do canal e, principalmente, o que se têm feito para reduzir seus danos ambientais.









Além dos espaços expositivos, o Biomuseu terá um imenso átrio, salas de exibição temporária, loja, cafeteria e diversos jardins externos que também abrigarão mostras dedicadas, sobretudo, aos marinheiros e demais pessoas que circulam pelo canal do Panamá.

Fonte: Arco Web

Você gosta de hambúrguer? E o que acha de comer um mais saudável?


Concessão
Todo o mundo sabe que peixes e azeite são ricos em ômega-3, que traz enormes benefícios à saúde.
Mas metade do mundo continua comendo hambúrgueres e bifes de carne vermelha.
Ora, se você não pode ir contra eles, junte-se a eles.
Foi o que pensaram Jim Drouillard e seus colegas da Universidade do Estado do Kansas (EUA).
A equipe acaba de criar o primeiro hambúrguer rico em ômega-3.
Dose diária de ômega-3
A equipe desenvolveu uma técnica que enriquece a carne vermelha com os ácidos graxos capazes de reduzir o colesterol, ajudar a controlar a pressão sanguínea e diminuir o risco de doenças cardíacas.
Recomenda-se que cada pessoa ingira entre 1.200 e 1.600 miligramas diárias de ômega-3.
Cada hambúrguer enriquecido produzido pela equipe possui cerca de 200 miligramas de ômega-3.
O mais importante, segundo os pesquisadores, é que a carne continua tendo sabor de hambúrguer, e não de peixe.
Na verdade, o ômega-3 acrescentado à carne é extraído de sementes de linhaça, e não de peixe.
Caminhos mais saudáveis
Agora será necessário aguardar uma avaliação independente do hambúrguer enriquecido para verificar se o ômega-3 é suficiente para contra lançar os outros compostos danosos presentes na carne grelhada.
Enquanto isso, quem estiver interessado em ingerir uma comida mais saudável, pode continuar contando com os peixes, azeite e outras oleaginosas, que possuem os ácidos graxos saudáveis ao natural, sem qualquer contraindicação.

Fonte: Diário da Saúde

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Os jardins recebem novos equipamentos para seu filho se divertir e isso não prejudica as plantas


Fotos Célia Weiss e Edu Castello
No projeto de Gigi Botelho, vasos com palmeira-azul (1) e ixoras (2). Na copa da jabuticabeira (3), lanternas da L’Oeil. Maciço de aspargos (4) no piso com pedriscos. Pacovás (5) estão nos cachepôs roxos, vendidos no escritório da paisagista. Nas laterais do banco, com almofadas da Tamtum, há maciços de lírios, gardênias e costelas-de-adão (6), entre palmeiras-traquicarpos (7). Tumbérgias (8) crescem nas treliças de ferro no muro (à dir.)
Fotos Célia Weiss e Edu Castello
A área com deque e mesa infantil, na qual as meninas organizam
piqueniques, fica sob a casa de bonecas. Bowls e
pratos coloridos da Spicy
Felicidade geral
A frondosa jabuticabeira reinava sozinha no quintal de 60 m² desta casa em Pinheiros, zona oeste de São Paulo. O desafio da paisagista Gigi Botelho era criar nele um jardim que agradasse ao casal de moradores e também pudesse ser aproveitado pelas duas filhas pequenas. Para as meninas, ela projetou uma casa de bonecas de 8 m², elevada junto à parede do vizinho, toda feita de madeira jatobá. Para ficar protegido das intempéries, o material recebeu um verniz especial. Embaixo, o espaço coberto virou uma área de refeições exclusiva das crianças. “Para os pais, construímos um banco de concreto, com assento da mesma madeira, em torno da jabuticabeira”, diz Gigi. Com treliças de ferro e madeira de demolição, ela fez um painel com três fontes no muro do outro lado do quintal. Para facilitar a drenagem da água de chuva e a manutenção do jardim, a paisagista revestiu o piso com uma manta de bidim coberta de pedriscos.
Fotos Célia Weiss e Edu Castello
Detalhe do painel de madeira de demolição com uma das três fontes, feitas com vasos da Jardí. A flor de aguapé deixa o visual mais charmoso
Fotos Célia Weiss e Edu Castello
Os mini-antúrios estão na base da jabuticabeira e nas floreiras da casa de bonecas, projetada pelo escritório da paisagista e feita com toras e tábuas de jatobá, mesmo material usado no banco. Zabutons da Futon Company. A madeira recebeu demãos de Osmocolor, da Montana, para resistir às intempéries. Pisadas de pedra São Tomé
Fotos Célia Weiss e Edu Castello
O piso de borracha semidrenante, da Haiah, foi assentado sobre
base de brita e areia. Chaises da Tidelli, com almofada
da Regatta Casa. Alpínias (1), helicônias (2) e gardênias
(3) se misturam rente ao muro


Playground equipado 
Após a chegada do primeiro filho, os moradores desta casa no Alto da Boa Vista, zona sul de São Paulo, decidiram transformar o jardim contemplativo em um verdadeiro playground para o menino, hoje com três anos. O espaço de 180 m² conta com uma piscina de bolinhas, um tanque de areia, minigangorras e um brinquedo com rampa de escalada, além de jogo da velha e escorregador. Diversas espécies foram plantadas junto aos muros, com 1,5 m de distância da área do playground, respeitando as margens de segurança. “Trabalhamos com um paisagismo mais periférico, para liberar o acesso aos brinquedos, e optamos pelo uso do piso colorido de borracha, que absorve impacto”, contam os arquitetos paisagistas Eduardo e Beatriz Mera, da Mera Arquitetura Paisagística. 
Fotos Célia Weiss e Edu Castello
O brinquedo da marca europeia Soinca, vendido pela Haiah. Repare que os paisagistas fizeram recortes de 1,20 m² no piso para preservar o colo dos ipês e das quaresmeiras já existentes no local
Fotos Célia Weiss e Edu Castello
Uma das paredes do espaço recebeu demãos de tinta lousa. O tanque de areia em formato de hipopótamo é da Mundo Azul


Fonte: Casa e Jardim