quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Treliça com bandejas, floreiras em cascata e até pérgola. Veja quatro varandas com propostas inusitadas e resultados surpreendentes


Fotos Pedro Abude
A romã cresce feliz entre bromélias, azulzinhas e ixoras.
Presas por um suporte de ferro, floreiras da Vasarte

NAS ALTURAS

Os proprietários desta cobertura, em Perdizes, São Paulo, queriam um espaço aconchegante e com muitas plantas, mas o tamanho módico de 10,70 m² era um empecilho para a paisagista Susana Udler. A solução foi explorar as paredes, criando um jardim vertical incomum. Para esconder as vigas de concreto, ela usou placas de fibra de coco recheadas de ripsális. A janela lateral, que dá vista ao prédio vizinho, foi substituída por um vidro leitoso e nela foram instaladas floreiras de resina presas a suportes de ferro. As duas fileiras, com seis floreiras cada uma, receberam bromélias fireball, temperos e as suculentas dedo-de-moça e rosa-de-pedra. A jardineira de madeira de demolição em forma de “L” com bromélias, azulzinhas, um pé de romã e ixoras preenche a área correspondente às janelas. Logo abaixo, ficam os bancos-baú com rodízios, que servem para armazenar as ferramentas do jardim.


Fotos Pedro Abude
Piso de cruzetas com tapete de ladrilho hidráulico, da Dalle Piagge. Almofadas com tecidos, da Regatta
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Fotos Pedro Abude
Detalhe do recorte no deque, que recebeu seixos,
da Visual Paisagismo, e da base da pérgola em forma de caixa
SACADA ORIGINAL 

Um lugar para expor orquídeas foi a única exigência da moradora. A paisagista Paula Galbi, em contrapartida, resolveu ir além do pedido ao resgatar um item comum em jardins, mas dificilmente visto em varandas: a pérgola. Sua base, em forma de caixa, foi recheada com heras. A treliça de cumaru serve de apoio para as trepadeiras jasmim-da-índia e lágrima-de-cristo e desce pela parede, dando suporte aos vasos com orquídeas. Graças aos generosos 10 metros de comprimento da varanda em Santo Amaro, São Paulo, 12 vasos de diferentes tamanhos se espalham sem comprometer o espaço, formando uma composição com laranja-kinkan, camélia, jabuticabeira, minigardênia, triális, manacá, lavanda, romã e um pé de café.

Fotos Pedro Abude
Repare no efeito da pérgola de cumaru com as trepadeiras
e o deque da mesma madeira, tudo feito pela Flora e Arte.
Cadeiras da Armando Cerello. Passadeira da By Kamy
Fotos Pedro Abude
Pé de café
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Fotos Pedro Abude
Banco, cadeiras, mesa e sofá da Fernando Jaeger. Vasos da L’Oeil
SALA CHEIA 

A varanda no Campo Belo, São Paulo, deveria ser tropical e propícia para receber os amigos. Partindo disso, a paisagista Juliana Freitas integrou o espaço com a sala e instalou módulos de cumaru, que criam um desenho no piso e cobrem toda a extensão da varanda de 19 m². O nicho onde ficava a pia da churrasqueira foi transformado em um jardim vertical, feito com blocos de cerâmica. “Usei bromélias, samambaias, coluneias e asplênios”, diz Juliana. Para ampliar o verde, a paisagista instalou espelhos nas laterais. Nos vasos de cerâmica vietnamita, bromélias fireball. Do outro lado, ela criou um painel treliçado com bandejinhas, que acomodam pequenos vasos com temperos e podem ser levadas direto para a cozinha. Nas laterais do painel, pau-d’água e alpínia. Logo abaixo, lavanda. Nos vasos vietnamitas, romãs.

Fotos Pedro Abude
A treliça, da Marcenaria Bretas, com vários vasos de tempero.
Seixos de rio revestem as laterais da varanda,
escondendo os ralos
Fotos Pedro Abude
O jardim vertical, feito com blocos de cerâmica da
Green Wall Ceramic, tem irrigação automática e
iluminação especial
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Fotos Pedro Abude
Vasos, da Vasos da Terra. Na foto à dir., ao lado do futon, miniguaimbê
EM VOLUMES

A missão do paisagista Marcelo Bellotto era criar um espaço com plantas, mas que também fosse um prolongamento da sala. Para isso, ele revestiu o guarda-corpo de madeira e criou dois patamares na varanda de 30 m², no Alto de Pinheiros, em São Paulo. O do lado esquerdo, mais alto, se transformou em um espaço para leitura, com futon e revisteiro embutido na marcenaria. Ao lado, uma enorme clúsia de folhas largas traz espadinhas variegadas na base. Já o platô do lado direito, mais baixo, guarda três grandes vasos, com pata-de-elefante e aspargos. O piso de cerâmica foi sobreposto por grandes placas de mármore e o recorte rente ao guarda-corpo foi preenchido com seixos, que servem de apoio para os três vasos com tostão e orquídeas. Ao lado deles, maranta.

Fotos Pedro Abude
A madeira, usada para revestir o guarda-corpo e criar os dois patamares, aqueceu a varanda. Já a mesa, de laca, traz cor ao ambiente
Fonte: Casa e Jardim

Confira 5 dicas para financiar o imóvel com o namorado



Ao comprar a casa própria financiada, dê, pelo menos, 30% do valor do imóvel como entrada para conseguir juros menores. A dica, para os namorados, é que eles dividam meio a meio o valor da entrada.

Vantagens não faltam nos anúncios publicitários dos residenciais: amortização de juros, parcelas baixas, e aprovação rápida da documentação. Ainda assim, colocar tudo na ponta do lápis ainda é a melhor maneira de saber se o negócio vale a pena.
Se você faz parte do clube de quem quer aproveitar o momento para investir na compra de um imóvel financiado com seu namorado, confira cinco dicas para fazer um bom negócio.
Garanta a entrada
Tenha uma reserva de pelo menos 30% do valor total do imóvel para dar de entrada. Desta maneira, você aumenta seu poder de negociação. “Bancos veem a entrada como garantia, dando preferência para este cliente em potencial e com isso reduzem as taxas contratuais. Outra vantagem é a queda no número de parcelas, levando à quitação em menor tempo”, afirma Sandro Maskio, professor do curso de Ciências Econômicas da Universidade Metodista de São Paulo.
Dica para os namorados: o ideal é que cada parte entre com partes iguais, ou seja, 15% para cada um.
Tomada de crédito
Peça sempre para que a simulação de taxas seja feita para crédito imobiliário, já que esse segmento de empréstimo apresenta índice de juros menor do que no empréstimo pessoal, isto porque o próprio imóvel serve como garantia para o banco. De acordo com o professor Sandro Maskio, taxas de até 8,5% ao ano são aceitáveis para fechar a contratação.
Dica para os namorados: tenha calma e paciência para achar a melhor taxa. Comprar um imóvel não é a mesma coisa que escolher um filme no cinema no sábado à noite. Nesse caso, o arrependimento pode custar parcelas mais altas por anos e anos.
Uso do FGTS
O dinheiro acumulado no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) é um bom caminho para quem está sem verba para a entrada. O montante acumulado ainda serve como meio de redução de juros incididos sobre o valor da casa própria. Além disso, a cada dois anos é permitido sacá-lo para amortizar o saldo devedor.
Dica para os namorados: o fundo só pode ser usado durante o financiamento e não caso você compre um apartamento na planta. Até a entrega das chaves, é o casal que deve arcar com a entrada.
De olho nas taxas
No contrato de financiamento são apresentados os índices de correção que determinam o valor das parcelas ao longo dos anos. Normalmente, as alterações são feitas a cada 12 meses, com base no Índice Nacional do Custo da Construção (INCC) ou o Índice Geral de Preço do Mercado (IGP-M). Vale lembrar que no contrato deve constar apenas um índice.
Vale prestar atenção nas taxas não informadas pelos corretores, ou seja, as já embutidas no contrato e, em alguns, casos de maneira irregular, como a de segurança. O chamado Custo Efetivo Total inclui seguro e serviços da administração bancária. “Leigos não sabem diferenciar determinadas informações de contrato, por isso devem consultar o advogado que indicará se o negócio é vantajoso ou não”, lembra Ana Carolina Bernardes, diretora da Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (AMSPA).
Dica para os namorados: em vez de ficar dando beijinhos na hora de fechar o contrato, vale consultar um advogado ou um especialista na área para não se deixar enganar.
Documentação
O financiamento da casa própria ganhará velocidade com a entrega da documentação completa exigida. Por isso, mantenha em ordem: RG, CPF, comprovante de estado civil, comprovante de rendimentos, certidão conjunta negativa de débitos relativos a tributos federais, dívida ativa da União e carteira de trabalho. Também será solicitado o preenchimento de fichas com informações pessoais e de renda. Sendo aprovados os dados, o cliente deve apresentar documentos exigidos pelo banco para anexar junto à carta de crédito.
Dica para os namorados: é preciso apresentar documentos dos dois, já que é imprescindível que o contrato de compra seja feito no nome dos dois para evitar possíveis problemas futuros.

Fonte: Central Estratégica

Arte com copos descartáveis de café vira exposição


Uma descolada instalação feita com copos de papel descartáveis, criada pela norte-americana Gwyneth Leech, chama a atenção dos moradores de Nova York, nos Estados Unidos, para os hábitos do cotidiano. A artista, depois de tomar seu habitual cafezinho, todos os dias, lava o copo, anota a data, o local e tipo da bebida que consumiu no fundo do recipiente e, depois, cria incríveis desenhos com canetas de ponta porosa. Intitulada Hypergraphia, o trabalho de Gwyneth esteve em cartaz até o mês passado na galeria Flatiron Prow Art Space, em Nova York. Veja as imagens.





Fonte: Casa e Jardim

Você sabia que preocupações fazem cérebro de mulheres trabalhar mais?



Cérebros ansiosos
Os cérebros das mulheres ansiosas e preocupadas trabalham muito mais intensamente do que os cérebros de homens ansiosos e preocupados.
Os pesquisadores afirmam que isso pode ajudar a explicar o surgimento de desordens de ansiedade em mulheres jovens, que incluem o transtorno obsessivo compulsivo ou a ansiedade generalizada.
"É mais uma peça no quebra-cabeças que é a busca de descobrir por que as mulheres em geral têm mais desordens de ansiedade," disse o Dr. Jason Moser, da Universidade do Estado de Michigan (EUA).
Preocupação atrapalha
Enquanto participavam dos testes, o cérebro dos participantes - 79 mulheres e 70 homens - era monitorado em tempo real.
O cérebro das mulheres que se auto-intitularam previamente como "ansiosas" ou "muito preocupadas" apresentou uma atividade muito mais elevada quando elas cometiam erros na tarefa.
O efeito não foi verificado nas demais mulheres e nem nos homens.
Embora as mulheres preocupadas tenham apresentado um rendimento nas tarefas similares aos homens preocupados, seu rendimento piorou de acordo com a dificuldade da tarefa.
E seus cérebros apresentaram uma atividade muito mais elevada, sugerindo que a preocupação atrapalhou o desempenho das tarefas.
Estrogênio e dopamina
"O cérebro das garotas ansiosas teve que trabalhar mais duro para fazer as tarefas porque elas tinham sua atenção dividida entre pensamentos e preocupações," disse Moser.
"Por causa disso, seus cérebros se esgotaram por pensar tanto, o que pode indicar que elas terão problemas na escola. Nós já sabemos que crianças ansiosas - especialmente meninas ansiosas - têm mais dificuldades em algumas matérias, como a matemática," disse o pesquisador.
Agora a equipe planeja estudar se o estrogênio, um hormônio preponderante nas mulheres, pode ser o responsável pela maior resposta cerebral feminina.
O estrogênio afeta a liberação da dopamina, um neurotransmissor geralmente associado com o aprendizado e o processamento de erros na parte frontal do cérebro.
Fonte: Diário da Saúde

terça-feira, 31 de julho de 2012

Seguir as normas evita prejuízos...


Cumprimento de normas da construção civil evita dores de cabeça com a fiscalização e embargo na obra.


Quando o assunto é construir ou reformar, é comum surgir uma série de dúvidas sobre os trâmites legais a serem observados na hora de concretizar o sonho da casa própria ou de investir em um empreendimento comercial.
Quem já se aventurou por essa seara, reconhece que somente seguindo os caminhos da burocracia é possível evitar dores de cabeça junto aos órgãos públicos responsáveis pela fiscalização e regularização do imóvel.
O engenheiro civil e gerente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR), em Maringá, Hélio Xavier da Silva Filho, diz que a primeira e fundamental recomendação é contratar o serviço de um engenheiro civil, devidamente credenciado pelo Crea, para ser responsável técnico pela obra.
“É importante ressaltar que a contratação não pode ser vista como um custo, mas como uma opção inteligente do proprietário, pois este profissional buscará as melhores soluções técnico-financeiras para a execução do projeto, prezando sempre pela segurança da obra e de quem trabalha nela”, ressalta.
De acordo com a engenheira de Segurança do Trabalho do Serviço Social do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Noroeste do Paraná (Seconci-NOR/PR), Mariana Martins Pedrão, as normas existem para serem cumpridas, principalmente, no que se refere à mão de obra.
Ela alerta que todos os operários, “obrigatoriamente”, devem trabalhar com registro na carteira de trabalho.
Mariana esclarece ainda que existem acordos e normas estabelecidos em convenção coletiva de trabalho, que garantem a prestação de serviços sociais aos trabalhadores, obrigando as empresas de fornecerem assistência médica e odontológica gratuita a colaboradores.
Ela avalia ser impossível afirmar que exista 100% de regularidade nos canteiros de obras.
“É preciso reforçar, no entanto, que quanto mais as normas regulamentadoras (NR) forem cumpridas, menos problemas o responsável pela obra terá para resolver”, acrescenta.
A engenheira do Seconci e o gerente do Crea comentam ainda que para pequenas reformas como pintura, troca de louça sanitária, da pia de cozinha, substituição de interruptores e torneiras, não é preciso contratar um responsável técnico.
Já para alterações em paredes e nas estruturas, é preciso buscar a ajuda de um profissional do gênero e seguir a tramitação para que a obra não seja embargada, mesmo que se trate de um “puxadinho” no quintal de casa.

Fonte: Central Estratégica