quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Com este calor, que tal aprender a combinar frutas para fazer sucos de baixa caloria?

Mix de frutas cítricas é uma das pedidas / Foto: SXC
No calor que anda fazendo em vários estados brasileiros, nada melhor do que um suco refrescante, não é mesmo? São saudáveis, fáceis de fazer e, quando têm várias frutas misturadas, ficam uma delícia. Mas como saber quais combinações realmente funcionam? 

Segundo a nutricionista Sandra Ciock, todas as frutas combinam do ponto de vista nutricional – são ricas em vitaminas, minerais e fibras –, mas é importante sempre usar o bom senso. 



Uma ótima sugestão é fazer um mix de frutas cítricas ou de frutas densas e cítricas, como maçã com limão, mamão com laranja, banana com maçã e laranja Bahia, caju com acerola e laranja lima com goiaba. Você também pode optar por limão com laranja, tangerina com laranja, abacaxi com laranja e acerola com laranja”, afirma Sandra, autora do livro “Entendendo de Nutrição em Diabetes” (Editora Ciência Moderna).

Quais combinações têm menos calorias?
“De maneira geral, as frutas mais aquosas (melancia, uva, maracujá, melão) são menos calóricas do que as mais densas (coco, goiaba, banana, maçã, manga, abacate, pera, açaí). Prefira laranja com caju ou mistura entre laranjas”, explicou a nutricionista. Para evitar uma combinação bem calórica, esqueça o suco de coco com abacate ou de banana com coco. 

Para esta época do ano, o dono da loja de sucos Juice Co, Lourenço Nabuco, sugere os sucos com gengibre e hortaliças. “Fortalecem o sistema imunológico prevenindo eventuais gripes e resfriados causados pelo clima mais seco”, indicou. O chef da rede Bibi Sucos, Eduardo Zampier, também dá dicas de sucos para o período. “O suco Silvestre (morango, amora e framboesa) e o suco de fruta do conde. Os dois caem bem o ano inteiro e são muito saborosos. Além disso, o suco silvestre tem muitos nutrientes”, explicou Eduardo. 

As frutas que estão em alta na estação são: acerola, banana-da-terra, banana-maçã, caju,  coco, goiaba, jabuticaba, laranja Bahia, laranja lima, laranja pera e lima da pérsia.

Fonte: GNT

Eduque a sua alimentação e você terá resultados a médio e longo prazo


Manutenção dos novos hábitos
Ainda que alguns resultados possam ser observados durante, ou no final de um programa de educação alimentar, as melhoras significativas e efetivas são a médio e longo prazo.
É o que revela a pesquisadora Vanilde de Castro, da USP.
Ela analisou mudanças de comportamento em adultos com excesso de peso após participarem de um Programa de Educação Alimentar (PRAUSP) coordenado pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP).
Foi dada atenção especial aos fatores que facilitaram a manutenção dos hábitos adquiridos após a participação no programa.
As mudanças investigadas foram quanto aos hábitos de vida - consumo de álcool, cigarro e prática de atividade física, à alimentação e as alterações de peso, cintura e quadril.
Frutas, verduras e mastigação
A pesquisadora dividiu os participantes do programa em dois grupos. Um com pessoas que finalizaram o programa, chamados de Grupo Intervenção, que tiveram frequência mínima de 70%.
Os resultados mostraram que esses realizaram mais mudanças comportamentais do que aqueles do chamado de Grupo Abandono, que tiveram frequência igual ou inferior a 30%.
"Mas as alterações nem sempre foram mantidas no período posterior. O programa mostrou-se eficaz em promover modificações comportamentais, mas é preciso considerar o perfil dos participantes no planejamento das atividades", enfatiza a pesquisadora.
A boa notícia, diz ela, é que os participantes dos dois grupos aumentaram o consumo de verduras, legumes e frutas e reduziram frituras e embutidos, sendo estas mudanças as mais realizadas e mantidas também após o programa.
E, ainda, a participação integral no programa, do Grupo Intervenção, levou a mudanças significativas, como ao aumento da mastigação e fracionamento da alimentação, bem como a redução da compulsão alimentar, do Índice de Massa Corporal (IMC), e da circunferência da cintura.
"Isso leva, a longo prazo, à diminuição dos riscos de doenças cardiovasculares", lembra a pesquisadora.
Compensação
Entre os resultados da pesquisa, constatou-se o aumento do consumo de álcool entre os participantes do Grupo Intervenção.
Este fato, diz Vanilde, merece mais investigação para confirmar se este comportamento reflete a realidade atual vivenciada pela maioria da população ou se constitui em uma forma de compensação encontrada pelos participantes.
"Deve-se considerar também, que as informações relativas ao consumo de álcool foram obtidas por questionários diferentes, o que poderia ter contribuído para a diferença encontrada", explica.
Fonte: Diário da Saúde

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Você acha que fazer atividade física na rua te deixa mais exposto a poluição?




Depende, é claro, de onde resolvemos suar a camisa. De fato, quem pedala ou corre em uma avenida dominada por carros vai mandar para dentro do peito uma quantidade maior de compostos tóxicos do que se estivesse apenas andando por ali. “Durante o exercício, aumenta o volume de ar inspirado e a velocidade com que ele entra nos pulmões. Isso facilita a deposição de poluentes ali”, explica o pneumologista Ubiratan de Paula Santos, do Instituto do Coração de São Paulo. “O problema é que gases e outras substâncias originárias da queima de combustível podem agredir as vias respiratórias e até cair na circulação”, avisa. Seria um motivo para abandonar a atividade física a céu aberto? Não, senhor(a), a menos que você sofra de asma ou bronquite severa. “Ainda desconhecemos se essa exposição representa, entre pessoas saudáveis, um maior risco de doenças no futuro”, diz Roberto Stirbulov, presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Na dúvida, convém se manter longe de ambientes entupidos de automóveis ou indústrias — só não vá usar a poluição como desculpa para deixar de se exercitar.

Para fugir da poluição 
Nas vias públicas Evite as avenidas com alto tráfego de veículos ou zonas industriais. Priorize, sempre que possível, as ruas internas
dos bairros.

Nos parques As árvores formam uma barreira contra os poluentes mais sólidos, mas não dão conta do recado se o parque estiver cercado por vias congestionadas. Prefira os espaços mais distantes dos escapamentos.

Nas academias Em tese, elas se encontram mais vedadas contra a poluição. A maioria dispõe de ar condicionado, mas sua manutenção precisa estar realmente em dia. 
Fonte: Revista Galileu

Será que você comete erros ao alimentar seus filhos?


Preparar a refeição com todo o carinho, chamar o filho para comer, mantê-lo sentado à mesa com os demais para fazer uma refeição em família. Parece fácil, mas, na prática, a hora de comer pode se transformar em uma batalha. Para vencer essa luta, pais e mães acabam lançando mão de alguns artifícios que até parecem resolver no momento, mas se tornam um problema no futuro. 

Veja quais são as situações em que os pais mais se atrapalham na hora de alimentar os filhos e confira as melhores estratégias para contornar cada problema: 

1 - Pressionar os filhos a comer mais 
Um estudo realizado pela Universidade de Stanford com 62 famílias, que tinham filhos de 2 a 4 anos com alto risco de obesidade, revelou que diminuir a pressão na hora de comer reduz também o risco de obesidade entre as crianças. A nutricionista Maria Emília Suplicy, do Hospital Pequeno Príncipe (PR), explica. "Quando a criança é forçada a ‘limpar o prato’, acaba perdendo o senso de saciedade." 

O QUE FAZER: Comer bem não é comer muito. Ofereça uma quantidade moderada de alimentos ao seu filho para que ele se acostume a comer até ficar satisfeito, e não estufado. Se ainda estiver com fome, vai pedir mais - para a sua alegria! 

2 – Inventar apelidos ou camuflar vegetais 
Pesquisadores da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, analisaram o comportamento de 147 estudantes, de 8 a 11 anos, durante o recreio em diferentes escolas americanas. E constataram que crianças comiam mais alimentos saudáveis quando o nome real deles era substituído por apelidos mais instigantes, como ‘pequenas árvores saborosas’, em vez de brócolis. Essa é uma prática comum, assim como camuflar vegetais que não agradam as crianças no meio da comida. Essas táticas podem até ser eficientes a curto prazo, mas são prejudiciais. À medida em que a criança cresce, ficará mais difícil driblá-la, e ela passará a se negar a comer os alimentos. 

O QUE FAZER: Converse com as crianças sobre os benefícios reais trazidos por alimentos saudáveis. Não é preciso dizer que a cenoura fará com que seu filho tenha visão de raio-X, por exemplo, basta falar que ela faz bem à visão, a pele, entre outras coisas. Quanto mais cedo começar essa conversa, mais fácil será convencê-lo. 


3- Mandar as crianças para fora da cozinha enquanto você prepara a refeição 
Fogo, faca, forno. A cozinha é mesmo o cômodo mais perigoso da casa. Mas especialistas afirmam que cozinhar junto com o filho pode ajudar a mudar os hábitos alimentares dele e até estimulá-lo a consumir mais verduras e legumes. 

O QUE FAZER: Sempre com você por perto, seu filho pode, sim, brincar com massas, lavar uma fruta e ajudar a misturar ingredientes, por exemplo. E mesmo no cadeirão, ele pode observar você no preparo das refeições. Assim, entre um prato e outro, vai conhecer os legumes e se interessar por eles. Levá-lo à feira ou ao supermercado e permitir que ele escolha alimentos também é uma boa forma de incentivá-lo a ter uma alimentação saudável. 


4 - Deixar as guloseimas longe das crianças e oferecê-las como recompensa
Onde você guarda as guloseimas na sua casa? Esse lugar pode fazer toda a diferença. Você sabe bem que criança adora tudo que é proibido e também gosta de brincar de caça ao tesouro, então, esconder doces e guloseimas pode ser um estímulo. 

O QUE FAZER: Para evitar que seu filho coma guloseimas sem parar, crie regras de consumo, diga a ele quando e em que situações poderá comer. Isso fica mais fácil quando a criança ainda é pequena, porque ela se acostumará. Mas, se seu filho já é maior, deixe os doces para os fins de semana. Se ele pedir mesmo assim, seja forte e diga não. Também não vale oferecer como recompensa em troca de um ‘prato limpo’: isso pode fazer com que a criança encare a comida como vilã. 

5 - Oferecer verduras e legumes sem graça 
Se tem uma coisa com a qual todo mundo concorda é que ensopadinho de chuchu não é um prato que se possa chamar de tentador. Mas dá para deixar as verduras e legumes um pouco mais atrativos, sim!
O QUE FAZER: O trabalho começa já na hora da compra. Vegetais frescos têm aparência melhor. Cuidado para não deixar aqueles que precisam ser preparados no vapor passar do ponto, desligando o fogo quando eles ainda estão crocantes. E não é preciso decorar cuidadosamente o prato, com carinhas, por exemplo, todos os dias. Como isso também é uma forma de camuflar os alimentos, use a tática com moderação (em dias especiais, por exemplo). Cortar em cubinhos ou em rodelas já é suficiente. 

6 - Desistir rápido demais ao oferecer um novo alimento 
Pense no milho. Ele pode ser apresentado em diferentes formas: na salada, cozido, refogado, como bolinho, creme, suco e até bolo. Este é o exemplo que você precisa seguir em casa antes de dizer que seu filho não gosta mesmo de determinado alimento. 

O QUE FAZER: Os pediatras aconselham a oferecer o mesmo alimento, pelo menos, de sete jeitos diferentes e várias vezes. Não é um exagero. A criança pode não comer no primeiro dia, mas aos poucos, a forma de apresentação ou a curiosidade vai levá-la a experimentar e ele pode gostar. Mas, se depois de todas as tentativas ela continuar se recusando a comer, aí sim, você pode dizer que ela não gosta. 
Fonte: Crescer

Gosta de objetos de diversas culturas dentro de casa?

A estilista Andrea Simioni nunca gostou de morar em apartamento. Criada em uma fazenda em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, Andrea é fascinada pela sensação de liberdade que, para ela, somente uma casa proporciona. Com a mudança de estilo de vida devido ao nascimento do primeiro filho, Caetano, 1 ano, Andrea passou a procurar um lugar tranquilo para viver e trabalhar. Foi aí que ela encontrou – quase como um milagre – a sua nova residência, nos Jardins. “Nem tinha a placa de ‘aluga’ quando descobri esse lugar. Me apaixonei na hora. Já estava tudo pronto: o piso, os acabamentos, não precisei fazer nenhuma reforma”, conta.
A casa de dois andares é quase toda branca, bem iluminada e tem pé-direito alto, com tesouras de madeira à mostra no teto. O piso de cimento queimado toma conta dos ambientes, com exceção do quarto, com chão amadeirado. Na sala de estar, é impossível não ficar impressionado com a quantidade de objetos que a estilista trouxe de suas viagens. Parte deles é da época em que Andrea ainda era sócia da loja de decorações Casa 15, na capital paulista. As paredes estão repletas de artigos tribais, imagens de deuses orientais e peças da coleção de bordados garimpadas na África, no Vietnã, na Tailândia e na China. “Gosto da mistura do antigo com o novo. Aqui em casa, cada objeto tem a sua alma, a sua história.” Impossível não relacionar esses elementos à moda criada por Andrea.
Rogério Voltan e Wagner SilveiraRogério Voltan e Wagner Silveira
A grande janela da sala lembra as antigas casas de fazenda do interior e dá vista ao jardim interno, aproveitado por Andrea (na foto, com vestido mexicano) e seu golden retriever Dom. A minigeladeira Brastemp de estilo retrô foi comprada na Fast Shop e fica no canto do bar. Sobre ela, vasos da Reciclamundo. A cristaleira de madeira maciça serve para acomodar as bebidas. Almofadas Marcela Pepe. No piso, cimento queimado
Na parede ao centro da sala principal está exposta a roupa comprada da tribo Yao, no norte do Vietnã. Atrás desta, tapete da comunidade Black Hmong, do mesmo país. A poltrona de acrílico transparente é da Kartell. O tapete foi comprado em uma loja no interior de São Paulo 
Um pequeno jardim separa a sala principal do restante dos cômodos. O espaço descoberto, onde fica a piscina, ganhou mais vida com o jasmim-manga, a tumbérgia, a murta e a hera. E quem parece aproveitar mais todo esse contato com a natureza é o golden retriever Dom (a escolha do nome vem de “dom de Deus”).
O quarto e a sala de jantar têm uma atmosfera mais moderna. As refeições são feitas em um pequeno espaço, em que se encontram a foto tirada pela moradora de um vulcão do templo budista de Borobudur, na ilha de Java, Indonésia, e dois grandes espelhos apoiados na parede. No quarto, o destaque é a cômoda de madeira criada pela própria Andrea, com puxadores de padrões e cores diferentes. É lá que fica guardada também a coleção de diários de viagens da estilista, que já faz planos para uma nova aventura – sem deixar de incluir, é claro, o filho. “Antes de ter o Caetano, ficava um ano inteiro viajando. Agora minha vida mudou e tive que criar raízes, mas pretendo levá-lo em breve comigo para o Vietnã ou a Tailândia”, diz. Pelo jeito, está para aflorar um novo viajante. 
 Rogério Voltan e Wagner Silveira Rogério Voltan e Wagner Silveira
Sobre o sofá de couro preto, da Micasa, almofadas com detalhes de bolas brancas, do Empório Beraldin, e outras que esbanjam cor. Ao fundo, quadro com gravura feita em pedra, trazida da China, que retrata os pés de Buda. Já o cocar azul é da tribo brasileira Xingu. Castiçais de prata, da Christofle
A poltrona Mole, de Sergio Rodrigues, à venda na Dpot, compõe um agradável canto de leitura. O móvel de tons neutros contrasta com a colorida coleção de bordados da moradora. São peças coletadas em viagens pelo mundo. O lustre foi garimpado em uma loja do Bixiga, em São Paulo, e o abajur é da Simone Figueiredo Luz

Rogério Voltan e Wagner SilveiraRogério Voltan e Wagner Silveira
A mesa e as cadeiras pretas de madeira, da Micasa, dão um tom moderno à sala de jantar. O lustre vermelho foi comprado em loja da rua Teodoro Sampaio, em São Paulo, e combina com o jogo de copos da Roberto Simões Casa. Apoiados na parede, os espelhos com molduras douradas parecem ampliar o espaço
A cômoda de roupas é o destaque do quarto. Criação da estilista, tem puxadores diferentes uns dos outros. Nela, os quadros ficam apoiados, já que Andrea não gosta de pendurá-los. Cadeira Mademoiselle, da Kartell
Rogério Voltan e Wagner SilveiraRogério Voltan e Wagner Silveira
A estilista Andrea Simioni e seu cão passeiam no jardim. Há espécies frutíferas, como a jabuticabeira, e ornamentais, como o jasmim-manga, a murta e a hera.
Sobre o deque de madeira em que fica a piscina, a cadeira de balanço é herança do avô da moradora. A manta colorida vem do Timor. Na lateral, a tumbérgia colore o muro da casa com as suas flores azuladas
Fonte: Casa e Jardim