terça-feira, 7 de agosto de 2012

Com juros e poupança em queda, fundo de imóveis ganham atratividade


Com a taxa básica de juros (Selic) em queda, já a 8% ao ano, a poupança com novas regras, que atrelam sua remuneração à Selic, e a bolsa de valores ainda sentindo efeitos da crise econômica, um tipo de investimento está mais atraente: os Fundos de Investimento Imobiliário (FII). Levantamento do site Fundo Imobiliário mostra que, atualmente, este tipo de investimento tem rendido líquido, em média, 0,65% ao mês.


Os FIIs são parecidos com “condomínios fechados”, no qual um grupo de pessoas adquire, em conjunto, imóveis comerciais, residenciais, rurais ou urbanos, construídos ou em construção, que serão geridos pelo fundo. De acordo com a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), nos FII o investidor compra cotas, um “pedaço” do empreendimento, e se torna sócio de um shopping, de um prédio ou de outro grande empreendimento.
Segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), essa forma de investimento, que surgiu em 1993, veio viabilizar o acesso de pequenos e médios investidores aos imóveis, por não precisarem investir um alto capital para se vincularem a estes empreendimentos. Isso ocorre porque os fundos juntam os recursos de vários pequenos investidores em um ou mais empreendimentos imobiliários, que compõem sua carteira. Uma vez proprietário da cota, o investidor pode lucrar com os rendimentos (constituídos basicamente do aluguel pago pelos inquilinos) ou vendê-la para terceiros, ganhando com a valorização de forma semelhante a uma ação.
Conforme o consultor de investimentos Sergio Belezza, quanto mais baixa a taxa básica de juros, mais interessante fica a remuneração nos fundos, pois outros investimentos ficam menos atrativos enquanto os FIIs estão atrelados ao valor do mercado dos empreendimentos e do mercado de imóveis. “Estamos experimentando um momento muito bom, com alta rentabilidade, de 0,65% ao mês, e com a diminuição do rendimento da poupança, os investidores começaram a olhar para esses títulos. Da mesma forma que a poupança, não há cobrança de imposto de renda, o que é um diferencial”, conta. Os shoppings, como o Pátio Higienópolis, são garantia de bons lucros. “A valorização é grande e as lojas estão sempre locadas’, conta.

Vantagens x riscos
A CVM destaca que, dentre as vantagens dos FIIs estão a formação de uma carteira composta de empreendimentos que não estariam ao alcance de investidores individuais, especialmente os pequenos (que aplicam valores a partir de R$ 1 mil). Para a comissão, esse tipo de investimento permite “ganhos de escala” uma vez é possível obter condições semelhantes às oferecidas aos grandes investidores já que a soma de recursos proporciona ao fundo maior poder de negociação.
Além disso, os custos da administração dos investimentos acabam diluídos entre todos os cotistas e fica possível fazer um investimento em imóveis sem que o investidor se preocupe pessoalmente com certidões, escrituras, recolhimento do Imposto sobre a transmissão de bens imóveis (ITBI).
Quem investe nos FIIs, porém, deve estar atento aos riscos, já que o mercado imobiliário não deve ter a mesma valorização dos últimos anos. Conforme a CVM, uma retração do crescimento econômico pode ocasionar redução na ocupação, que pode reduzir a receita de um fundo por causa dos imóveis vazios ou queda nos valores dos aluguéis.
“Esse investimento foi muito favorecido com a queda das taxas de juros, pois a rentabilidade foi maior que outros investimentos, já que não é esperada uma redução no preço dos imóveis no curto prazo”, diz o professor de economia da Business School São Paulo (BSP) Fernando Fleury.
Para Fleury, embora os fundos tenham um risco menor do que ações, ainda são menos seguros do que outros investimentos como poupança e títulos do Tesouro. “O cotista tem que saber que a rentabilidade naquele ambiente de super valorização já não existe mais, mas o mercado de aluguel ainda se mantém aquecido, e parte dos rendimentos vem desse mercado”. “O interessante é viver da renda que esses imóveis proporcionam com a locação, então o desaquecimento do mercado não nos preocupa, o mercado de imóveis estável também é muito interessante”, completa Belezza Filho.

Como fazer
Quem quiser adquirir cotas precisa ter conta em uma corretora. Atualmente, há 78 fundos comercializados na Bovespa. O cotista tem que pagar uma taxa de administração, que varia de acordo com a corretora, mas em geral vai de 0,6% a 6% ao ano sobre o total investido.
De acordo com o Fundo Imobiliário, o capital de cada fundo pode ser comercializado na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) ou na Sociedade Operadora de Mercado Aberto (Soma), que funciona dentro da bolsa paulista.
A compra de cotas pode ocorrer em dois momentos. Durante o lançamento do empreendimento, no chamado mercado primário, onde cada fundo estipula o número de cotas mínimas que o investidor deve comprar, ou no mercado secundário, no qual o investidor compra a cota de outra pessoa física ou jurídica. Nesse caso, não há um número mínimo de cotas que devem ser adquiridas.

Regras
Conforme a legislação sobre o assunto, cada fundo deverá distribuir a seus cotistas, no mínimo, 95% dos lucros. O restante funciona como fluxo de caixa, valor que fica “guardado” para manter a atividade do fundo. Segundo a Bovespa, há uma remuneração repassada aos cotistas mensalmente.
O consultor Sérgio Belleza Filho diz que pessoas físicas são isentas da cobrança de Imposto de Renda (IR) sobre os rendimentos e ganhos de capital, enquanto pessoas jurídicas que optam por esse tipo de investimento têm que pagar alíquota de 20%. Caso um investidor queira vender quotas em bolsa por um valor maior que o comprado, também deverá pagar 20% de IR sobre o lucro.

Fonte: Central Estratégica

Uma receita leve pra você aprender e fazer em casa...

Foto: Flickr llstalteri
Ensopado de peito de 


frango com agrião



Ingredientes:
2 peitos ou 4 entre-coxas de frango cortados em cubos
4 tomates bem maduros sem pele e sem sementes cortados em cubos
1 dente de alho ralado
1 cebola picada
1 molho grande de agrião
Sal e pimenta a gosto
Salsa

Modo de preparo: Lave bem o frango água corrente e seque. Tempere com sal e pimenta. Refogue a cebola e o alho, os cubos de frango por 3 minutos e, com o fogo alto, deixe dourar. Acrescente os tomates. Quando o frango estiver pronto coloque o agrião previamente lavado e feche a panela e desligue o fogo por 5 minutos. Este preparo pode ser para outros legumes também. Antes de servir pique salsa fresca e coloque em cima. Servir com arroz integral.

Fonte: GNT

As mulheres vivem mais que homens?


Longevidade feminina
Cientistas acreditam ter encontrado nas mitocôndrias uma explicação para a maior longevidade feminina.
Em média, as mulheres vivem seis anos mais do que os homens. Por volta dos 85 anos, há cerca de 6 mulheres para cada 4 homens, uma proporção que vai para 2 mulheres para 1 homem ao redor dos 100 anos.
Exatamente por que é uma pergunta que os cientistas vêm-se fazendo há muito tempo.
Damian Dowling e Florencia Camus, da Universidade Monash, na Austrália, acreditam ter encontrado uma pista.
DNA mitocondrial
Os pesquisadores acreditam que a resposta está no DNA mitocondrial, um subconjunto do DNA que é herdado apenas das mães, nunca dos pais.
O estudo indicou que várias mutações no DNA mitocondrial afetam a longevidade dos homens e o ritmo com que eles envelhecem.
"O que é intrigante é que as mesmas mutações não têm efeitos sobre os padrões de envelhecimento das fêmeas. Elas só afetam os machos," disse o Dr. Dowling.
"Nós mostramos que a 'Maldição da Mãe' é muito mais ampla em seus efeitos sobre a história de vida masculina do que anteriormente previsto, resultando na acumulação de mutações que fazem os machos envelheceram mais rápido, e viver vidas mais curtas do que as fêmeas," completou.
Maldição da Mãe
O termo "Maldição da Mãe" usado pelo pesquisador refere-se justamente à herança materna do DNA mitocondrial, o que coloca os homens em um beco sem saída evolucionário quanto ao genoma das mitocôndrias.
No lado feminino, qualquer mutação danosa que afete apenas os machos não terá impacto sobre as fêmeas, que continuarão passando apenas seu próprio DNA mitocondrial - sem as mutações - para os seus filhos.
O que os cientistas estão defendendo agora é que as mutações danosas para os homens podem ser inteiramente atribuídas à forma como os genes mitocondriais são passados da mãe para os filhos.
Eles vão-se acumulando nos machos ao longo de gerações, fazendo com que eles envelheçam mais rapidamente e vivam menos.
As mitocôndrias, encontradas em todas as células do corpo humano, exceto nos glóbulos vermelhos, convertem as moléculas dos alimentos em energia, o que mostra sua importância para o envelhecimento e a longevidade.
Fonte: Diário da Saúde

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

A designer de estampas Adriana Barra mostra um ninho repleto de suas paixões. E diz que o ato de decorar a casa não deveria ser levado tão a sério


Foto Lufe Gomes
Na sala, mesa de jantar de madeira teca com cadeiras clássicas de design e bandeja com copos da L’Oeil. No chão, passadeira artesanal, comprada na Ucrânia, ao lado de painel de Andrea Simioni. Banquetas, da Loja do Bispo. Na parede, acima do aparador, telas com tecidos da Tailândia. À direita, frigobar estampado por Adriana Barra, em série numerada e esgotada
Foto Lufe Gomes
Sobre o tapete turco, sofás da Ligne Roset revestidos de tecido
de Adriana Barra para a Moroso. Banqueta do Estúdio Glória
com bonecas Blythes, colecionadas pela moradora.
No fundo, geladeira, da Cia Vintage
Adriana Barra, 38 anos. A estilista, a designer de estampas extravagantes e coloridas, o nome, a marca. No trabalho, empresária exigente, que não sorri de graça, que tem dificuldade em aceitar o resultado “quase” perfeito. Na casa onde vive em São Paulo com os filhos, Amèlie, 8 anos, e Aly, 3 e meio, essa mulher tão intensa e cheia de nuances prefere ser Adriana Carvalho Barra, simplesmente. Na prática, significa andar descalça e soltar o cabelo, manter ressalvas ao glamour do mundo fashion, receber pouco, sair pouco, pegar leve. Embora já praticasse isso nas casas anteriores, a mudança para o novo endereço reafirmou um estilo de vida: passar as manhãs dando atenção às crianças antes de elas irem para a escola. Ser mãe um pouco mais. Olhando e-mails de vez em quando, é claro, mas ali, presente.

Escondido em tortuosas ruas do bairro de Perdizes, zona oeste de São Paulo, o sobrado é cercado de natureza. Isso foi primordial na escolha do imóvel. “Não gosto de jardim muito certinho. Deus é o paisagista”, diz a designer. Abraçada por plantas que se mexem ao vento e fazem barulho de selva, a área externa tem piscina, deque, forno de pizza. Dentro de casa, a ampla sala é iluminada por janelas e aberturas, que dão aos raios de sol o papel de holofotes para uma decoração provocante e difícil de definir. Complexa e divertida, talvez, como a própria Adriana. Por todo o espaço há brinquedos, livros, memórias, fotografias, presentes de amigos, pequenas coleções disto e daquilo. Veja tapetes ucranianos pelo chão e tecidos tailandeses nas paredes. Na sala, está a sua mais recente conquista: um sofá da Moroso forrado com a estampa da Tea, see... do!, a linha de decoração da estilista. A grife italiana se encantou com “a moça brasileira” e a contratou, expondo suas criações no Salão do Móvel, realizado em maio, e no showroom da marca, ambos em Milão.

Foto Lufe Gomes
Na sala, onde fica a estante Treme-treme, da Triptyque, destaca-se, no centro, a máquina de escrever, herança de família. Para Adriana, embora a disposição dos objetos pareça aleatória, há um critério para formas, cores e volumes
Passear pelo ninho de Adriana é uma experiência. Para onde olhar primeiro? No fundo da sala, a estante Treme-treme, da Triptyque, guarda marmita indiana, pacote de balas japonesas, globo de espelho, máquina de escrever. Tudo junto. Um caos, aparentemente. Mas não. “Monto cada nicho como se fosse uma colagem, um quadro. Há critério na escolha de formas, cores, volumes. Sou livre para juntar o que eu gosto”, afirma. No andar de cima, onde ficam os três quartos da casa, há mais expressões dos dons visuais da moradora. Na bancada da suíte, por exemplo, duas suntuosas bandejas expõem perfumes e cremes, arrumados de forma plástica, belíssima. Não seria um erro classificar a decoração de Adriana como “colorida”, “estampada”, “vibrante”. Mas a palavra que costura cada pedaço desta casa é outra. Liberdade. Liberdade para assumir paixões, para juntar elementos que parecem não fazer sentido. No terraço, há esteira indígena brasileira sobreposta ao tecido espelhado indiano – a loucura por artesanatos locais já botou a moradora na estrada, mundo afora, em busca de tribos distantes e seus processos criativos. No cabideiro próximo à entrada, bolsas, echarpes, tecidos e cadeira customizada se unem para dar as boas-vindas. “As pessoas têm medo de decorar. Consideram-se leigas naquilo que só cabe a elas. Decoração é um assunto que não deveria ser levado tão a sério”, diz. Dividindo-se entre dar entrevista e assistir à filha brincar com bolhas de sabão, Adriana, numa segunda-feira de manhã, concluiu sem muita enrolação: “Minha escolha, nesta casa, é viver momentos felizes”.

Foto Lufe Gomes
Da esquerda para direita, balde de metal com canetas coloridas na estante Treme-treme. Na sala de jantar, sobre o bufê, porta-objetos Uten.silo, de Dorothee Becker para a Vitra. Próximos da parede da escada, cadeira customizada pelas designers Roxie Duchini e Mariana Foltran e cabideiro com bolsas, echarpes e enfeites. Na foto seguinte, a máquina de costura, garimpada em antiquário, fica no chão, sobre o tapete ucraniano
Foto Lufe Gomes
Vista da sala de jantar para a sala de estar,
com lustre Zettel’z 5, do alemão Ingo Maurer, e,
sobre a lareira, fotografia de Frederic Jean
Foto Lufe Gomes
Conectado à sala, o terraço tem poltrona Shadowy,
de Tord Boontje para a Moroso, tamborete de louça,
da Stiledoc, e banco da Depósito Kariri. No chão, tapetes
indianos e esteiras indígenas. Balanço, da Droog, à
venda na Decameron. No fundo, mandala da Conceito
Firma Casa e vasos da L’Oeil
Foto Lufe Gomes
No jardim, deque com espreguiçadeira, da Conceito Firma Casa. O banco, da Depósito Santa Fé, tem almofadas de tecido tailandês e pufe da L’Oeil. Presas aos galhos, lanternas chinesas de náilon compradas em viagem. À beira da piscina, a moradora mostra o mix de cores das unhas dos pés. Em seguida, painéis revestidos de tecidos Tea, see... do! por Adriana Barra. No fundo, a designer acaricia o golden retriever Cauê
Foto Lufe Gomes
Sob o terraço, área coberta com mesa para oito pessoas.
Pendente, da Kartell. Sobre a mesa, gamela,
da Stiledoc, bowl listrado e cesta, da Conceito Firma Casa.
Da Depósito Santa Fé, mesa e cadeiras forradas com
tecidos Marimekko. No chão, esteiras,
da Coisas da Doris e da Conceito Firma Casa
Foto Lufe Gomes
O quarto de Adriana Barra tem o lustre Birdie’s Nest,
de Ingo Maurer, e telas pintadas pelas artistas
Verena Matzen e Isabelle Tuchband. Na cama, colcha e
capas de travesseiro, da Missoni Home. Sobre o tronco
utilizado como mesa de cabeceira, abajur trazido do Havaí –
a peça é uma das paixões da estilista

Foto Lufe Gomes
Na suíte, as bandejas marroquinas exibem perfumes e cremes. Na foto seguinte, penteadeira e maleta profissional de maquiagem, comprada no bairro da Liberdade, em São Paulo. A seguir, o quarto de Aly, com tapete ucraniano e cama de ferro feita por encomenda. No quarto de Amèlie, dupla função ao beliche: em cima, cama, e embaixo, sofá de leitura. As colchas de ambas as camas foram desenhadas pela estilista
Fonte: Casa e Jardim

Veja essa receita para você fazer com seus filhos...

Não é fácil manter as crianças ocupadas enquanto se prepara um almoço para a família. Mas, como diz o ditado, se não consegue vencer, junte-se a eles. Aqui, uma receita para se divertir desde o preparo até a hora de comer. Tudo com a ajuda e na companhia dos pequenos.


Pode parecer bem mais prático comprar aquela paçoquinha pronta, mas fazer o doce em casa e em família é muito mais divertido e fica muito mais saboroso.
Veja aqui como preparar e chame seus filhos para essa divertida missão...





Ingredientes:
250g de amendoim torrado
200g de biscoito maisena
1 lata de leite condensado
 
Modo de preparo:
Triture o biscoito maisena e o amendoim no processador. Jogue os ingredientes triturados em uma tigela e acrescente o leite condensado. Misture até formar uma massa uniforme. Transfira para uma forma quadrada e aperte bem. Leve à geladeira até firmar, no mínimo 15 minutos. Corte em quadradinhos e guarde em um recipiente fechado.
 
Dicas: Para a criançada participar mais, coloque as bolachas em um saco, feche e deixe que eles triturem com a ajuda das mãos ou rolo de massa - cuidado somente com a força com que os pequenos trituram, pois pode romper o plástico. Use cortadores de biscoito para criar modelos divertidos.



Fonte: GNT