sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Parque na China tem réplicas de monumentos turísticos como a torre Eiffel, as pirâmides do Egito e o Taj Mahal


O Capitólio dos Estados Unidos, onde funciona o Congresso americano e,
ao fundo, o Monte Rushmore
Você gosta de viajar, mas tem preguiça das filas lotadas de turistas? É possível visitar 130 dos mais famosos monumentos do mundo em apenas um dia. Só que as construções são miniaturas: a torre Eiffel tem um terço de seu tamanho real, a Casa Branca tem a altura de uma criança e dá para atravessar a Tower Bridge, de Londres, engatinhando. OWindow of the World(Janela do Mundo, em tradução livre) é um parque temático da cidade deShenzhen, na China. Lá, os visitantes podem tirar fotos com réplicas em pequena escala dos mais conhecidos monumentos e prédios do mundo. Duas das atrações são brasileiras: o Corcovado, do Rio de Janeiro, e o Congresso Nacional, de Brasília. 

As pirâmides do Egito e o Taj Mahal também estão representados no parque. Mas a maioria das atrações é réplica de monumentos da Europa, como a catedral de Notre Dame e o Palácio de Versalhes, da França, oColiseu e a Fontana di Trevi, da Itália, e a Abadia de Westminster e o Palácio de Buckingham, da Inglaterra. A série de fotos faz parte do projeto Counterfeit Paradises, de Matthew Niederhauser, que explora o desenvolvimento urbano e tendências de consumo na China. O fotógrafo americano mora no país, de onde faz fotos para veículos como National GeographicLe Monde e The New York Times. "Férias internacionais são objeto de desejo para os novos ricos na China. No parque, os chineses podem fantasiar que estão em países estrangeiros e produzir fotografias turísticas", ele conta em seu site. 

A Casa Branca, residência oficial do presidente dos Estados Unidos
A Tower Bridge e, ao fundo, o Palácio de Westminster, de Londres
A Praça de São Pedro, do Vaticano
A ilha de Manhattan, Nova York. Ao fundo, o Corcovado com o Cristo, do Rio
As pirâmides e a Esfinge de Gizé, do Egito
O Taj Mahal


Fonte: Casa e Jardim

O artesanato e o alto design nunca estiveram tão juntos, mas aqui eles tem um papel fundamental na decoração...


Fotos Marcelo Magnani
Na estante de laca branca, os nichos destacam as peças de artesanato e design. As cestarias indígenas, R$ 35 (menor) eR$ 65 (maior), e as cerâmicas Ciranda, R$ 145, e Pote,R$ 65, do Vale do Jequitinhonha, estão à venda no Depósito Kariri. Vasos redondos de cerâmica da designer Svenja Kalteich, da Infinito Novo. As correntes de madeira esculpida, R$ 45 e R$ 65, também do Depósito Kariri, enfeitam a mesa de centro laqueada Tiga, da Marché Art de Vie,mesma loja da luminária Arco. Tapete e sofá de veludo da Miniloft. Sobre o último, mantas de tricô da Zizi Maria.Alisa lilás com barrado de crochê (M210) custa R$ 411. Vasos com samambaias da Cia. das Folhas
Livres de preconceitos e com ousadia, os designers e arquitetos estão cada vez mais absorvendo os trabalhos feitos à mão em seus projetos. Assim, o artesanato convive com peças de alto design nas decorações atuais – isso quando não é parte integrante da peça. No living de 36,20 m² deste apê em São Paulo, projetado pelo arquiteto baiano Sidney Quintela, as cores e as texturas dos objetos artesanais étnicos, de cerâmica, madeira, tricô e customizados quebram a rigidez das linhas secas dos móveis e acrescentam calor e aconchego à base neutra. Para destacá-los na decoração, o arquiteto criou a estante laqueada de branco (5 x 2,45 m) para onde convergem as linhas horizontais dos móveis, do tapete, do teto e da janela. “Na reforma, a principal solicitação dos moradores era a acomodação das peças de design e artesanato que eles colecionam e trazem de viagens”, diz o arquiteto Ricardo Abreu Borges, supervisor do escritório de Quintela em São Paulo. Veja como tirar partido de trabalhos manuais na sua decoração e saiba por que o mundo do design se rendeu a eles.
Fotos Marcelo Magnani
A arte primitiva emociona na peça de cerâmica feita por dona Irinéia,
chamada Bicho na Cabeça, R$ 89, na Galeria Arte Brasileira.
O vaso de porcelana Aleatório, R$ 298, é do Estúdio Manus.
Ao fundo, vaso da ceramista Paula Almeida



Cerâmica
Sutilezas como asas, furinhos e pássaros aplicados em vasos, xícaras e outras peças de cerâmica feitas à mão sempre dão toque de humor e leveza aos ambientes. Esse tipo de intervenção há muito tempo é vista no artesanato nordestino e nos últimos anos tem aparecido também no design de delicadas porcelanas.
Fotos Marcelo Magnani
Vindas do dia a dia das costureiras, as bobinas de linhas coloridas deram origem à peça
decorativa dentro da caixa transparente de acrílico. O cubo de 50 cm custa R$ 380,
na CR Acrílicos


              Customizado
Nos últimos anos, aumentou a busca por uma decoração personalizada. Em vez de ter em casa os móveis iguaizinhos aos das lojas, a ordem é soltar a criatividade e fazer alguma intervenção. Pinte, borde ou simplesmente monte peças únicas e com o seu jeito.

Fotos Marcelo Magnani
A mesa lateral Tronco Vermelho nasceu a partir de restos de árvore nas
mãos da designer Mônica Cintra, à venda na Miniloft, R$ 7.500.
Na bandeja espelhada, a graça do vaso de porcelana Ondas,
com três volutas, R$ 260, do Estúdio Manus, entre taças e garrafas
da LS Selection. No nicho, vaso de vidro da Jacqueline Terpins.
Foto de Armando Prado. Persiana romana da Luxaflex



Madeira
Árvores derrubadas por tempestades e encontradas jogadas na praia ou no meio da floresta dão origem a peças de madeira – sejam da arte popular mais primitiva ou do design sofisticado. “Sempre tiveram os apaixonados pelo artesanato que nunca deixaram de colocá-lo na decoração de suas casas, principalmente os europeus”, diz Cláudia Gomes, dona da Galeria Arte Brasileira. “Agora, os arquitetos vêm se interessando e vendo que há peças maravilhosas feitas à mão. São delicadas esculturas que atraem até por serem meio ingênuas.”

Fotos Marcelo Magnani
De madeira descartada, os ovos de bogolô com frases do folclore, R$ 1.200 cada, são criações do artesão Fernando Rodrigues dos Santos (já morto), da Ilha do Ferro, em Alagoas. A sereia de madeira entalhada é do artesão Sérgio de Pernambuco, R$ 380. Ambos à venda na Galeria Arte Brasileira
Fotos Marcelo Magnani
“O maior defeito do mundo é ser feio, pobre e sem dinheiro e sem mulher. Joga-se na cachaça e o tira gosto é coro (sic) de jacaré. ”O texto do folclore nordestino ilustra o banco de madeira descartada pela natureza, também feito por Fernando Rodrigues dos Santos. Sai por R$ 3 mil, na Galeria Arte Brasileira

Fotos Marcelo Magnani
Feita manualmente com fios de lã amaciada, a manta de tricô listrada nas
cores bordô, lilás e cru (M198), da Zizi Maria,mede 1 x 1,40 m e
custa R$ 403
Tricô e crochê 
Nada é mais aconchegante do que ter uma manta de tricô ou crochê em casa que remete à memória e ao carinho da mãe ou da avó. “Quem nunca ganhou uma peça dessas feita manualmente por alguém da família? Isso traz o conforto da lembrança, além de aquecer”, diz a designer Zizi Maria, dona da marca que leva seu nome. Há três anos, ela viu crescer o interesse pelas peças feitas à mão na decoração e começou a criar mantas e almofadas produzidas por 130 mulheres. “Sigo naturalmente a tendência de cores e formas da moda porque também trabalho com vestuário.”
Étnico e trançado 
A preocupação com a sustentabilidade levou à busca de materiais alternativos e à valorização de técnicas do trabalho artesanal, principalmente as tramas africana e indígena, segundo o designer Rodrigo Almeida. “Os italianos começaram a fazer produtos vinculando o alto design com a arte popular, há dez anos, e somente agora o mercado está absorvendo. Mas só o artesanato de qualidade enobrece a peça de design”, diz. 
Fotos Marcelo Magnani
Inspirado na cultura africana no Brasil, o designer Rodrigo Almeida escolheu as cores das cordas, feitas de garrafas pet recicladas, entrelaçadas na cadeira África. A base é do mesmo material. Preço: R$ 9 mil
Fotos Marcelo Magnani
Com os tons da moda, as peças indígenas trançadas de palha e bambu ganham espaço na decoração, como a esteira, R$ 65, do Depósito Kariri. Da mesma loja é o colar de sementes olho-de-cabra, R$ 45

Fotos Marcelo Magnani
Com jeito de varanda da casa da vovó, a poltrona Tropicália, desenhada por Patricia Urquiola para a Moroso, tem estrutura geométrica de aço tubular coberta com fios de plástico
Um mundo mais caloroso 

Há pelo menos dez anos, o alto design brasileiro e mundial está de olho no handmade – ou feito à mão. Mas a tendência de misturar as duas coisas ficou mais evidente nas últimas três edições do Salão do Móvel de Milão, na Itália. Os lançamentos de vanguarda apresentavam interferências artesanais nas peças de design com ousadia e sem preconceitos, inspirados em várias culturas do mundo. Adeus, frieza. Bem-vinda, emoção.
Fotos Marcelo Magnani
As flores, feitas de crochê pela artista potiguar Cris Ribeiro, transformam a poltrona C27, da Carbono Design, assinada por Marcus Ferreira. Com estrutura vazada de ferro pintado de preto, possui assento e encosto estofados. Preço: R$ 5.628
Fotos Marcelo Magnani
Em1993, Fernando e Humberto Campana criaram a poltrona Vermelha, entrelaçando manualmente 500m de corda em uma estrutura de aço. Fabricada pela Edra desde 1998, a peça virou ícone do design no mundo. À venda na Conceito Firma Casa


Fotos Marcelo Magnani
Na cadeira Shadowy, o designer Tord Boontje tomou como referência a trama étnica africana ao desenvolver o tecido entrelaçado da peça da Moroso, R$ 15.120, na Micasa
Fotos Marcelo Magnani
Trançado de polietileno na base e de fibra natural no assento e no encosto. Essa composição está na poltrona Crinoline, que a designer espanhola Patricia Urquiola criou no ano passado. Sob encomenda, na B&BStore

Fotos Marcelo Magnani
O pufe Sweet 40, de tricô, tem abertura no alto que lembra a gola rolê. Criada pela designer Paola Navone para a Gervasoni, foi lançada ano passado em Milão
Fotos Marcelo Magnani
Sensação em Milão este ano, o tapete de tricô Farol, da linha Mangas assinada por Patrícia Urquiola para a Gan, é inspirada nas roupas de inverno
Fotos Marcelo Magnani
Um bom exemplo de sinergia e customização é sugerido pela marca holandesa Droog com a poltrona Do Hit, assinada por Marijn van der Poll. Comum martelo, a caixa de aço inox é moldada até o assento ficar ao gosto do cliente. Se o próprio amassá-la, sai por R$ 31.038,68. Já se for marretada pelo designer, fica em R$ 63.710,91. Dos dois modos é encontrada na Decameron Design

Já quis saber a receita das balas de doce caseira e nunca encontrou a receita?


Sabe aquela bala doce caseira deliciosa que a gente encontra na estrada e você sempre sonhou em fazer em casa? Em Minas Gerais, Olivier Anquier conhece a fórmula do doce e mostra o passo a passo da receita que é de comer rezando.

Ingredientes:
2 xícaras de açúcar
2 xícaras de creme de leite fresco
6 colheres de sopa de mel
6 colheres de sopa de manteiga sem sal
1 colher de sopa de óleo de milho
200g de avelã
2 colheres de sopa de cacau em pó
1 colher de café de flor de sal ou sal grosso
3 réguas de 30 cm de comprimento e 2 cm de altura em madeira
4 réguas de 15 cm de comprimento e 2 cm de altura em madeira 
Rolo de papel de alumínio
Rolo de papel celofane fino 
Tábua de mármore


Modo de preparo:

Em duas panelas separadas, coloque uma xícara de açúcar, 3 colheres de sopa de mel, 1 xícara de creme de leite fresco e 3 colheres de sopa de manteiga. Em uma das panelas, acrescente 2 colheres de sopa de cacau em pó para fazer o caramelo de chocolate. Leve ao fogo até atingir 125ºC e dar ponto de fio. Depois de pronto, leve em banho-maria e mexa até esfriar. Triture as avelãs e leve ao forno para torrar.


Misture as avelãs e a flor-de-sal e acrescente no caramelo claro. Unte a tábua de mármore com óleo, embale as réguas de madeira com alumínio e forme dois quadrados. Despeje a base escura em um quadrado e a clara no outro. Deixe descansar por 2 horas ou até endurecer. Corte em tiras e depois em cubos e embale com o papel celofane.

Fonte: GNT

Refrigerantes aumentam risco genético de obesidade


Alterando a genética
Pesquisadores da Universidade de Harvard (EUA) comprovaram que o grande consumo de refrigerantes, ou bebidas adoçadas em geral, aumenta a suscetibilidade genética à obesidade.
O estudo reforça o conceito cada vez mais aceito de que os fatores ambientais mesclam-se com os fatores genéticos de uma forma impensável há poucos anos.
Assim, em vez de preocupar-se com "genes da obesidade", os cientistas começam a verificar comportamentos que alteram genes, que podem aumentar a chance da obesidade.
Ambiente e genética
A nova visão sobre interação entre ambiente e genética leva a abordagens completamente diferentes.
Em uma visão comum há algum tempo, e ainda hoje divulgada em muitos programas jornalísticos, a presença de um gene representaria uma espécie de "herança imutável", que significaria que a pessoa estaria fatalmente condenada a apresentar uma condição.
"Nosso estudo fornece pela primeira vez evidências reproduzíveis que mostram que fatores genéticos e fatores alimentares - bebidas adoçadas com açúcar - podem se influenciar mutuamente quanto aos seus efeitos sobre o peso corporal e o risco de obesidade," disse Lu Qi, coordenador do estudo.
Bebidas adocicadas
Nas últimas três décadas, o consumo de bebidas adoçadas aumentou dramaticamente em todo o mundo.
Embora haja evidências generalizadas de uma ligação entre refrigerantes, a obesidade e doenças crônicas como diabetes, há poucas pesquisas sobre se fatores ambientais, tais como beber bebidas adoçadas artificialmente, influenciam a predisposição genética para a obesidade.
A pesquisa foi baseada em dados de 146.700 mulheres e 51.529 homens.
Os resultados mostraram que os efeitos genéticos sobre o índice de massa corporal e o risco de obesidade entre os que bebiam uma ou mais doses de refrigerantes por dia são duas vezes maiores do que aqueles que consumiram menos de uma porção por mês.
Os resultados sugerem que o consumo regular de bebidas açucaradas amplifica o risco genético de obesidade.
Além disso, os indivíduos com maior predisposição genética para a obesidade parecem ser mais susceptíveis aos efeitos nocivos das bebidas açucaradas sobre o índice de massa corporal.

Fonte: Diário da Saúde

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

O bolo da vovó é o melhor, né? Mas que tal aprender uma receita tão gostosa quanto a da vovó?


Foto Iara Venanzi
Rendimento 12 porções 
Tempo De preparo 1 h 30 min 

Ingredientes 

Calda de chocolate 
500 ml de leite; 
100 g de açúcar; 
100 g de chocolate em pó com 50% de cacau; 
60 g de achocolatado; 
120 g de leite condensado (1/3 da lata); 
20 g de manteiga. 

Massa 
180 g de farinha de trigo 
+ 1 pouco para enfarinhar a fôrma; 
150 g de açúcar refinado; 
70 g de açúcar mascavo; 
70 g de cacau em pó + 1 pouco para a fôrma; 
3 ovos; 
200 g de manteiga + 1 pouco para untar a fôrma; 
1 colher (sopa) de fermento em pó; 
1 pitada de sal; 
200 ml de leite. 

Modo de fazer 
Calda 
1 coloque o leite para ferver. 
2 Peneire o achocolatado e o chocolate em pó e adicione-os ao leite. cozinhe por 20 minutos. 
3 adicione o leite condensado e deixe ferver por mais 10 minutos. acrescente a manteiga e, após 10 minutos, desligue o fogo.

Massa 
1 bata a manteiga com o açúcar refinado e o mascavo, até obter uma mistura cremosa. 
2 Junte os ovos, um a um, e bata bastante. 
3 acrescente os demais ingredientes, alternando secos e líquidos. Deixe para pôr o fermento somente no final. 
4 Despeje a massa numa fôrma com furo no meio, untada com manteiga e uma mistura de farinha e cacau. Leve ao forno preaquecido a 190 °C por cerca de 1 hora ou até o bolo estar firme e bem assado (ao espetar um palito, ele deve sair limpo). Sirva com a calda de chocolate quente e sorvete de creme.

Fonte: Casa e Jardim