terça-feira, 8 de abril de 2014

Clientes Jardins Coimbra visitam a sede da FGR Urbanismo.

Nos dias 24 e 25/03 a sede da FGR Urbanismo, localizada em Goiânia - GO, recebeu a visita de um grupo de clientes de seu empreendimento localizado em Marituba - PA, o Jardins Coimbra.

Sede da FGR Urbanismo S.A.

O grupo formado pelos simpáticos belemenses, contou com a receptividade da Gerente de Marketing e Vendas Nacional Michelle Perez e da Analista de Marketing e Vendas Katiuska Prado, para apresentar um pouco da cultura goiana e para acompanhá-los em um trajeto especial pelos Jardins de Goiânia.

O intuito da visita foi apresentá-los a FGR Urbanismo, ao produto e ao conceito Jardins.

A FGR agradece o tempo disponibilizado e espera que todos tenham apreciado a visita. 
Foi ótimo tê-los conosco durante esses dias!



terça-feira, 1 de abril de 2014

Reforma sem obra: como transformar uma sala.

Despesa alta, quebra-quebra, barulho e poeira. São muitos os “contras” de uma obra, por isso, aproveitar a chance de evitá-la pode ser a melhor escolha.

Siga as dicas dos top arquitetos que reunimos abaixo, inspire-se nas fotos e mãos à obra! No sentido figurado, é claro.



Dicas dos arquitetos

Atenção aos acessórios: Nas fotos na parte superior do mosaico, os ambientes criados por Leila Dionizios foram reformados sem obra. A arquiteta conta que apostou nas mesas espelhadas e nos tons claros das paredes para dar destaque aos acessórios e objetos de decoração que, neste caso, são os verdadeiros protagonistas das salas. Vale lembrar que pintura não é obra, por isso, renovar o ambiente com uma tinta nova é sempre bem-vindo.

Plantas valorizam espaço: Repare também no efeito que plantas imponentes exercem no espaço. Além de espantar o mau-olhado - segundo prega a cultura popular - a espada-de-são-jorge é uma planta fácil de combinar com qualquer tipo de sala. Fica aqui a sugestão.

MDF é alternativa barata para painéis: Já nas imagens inferiores, o ingrediente transformador é o MDF, um painel de fibras de madeira que, além de versátil, é ecologicamente sustentável. A arquiteta Mariana Vaz explica que essa peça é barata e instalada sem dificuldades, normalmente pela mesma loja que a vende. "Para quem não quer todas as paredes de madeira, uma dica é usar o MDF apenas para cobrir os fios que se conectam à televisão presa na parede", diz ela. Exatamente como aparece em uma das fotos.

Peças coloridas mudam ambiente: O arquiteto Thoni Litsz, que assina o espaço, avisa que o MDF funciona ainda melhor pintado, envernizado ou com um bom papel de parede. Note também que o fundo das poltronas é feito de madeira de demolição, o que traz um estilo rústico para o espaço. Enquanto isso, a mesinha amarela e a geladeira retrô vermelha funcionam como pontos de cor na sala, prova de que uma mudança no mobiliário, com peças mais coloridas, pode driblar a necessidade de uma obra.

Espelho amplia espaços: Para finalizar, o espelho é sempre uma peça coringa na transformação de qualquer ambiente. "Escolha sempre um vertical, se ele estiver direcionado para um móvel longitudinal, como o sofá, por exemplo. Isso ajuda a dar mais profundidade ao espaço", conta a arquiteta Mariana Vaz.

Fonte: Casa GNT

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Se inspire para construir sua casa

 (Foto: Nelson Kon)
Manter as majestosas palmeiras e outras árvores frondosas no terreno de 1.029 m², a um quarteirão de uma das avenidas mais movimentadas de São Paulo, era um dos desafios dos arquitetos do escritório Reinach Mendonça. Soma-se a isso o desejo dos moradores – um casal e duas filhas adolescentes – de possuir uma casa ampla com a maior área de lazer possível. “Como eles praticam natação, era importante ter espaço para a piscina com uma raia de 25 metros”, diz o arquiteto Henrique Reinach, um dos responsáveis pela obra. Para atender a esses pedidos, a solução encontrada no projeto foi organizar todos os cômodos em quatro pavimentos, incluindo o grande subsolo. Resultado: a construção soma 1.350 m2. “Embaixo, há uma garagem para 10 a 12 carros, garantindo vagas também para as visitas, além de uma adega, uma cisterna, a central de automação, as dependências de empregados, depósitos e parte dos serviços”, explica ele.

 (Foto: Nelson Kon)
As estruturas metálica e de concreto permitiram os grandes vãos livres no térreo. E o fechamento da área social com painéis de vidro tornou plena a integração com o extenso jardim. “O corpo principal da casa é bem solto do chão porque possui o apoio dos pilotis e das vigas de aço. Ao abrir a porta de entrada, já se tem uma visão da sala inteira e até da área externa nos fundos”, afirma Henrique. Na lateral, uma empena de concreto, que termina em balanço, protege da insolação forte o living, principalmente na sala da lareira. Como prolongamento da sala de jantar, a varanda gourmet está em espaço aberto entre os pilotis que sustentam os pavimentos superiores. No segundo piso, ficam as quatro suítes e a sala íntima. “O acesso a todos os andares é realizado por elevador ou por escada única, que é confinada entre paredes para ser usada tanto pelos moradores, socialmente, como pelos empregados”, conta o arquiteto.

 (Foto: Nelson Kon)
A circulação entre as suítes acontece no mezanino, que é protegido por guarda-corpo do living com pé-direito duplo e termina na sala íntima. Essa sala e a suíte do casal dão para uma varanda criada em recuo na laje com cobertura de chapa metálica perfurada e vidro. “Usamos bastante esse tipo de pergolado. É uma solução para não bloquear totalmente a entrada de luz natural nos ambientes”, explica Henrique. No último andar, ele instalou a academia de ginástica e a sala de lazer usada pelas filhas do casal. “Para ficar mais leve, esse pavimento possui apenas estrutura metálica”, diz o arquiteto, que deixou um terraço ao redor. “Fica na altura da copa das árvores. Dali, os moradores têm bela vista do entorno verde do bairro nos Jardins.”
 (Foto: Nelson Kon)
 (Foto: Nelson Kon)
 (Foto: Nelson Kon)
 (Foto: Nelson Kon)
 (Foto: Nelson Kon)
cc (Foto: Casa e Jardim)

Fonte: Casa e Jardim

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Quer malhar? Academia ou parque?

A academia não é a única alternativa para fugir do sedentarismo. Com os cuidados certos, é possível praticar exercícios físicos também em parques da sua cidade. Para te ajudar a escolher o lugar que mais se encaixa aos seus gostos e à sua rotina, pedimos a especialistas que apontassem vantagens, desvantagens e cuidados de cada opção.
 
Avaliação prévia
 
O primeiro passo se você está há muito tempo sem malhar ou sem acompanhamento é marcar uma avaliação médica, com um clínico geral ou com um especialista indicado por ele. “O profissional vai dizer se você está apta ou não para a modalidade desejada e se existe alguma contraindicação”, comenta Fabrício Limeira, ortopedista especializado em Medicina do Esporte. Essa precaução é exigida pelas academias, que também oferecem esse serviço por meio de treinador interno. 
 
Iniciar uma rotina sem passar por essa etapa não é recomendado. “Existem estudos mostrando casos de mal súbito, por exemplo, durante as atividades, principalmente em ‘atletas de fim de semana’”, explica Marcelo Sousa, educador físico e personal trainer. 
 
Além dessa liberação inicial, usar roupas confortáveis e equipamentos adequados, fazer aquecimento e alongamentos e não descuidar da hidratação são atitudes importantes que devem ser tomadas tanto na rotina esportiva por conta própria como  nos treinos a quatro paredes.
 
No parque
 
“Estar ao ar livre rompe com a monotonia dos ambientes fechados”, diferencia Fabrício. Para aproveitar ao máximo esse prazer, tenha moderação, caso você não conte com uma orientação especializada.
 
Os períodos mais recomendados são antes das 10 horas e depois das 16 horas. Já quem prefere a noite, deve prestar atenção à iluminação local e aos possíveis desníveis no terreno. Vale lembrar que é nesse momento que o problema da poluição se agrava, pois, devido ao acúmulo durante todo o dia e aos congestionamentos de fim da tarde, existe maior concentração de gases poluentes. 
 
O vento e a chuva podem atrapalhar, assim como as variações bruscas do clima e da umidade do ar. Se estiver fazendo muito calor, há o risco de desidratação e hipertermia. “Para evitar esses problemas, é importante usar protetor solar, boné, óculos escuros e roupas claras”, indica Fabrício. 
 
Para aumentar a disposição, conte com AdeS! A bebida contém a proteína da soja, que te dá força para fazer mais. Assim que escolher um parque e um horário, chega o momento de se preparar para a prática em si. Dedique-se aos alongamentos (mesmo que doam nas primeiras vezes) e invista nas modalidades aeróbicas de intensidade leve, nos exercícios respiratórios e de relaxamento e nos treinamentos de resistência para manutenção do condicionamento muscular: “Podem ser simples movimentos naturais realizados sem carga e sem equipamentos específicos, como agachamento, flexão e extensão do tornozelo”, exemplifica. 
 
Pedalar é uma ótima opção! Quem prefere caminhada ou corrida ao ar livre, em vez de ficar restrito à esteira, vai ter mais trabalho para entender os sinais do corpo e lidar com diversos fatores, como as irregularidades do piso, as mudanças de clima, subidas e descidas, entre outros aspectos.
 
Fuja da sobrecarga de pesos (caneleiras com saches de areia, por exemplo), das atividades aeróbicas moderadas ou fortes (como pedaladas de longa distância e caminhadas a ritmo mais acelerado) e dos treinos que variam entre picos de esforço e pausas.
 
Se for usar os aparelhos de condicionamento, cada vez mais comuns em áreas públicas, fique atenta. Marcelo adverte que utilizá-los de maneira inadequada pode provocar fadiga em excesso ou lesões. Por isso, leia atentamente as instruções e siga-as corretamente.
 
Na academia
 
O agito, os diferentes tipos de aulas (musculação, spinning e natação, por exemplo) e de aparelhos e a proteção da chuva, do calor e do frio são alguns dos diferenciais. Outros benefícios: a presença de espelhos, que ajudam na manutenção da postura corporal correta, e a infraestrutura (banheiros, vestiários, estacionamento etc.).
 
Além disso, você tem a ajuda de profissionais para atividades que necessitem de instruções, como lutas, musculação, natação, pilates e ioga. “O educador físico controla a intensidade dos exercícios, corrige movimentos e está sempre à disposição para tirar dúvidas”, conta Marcelo. 
 
O preparo da pessoa que vai te orientar é essencial, por isso, verifique se o professor é graduado por meio do site do Conselho Regional de Educação Física. Caso sinta qualquer desconforto durante a atividade ou que o profissional não respeita seus limites, converse com o responsável pelo local sobre a possibilidade de trocar de instrutor ou de ajustar o treino.
 
Observe se os equipamentos são adaptáveis e se a execução do movimento é feita de maneira confortável. Veja se o estofado, as barras, os cabos e as molas estão em boas condições.  
 
É fundamental ter uma equipe de socorristas no local à disposição para atender emergências com itens de primeiros socorros (como desfibrilador, gaze e medicamentos). Confira se o vestiário é limpo e com chuveiros, lavatórios e vasos sanitários em perfeito estado e se existem armários disponíveis para todos os alunos. 
 
Depois dessas dicas, você não tem mais desculpas para ficar no sedentarismo! Seja ao ar livre ou na academia, o importante é cuidar da alimentação e se movimentar!

Fonte: Vital