segunda-feira, 30 de julho de 2012

Foi-se o tempo em que o local de trabalho deveria ser sério e com divisórias. Veja 5 maneiras de ter seu ambiente descontraído e charmoso

As arquitetas Nicole Sztokfisz e Debora Racy

NICOLE SZTOKFISZ E DEBORA RACY

A sede da Arquitetura Paralela, das arquitetas Nicole Sztokfisz e Debora Racy, fica em um prédio antigo, de poucos andares, em uma rua tranquila de Moema. O piso de madeira e a parede de tijolos aparentes deixam o clima ainda mais aconchegante. “Quando montamos o escritório, nós ainda não tínhamos nossas próprias casas, então aqui foi a primeira vez que pudemos decorar algo nosso. No começo, parecia que estávamos brincando de casinha”, conta Nicole. “Queríamos uma decoração mais informal, sem aquela cara corporativa. Fomos arrumando aos poucos, misturando peças modernas com outras antigas”, diz Debora.

 

Os antigos azulejos foram retirados, dando um ar
industrial ao banheiro. Luminária da Micasa
Prática, a estante foi feita com uma porta cortada ao meio,
apoiada sobre blocos intertravados de concreto,
usados para fazer calçadas. Grafite de Os Diplomatas.
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O paisagista Alex Hanazaki

ALEX HANAZAKI

Quem entra nesta casinha de vila com fachada tímida, no bairro de Pinheiros, nem imagina que vai se deparar com um charmoso jardim. O quintal, onde havia somente uma edícula, foi transformado em escritório há sete anos, pelo paisagista Alex Hanazaki. Como não podia deixar de ser, as plantas são o ponto alto do projeto e estão presentes até na sala de trabalho do paisagista. “Precisava de um ambiente que tivesse a minha cara e que deixasse os clientes à vontade”, diz Alex. 

O quintal vazio deu lugar a um jardim e à sala de
trabalho do paisagista. Deque de madeira, da Projeto Decor.
Iluminação, da La Lampe. Piso interno, Aroeira Decor.
Repare nas diferentes divisórias desta estante:
as ripas de madeira, com metade da altura de cada nicho,
aparecem ora em cima, ora embaixo, acomodando livros
e fichários, além de objetos.
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As irmãs Carol e Fernanda Lovisaro

CAROL E FERNANDA LOVISARO 
Apesar de ficar em um prédio comercial em Higienópolis, o escritório das irmãs Carol e Fernanda Lovisaro em nada lembra um ambiente corporativo. “Quis um prédio comercial, por causa da segurança, mas fazia questão do clima de casa”, conta Carol, que é designer de interiores e artista plástica. Fernanda é arquiteta.
A sensação é atingida com a cozinha integrada, os vasos pendurados perto da janela e a parede verde próxima do lavabo, feita com plantas artificiais. “Vale usar, no mínimo, uns três ou quatro tipos de plantas para dar mais movimento”, acrescenta Carol. 

Uma solução fácil e barata deu vida ao corredor que leva
ao lavabo: na parede verde, as plantas artificiais
estão presas a uma tela de galinheiro. Os espelhos,
na parede oposta e na porta, ampliam o efeito.
Elas precisavam de bastante espaço para guardar documentos
e amostras. Executada pela Arte J Marcenaria, a
estante armazena todos os objetos e ainda serve de
divisória para a sala de reuniões. Luminária da Kartell.
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A designer de interiores Erika Karpuk

ERIKA KARPUK 
A fachada charmosa de uma casa construída em 1915 chamou a atenção da designer de interiores Erika Karpuk. Ela havia acabado de se mudar para Santo André e estava à procura de um escritório. “Não fazia sentido alugar uma sala em um prédio comercial, com janelas de alumínio. A casinha estava alugada para uma cabeleireira, mas me apaixonei pelo lugar. Ela acabou liberando o imóvel logo depois e me ligou para avisar”, conta. Após uma grande restauração, a construção ficou ainda mais bonita e esbanja nostalgia.

A sala de trabalho ganhou ar moderno com a pintura preta
e os detalhes em amarelo do spray Colorgin.
Objetos da Archiforma. Piso de peroba- rosa
original da construção.
Na parede da sala, os tijolos receberam uma
camada de tinta branca. Os pendentes da Trans-Elétrica
destacam o pé-direito alto. Repare na mesa feita com
palete e rodízios. Vasos da Presentes Rodriguez. Objetos
da Archiforma.
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A paisagista Claudia Muñoz e o arquiteto Renato Mendonça

CLAUDIA MUÑOZ

A paisagista Claudia Muñoz divide escritório com o arquiteto Fernando Figoli há cinco anos. Antes da interferência da dupla, a casinha no bairro da Vila Olímpia estava detonada. “Tivemos de reformar tudo. A minha sala fica onde funcionava a cozinha e só tinha uma janela”, conta Claudia. Para aumentar a claridade do espaço, ela criou uma segunda abertura, que acaba servindo de apoio para objetos de decoração. A maioria veio do Chile, sua terra natal. “Quero ter por perto coisas de que eu gosto, para me inspirar. Acho que o escritório tem de refletir quem você é e o que você faz.” Na foto com Claudia, o arquiteto Renato Mendonça, que trabalha com os dois profissionais. 

A falta de quintal não foi um impedimento: blocos de cimento
empilhados próximos à janela apoiam vasos de plantas.
No fundo, o banco comprado em Embu é um convite
para relaxar.
Livros e objetos de decoração ficam apoiados na nova janela.
Através dela, é possível ver o poema do alemão
Rainer Rilke que Claudia pintou no muro. Bicicleta da L’Oeil.
Na cozinha, o charme fica por conta da bandeja de madeira com tapete de grama sintética.


Fonte: Casa e Jardim

Frutas, verduras e legumes: segredos para comprar e conservar



A busca por uma vida mais saudável, muitas vezes, esbarra em um dilema na hora de ir às compras: como evitar o desperdício de frutas, verduras e legumes ao longo da semana? A chef Renata Cruz, do restaurante Amici, de São Paulo, traz dicas preciosas para ajudar a comprar, escolher e conservar estas fontes de nutrientes tão essenciais à nossa alimentação.


Compras inteligentes
De acordo com a chef, o ideal é fazer compras duas vezes por semana e levar uma quantidade menor de alimentos para casa. “Se não for possível, é importante se planejar para consumir antes o que estraga mais rápido. Para as frutas, por exemplo, é melhor comer primeiro a manga e o pêssego e deixar a banana e a maçã para depois”, assinala.




No caso de frutas e legumes, também é necessário ficar de olho no estado do que vai ser colocado no carrinho. “O melhor é comprar do verdinho para o maduro, já que o objetivo é consumir ainda naquela semana”, diz Renata. Se estiverem em boas condições, as verduras têm duração média de sete dias.



Outra dica da chef é optar sempre pelos alimentos da estação. “A sazonalidade é sempre importante, até por uma questão de sabor. O morango, por exemplo, é muito mais gostoso e tem menos agrotóxicos se for consumido na época certa”, afirma.



Na fruteira ou na geladeira?
Conservar adequadamente os alimentos é fundamental para assegurar a maior durabilidade possível. Segundo Renata, frutas e legumes prontos para o consumo podem ser guardados direto na geladeira, enquanto o que ainda estiver em processo de amadurecimento deve ficar do lado de fora. “Já para as folhas, o indicado é passar na centrífuga após a lavagem para tirar a água e guardar em uma embalagem não muito apertada. E com uma toalha de papel embaixo para reduzir a umidade”, explica.



Uma boa opção para quem tem dificuldades para ir ao mercado periodicamente é o congelamento de frutas e legumes. “Antes de levar à geladeira, é preciso separar as porções que serão descongeladas posteriormente. Em seguida, um banho na água quente ajuda a evitar o escurecimento. Após congelar, você consegue conservar os alimentos de 20 dias a um mês”, garante.




Criatividade contra o desperdício
O tempo passou e as suas compras já não têm aspecto de frescas? Dependendo do caso, ainda é possível evitar a lixeira. “Ao cozinhar os alimentos, você ganha mais três dias na geladeira”, lembra Renata. Com boa vontade e imaginação, você cria um belo prato e diminui as perdas. “Uma banana pode virar um doce, uma berinjela pode se transformar em uma compota. Basta ter bom senso e sensibilidade”, completa.


Fonte: GNT

Carro de verdade vira prateleira na cozinha





Se você faz parte do grupo de apaixonados por carros– e tem um bom espaço sobrando na sua cozinha –, vai gostar da ideia do escritório de arquitetura holandês Denieuwegeneratie. Os arquitetos colocaram um Jaguar de verdade, inclinado a 90º (com a parte de baixo encostada na parede), no ambiente. Ali, oautomóvel ganhou uma nova função: virouprateleira. E as ideias inusitadas deste projeto não param por aí... 


Ainda na cozinha da casa, localizada nas proximidades de uma reserva natural, na Holanda, um outro detalhe chama atenção: o tampo de madeira da mesa é apoiado por quatro lixeiras, dessas comuns, que costumamos ver em espaços públicos. O lustre da sala de jantar é formado por várias xícaras. Já a escadinha que liga o living à área da cozinha é feita de pranchas de skate, pintadas de branco. 


BELEZA OCULTA E SUSTENTÁVEL 
Além desses detalhes originais no interior, a casa tem um projeto de arquitetura que também foge do comum. Para começar, a construção fica quase escondida para quem a vê de fora e não interfere na paisagem em que está inserida. Isso porque ela é subterrânea. A única parte que fica acima do nível do solo tem o telhado coberto de neve e possui grandes janelas de vidro, para a entrada da luz e da ventilação natural. 

Painéis fotovoltáicos captam a luz e o calor solar, que alimenta a casa, construída para depender da menor quantidade de energia possível. Um carro elétrico pode ser abastecido com a quantidade que é gerada e não utilizada pelos moradores. Confira mais fotos do projeto:










Fonte: Casa e Jardim

Olha que delícia: Crocante de banana e chocolate branco com calda de caramelo




Crumble é uma sobremesa bem inglesa, geralmente feita de maçã. Mas, para dar aquela abrasileirada, além de chamar de crocante, eu resolvi trocar a maçã pela banana”, explica Rita Lobo sobre a receita de crocante de banana e chocolate branco com calda de caramelo. Para um jantar especial, o crocante de banana, além de ser muito fácil de fazer, seduz seu convidado pelo estômago. 
Para o crocante de banana e o recheio:
Ingredientes:
6 bananas-prata
100g de chocolate branco
½  xícara (chá) de suco de laranja
Manteiga para untar

Modo de preparo:
Preaqueça o forno a 180ºC (temperatura média). Unte uma forma refratária com manteiga. Descasque e fatie as bananas em rodelas grossas. Numa tábua, pique grosso o chocolate branco. No refratário, espalhe as rodelas de banana, o chocolate branco e regue com o suco de laranja. Misture bem e reserve.



Para massa:
Ingredientes:
1 xícara (chá) de farinha de trigo
6 colheres (sopa) de açúcar mascavo
½ xícara (chá) de aveia em flocos
100g de manteiga gelada
¼ de colher (chá) de fermento em pó
1 pitada generosa de sal

Modo de preparo:
Numa tigela, junte a farinha de trigo, a aveia em flocos, o fermento em pó e o sal. Misture bem. Corte a manteiga em cubos de cerca de 1cm e junte 100g com a farinha. Com as pontas dos dedos, misture apenas até formar uma farofa grossa. Quanto mais inteira ficar a manteiga, mais crocante ficará a massa. Transfira a farofa grossa para o refratário com a banana reservada, formando uma camada uniforme, e salpique os 10g de cubos de manteiga reservados. Pressione ligeiramente e leve ao forno para assar por 50 minutos, até dourar. Sirva quente ou à temperatura ambiente. Além da calda de caramelo, sirva à parte creme de leite fresco batido no ponto chantilly. Para isso, basta bater na batedeira 500ml de creme de leite fresco, sem açúcar, até encorpar.


Para a calda de caramelo:
Ingredientes:
1 xícara (chá) de açúcar
½ xícara (chá) de água
200 g de creme de leite de caixinha

Modo de preparo:
Numa panela, junte o açúcar com a água e misture com o dedo indicador, até dissolver. Cuide para o açúcar não grudar nas laterais da panela.  Leve ao fogo médio e deixe cozinhar, sem mexer, por cerca de 10 minutos, até que fique com uma coloração âmbar. Desligue o fogo e, com cuidado para não se queimar, junte o creme de leite. Mexa vigorosamente com um batedor de arame.  Sirva à parte, com o crocante de banana.

Fonte: GNT

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Um gazebo que serve como estufa ou toldos para barrar o vento são algumas das soluções para curtir o jardim no inverno. Veja algumas dicas...


Fotos Renato Corradi
Geometricamente posicionados, fogo de chão e bancos criam um canto de estar no jardim. Eles têm 3,50 m e 3,60 m por 0,70 m e nas extremidades abrigam exemplares da cereja-do-rio-grande (1). Ainda sobre um deles, manta do Empório Beraldin e copo de cerâmica da Manufato. Ao redor do fogo de chão, maciços de alho-social (2) acrescentam verde, sem ultrapassar a sua altura
Perto do fogo

Quando a temperatura do termômetro cai, o jardim é mais uma alternativa para os moradores curtirem esta casa em Campinas, interior de São Paulo. Para aquecer a área, um fogo de chão foi instalado em uma das extremidades do jardim. Lá, o paisagista Alexandre Furcolin incluiu dois bancos de pínus de reflorestamento e tumbérgia-azul-arbustiva logo atrás, como um encosto: “Ela foi usada para deixar o banco mais aconchegante e para o muro de arrimo não ficar tão alto e imponente. Faz o mesmo papel à frente da cerca de madeira”, diz o paisagista. O ar rústico do jardim foi garantido pelo uso de materiais naturais, como a madeira dos bancos e cercas, as pedras granito rosado do muro de arrimo e o bambu da pérgola. Esta última segue a linha de madeiramento do telhado, ampliando a varanda. O forro de bambu pode ser deslocado de um lado para o outro pela estrutura de ferro oxidado da pérgola, assim o sol entra em toda a área. Ao final dela, um espelho d’água tem vasos com papiros, de onde escorre a água que sai pelas bicas. “Eles são pontos focais na varanda. O movimento da água atrai os convidados”, finaliza Alexandre. 
Fotos Renato Corradi
Para ir direto ao jardim, basta seguir as brácteas avermelhadas do camarão-vermelho (3) que enchem o corredor lateral

Fotos Renato Corradi
Em frente à sala, a pérgola com estrutura de aço oxidado termina em um espelho d’água com papiros (4) em vasos imersos. Ao acionar as bicas, a água escorre por eles. Vale saber: o forro de bambu se desloca ao longo da pérgola


Este jardim é perfeito para o inverno, porque tem:

Fogo de chão para queimar a lenha e usar até altas horas no inverno.
Pérgola que pode ser transferida de acordo com a posição do sol. Você esquenta a varanda e pode cobri-la quando o sol se põe.
 
Fotos Renato Corradi
O banco, da Via Vila, ganhou manta de tricô e almofadas do Empório
Beraldin. Os tamboretes, da L’Oeil, são resgatados pelas visitas
nos dias em que a área está cheia. O vaso com forração de
hera-inglesa (1) abriga uma palmeira-fênix (2)


Estufa tropical
Bananeiras de diferentes alturas conduzem os visitantes direto para a área mais utilizada desta casa no Ibirapuera, em São Paulo. O gazebo, projeto da arquiteta Beatriz Dutra, foi construído no fundo do terreno, e une a sala de TV e a cozinha gourmet ao restante da casa, sem que os moradores tenham de passar por áreas abertas. O conforto térmico foi estendido às plantas. Palmeiras-fênix, estrelítzias e bromélias pontuam os quatro cantos do gazebo. As espécies tropicais, eleitas pela paisagista Claudia Regina, da La Calle Florida, resistem ao sol intenso do verão e, no inverno, ficam protegidas pelo vidro, que funciona como uma estufa. Ao fundo, no outro corredor, um painel de samambaias reduz a visão da casa vizinha. Ele é continuado por uma pérgola de dormentes tomada por lanterninhas-japonesas, que protege a área de intempéries.


Fotos Renato Corradi
A vegetação dentro do gazebo se confunde com o jardim do corredor, o que dá a sensação de profundidade à área fechada. O lustre de ferro, da MVM, torna o espaço mais aconchegante. Vasos de cimento da La Calle Florida
Fotos Renato Corradi
Dormentes posicionados em “L” ao contrário criam uma pérgola que percorre toda a circulação lateral. Lanterninhas-japonesas (3) escalam a madeira, criando um túnel verde. Em primeiro plano, a folhagem da samambaia (4) toma a parede e vira plano de fundo para o gazebo

Este jardim é perfeito para o inverno, porque tem: 
Vidro acima da pérgola, que mantém a área aque-cida por mais tempo.
Por ser fechado nas laterais, o gazebo impede que o vento atrapalhe os instantes no jardim. 
Fotos Renato Corradi
Paixão da moradora, as orquídeas ficam em um canto reservado no
corredor, entre camélias. Repare que até mesmo elas contam com uma
tela de proteção contra o frio – item necessário quando expostas
em áreas abertas
Flores fora de época

O corredor cheio de espécies arbustivas, como camélias, magnólias, gardênias e érica-japonesa fica repleto de flores quando chega o inverno nesta casa, no bairro Cidade Jardim, em São Paulo. Como a intenção era ter flores, mas a arquitetura não permitia o uso de plantas tropicais, o paisagista Rodrigo Oliveira apostou em espécies exóticas: “Essas plantas florescem no hemisfério norte durante a primavera e o verão, mas aqui a temporada de flores começa agora”, diz. Escondido entre camélias rosa, um orquidário abriga mais de 30 variedades. Mas só consegue ver esse canto quem percorre o corredor de pedriscos, que estrategicamente substitui a grama por conta das poucas horas de sol na área. Como a moradora adora plantas, a varanda é uma extensão do jardim, um lugar para ficar até mesmo no friozinho. Ao longo de toda a área foram previstos toldos laterais, que, quando fechados, barram o vento. Para reduzir a visão deles, a trepadeira jasmim-italiano corre ao longo das colunas. De lá, dá para acompanhar o desenvolvimento da vegetação, com diferentes alturas, texturas e tons de verde.
 
Fotos Renato Corradi
O corredor traz érica-japonesa (1), à esq., escolhida pela cor da florada e textura das folhas, seguida por magnólia (2), à dir. Ainda na área aparece, mais ao fundo, camélia rosa (3)
Fotos Renato Corradi
Da varanda, a vista do jardim, repleto de espécies que florescem nesta época. Quando o frio chega, basta descer o toldo, que em breve nem será notado com a escalada do jasmim-italiano (4)


Este jardim é perfeito para o inverno, porque tem: Toldos transparentes, que fecham as laterais da varanda para possa se aproveitada nos dias frios.
Plantas exóticas que florescem nesta estação, trazendo mais atrativos para a área.

Fonte: Casa e Jardim