segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Você também pode fazer panetone recheado do sabor que você quiser...


Panetone recheado com chocolate branco, frutas cristalizadas e nozes


Quer saber como rechear um panetone? O chef Barão, do Barão Gastronomia, preparou no restaurante Yumê uma receita diferente e deliciosa para a ceia de Natal: ele recheou um panetone com chocolate branco, frutas cristalizadas e nozes. Que tal preparar esse panetone diferente também na sua casa?

Ingredientes:
2 panetones de sua preferência
400g de chocolate branco
6 colheres de leite
2 calices de licor de damasco
2 colheres de nozes picadas
1 xícara de frutas cristalizada
2l de Sorvete de chocolate preto amargo (ou de chocolate comum) 

Modo de preparo:
Derreta o chocolate branco com o licor e o leite em banho-maria. Em seguida, reserve. Corte um panetone em fatias finas e reserve. Pegue o segundo panetone, faça um buraco no fundo e retire todo o miolo deixando totalmente oco. Molhe com um pouco de chocolate branco derretido e, em seguida, vamos rechear pela ordem: uma fatia de panetone, uma camada de chocolate branco, e uma camada de frutas cristalizadas com nozes. Repita esse processo até fechar todo o panetone. Coloque o panetone em um prato e decore com estrelas de natal de chocolate branco e açúcar de confeiteiro, ou outros adereços que você tenha em casa. Sirva o panetone recheado com sorvete de chocolate amargo, ou chocolate comum, com calda a de chocolate amargo.



Como fazer a calda de chocolate amargo:
Ingredientes:
250g de cacau em pó
Leite (o suficiente para dar o ponto de calda)
80g de manteiga
1 cálice de licor de cacau

Modo de preparo:
Leve todos os ingredientes ao banho-maria por 20 minutos e reserve.


Fonte: GNT

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Sabe aquele detalhe na decoração que todo mundo elogia? Pode reparar: é sempre algo personalizado, de grande efeito e original



Componha aos poucos

No projeto do arquiteto Vitor Penha, o quarto feminino tornou-se personalíssimo graças aos muitos elementos presos à parede. “Foi só pendurar todo tipo de quadrinho, fotos e espelhos que a moradora já tinha”, diz o profissional. Não deve haver rigidez para criar esta composição. Note a distância assimétrica entre os elementos. Sequer é necessário ter todos os quadros para começar. Pelo contrário: ilustre a parede aos poucos, com fotos e recordações que surgirem ao longo do tempo. No canto superior direito coube um adesivo, daI-Stick, com o trecho de Sonhos de Uma Noite de Verão, de William Shakespeare.

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Ampliação à altura
A foto do salto de paraquedas realizado pelo morador desta casa, em São Paulo, mereceu muito mais do que uma cópia no porta-retrato. No projeto de Paula Radomille, da Radô Arquitetura, ela foi parar nas portas de correr do guarda-roupa. Trata-se de uma película adesiva, na qual foi impressa a imagem. Há empresas especializadas nesse tipo de serviço, como a Tergoprint e a Giclée. Para a película grande, de 1,80 x 2,20 m, é desejável uma fotografia digital em alta resolução.

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Em novo contexto

Espaçosa e com prateleiras de granito, a despensa da empresária Silvia Percussi estava impecável. Faltava, porém, uma graça decorativa. Fã de materiais de demolição, a moradora garimpou este antigo portão de ferro e utilizou-o para delimitar os espaços de cozinha e despensa. A peça fez toda a diferença no ambiente e, por ser vazada, não diminuiu a sensação de espaço. A mesma lógica de tirar um objeto do contexto foi aplicada ao biombo chinês, num apartamento no Rio de Janeiro. Pertencente à avó da moradora Ludivine Duflos, ele agora é a cabeceira da cama.

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Potência de cor

Sem medo de errar, o arquiteto italianoLuciano Deviá aplicou o cor-de-rosa na escada de sua casa-estudio, em São Paulo. Feita com viga de aço e degraus de MDF, a escada é o único ponto vibrante no ambiente, marcado por elementos neutros como o piso de concreto lixado e, do lado de fora, o muro de canjiquinha de pedras mineiras. Apostar em uma cor ousada num ponto específico do ambiente – a escada, muitas vezes deixada em segundo plano na decoração – torna o espaço único. Neste caso, o cor-de-rosa causa ainda mais efeito em contraste ao azul pastel presente na divisória de elementos vazados, no jardim.

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Eternize peças 
Herdadas de mães, tias e avós, fôrmas de alumínio de brioche como estas acabam ficando no fundo do armário – hoje em dia mais ainda, com a “concorrência” dos modelos de silicone. Ao transformá-las em pendentes iluminados você dá nova função à peça e prestigia sua própria história. Idealizadas por Claudia Regina, do ateliê La Calle Florida, estas versões têm fundo reto – fôrmas de pudim, por exemplo, não serviriam. Feito o furo com broca de ferro, passe o fio preso a um soquete com lâmpada. Use um copo de alumínio para o acabamento.

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A moldura tem história

Quantos anos os pratos, bandejas e porta-copos de prata ficam guardados? Já que não os utilizamos nas refeições do dia a dia, a sugestão é transformá-los em molduras para fotos. Para que possam ser penduradas na parede, as peças, da Minha Avó Tinha, têm de receber ganchos apropriados na parte traseira (vendidos em vidraçarias ou moldurarias). Imprima as fotos nas medidas de cada peça e prenda-as com fita adesiva de dupla-face. Será necessário, de tempos em tempos, limpar as “molduras”. Por isso, utilize a fita apenas nas extremidades das fotos para não danificá-las. Na parede, cor Mar Esplendor, da Coral.

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Coleção é decoração 
Os chapéus comprados mundo afora pelo paisagista Gilberto Elkis poderiam ser guardados no closet. No entanto, eles enfeitam o hall de entrada de seu apartamento na Vila Madalena, em São Paulo. Expor não apenas chapéus mas colares, echarpes, bolsas e guarda-chuvas num canto inusitado da casa – fora do armário e da gaveta – é um jeito divertido de tornar única sua decoração. Afinal, acessórios dizem muito sobre o dono.

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Não existe lugar certo

Brinquedos na sala de jantar. Quem disse
que não pode? No apartamento do designer de joias Gervásio Milaneze, projetado pelo arquiteto Gustavo Calazans, eles ocupam a prateleira de concreto, feita na única parede preservada da planta original. Pintada com a cor roxo-escura (Sherwin-Williams 6034), essa parede exibe também pratos de família e objetos de improvável combinação: a letra M gigante, extraída de um letreiro de loja, quadros e licoreiras.

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Geometria assinada

A parede desta sala de estar de 27 m2 assumiu personalidade própria com a pintura geométrica, sugerida pelo designer de interiores Moreno. Esboçadas à mão, linhas diagonais foram pensadas para realçar os móveis de design e também para chamar a atenção de quem chega pela porta de entrada. “Usei cores mais escuras em cantos periféricos para não afunilar a sala”, diz o designer. Na porção maior, cor azul acinzentado Pico de Neblina, da Coral. Os tons de vinho e amarelo são, respectivamente, Framboesa Silvestre e Explosão de Estrela, da mesma marca.

Fonte: Casa e Jardim

Pra quem já tá com fome, uma receita rápida e deliciosa...


Fazer um bife macio e suculento não requer prática nem tampouco habilidade!
Requer, talvez, um pouquinho de técnica.
Para a nossa receita (aproximadamente 4 bifes), vamos precisar:
  • 1/2 kg de coxão mole
  • 3 colheres de azeite (ou óleo vegetal) para cada bife
  • sal a gosto ou 1 colher de shoyo por bife, para temperar
  • 2 colheres (sopa) vinagre
  • 1/2 xícara (chá) de água
  • 2 cebolas cortadas em rodelas
  • Um bocadinho de paciência
Modo de fazer:
Tempere a carne ao seu gosto. Eu não gosto de temperos exagerados em bifes, portanto, costumo temperá-los apenas com um pouco de shoyo, que já contém sal.
Leve uma frigideira com o azeite ao fogo e espere aquecer bem. Coloque um bife por vez e deixe-o fritar até ficar douradinho. Aqui entra o nosso último ingrediente: paciência! Você não deve virar o bife, apertá-lo, espetá-lo ou esfregá-lo na frigideira. Deixe-o lá, até que esteja totalmente dourado de um lado. Quando estiver, vire-o, fazendo o mesmo do outro lado. Ele deve ser virado no máximo duas vezes de cada lado, apenas para ajuste da cor ou do ponto que você prefere a carne.
Retire do fogo e reserve.
Na gordura que sobrou na frigideira, coloque o vinagre e a água, as cebolas cortadas em rodelas e o sal, até que as cebolas fiquem macias e incorporem o sabor da carne que ficou depositado na frigideira.
Ficam macios e deliciosos.

Fonte: GNT

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Sucos calmantes, compressas, infusões cicatrizantes e xaropes estão entre os remédios caseiros que podem ser preparados em casa com ervas medicinais


Thais Lauton
Renato Corradi
1. MALVA
Infusão cicatrizante. Eficiente em gargarejos para dor de garganta e bochechos contra gengivite.
Receita: ferva uma xícara de água, desligue o fogo e acrescente uma colher de sopa da planta fresca. A infusão deve descansar por dez minutos e ser usada ainda morna.

2. CAPIM-LIMÃO
Suco digestivo e calmante.
Receita: faça um litro de limonada (água, suco de dois limões e açúcar a gosto) e acrescente uma xícara de chá de capim-limão. Bata bem e coe duas vezes para tirar o excesso de fibras cortantes.

3. GUACO
Xarope expectorante e broncodilatador. Ótimo para controlar tosses.
Receita: derreta 200 g de açúcar com cravo, canela e um limão (cortado em quatro, com casca). Acrescente 500 ml de água e sete folhas de guaco. Deixe apurar, apague o fogo e coloque uma colher de sopa de camomila. Coe a mistura e tome uma colher duas vezes por dia.

4. HORTELÃ
Água refrescante para enjoos.
Receita: acrescente um maço de hortelã, rodelas de laranja e de limão-siciliano em um litro de água.

5. BOLDO
Água digestiva, indicada para problemas hepáticos. Também dá realce à pele, se consumida por uma semana.
Receita: para ½ copo de água gelada, coloque uma folha grande de boldo. Deixe descansar por dez minutos antes de ingeri-la.
6. MELISSA
Infusão calmante. Receita: ferva um litro de água, desligue o fogo e acrescente duas partes de capim-limão, uma parte de melissa e ½ parte de manjericão. Espere dez minutos até consumi-la.

7. ARNICA
Tintura ideal para aliviar as dores de contusões e torções.
Receita: coloque 20 g de arnica em 100 ml de álcool e deixe descansar por dez dias. Armazene o concentrado em uma garrafa bem fechada e, quando necessário, dilua em ½ litro de água. Passe sobre a contusão. Importante: não use a tintura em feridas abertas.

8. POEJO
Compressa calmante, eficaz contra picadas de insetos.
Receita: lave as folhas do poejo e coloque sobre as picadas. A planta alivia o incômodo da coceira.
Renato Corradi
Em frente à cozinha, a moradora pode colher ervas e temperos plantados em tinas de pínus de reflorestamento. Os pedriscos foram usados,em vez de grama, para evitar o crescimento de ervas daninhas e mato. Ao fundo,um jasmim-estrela escala o portão e dá privacidade ao corredor de serviço da casa 


Fonte: Casa e Jardim

As comemorações de Natal e réveillon são ótimas para os donos, mas oferecem situações de risco para os animais de estimação


Shutterstock
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Um brinquedo gigante cheio de bolinhas para puxar e morder. Provavelmente, é assim que o seu gatinhoenxerga aquela linda árvore de Natal que você montou na sala. O resultado? Nem sempre os enfeites chegam intactos ao dia 25 de dezembro. Mas isso é o de menos. Pior mesmo é quando as comemorações de fim de ano causam acidentes – alguns até fatais – para ospets. “As festas podem ser catastróficas para os bichos, porque aumentam a quantidade de pessoas na casa e, com isso, a oferta de petiscos”, alerta a veterinária Ana Paula Madeira, do Hospital Veterinário Pompeia.

A atenção deve ser redobrada se o animal de estimação tiver pouco tempo de vida. “O perigo está nos
filhotes de cães e gatos, que têm atração pelos penduricalhos. Em geral, os cachorros adultos não se interessam tanto pelos enfeites”, diz a doutora Carla Alice Berl, do Hospital Veterinário Pet Care.

Listamos os 10 maiores perigos que o Natal e oréveillon oferecem. Confira e saiba o que fazer para proteger o seu melhor amigo:
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1. BOLINHAS DE NATAL
Vários objetos redondos pendurados na árvore de Natal podem parecer um brinquedo divertido para o seu bichinho. “Já atendemos casos de gatos que chegaram a engolir uma bolinha inteira”, afirma a veterinária Carla Berl. “Os cachorros – principalmente os filhotes – costumam morder e ingerir pedaços dos enfeites”, completa. A melhor solução é deixar o pinheiro em um local fora do alcance dos animais e ficar sempre de olho. Também existem produtos vendidos em pet centers para afastá-los. É só aplicar uma pequena quantidade nos objetos. Os bichos vão desistir da "tentação" depois da primeira lambida, por causa do gosto ruim.

2. PISCA-PISCA
Quem não gosta de ver o pinheiro de Natal todo iluminado quando anoitece? O problema é que as luzinhas oferecem grande perigo para os animais de estimação, que podem morder o fio e se machucar. “O pisca tem risco de choque elétrico e pode causar queimaduras na língua e no focinho, além de alterações neurológicas ou metabólicas mais graves”, explica Ana Paula Madeira. A indicação é a mesma das bolinhas: mantenha o enfeite longe do animal e fique sempre atento ao comportamento dele.
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3. COMIDA
Peru, bacalhau, panetone. Você merece todas as delícias da ceia de Natal e de ano-novo, mas elas podem ser prejudiciais à saúde do seu melhor amigo. Resista bravamente àqueles olhares pidões e não ofereça pedacinhos de comida para os bichos. Peça para os seus convidados fazerem o mesmo. “Todos os anos atendemos vários animais intoxicados, com vômitos e diarreia. Eles comem algo a que não estão acostumados e acabam passando mal”, conta Carla.

4. BEBIDA ALCOÓLICA
Nesta época do ano alguns animais chegam aos hospitais veterinários – pasme! – em coma alcoólico. “Isso acontece porque as pessoas costumam esquecer copos cheios em lugares de fácil acesso”, diz Ana Paula. Alguns donos acreditam que, se a bebida não faz mal a eles, também não trará consequências para seu animal de estimação. No entanto, o álcool é absorvido ainda mais rapidamente pelo aparelho digestivo dos pets e metabolizado no fígado. Alguns dos efeitos são náuseas, vômitos, problemas respiratórios e coma.

5. PRESENTE VIVO
Há quem escolha presentear aquele amigo ou parente querido com um animal de estimação. A surpresa pode ser inesquecível, mas é bom pensar duas, três ou até vinte vezes antes de fazer essa opção. “Quando as pessoas não estão preparadas para receber um animalzinho, a situação pode acabar em abandono, que é crime ambiental”, alerta Ana Paula. O cuidado deve ser redobrado se o "mimo" for destinado a uma criança. Dependendo da idade, o novo dono não terá responsabilidade suficiente para cuidar do bichinho e, nesse caso, a tutela fica por conta dos pais.
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6. FITAS, SACOLAS E PLÁSTICOS
As pessoas costumam colocar os presentes no chão, em torno da árvore de Natal. Por ficarem no piso, local de fácil acesso, as embalagens plásticas e fitinhas atraem cães e gatos, que podem morder e engolir os materiais. O perigo é parecido com o das bolinhas penduradas na árvore. Então, se o seu animal for do tipo curioso ou bagunceiro, guarde os presentes em um lugar que ele não alcance.

7. FOGOS DE ARTIFÍCIO
Os cães têm uma audição muito aguçada, o que pode ser útil para que eles ouçam, de longe, quando o dono chega ou quando algum perigo se aproxima. Mas o que é uma vantagem durante todos os outros dias torna-se um problema no período de festas. A explosão de fogos de artifício assusta os animais. “Recomendamos que os donos fiquem próximos dos bichos, para tranquilizá-los. Também é bom colocar um pouco de algodão nos ouvidos deles”, diz Carla Berl. “Em alguns casos, os veterinários podem até prescrever calmantes”, afirma.

8. CALOR
As festas de fim de ano coincidem com o início do verão e, por isso, é bom tomar cuidado para evitar a desidratação. “Dê água gelada e deixe o animal em um lugar onde haja sombra. Paredes e pisos frios também são opções para o pet encostar e se refrescar”, diz Carla. Outra dica é evitar passeios em horários muito quentes. De acordo com a veterinária, se o cachorro ou gato tiver pelagem clara e estiver exposto ao sol, o dono deve passar protetor solar (produtos específicos para animais, encontrados em pet shops) em áreas mais sensíveis, como as orelhas.

9. VIAGEM DE CARRO
Se for aproveitar a virada do ano na praia e o bichinho for junto, certifique-se de que a viagem será confortável. “O ideal é que tanto gatos como cachorros sejam levados dentro de caixas de transporte de tamanho adequado”, explica Ana Paula. “Evite alimentar o animal nas duas horas que antecedem a viagem, para que ele não vomite no caminho, e, se o percurso for longo, pare algumas vezes para o animal fazer xixi”, diz. Além disso, prefira viajar nos horários mais frescos – bem cedinho ou durante a noite.

10. HOTEL
Quem vai viajar e não tem como levar o pet, pode optar por deixá-lo em um hotelzinho. Antes de escolher o estabelecimento, faça uma pesquisa para ver qual é mais confiável, se os profissionais são aptos a lidar com eventuais problemas de saúde, como são as instalações... “É importante deixar todos os seus contatos para que você seja encontrado facilmente no caso de uma emergência”, indica Carla. 

Fonte: Casa e Jardim