quinta-feira, 26 de julho de 2012

Você sabia que a carne vermelha não é considerada mais um vilão na alimentação?



Foi-se o tempo em que a carne vermelha era considerada prejudicial à saúde. Agora ela não só pode como deve fazer parte do seu cardápio!

A carne vermelha faz bem ou mal à saúde? Essa é uma das mais polêmicas discussões de quem se preocupa com a alimentação saudável. Até pouco tempo atrás este alimento foi parar no banco dos réus por sua relação com o desenvolvimento de doenças do coração. Felizmente, a ciência comprovou que o consumo proporciona benefícios à saúde. Entenda agora por que você não precisa mais abrir mão do delicioso churrasco do fim de semana:

Antes, ela era vilã...

... porque há alguns anos pesquisas demonstraram maior incidência de doenças do coração em populações que comiam muita carne vermelha, fonte de gorduras saturadas. Esse tipo de gordura realmente pode se acumular nas artérias e desencadear doenças cardiovasculares e aumentar os índices de colesterol ruim (LDL). Por isso, ela passou a ser a “inimiga do coração" e foi abolida do cardápio de muita gente.

Mas agora se sabe...
... que o risco de desenvolver doenças cardiovasculares está mais associado ao consumo exagerado – dentro dos limites não há riscos. Para evitar o problema, consuma a carne vermelha três vezes por semana, intercalando com carne de frango e peixe. E dê preferência aos cortes magros, como o filé mignon, o lagarto e a alcatra. Por outro lado, a carne vermelha traz diversos benefícios à saúde, pois é rica em nutrientes, como o ferro, mineral que realiza (juntamente com a hemoglobina) o transporte de oxigênio celular. E possui vitamina B12, que atua principalmente nas células do intestino, do tecido nervoso e da medula óssea. Muitos desses nutrientes não se encontram facilmente em outros alimentos. A carência leva à anemia e a problemas de crescimento. 

 

Fonte: Vida Saudável

Fotos do Facebook refletem diferenças culturais inconscientes


Minha face no Facebook
Para milhões de usuários do Facebook, selecionar qual foto colocar em seu perfil é uma decisão muito importante.
E muito reveladora, afirmam cientistas da Universidade do Texas (EUA).
Segundo eles a escolha da foto reflete, de forma mais óbvia, preferências individuais não muito difíceis de deduzir.
Contudo, a foto também reflete valores profundamente arraigados, na verdade, diferenças culturais inconscientes.
O indivíduo e o todo
Estudos já demonstraram exaustivamente como a cultura afeta a forma como vemos o mundo e processamos as informações.
Por exemplo, as culturas ocidentais condicionam as pessoas a pensarem sobre si mesmas como entidades altamente independentes, focando no indivíduo, enquanto as culturas orientais ressaltam o coletivismo e a interdependência.
Isto resulta em que, em experimentos nos quais as pessoas observam quadros com paisagens, os ocidentais tendem a focar mais nos objetos centrais ou em rostos do que no ambiente em geral. Os asiáticos, por outro lado, tendem a focar no contexto e na paisagem global de uma cena.
A Dra. Denise Park e seus colegas decidiram colocar essas teorias à prova analisando fotos de usuários do Facebook dos EUA e da Ásia.



De fato, os perfis dos norte-americanos têm preferencialmente fotos com o rosto da pessoa, enquanto as fotos que ilustram o perfil dos asiáticos incluem um cenário de fundo, geralmente uma paisagem agradável.
Os ocidentais também apresentam sorrisos muito mais intensos do que os orientais.
Influências culturais
Os resultados confirmam as diferenças marcantes no foco de atenção entre ocidentais e orientais.
Segundo os pesquisadores, isto realça conclusões anteriores de que, ao olhar para uma cena, orientais e ocidentais percebem coisas diferentes, uns se concentrando no detalhe - a individualidade - e outros se concentrado no todo - a cena.
E o estudo também revelou os efeitos das influências culturais: tanto orientais que estudavam nos EUA, quanto norte-americanos estudando em Taiwan, mostraram uma tendência para ajustar seus perfis, inserindo fotos mais de acordo com as preferências culturais do país de destino.

Fonte: Diário da Saúde

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Estreito ou largo, o caminho precisa ser prazeroso. Por isso colocamos alguns projetos paisagísticos que revelam isso...


Fotos Renato Corradi
Corredor revigorante 

É neste corredor de seu escritório na Vila Olímpia, em São Paulo, com 6,40 m de comprimento e 1,35 m de largura, que a paisagista Claudia Muñoz recupera suas plantas. Como recebe boa parte do sol da manhã, o cantinho oferece condições às espécies debilitadas. Os vasos maiores ficam permanentes na área,que tem piso cerâmico da Mazza. eles trazem fícus (1), jasmim-amarelo (2), azaleia em bola (3) e ácer (4). A maioria está disposta em recipientes de cerâmica,mas um dos fícus permanece em um cesto de palha. “em ambiente externo, ele não dura mais do que quatro meses”, avisa Claudia. entre as plantas que fazem rodízio por lá veem - se orquídeas (5), cactos (6), minivasos de azaleia (7) e rosa (8) e uma palmeira - de - madagascar (9). Para ajeitar os pequenos vasos, Claudia reaproveitou os blocos de cimento de uma obra e criou uma bancada (na pág. ao lado). Acima dela, pintou a frase de Voltaire: “É preciso cultivar nossos jardins”, em francês. A paisagista coleciona vasos, ferramentas, pratos e tudo o que diz respeito à jardinagem. Parte disso é organizada no corredor. É, como ela diz, seu “depósito arrumado”. O cantinho estreito convence os clientes a ter verde mesmo em áreas pequenas. “Como moro em um apartamento sem varanda,meu jardim é este corredor”, afirma. 
Fotos Renato Corradi
Galeria com bossa 
O caminho sinuoso de granilite avisa que este corredor, na Pompeia, em São Paulo, com 17 m de extensão e 1,20 m de largura, foi projetado para incitar o olhar. A começar pela paleta de cores–proposta pelo arquiteto Caio Marin, da Vista Urbana Arquitetos Associados –, a experiência visual é diferente a cada passo. A paisagista Susana Bandeira, da Maria Flor Paisagismo, elegeu plantas de meia-sombra, pois o sol é limitado por um enorme muro. Na entrada, um maciço de nandinas (1) traz sorte, segundo crença japonesa, para os quatro cantos da casa. A planta, que muda a coloração verde para um tom avermelhado no outono e no inverno, tem frutos esféricos que atraem pássaros. Logo após, o muro é preenchido pelas trepadeiras jasmim-estrela (2) e ipomeia-rubra (3). Esta última foi planta da em uma área com apenas 15 cm de canteiro, o suficiente para que possa crescer e fazer a função de jardim vertical. Detalhe: seu tempo de floração é grande, assim o jardim permanece florido a maior parte das estações. Do lado oposto, clorofitos (4) dão movimento e luz ao caminhos em ocupar espaço. “Tomei o cuidado de escolher espécies que,como passar do tempo, não fiquem muito maiores para não oprimir quem passa pela área”, afirma Susana. 
Fotos Renato Corradi
Caminho permeável

Para compensar a entrada coberta por mosaico português, os paisagistas Caterina Poli e Sergio Menon, da Grama & Flor Paisagismo, projetaram um corredor permeável para acessar a área de lazer desta casa no Morumbi,em São Paulo. Os cacos de pedra quartzito são tomé, da A. Pelucio, foram assentados em camadas: primeiro de areia, depois manta de poliéster. Os vãos entre eles receberam pedriscos. A disposição do piso deu um ar descontraído à área de 18 m de comprimento e 3,50 m de largura. De um lado, maciços de gengibre-azul (1) correm por toda a fachada até a amoreira (2). Do outro, as espécies mudam em intervalos menores: íris (3), manacá-de-cheiro (4), hibisco variegado (5) e pau-brasil (6). “Optamos por espécies com florações roxas, assim o jardim ganha uma unidade, mesmo com texturas e volumes variados”, diz Caterina.
Fotos Renato Corradi

Fotos Renato Corradi
Disfarce com o painel

O muro baixo e a vista pouco atraente da casa vizinha motivaram a designer de jardim Caroline Saccab Haddad Zakka, da Secret Garden, a cobrir a parede deste corredor, em São Paulo,com um painel ripado de peroba-rosa. A peça, que percorre 10 m de comprimento, ganhou aberturas para a disposição de plantas. “Usei duas fileiras de ripsális (1) incrustados em xaxim e, no final do painel, em frente à varanda, alguns exemplares da mesma espécie misturados a orquídeas (2)”, diz Caroline. Logo abaixo do quadro verde, o piso de limestone é interrompido por uma fileira de seixos para o escoamento de água. A profissional usou jardineiras com clúsia (3) para aumentar a altura do painel sem sobrecarregar o seu visual. “A clúsia precisa de pouca água. Aqui ela fica por conta da chuva”, diz. Do lado oposto, acerca viva de viburno (4) é mantida podada na altura da janela. Tanto quem passeia pelo corredor com 2,35 m de largura como quem o avista da janela interage como verde que une a área de serviço e garagem ao lazer. 
Fotos Renato Corradi
Passeio com barulhinho 
Exatamente 25 m separam a entrada desta casa, no Alto de Pinheiros, em São Paulo, da área de lazer. Para tornar a longa caminhada atraente, os paisagistas Caterina Poli e Sergio Menon, da Grama & Flor, idealizaram um piso com desenho geométrico. Ora mosaico português, ora grama, o traçado com quadrados e retângulos em zigue-zague tira proveito dos 3,30 m de largura da área. Paralelamente ao piso, a vegetação cria volumes do lado da casa com os exemplares de viburno (1) e jasmim-do-imperador (2). Não fosse o barulho de água, a fonte seriaumadas surpresas pelo caminho, tamanha a variedade de vegetação que a esconde.tembuxinho (3) de cerca viva, vasos de fícus argentino (4) nas extremidades e ipomeia-rosa (5) na parede, cobrindo parcialmente as bicas. Ao longo do caminho ainda aparecem murtas (6),uma laranja-kinkan imperial (7) e um resedá (8). 
Fotos Renato Corradi
Cara de jardim

Ligação
 entre área de serviço e lazer, a circulação de 8,60 m de comprimento e 2,20 m de largura não deveria parecer um caminho, e sim um jardim nesta casa, no Brooklin, em São Paulo. em vez de pisadas, o paisagista Marcelo Bellotto usou pedriscos entre a vegetação. “eles permitem um desenho sinuoso, que não compromete a passagem e torna o jardim mais elegante”, diz Bellotto. Para criar contraste, a grama-preta (1) forra o lado dedicado às plantas. são elas: íris - da - praia (2) e medilina (3) no vaso da Vasos da terra. Do lado oposto, um bambu –mossô (4) escultórico dá movimento à área. Ao fundo, leia -rubra (5). 





Fonte: Casa e Jardim

Exercícios físicos: hormônio pode ser a chave para motivação


Você anda desmotivada para frequentar a academia? Cientistas da Universidade de Zurique, na Suíça, descobriram um hormônio que pode dar uma forcinha para quem tem dificuldade em praticar exercícios. De acordo com os pesquisadores, níveis elevados de eritropoetina fizeram com que ratos corressem mais rápido. 



Substância melhora o humor
Os cientistas acreditam que a substância tenha efeito benéfico sobre o humor, melhorando a qualidade de vida de quem sofre de depressão e doenças associadas. Essa característica do hormônio também poderia ajudar pacientes cujo exercício é capaz de amenizar sintomas, como portadores de Alzheimer. 

Publicado no FASEB Journal, o estudo comparou ratos que receberam o hormônio eritropoetina humano, outros que foram geneticamente modificados para produzir a susbtância e ainda um grupo controle, que não recebeu nenhum tipo de tratamento. Os cientistas verificaram que os ratinhos que apresentaram mais eritropoetina no sangue foram capazes de correr mais rápido e por mais tempo, quando comparados ao grupo que não sofreu intervenções.



Hormônio pode prevenir diabetes tipo 2

A descoberta abre ainda novas frentes para prevenir a obesidade, epidemia que já afeta um bilhão e meio de pessoas no mundo. O aumento da motivação para o exercício também diminuiria a incidência de doenças decorrentes do excesso de peso, como o diabetes tipo 2.

Fonte: GNT

De olho na carreira: quatro razões para investir nos cursos de férias




O mês de julho já está quase batendo na porta e como muita gente aproveita o meio do ano para tirar férias longe do trabalho ou perto dos filhos, o tão precioso tempo para fazer tudo fica mais longo nessa época. Cada vez mais profissionais, no entanto, tem procurado ocupar esse tempo com cursos que servem para aprimorar habilidades.

Segundo Waldete Silva, diretora da empresa de aconselhamento profissional 
Estação RH, os cursos de férias para adultos eram antes mais procurados por quem já estava em um cargo de chefia, mas isso não acontece mais.  Seria a geração Y em ação? “Pode ser que sim. Os jovens hoje também procuram estudar nas férias pensando no currículo, então não existe mais uma faixa etária onde esse comportamento seja predominante”, avalia a gestora de recursos humanos.

 Negócios, design, arquitetura, moda e gastronomia são as áreas mais procuradas por quem busca estudar nas férias, segundo a agência de turismo 
Central do Intercâmbio, que oferece cursos profissionalizantes no exterior. “Temos dois perfis de interessados: os que buscam cursos na área de atuação e os que querem experimentar outras coisas, como um advogado que quer fazer culinária, por exemplo”, explica a gerente de cursos da CI, Luiza Vianna. Segundo ela, os destinos mais procurados pelos brasileiros com esse objetivo são Estados Unidos, Inglaterra, França, Itália e Espanha. Os pacotes podem ser feitos com a partir de três semanas de duração e o investimento fica em torno dos R$ 5 mil, dependendo da área de conhecimento e do número de aulas.

Bateu vontade? Conheça quatro razões para aproveitar o tempo das férias estudando.
·         1
Realização pessoal + profissional
Viajar para o exterior pode ser privilégio de pouca gente, mas para quem vai em nome da própria carreira, o investimento vale a pena. Além de realizar o sonho de uma viagem, o profissional se beneficia de atividades que estão fora da sua área de conforto. “Em uma viagem à África, levamos um grupo de pessoas para escalar o Kilimanjaro (o monte mais alto desse continente). Lá, trabalhamos os conceitos de desafio e superação, coisas importantes dentro de uma empresa, mas fizemos isso de um jeito diferente. São lições importantes para colocar em prática no trabalho”, conta a especialista em desenvolvimento profisisonal Waldete Silva.
·         2
Networking fora do ambiente de trabalho
Além de novas lições, cursos de férias para profissionais abrem espaço para que pessoas diferentes se conheçam. O tão comentado networking, capacidade de criar conexões profissionais, é importante para se manter atualizado sobre o que acontece em outras empresas e organizações. Segundo analistas, normalmente vêm dessa rede de amigos boas cartas de recomendação e ofertas de emprego. Em um mundo cada vez mais conectado virtualmente, o contato pessoal faz com que a lembrança do outro fique mais presente.
·         3
Tempo para refletir e fazer coisas novas
Segundo Luiza Vianna, da Central do Intercâmbio, também é muito comum que profissionais busquem cursos que não tem nada a ver com a sua área de atuação. “É uma oportunidade que as pessoas têm de fazer algo que não fariam. Muita gente aproveita isso para se aprimorar em um idioma, por exemplo, com um curso de francês e história da arte”, afirma ela.
·         4
Aprender a ganhar dinheiro
Bolsa de Valores de São Paulo aproveita a temporada de férias para promover cursos voltados para quem quer começar a investir em ações, mas não sabe como. O “Mulheres em Ação”, apenas para citar um, traz informações sobre investimentos e finanças pessoais com foco no público feminino e as aulas ainda podem ser online.


Fonte: GNT