quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Comida japonesa: como fazer sushi e sashimi de salmão e atum

Saudável e deliciosa, a culinária japonesa é cheia de fãs. Fácil de preparar, o sushi e o sashimi são duas pedidas irresistíveis que você pode fazer em uma ocasião especial para surpreender em casa.




Como amolar a faca para fazer comida japonesa:
Em uma pedra de afiar, passe o fio da faca num ângulo de 45º para, em seguida, passar o outro lado em 360º.

Receita de arroz para sushi:
O arroz para fazer sushi deve ser do tipo 1, do subgrupo polido. É facilmente encontrado em supermercados e lojas de produtos japoneses. Mas lave, pelo menos, cinco vezes antes de levar ao fogo. Deixe por 20 minutos em fogo médio e, em seguida, 15 minutos em fogo baixo. Antes de fazer as bolinhas do arroz, misture-o no caldo com vinagre, açúcar, sal e saquê. O corte do peixe deve ser feito no ângulo de 45º e para enrolar o arroz, molhe sempre as mãos: a mão molhada ajuda a dar forma ao arroz para preparar o sushi. Fácil, né?  

Caldo para temperar o arroz do sushi:
1l de vinagre branco
500g de açúcar
10g de sal
Algumas gotas de saquê


Como cortar o sashimi:
O modo de preparo serve tanto para sashimi de salmão como de atum. Não esqueça de comprar um peixe bem fresco e limpo. Depois de amolar a faca, o preparo é fácil: basta cortar o peixe no ângulo de 90º. Ornamente o prato com pepino, nabo japonês e salsa crespa.


Fonte: GNT

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

As obras no Jardins Gênova estão em fase de finalização. Confira!!

Jardins Inteligentes. Veja aqui ideias para o seu jardim


50 m² de quintal na laje
O jardim gramado com uma jabuticabeira poderia habitar várias casas sem causar surpresa. Mas nesta laje de 50 m² deste sobrado, na região oeste de São Paulo, ele é sempre atração. “Cada canto traz uma lembrança do interior, seja pela escolha das espécies, seja pela presença de materiais rústicos”, conta a arquiteta e paisagista Patrícia Santana, da Panorama Paisagismo. Idealizado sobre a laje da garagem, o espaço foi tão bem arquitetado, a ponto de aproveitar até a área anexa da churrasqueira e prever dois jasmins-manga alinhados e um banco entre eles para curtir uma boa sombra.
Evelyn Müller
Quem vê a reunião de gardênias (1) e bambusas (2) no jardim do apartamento térreo nem desconfia que, por trás dela, existam entradas de ventilação para a garagem do condomínio. A solução é simples: um morrote – elevação com o acréscimo de terra – de 30 cm de altura cria uma pequena mureta. Outro truque para dar a sensação de verde em abundância foi deixar a forração de dinheiro-em-penca (3) cobrir o vaso de concreto onde foi plantada a jabuticabeira (4). Ao lado, pedriscos ouro, depositados sobre a laje, facilitam a manutenção da área anexa à churrasqueira. Para evitar que o revestimento suje quando colocado em contato com a terra, acrescente uma camada de areia, que ajudará a filtrar a água da chuva 
Evelyn Müller
Os dois jasmins-manga (5) só existem no terraço por causa das caixas de aço galvanizadas, da Firgal. A medida permite que árvores de grande porte sejam cultivadas na laje, porque assim aumenta a área disponível de terra para o desenvolvimento das espécies 
__________________________________________________________________________
Passagem verde com 45 m²
Na ausência de um período de sol, esta casa, em São Paulo, quase ficou sem jardim.
A condição climática desafiadora exigiu criatividade – e diríamos ousadia – do arquiteto Eduardo Mera, da Mera Arquitetura e Paisagismo. Espécies tropicais, tipicamente vistas em áreas de sol intenso, estão lá. “Poucas pessoas sabem, mas a helicônia e a moreia vivem bem em regiões de baixa luminosidade e pouca ventilação”, conta ele. E repare: nos 45 m² de área, as plantas – com exceção da jabuticabeira – só tomam conta dos muros laterais. O projeto deixou espaço de sobra para o vai e vem entre a churrasqueira e o quarto de brinquedos.
Evelyn Müller
Quer evitar grandes manutenções no jardim? Intercale placas de pedra fuget e pedriscos com faixas de grama-preta (1) – espécie também de sombra. Outra vantagem: o revestimento resiste bravamente às aventuras da cadela Milka. Sobre a estrutura de cumaru, futon da Tamtum. Ao lado, no alto, jardineiras de cimento com jasmim-amarelo (2) trazem privacidade de maneira sutil ao jardim. Quando a rega é necessária, o acesso ao local se dá por um dos quartos, no segundo andar. O ombrelone de alumínio sem haste, da Paraflex, fixado na parede, deixa a área do ofurô livre dos olhares da vizinhança
Evelyn Müller
Cultivada ao centro, em uma caixa de cimento – que contém o seu crescimento –, a jabuticabeira (3) desvia o caminho, escondendo parcialmente a porta do quarto de brinquedos. Nela, forração de azulzinha (4) 







Frescor em 50 m², sem piscina
A piscina perdeu a vez para o chuveirão entrar em cena neste quintal de 50m², na região sul de São Paulo. “Os donos queriam um lugar prático para tomar sol e reunir os amigos”, diz a arquiteta e paisagista Denise Prado, da Tal.quin.tal. Para cumprir essas exigências, o primeiro passo foi inserir painéis decorativos de madeira itaúba, que, na horizontal, dão a ilusão de uma metragem maior. A marcenaria também trouxe um elemento extra: o banco, do mesmo material, serve de assento extra nos dias de festa. As peças receberam verniz próprio para áreas externas – processo que deve ser realizado pelo menos uma vez por ano.
Evelyn Müller
Forrações rasteiras, de diferentes tonalidades, são destaque no jardim. Tanto a grama-preta (1) como o lambari-roxo (2) são espécies de baixa manutenção e com crescimento limitado, de até 20 cm 
Evelyn Müller
Colados no muro, os tijolos refratários (aqueles utilizados em fogões a lenha e lareiras) suportam altas temperaturas e são mais resistentes do que os modelos convencionais. O piso de fulget também é atérmico. Ao lado, Com a função de ampliar a sensação de espaço, os painéis e o banco de madeira itaúba impermeabilizada foram desenvolvidos pela Garcia Gamio. O tom quente se repete na forração de cascas de cerâmica, encontrada em lojas de construção. Almofadas, da Tamtum, e futons, da Futon & Home
____________________________________________________________________________________
60 m² liberados para os cães
Os labradores caminham livremente, sem causar estragos, por este jardim de 60 m² no Campo Belo, em São Paulo. O terraço à prova de animais não tem grama nem outra forração perene. Foi coberto com piso cerâmico, alternado por placas de deque, e pequenas faixas de seixos Campos do Jordão, uma mistura de elementos naturais. Plantadas em canteiros laterais, a laranjeira kinkan, a gardênia, a azaleia e a érica também ficaram protegidas de invasões. “Criei um jardim florido para o ano todo e que não precisasse de grandes manutenções”, diz a arquiteta Daniela
Evelyn Müller
Contidas ora em canteiros de cimento, ora em vasos com acabamento de pó de quartzo, a azaleia (1), a gardênia (2) e a laranjeira kinkan (3)
merecem uma adubação frequente, a cada três meses, para se desenvolverem mesmo em uma quantidade limitada de terra. De crescimento reduzido, a érica (4) tem flores pequenas e rosadas. A espécie não exige grandes manutenções: precisa de meia-sombra e solo fértil 

Evelyn Müller
Não é uma simples cobertura: a pérgula de cumaru vai do chão ao segundo andar da casa e totaliza 5 m de altura. O desenho traz privacidade à varanda do quarto principal, sem tirar a vista. Seta: Em alguns meses a trepadeira ipomeia-rubra vai preencher todo o pergolado, formando uma agradável sombra na região 

Evelyn Müller
As refeições são preferivelmente feitas na área onde está a churrasqueira. De lá, tem-se a vista da porta de ferro, onde fica uma sala extra para os encontros no quintal. Taças, da Tok & Stok, e pratos, da Spicy. Ao lado, Na falta de grama, as placas de cumaru servem para abrigar os pontos de luz, posicionados em linha para marcar o caminho à noite. O deque tem outra utilidade essencial no projeto: esconder um mecanismo de drenagem de água 

Fonte: Casa e Jardim

Forro rebaixado com planos inclinados revestidos por espelhos e materiais simples estabelecem referência contemporânea


O forro inclinado é revestido por espelhos. O desnível cria diferentes áreas para a exposição de roupas e calçados
O forro inclinado é revestido por espelhos. O desnível cria diferentes áreas para a exposição de roupas e calçados
Cenário dramático para moda jovem
Desenvolvida por José Ricardo Basiches e Ronaldo Shinohara, a proposta de reformulação das lojas Triton tem o objetivo de dar identidade à já tradicional marca de moda jovem. A unidade da rua Oscar Freire, na capital paulista, é a quarta da rede a implantar o novo projeto, que combina materiais de elegante simplicidade e iluminação dramática para compor cenários que valorizam os produtos à venda.
A proposta de reformulação das lojas Triton estabelece uma referência contemporânea para a marca de moda jovem, presente no mercado desde 1975 e atualmente com 18 unidades espalhadas pelo país.
Quarta da rede a receber o novo projeto, a loja da rua Oscar Freire representou um desafio à parte devido às características do próprio imóvel: tratava-se de uma construção estreita, comprida e com pé-direito elevado, localizada em meio de quadra, já ocupada pela grife.
Como a intenção era aproveitar a estrutura existente, José Ricardo Basiches e Ronaldo Shinohara buscaram uma solução para adaptar o espaço e ao mesmo tempo criar um elemento de forte identidade.
O caminho escolhido foi o rebaixamento do forro usando planos inclinados revestidos por espelhos. Lúdico, esse conjunto brinca com as noções de perspectiva e profundidade e amplia visualmente a loja.
Para complementar esse trabalho e dar o impacto pretendido ao ambiente, o projeto luminotécnico previu spots com halógenas no forro e sanca com fluorescentes contornando o plano espelhado. A composição dá a ideia de um forro suspenso e resulta numa iluminação dramática.
Os demais acabamentos são pautados por uma simplicidade elegante, como o fulget preto nas paredes e o piso de madeira, a fim de definir um cenário neutro que valoriza os produtos expostos.
A loja ocupa terreno estreito e comprido em meio de quadra
A loja ocupa terreno estreito e comprido em meio de quadra
Lateral reservada à exposição de roupas
Lateral reservada à exposição de roupas
Expositores de MDF laqueados na cor preta formam nichos com iluminação de led para dar destaque aos produtos
Expositores de MDF laqueados na cor preta formam nichos com iluminação de led para dar destaque aos produtos
A loja não tem vitrine, se esse elemento for considerado a partir do tradicional conceito de caixa fechada à qual os clientes não têm acesso.
Em vez disso, há três grandes portas de vidro pivotantes, que podem ser total ou parcialmente abertas, e manequins espalhados pela área frontal, por onde os clientes podem circular livremente.
Os degraus que levam ao nível das mesas e araras também podem ser utilizados para a exposição de produtos.
Na área central foi posicionado um volume solto, revestido por laminado melamínico no padrão bronze. O extremo sob o ponto mais baixo do forro espelhado funciona como caixa e do outro lado estão os provadores.
Nas duas laterais, passarelas correm até o fundo da loja mantendo o mesmo nível da área de entrada. À direita, nichos iluminados por fitas de led respondem pela exposição de acessórios.
À esquerda, as caixas de MDF laqueadas de preto, desenhadas pelos arquitetos, também servem como expositores.
Nos fundos, a área de pé-direito mais elevado abriga um espaço descontraído, onde os clientes podem sentar para tomar um café.
A parede verde e a luz natural que incide pela abertura zenital, protegida por cobertura retrátil, determinam a ambientação leve e agradável, semelhante à de um jardim.

Texto de Nanci Corbioli
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 388 Junho de 2012

O volume do caixa é revestido por laminado melamínico na cor bronze
O volume do caixa é revestido por laminado melamínico na cor bronze
Parede viva e luz natural criam ambientação agradável para a área do café
Parede viva e luz natural criam ambientação agradável para a área do café


Fonte: Arco Web

Você já experimentou o 'macaron'?


Este docinho é uma especialidade francesa, mas é também a especialidade do buffet Le Délice, que fica em solo nacional. E foi de lá que "roubamos" esta receita para você. Quer saber como se faz? Confira os ingredientes e o modo de preparo do "macaron". 

Recheio


Ingredientes: 

250g de creme de leite fresco
500g de chocolate meio amargo

Modo de preparo do recheio:

Pique o chocolate em pedaços pequenos e reserve. Amorne o creme de leite no micro-ondas. Reserve. Derreta o chocolate no micro-ondas, de 30 em 30 segundos, até estar completamente derretido. Acrescente o creme de leite. Misture até ficar homogêneo. Leve para gelar na geladeira até ficar cremoso.

Biscoito

Ingredientes:
560g de açúcar de confeiteiro peneirado
325g de farinha de amêndoas peneirada 
250g de claras
65g de açúcar refinado 
Corante em pó alimentício

Modo de preparo do biscoito:
Misture o açúcar de confeiteiro com a farinha de amêndoas. Reserve. Bata na batedeira as claras e o açúcar refinado até ficarem bem firmes. Cuidadosamente, com o auxílio de uma espátula, acrescente pouco a pouco a mistura de farinha com açúcar. Com movimentos circulares, de baixo para cima, mexa até ficar bem homogêneo. Não mexa muito, apenas o suficiente para incorporar todos os ingredientes. 

No caso de macarons coloridos, acrescente às claras corante em pó alimentício da cor desejada, e a quantidade que for suficiente para a intensidade desejada.

Coloque a massa em um saco de confeitar com bico liso de 12 mm. Separe uma assadeira forrada de tapete de silicone, próprio para gastronomia. Pingue a massa  em formato de circunferência de aproximadamente 3cm de diâmetro. Bata levemente no fundo da assadeira com a palma da mão para espalhar e uniformizar as circunferências. Deixe descansar, para secar por aproximadamente 15 minutos em temperatura ambiente. Coloque no forno elétrico ventilado (industrial) a 160°C por 12 minutos. Retire do forno e deixe amornar. Quando possível, vire metade das casquinhas. Coloque o recheio com o auxilio do saco de confeitar. Feche as duas metades.

Fonte: GNT