segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Bolo de maracujá com hortelã tem gostinho refrescante, quer provar?



Tempo de preparo: 20 minutos + 30 no forno
Rendimento: 10 porções
Ingredientes
1 lata de leite condensado (395g)
1 xícara de chá de suco de maracujá concentrado (200 ml)
1 xícara de chá de folhas de hortelã (50g)
1 tablete de manteiga sem sal em temperatura ambiente (200 g)
½ xícara de açúcar (85 g)
3 ovos médios
3 xícaras de chá de farinha de trigo (300 g)
1 colher de sopa de fermento em pó (22 g)
Modo de preparo
Unte a forma e reserve. Bata no liquidificador o leite condensado, o suco de maracujá e a hortelã. Reserve. Bata, na batedeira, a manteiga com o açúcar e os ovos até ficar fofo. Adicione a mistura do liquidificador e bata mais um pouco. Pare de bater e misture a farinha e o fermento. Coloque na forma e leve ao forno em temperatura média (200º C) por cerca de 30 minutos.
Essa calda de maracujá não está na receita do livro. Se quiser dar um up no bolo, é só levar ao fogo a polpa de um maracujá com 2 ou 3 colheres de sopa de açúcar (depende se você prefere mais ou menos doce). Deixe ferver por uns 5 minutos, mexendo sempre. Coloque por cima do bolo.

Fonte: Meus cinco minutos

Para reduzir o risco de diabete infantil, nada melhor do que exercício físico regularmente...


Vinte minutos de atividades físicas diária. Pode parecer pouco, mas é tempo suficiente para reduzir o risco de uma criança obesa desenvolver diabetes tipo 2. É o que indica um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Georgia, nos Estados Unidos. Eles reuniram 222 crianças obesas e sedentárias, com idades entre 7 e 11 anos, e as dividiram em três grupos. O primeiro foi estimulado a praticar 40 minutos de atividades físicas durante cinco dias por semana. O segundo, 20 minutos, durante o mesmo período. O último manteve o estilo de vida sedentário. 

Eles foram monitorados por três meses. O primeiro grupo apresentou uma redução de 22% a resistência à insulina, hormônio responsável pela redução da taxa de glicose no sangue ­­- fator que pode levar à diabetes. O segundo grupo, 18%. O terceiro grupo não teve nenhuma melhora já que manteve o mesmo estilo de vida. Após interpretar o resultado da pesquisa, os cientistas chegaram à conclusão que o tempo de duração da atividade física faz diferença, mas ela não é tão grande quanto se imaginava. 

Prevenção contra obesidade infantil começa com educação de mães, diz pesquisa
A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que as crianças façam pelo menos uma hora de atividade física todos os dias. “Todo movimento corporal é considerado uma atividade: brincar ao ar livre, andar de bicicleta, passear com o cachorro, tudo isso traz benefícios à saúde das crianças, obesas ou não. O importante é não ficar parado na frente da TV ou do computador”, diz o pediatra Mario Maia Bracco, da Universidade Federal de São Paulo e coordenador do Agita São Paulo - evento anual que estimula a prática de atividades física na capital paulistana. 

No Brasil 

Pesquisadores da Universidade de São Paulo fizeram um estudo similar aqui no Brasil, divulgado no último mês, que também relacionava a duração das atividades físicas à redução da gordura e a resistência à insulina. Eles recrutaram 39 crianças obesas entre 8 a 12 anos, que foram divididas em dois grupos. 

Uma turma praticou diariamente 60 minutos de exercícios de baixo impacto com intervalos. A outra fez 20 minutos ininterruptos de atividades de alta intensidade. E assim como no estudo americano, os dois apresentaram relativo nível de igualdade de redução da resistência à insulina, 29.4% e 30.5%, respectivamente. Os pesquisadores acreditam que o exercício de menor duração e maior intensidade provoca efeitos benéficos mais duradouros, como redução significativa do IMC, maior condicionamento físico e composição corporal com menos gordura abdominal. 

Diabetes em crianças: o apoio dos pais é fundamental 

Co-autora do estudo, a pediatra Ana Lúcia de Sá Pinto, do ambulatório de Medicina Esportiva do Hospital das Clínicas (SP), aponta o avanço da obesidade infantil como principal fator de risco de desenvolvimento de diabetes tipo 2. “A gordura traz inúmeros prejuízos à saúde, pode levar à criança a um quadro de pré-diabetes. Por isso, é importante estimular a prática de atividades físicas porque ela promove a redução da gordura corporal e visceral – na barriga – e evita que a criança desenvolva diabetes tipo 2 na adolescência ou na vida adulta”, diz a especialista. 

Além dos exercícios 

A atividade física auxilia na redução do risco do desenvolvimento da diabete tipo 2, mas ela por si só não resolve o problema. “É preciso estudar a causa da obesidade, e, se for preciso, promover uma mudança radical nos hábitos alimentares das crianças”, diz o endocrinologista Balduíno Tschiedel, diretor-presidente no Instituto da Criança com Diabetes (RS). 

Ele afirma que é importante que os pais enfatizem para as crianças a importância de se alimentar bem e não se esqueçam de dar o exemplo. Frutas, verduras e legumes devem fazer parte das refeições da família. Os salgadinhos, sucos industrializados e outros alimentos ricos em carboidratos não devem ser proibidos, mas raros no cardápio da família. 

Fonte: Crescer

OLHA QUE LEGAL: um terreno baldio, se transformou em um charmoso prolongamento da casa principal


Fotos Edu Castello
Em primeiro plano, duas cerejeiras-do-Rio-Grande. Na área do spa, chaises de casal desenhadas pela decoradora Rita Diniz. Almofadas, lanternas, cesta de palha e leiteira branca da Regatta Casa. Toalhas da Mundo do Enxoval. Rente ao muro, pleomeles. Projeto executado pela SHM Arquitetura
Em um intervalo de um ano e meio, o proprietário desta casa em Campinas, no interior de São Paulo, adquiriu o terreno vizinho apenas para o lazer. A casa principal, localizada no primeiro lote, tinha o paisagismo de seu entorno finalizado. Ainda assim, o engenheiro agrônomo Alexandre Furcolin conseguiu agregar o segundo lote e dar unidade visual ao projeto. “Segui o mesmo conceito que usei na área externa da casa, criando uma interface do jardim que já existia com o novo”, diz. O deque de pínus tratado, que já fazia parte do projeto anterior, foi prolongado até a lateral do terreno, onde foi instalado um fogo de chão junto a uma frondosa jabuticabeira. Para que as possíveis fagulhas não se tornassem um problema, o espaço foi delimitado por pedriscos. “Além de serem mais seguros perto do fogo, eles são ótimos para lugares com muita circulação. Você pode pisar à vontade e não precisa impermeabilizar o solo”, explica.

A pedido do morador, um espelho d’água em forma de raia foi criado rente ao deque. De baixa manutenção, ele é conservado apenas com lâmpada ultravioleta e filtro biológico. As carpas e os minipapiros fazem o resto do trabalho, ajudando a manter a água sempre limpa. No centro, uma passarela leva à praça entre a área do spa e a da academia, onde um painel metálico serve de base para fixar vasos com orquídeas. Na frente, duas cerejeiras-do-Rio-Grande saem de dentro do banco de madeira. Esse recurso se transformou em uma das marcas registradas de Alexandre Furcolin e pode ser visto também na passarela. Dos furos nesse platô surgem cavalinhas plantadas dentro da água, que funcionam como um guarda-corpo natural. “Adoro usar esse recurso pelo efeito que ele proporciona. Eu planto a espécie no local e depois nosso marceneiro cria uma peça sob medida, com o vão necessário para cada planta.”

Fotos Edu Castello
Detalhe do portão de entrada para o terreno. Por causa da
grande circulação, a área foi coberta de pedriscos.
Do furo no banco sai um resedá
Fotos Edu Castello
Cavalinhas plantadas na água surgem pelos furos da passarela
que leva à praça entre o spa e a academia. O espaço foi
delimitado com pedriscos. Saindo do banco, mais duas
cerejeiras-do-Rio-Grande. Na frente, forração de
ametista. Deque de pínus tratado da Preservam. Sobre
o banco, lanternas da L’Oeil
Fotos Edu Castello
Na lateral do terreno, junto à jabuticabeira, o
engenheiro agrônomo criou uma área de descanso com
um fogo de chão. Para manter a segurança, Alexandre
preencheu o espaço com pedriscos. Entre o muro e o
banco de madeira, renque de orelha-de-urso. Almofada,
jarra e copos da Regatta Casa
Fotos Edu Castello
É possível notar a unidade visual criada pelo prolongamento
do deque. Antes de comprar o terreno vizinho,
a área da casa principal ia até o canteiro com agapantos
africanos (em primeiro plano na foto)

Fotos Edu Castello
Banco de madeira bruta da designer Monica Cintra ao lado
de uma jabuticabeira híbrida
Fotos Edu Castello
Vasos de aço corten recheados com seixos decoram o
espelho d’água. Ladeando o deque, quatro
cerejeiras-do-Rio-Grande. Próximas à casa, duas enormes
palmeiras washingtonia


Fonte: Casa e Jardim

Há alguma dica especial para ser um corretor de imóveis espetacular?


A evolução é possível a partir do momento em que o profissional é capaz de captar o que é essencial e aplicar à sua maneira.

Existe fórmula mágica para ser um corretor de imóveis espetacular? No universo das vendas quando nos deparamos com profissionais que batem metas, tem tato para lidar com o cliente, a primeira reação é pensar qual fórmula a ser aplicada para conquistar esse sucesso.
Segundo o especialista em Gestão Empresarial, Guilherme Machado, para ser um corretor espetacular, mais do que praticar o que os outros praticam, é necessário entender conceitos e aplicar esses conhecimentos ao perfil de trabalho de cada corretor.
“O espetacular está em cada um, em dar o seu melhor naquilo que se propõe a fazer. Somos diferentes e assim termos a capacidade de inovar, propor e executar coisas novas. A essência de um bom profissional está em sua capacidade de se reinventar, de aprender nas mais diferentes situações, de adaptar-se aos cenários e tentar descobrir a sua própria forma de ser corretor de imóveis”, diz, em seu blog.
Machado ainda acredita que a evolução é possível a partir do momento em que o profissional é capaz de captar o que é essencial e aplicar da sua maneira. “É preciso ressignificar as diferentes experiências com as quais tem contato no dia a dia, visando encontrar aquilo que é espetacular em sua própria vivência.”

Fonte: Central Estratégica

Você acredita que a tentação faz cérebro entrar em conflito?


Tempestade cerebral
Tentação é um termo que, para muitas pessoas, ainda evoca questões religiosas.
Mas os cientistas abordam a tentação do ponto de vista do autocontrole, por exemplo, quando você quer uma sobremesa, mas sabe que deveria evitá-la.
E esse sistema de autorregulação parece gerar uma verdadeira tempestade cerebral, acionando simultaneamente áreas antagônicas.
"Parece que temos sistemas independentes capazes de guiar nossas decisões, e, em situações de tentação, nossos sistemas podem competir para controlar o que devemos fazer," explica a Dra. Cendri Hutcherson, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (EUA).
Ela é a principal autora de um artigo que descreve esses sistemas cerebrais competitivos, um trabalho publicado nesta sexta-feira no The Journal of Neuroscience.
Opções e decisões
Cendri verificou que os dois sistemas cerebrais não são opositores ferrenhos - na verdade, eles quase sempre guiam nosso comportamento na mesma direção, sem qualquer conflito.
"Mas, em alguns casos, como na situação tão comum de resistir à tentação de comer uma torta de chocolate, eles podem guiar o comportamento para ações diferentes. Além disso, o resultado da decisão parece depender de qual dos dois sistemas toma o controle do comportamento," explica ela.
Até agora, os cientistas consideravam que lidar com as tentações era simplesmente uma questão de atribuir valores numéricos à importância de cada uma das opções, e optar pela que pesasse mais.
Como os humanos não são máquinas lógicas, tipo Sr. Spock ou androide Data, os cientistas se deram conta de que a questão é um pouco mais complicada.
Uma complicação agora revelada pela competição entre os dois sistemas, em que um pode tomar a direção da ação do indivíduo, de uma forma ainda não totalmente compreendida.
Cérebro em conflito
As duas áreas do cérebro que são ativadas no momento da tentação são o córtex prefrontal dorsolateral (atrás das têmporas) e o córtex prefrontal ventromedial (no centro da testa, logo acima dos olhos).
Quando os voluntários diziam não querer a comida, a primeira dessas áreas parece assumir o controle, com uma forte correlação entre a ativação da região dorsolateral e o comportamento.
Quando os voluntários cediam à tentação, a correlação aparecia entre o comportamento e a segunda região, a ventromedial.
Os pesquisadores também descobriram que a capacidade do cérebro de mudar de controle entre essas duas áreas não é instantânea. Demora cerca de dois segundos antes de o cérebro ser plenamente capaz de ignorar a região em conflito.
"Esta pesquisa sugere uma razão pela qual é tão difícil controlar nosso comportamento," conclui a pesquisadora.

Fonte: Diário da Saúde