segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Cuidar do corpo é muito bom. Se for em um ambiente estiloso e descontraído, melhor ainda


Luz baixa para relaxar nas poltronas do beauty bar
Os nails bars já fazem enorme sucesso unindo serviços de manicure a drinques. Pois o conceito foi ampliado. A nova moda agora são os beauty bars, que oferecem todos os serviços de salão de beleza, em ambientes superestilosos, com boa música, bebidas e até comidinhas. Eles já são febre nos Estados Unidos e em alguns lugares da Europa.

Na Rússia, o Stressless Lounge and Beauty Bar, em Moscou, tem mais um diferencial. A ideia é que ele seja também um espaço de relaxamento. Além de cuidados para cabelo, pele e unhas, o salão também oferece vários tipos de massagem anti-estresse, como em um spa urbano. Por isso, foram escolhidas cores escuras e materiais como madeira carvalho e concreto para a decoração. A iluminação baixa sugere calma. O projeto é do estúdio inglês Reis Design.

No mesmo ambiente, fica um pequeno restaurante, com comidinhas e bebidas supernutritivas - e a empresa promete atender poucos clientes por vez e não deixar ninguém esperando. Uma ótima dica para recarregar as energias. Agora é só torcer para que os beauty bars cheguem logo ao Brasil.

Detalhe do salão: Decoração chique e confortável com muita madeira carvalho
Salão de beleza e restaurante convivem no mesmo espaço

Fonte: Casa e Jardim

Você sabia que seu filho pode ter mais preocupações do que você imagina?


Preocupações de criança
Crianças estão sempre brincando, não têm preocupações e geralmente são muito otimistas.
Pode ser cômodo e desejável concordar com essas crenças largamente disseminadas, mas elas parecem estar bem longe da realidade.
Um novo estudo mostrou que os pais não são bons em avaliar o bem-estar emocional das crianças.
E que as crianças têm sim suas preocupações, que podem ir do medo do escuro à preocupação com algo de ruim acontecer com algum membro da família.
Filhos heróis
Uma série de estudos têm demonstrado duas coisas importantes quanto às crianças menores de sete anos.
A primeira é que elas não conseguem relatar com precisão como estão se sentindo, o que tem feito com que todos os estudos sobre essa idade dependam de declarações dos pais.
O segundo problema é que essas declarações dos pais são positivamente superestimadas.
Assim, os pais acham que seus filhos são mais inteligentes do que são na realidade, superestimando como eles se sairão em matemática, português e em testes cognitivos.
Da mesma forma, os pais geralmente avaliam que seus filhos estão se sentindo melhores emocionalmente do que eles estão na realidade.
Emoção de pai e emoção de filho
Para sair desse círculo vicioso, Kristin Lagattuta e sua equipe da Universidade da Califórnia, em Davis, idealizaram um teste emocional para crianças baseado em desenhos e associações que as crianças fazem naturalmente.
Em três avaliações diferentes, envolvendo mais de 500 crianças com idades entre 4 e 11 anos, os cientistas confirmaram que os pais consistentemente avaliam suas crianças como sendo menos preocupadas do que elas são realmente.
O estudo também mostrou que as próprias emoções dos pais influenciam a forma como eles percebem as emoções das crianças - quanto mais emocionalmente afetados por uma situação os pais estão, maior é a discrepância das avaliações que eles fazem das emoções dos filhos.
De forma consistente, as crianças deram a si próprias índices mais elevados de preocupação do que os atribuídos pelos pais e, ao inverso, disseram-se menos otimistas do que os pais consideravam.
As preocupações demonstradas pelas crianças foram limitadas às que faziam partes dos jogos e imagens apresentadas a elas, o que não significa que as preocupações infantis estejam limitadas a elas.

Fonte: Diário da Saúde

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Veja algumas dicas pra você ser alguém sustentável...

Vasos de plantas podem ter multi funcionalidades...


Fotos Renato Corradi
Tudo à mão: no peitoril interno da janela, os vasos forrados de tecido pela artista plástica Dedéia Meirelles assistem aos gracejos da lavanda. Modelos pequenos e altos são ótimos para organizar não apenas ferramentas de jardinagem, como também colheres, garfões e pinças na cozinha
Fotos Lilian Knobel

Grama de sentar

Banco, mesinha, apoio para os pés. É só escolher. Nas mãos da paisagista Claudia Regina, do ateliê La Calle Florida, essas são algumas das funções extras que um vaso pode adquirir. Não tem segredo: coloque uma camada de manta de poliéster na base e preencha a cavidade com argila expandida até 8 cm da borda. Acrescente uma nova camada de manta e um pouco de terra. Finalize encaixando a placa de grama natural. “Para um evento de última hora, não fica ruim usar grama artificial. Nesse caso, basta trocar a terra por areia”, ensina Claudia. A cadeira de ferro, também da La Calle Florida, compõe o canto sombreado pelos ipês-de-jardim.
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Evelyn Müller

Perto do fogo

Com 89 cm de altura e 25 cm de diâmetro, o vaso de concreto armado costuma ser utilizado como espelho d’água, mas, desta vez, o paisagista Marcelo Bellotto fez dele uma pira de jardim. Cercada de helicônias e sobre grama-japonesa, funciona com lenha de eucalipto ou com pedras vulcânicas – esta segunda mais indicada para áreas internas por não produzir fumaça e por reter o calor mesmo depois de apagada. “Também é possível criar uma lareira a céu aberto. Basta prever a instalação de gás no jardim e um orifício na base da pira”, explica Bellotto. A peça é da Vasos da Terra. Na cadeira, almofada da Zizi Maria. O projeto do jardim é assinado por Glaucia Martins Pereira, da Clorofila Paisagismo.
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Evelyn Müller

Água em movimento
O entorno é de murtas, azaleias-anãs e barbas-de-serpente. Ao fundo, um painel de cumaru.
O que parece uma dupla de vasos com aguapés é, na verdade, uma dupla de fontes. “Qualquer modelo pode virar uma fonte, mas recomenda-se utilizar os de cerâmica, aço ou cimento”, diz o paisagista Eduardo Luppi. Aqui, o primeiro passo foi reduzir a capacidade de 60 para 30 litros, otimizando não apenas o trabalho da bomba como as trocas de água. Para isso, criou-se uma camada de concreto, que também serviu para esconder o cano de escoamento. Outra medida importante, no caso da cerâmica, é a impermeabilização – produtos à base de resina e cimento polimérico são os mais indicados.
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Evelyn Müller



Pia express

Útil em churrascos, festas ao ar livre e no dia a dia de quem cuida das plantas, o vaso-lavatório também é sugestão da paisagista Claudia Regina. Em uma peça de aproximadamente 80 cm de altura, encaixe outra ligeiramente menor e mais rasa. Essa segunda peça fará o papel de cuba. Posicione o conjunto sob a torneira e voilà! “A água pode escoar no ralo ou direto na grama”, ensina Claudia. Em meio a heras e agapantos, o passarinho de resina faz parte da torneira, vendida no ateliê, e garante o charme da invenção. 

Fonte: Casa e Jardim

Sabe aquele pão de queijo quentinho e saboroso? Aqui tem a receita

Pão de queijo tradicional de Minas Gerais
Foto ilustrativa: Getty Images
Ingredientes:
500g de polvilho azedo
1 copo (americano) de água
1 copo (americano) de leite fresco
1 copo (americano) de óleo
2 ovos caipiras
100g de queijo parmesão ralado + queijo minas picadinho (segredo da Franel)
Sal (a gosto)




Modo de preparo:
Numa panela média, ferva a água, o leite, o óleo e o sal. Escalde o polvilho (jogando água quente) até conseguir sovar, ou seja, formar uma massa. Quando a massa estiver morna, acrescente o queijo parmesão, as bolinhas de queijo minas e os ovos caipiras. Coloque na forma com auxílio de uma colher, ou se preferir, modele com cuidado em bolinhas. Para saber o ponto, observe quando estiverem douradinhos.


Fonte: GNT