quarta-feira, 27 de junho de 2012

DECORAÇÃO - Sustentabilidade: Veja dicas para decorar sem agredir a natureza
























Em tempo de Rio+20, a conferência da ONUsobre desenvolvimento sustentável que acontece duas décadas após a ECO 92a preocupação com o meio ambiente volta a ganhar força. Enquanto a capital carioca sedia o evento até o próximo dia 22 de junho, vale a pena refletir sobre como estamos contribuindo para o bem do planeta. E não é preciso ser um ambientalista militante para fazer isso. A conscientização pode partir de dentro de casa, com a economia de recursos e de materais que usamos na decoração dos ambientes.

Para começar, quem curte cômodos decorados com madeira deve sempre buscar aquelas certificadas, ou seja, que não foram retiradas de áreas de preservação. Uma dica da arquiteta Paola Ribeiro é apostar em madeiras de demolição, recicladas de antigos casarões derrubados, por exemplo. Esse reaproveitamento evita que madeiras nobres e antigas acabem indo parar no lixo, ficando sem nenhuma utilidade.

Existe também outro jeito criativo de economizar madeira: substitui-la por bambu, uma gramínea abundante e que cresce mais rápido do que a árvore. A dica funciona bem no piso, já que o material é resistente, durável e fácil de instalar.

Nos objetos de decoração, a criatividade sustentável também tem espaço. Itens produzidos com garrafas pet, papel reciclado e até fios de telefone viram luxo nas mãos de designers que apostam na tendência. Precisando de inspiração? Confira a galeria abaixo com ideias ecologicamente conscientes. O meio ambiente agradece.

Madeira de demolição decora móveis e parede da sala de jantar
Madeira de demolição decora móveis e parede da sala de jantar
Madeira de casarões demolidos ganha nova utilidade, em vez de ir para o lixo.
Madeira de casarões demolidos ganha nova utilidade, em vez de ir para o lixo.
Empresa Neo Bambu cria pisos ecológicos que são uma alternativa à madeira
Empresa Neo Bambu cria pisos ecológicos que são uma alternativa à madeira
Cadeiras de madeira certificada pelo Conselho de Manejo Florestal, criadas pelo designer Carlos Motta
Cadeiras de madeira certificada pelo Conselho de Manejo Florestal, criadas pelo designer Carlos Motta
Cestos feitos com reaproveitamento de revista e papel, fabricados no Espaço Til
Cestos feitos com reaproveitamento de revista e papel, fabricados no Espaço Til




Como emagrecer com a dieta do coco e perder até dois quilos em uma semana








OPÇÃO 1

Café da Manhã: 1 copo (200ml) de suco cítrico (chá verde, 1 fatia de abacaxi e 3 gotas de limão) + 1 pão francês sem miolo + 1 fatia de queijo branco + 1/2 mamão papaia

Lanche da manhã:1 kiwi

Almoço: 1 prato raso de macarrão com sardinha em lata (sem óleo) + salada de pepino e tomate

Lanche da Tarde: 1 pão de queijo médio + 1 xíc. de leite desnatado com café

Jantar: 1 filé de Saint peter no papelote temperado com pimenta do reino + alecrim + 1 col. (sopa) óleo de coco + 1 col. (café) rasa de sal. A partir da segunda semana, acrescente uma porção de carboidrato: 2 col. (sopa) de arroz integral, batata, mandioquinha...

Ceia: 1 fruta ou 1 copo (200ml) de leite desnatado ou 1 copo (200ml) de água de coco ou 4 damascos secos ou 1 fatia queijo branco ou chá de ervas (camomila, erva doce, erva cidreira,...) ou 1 col. (sopa) uva passa
Foto: Chris Parente
Emagrecer comendo coco? Isso mesmo! Incluir alimentos termogênicos no seu cardápio — como o gengibre, a canela e, principalmente, o óleo de coco — vai ajudá-la a perder aqueles quilinhos a mais que tanto a incomodam. "Para digeri-los, o organismo é obrigado a trabalhar mais rápido, queimando mais calorias", afirma a nutricionista Roseli Ueno, de São Paulo. O óleo de coco extravirgem, extraído da polpa da fruta, é encontrado em lojas de produtos naturais e oferece muitos benefícios para quem quer entrar em forma. "Ele aumenta a sensação de saciedade e, ao mesmo tempo, faz com que o organismo absorva menos gordura", explica Roseli. Pode ser consumido puro, batido com suco, iogurte ou vitamina ou adicionado ao tempero de saladas. "O ideal é começar tomando 1 colher (sopa) ou 1 cápsula ao dia 30 minutos antes do almoço ou do jantar", sugere a nutricionista. A partir da segunda semana, vale dobrar a dose — a não ser que seu intestino fique solto demais. O resultado é você que escolhe: se seguir a dieta por uma semana, elimina 2 quilos; durante um mês, acompanhado de um plano de corrida, manda embora até 5 quilos!

Fonte: Claudia.Abril

terça-feira, 26 de junho de 2012

Receitas típicas para você entrar no clima das festas juninas









ROSCA DE PAÇOCA

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Saiba um pouco mais sobre a valorização imobiliária no Brasil

Segundo pesquisa do site Global Property Guide, que auxilia investidores, em 2011, nosso País teve valorização de 27,82% ante 2010. Você tem a impressão de que os imóveis andaram se valorizando muito nos últimos anos, certo? Pois é verdade, nos últimos cinco anos, em São Paulo, eles mais que dobraram de preço, o que os tornaram excelente negócio para quem quer investir. Segundo pesquisa realizada pelo site Global Property Guide, que auxilia investidores internacionais do ramo, no ano passado, nosso País teve valorização imobiliária nominal de 27,82% em relação a 2010, ficando atrás apenas da Índia, cujo índice ficou em 35,77%. Esse ranking avaliou o desempenho imobiliário de 35 países e apontou que o que acontece no Brasil e na Índia é bem diferente do que está ocorrendo nos demais países do mundo. Descontada a inflação da variação dos preços, 22 dos 35 países registraram queda nos valores dos imóveis. Em 21 deles, o desempenho foi ainda pior que em 2010. A explicação dos especialistas para esse fenômeno envolve, sem dúvida, a crise mundial, que gera falta de confiança do consumidor, desemprego e a preocupação com o alto endividamento dos países ricos. No Brasil, o que vemos, ao contrário, é uma situação extremamente favorável. Em relação aos outros países, nossa economia está bem. Os níveis de emprego são os melhores dos últimos anos. O BC (Banco Central) passa por um ciclo de redução das taxas de juros, o que é positivo para o mercado imobiliário. Como já comentei nesta coluna em outra oportunidade, o volume de negociações nas imobiliárias disparou. Isso sem falar dos investidores estrangeiros. De acordo com os dados obtidos, grandes imobiliárias brasileiras tiveram seu faturamento de negócios com os estrangeiros dobrado nos últimos anos. Na Sotheby’s International Realty, braço imobiliário da casa de leilões inglesa, por exemplo, as vendas devem quadruplicar até o fim do ano, chegando a R$ 400 milhões aqui no Brasil. Segundo a imobiliária, que é especializada em imóveis de luxo, o Brasil é hoje o terceiro país mais consultado em seu site de vendas, atrás apenas de Estados Unidos e Inglaterra. A taxa de retorno para quem investe por aqui é bastante positiva, com uma média de cerca de 12% ao ano, o dobro da Alemanha, por exemplo. E nosso preço ainda é baixo, se comparado a outros países do mundo. Tudo isso colabora para o valor subir. Temos tido incentivos no setor da construção. Desoneração de impostos dos produtos, como é o caso do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), programas de habitação para os menos favorecidos, como é o caso do Minha Cada Minha Vida, tudo isso aquece o mercado em sua base. Assim, a demanda por imóveis anda muito forte. E a tendência é de que essa valorização se mantenha. Temos espaço para que o crédito imobiliário se expanda. Avançamos um pouco nesse sentido, mas nosso crédito disponível ainda é muito baixo, se compararmos a outros países. No Brasil, o valor total dos empréstimos para compras de imóveis soma perto de 4% do PIB, enquanto que em países como México, temos 18% e Chile, 11%. Além disso, o financiamento aqui ainda é caro, custam ao menos 11% ao ano, contra 4% no Exterior. Um outro ponto que também tende a puxar os preços para cima é a briga das incorporadoras pelos terrenos, especialmente em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo. A valorização desses acaba repassada para o preço dos imóveis novos. Além disso, outro aspecto que ajuda a manter a valorização imobiliária é que faltam imóveis comerciais no Brasil. O País está crescendo e faltam salas comerciais, galpões, enfim, diferentes tipos de instalações. Assim, muita demanda e pouca oferta, os preços…. sobem! As construtoras argumentam também que o custo da construção tem ficado mais caro. O preço da mão de obra, a falta de profissionais qualificados, bem como a contratação das máquinas, e outros, têm subido ao longo dos anos, o que foi traduzido para o valor final dos imóveis, especialmente dos novos. A exceção são os materiais de construção, cujos preços têm subido abaixo da inflação. Essas são algumas das razões para que os custos dos imóveis aqui fiquem mais caros. A alta taxa de juros, os impostos, tudo isso contribui para que muitas coisas sejam mais caras no Brasil, inclusive os imóveis. Como integrante do CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social) da Presidência da República, temos discutido esse tema. Fonte: Central Estratégica

Orquidea - Saiba mais sobre essa flor encantadora!

O evento acontece de 17 a 28 de agosto, no interior de São Paulo Quem gosta, ama. Esse é o sentimento dos apreciadores dessa planta multifacetada, cheia de cores e formatos. Se você faz parte da turma, não pode deixar de conferir a 13ª Exposição de Orquídeas, organizada pela Associação Francana de Orquidófilos, que acontecerá no interior de São Paulo neste mês. Marilza Portela, orquidófila e organizadora da exposição, bateu um papo com Casa e Jardim e esclareceu algumas dúvidas sobre a espécie. Casa e Jardim: Quais são as regras para cuidar de uma orquídea? Marilza Portela: Não existem muitos segredos. Na natureza, a orquídea fica sempre protegida pela copa das árvores; em casa, quem deve dar essa proteção é você. Ela necessita de água apenas uma vez por semana, muita claridade, sol indireto e vento na medida certa. Com um local adequado, você já terá 50% de chance de ter plantas lindas e floridas. Os outros 50% ficam por conta de adubos e cuidados diários. CJ – E qual é a dúvida mais recorrente sobre elas? MP - Basicamente a mesma. Sempre ouço: “eu compro a orquídea e ela está linda. Volto para casa e ela nunca mais floresce”. Assim como nós, que precisamos de alimento e cuidados, a planta também. Outro erro é achar que, por ser vegetal, todas devem ser plantadas na terra. Temos poucos tipos terrestres. A grande maioria é epífita, portanto plantada em substrato. CJ - Existe um tipo de orquídea mais comum e mais fácil de cuidar? MP - Duas são mais comuns, lindas e florescem bem: a Phalaenopsis (conhecida como orquídea-borboleta) e a Dendrobium (olho-de-boneca). CJ - E a mais rara e cara? MP - Temos a Cattleya walkeriana feiticeira, que é bem conhecida no meio orquidófilo pela beleza e pela dificuldade de reprodução. Cada bulbo é comercializado por R$ 1.500. Ela tem uma peculiaridade: forma uma gota entre suas pétalas. Saiba mais sobre a 13ª Exposição de Orquídeas Em 2011, o evento - localizado dentro do Franca Shopping, no interior de São Paulo - traz uma novidade: o público poderá acompanhar todas as fases da vida da orquídea, desde a semente até a floração. Aproximadamente 5 mil tipos estarão expostos para apreciação do público, incluindo espécies raríssimas. O passeio também é interessante para aqueles que pretendem adquirir novas espécies a preços baixos ou socorrer as suas plantinhas debitadas. Lá funcionará um pronto-socorro, onde o exemplar doente do visitante pode ser avaliado pelos orquidófilos de plantão. Phalaenopsis e Dendrobium Cattleya walkeriana feiticeira Fonte: Casa e Jardim