quarta-feira, 20 de junho de 2012

Número de empresas de construção civil cresce 50% em 2007 e 2010


O número de empresas com pessoas ocupadas na indústria da construção cresceu 24,6% na passagem de 2009 para 2010, quando o Produto Interno Bruto (PIB) saiu de uma queda de 0,3% – provocada pela crise internacional – para um avanço de 7,5%. Com o avanço, o número de empresas do setor chegou a 79,4 mil, o que representou alta de 50,2% em relação a 2007.


Os dados constam da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC), divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O estudo produzido pelo IBGE apontou que as empresas de construção empregaram cerca de 2,5 milhões de pessoas em 2010. Desse total, o Sudeste empregava 56,1% e, entre as regiões brasileiras, foi a que teve a maior participação nas vagas ocupadas.
As 2,5 milhões de pessoas ocupadas na construção em 2010 custaram às companhias desse segmento R$ 63,1 bilhões. Esse custo com pessoal ocupado teve participação de 30,7% do total de despesas das construtoras, de R$ 205,6 bilhões naquele ano.
No período 2007-2010, o IBGE observou que o Nordeste e o Centro-Oeste aumentaram suas participações no total de profissionais empregados pela construção. No Nordeste, o total foi de 17% para 19%, ao passo que no Centro-Oeste a participação passou de 7,2% para 7,6%.
De acordo com o PAIC, o salário médio mensal na construção foi de R$ 1.300 em 2010 e cresceu 8,7% na comparação com o ano anterior, período em que o salário médio mensal estava em R$ 1.196.

Fonte: Central estratégica

A cocada nas festas juninas não podem faltar. Olha que receita fácil e simples de fazer


Cocada mole: crocante por fora e macia por dentro


Crocante por fora e molinha por dentro: assim é a cocadinha mole criada pelo chef Adriano Amarante para o Zona ZenConfira abaixo com preparar essa perdição:

Cocada mole: crocante por fora e macia por dentro
Foto: Divulgação
Ingredientes:
500ml litro de claras 
1kg de açúcar 
50g de margarina ou manteiga 
800g de coco ralado 
1 saco de confeiteiro (para fazer as porções)

Modo de preparo:
Coloque tudo em uma panela, menos o coco, e mexa. Unte a forma, pegue a panela e derreta a manteiga. Em seguida, coloque o coco e mexa até ficar duro. Despeje um pouco de água. Coloque tudo no saco de confeiteiro e faça pequenas porções em uma assadeira e deixe no forno a 200°C por 20 minutos. Se quiser, passe damasco ou geleia e a receita ficará ainda mais saborosa.




Fonte: GNT

CURIOSIDADE: Poderia a temperatura do alimento que comemos afetar a intensidade do seu sabor?


Para sentir o sabor plenamente, é necessário a temperatura correta
Já se demonstrou que pessoas obesas têm maior sensibilidade ao sabor doce, mas este foi o único sabor que parece não ter relação com a temperatura do alimento ou bebida.


Sabor e temperatura
Poderia a temperatura do alimento que comemos afetar a intensidade do seu sabor?
Depende do sabor, segundo um estudo realizado pelo Dr. Gary Pickering e seus colegas da Universidade de Brock, no Canadá.
As alterações na temperatura dos alimentos e bebidas têm um efeito sobre a intensidade do azedo, amargo e adstringente, mas nenhum efeito sobre os sabores doces.
Mas os efeitos também variam.
Provadores
Todos estamos familiarizados com o efeito da temperatura sobre uma comida - lembre-se de começar a comer o almoço quente e terminar quando o prato já esfriou, ou começar a beber um refrigerante gelado e terminar quando ele já esquentou.
Mas a pesquisa toca em algo não tão trivial.
Para cerca de 20 a 30 por cento da população, aquecer ou resfriar pequenas áreas da língua traz uma sensação de gosto sem a presença de comida ou bebida.
Estes indivíduos são conhecidos como provadores "termais".
Mais raros são os chamados "superprovadores", indivíduos particularmente sensíveis aos gostos em geral.
Os pesquisadores reuniram esses tipos mais raros, juntamente com pessoas "normais" em termos de sua capacidade de sentir gostos, e pediram que eles experimentassem as mais diversas combinações de sabores, variando a temperatura dos alimentos.
Para todos os três tipos de provadores, a temperatura influenciou a intensidade máxima percebida para soluções adstringentes, amargas e azedas, mas não para soluções doces.
Influência da temperatura sobre o sabor
Especificamente:
  • a adstringência foi mais intensa quando a solução estava quente, e a intensidade do sabor durou mais com a solução quente do que com a fria;
  • o sabor amargo foi mais intenso com a solução fria, e a intensidade do sabor declinou mais rapidamente com a solução fria do que com a solução quente;
  • a acidez foi mais intensa com a solução quente, e a intensidade do sabor durou mais tempo com a solução quente do que com a fria;
  • e, surpreendentemente, não houve diferença na doçura percebida entre as soluções quente e fria, mas levou mais tempo para a solução fria atingir a intensidade máxima de sabor.
"Para alguns indivíduos, a temperatura por si só pode gerar sensações de paladar. Estes indivíduos parecem ser mais sensíveis a gostos em geral. O que nosso trabalho mostra é que, além destes indivíduos sensíveis, a temperatura de um sabor específico pode afetar a intensidade do sabor," concluem os autores.

Fonte: Diário da saúde

Você sabia que a humanidade pesa 287 milhões de toneladas?


Biomassa humana
Se o assunto é produção de alimentos de forma sustentável, o peso da população pode ser mais importante do que o seu número.
É o que defendem pesquisadores britânicos, em um estudo inusitado, no qual eles calcularam o peso de todos os humanos juntos.
Estima-se que a população mundial tenha superado os 7 bilhões de indivíduos, e todas essas pessoas precisam se alimentar.
No entanto, a necessidade de energia de uma espécie não depende apenas do número de indivíduos, mas também da sua massa média.
Os pesquisadores estimaram a massa total da população humana, e definiram sua distribuição por região, e a proporção dessa "biomassa" devida ao excesso de peso e à obesidade.
Peso da humanidade
Os pesquisadores estimaram o peso da população humana adulta em 287 milhões de toneladas - algo como 5.400 Titanics.
15 milhões dessas toneladas devem-se ao excesso de peso, e outros 3,5 milhões devem-se à obesidade.
Enquanto a massa corporal média global foi de 62 kg, na América do Norte, que tem a maior massa corporal de todos os continentes, o peso médio por indivíduo chega aos 80,7 kg.
A América do Norte tem apenas 6% da população mundial, mas 34% da biomassa humana, devido à obesidade.
Em contraste, a Ásia tem 61% da população mundial, mas apenas 13% da biomassa humana.
Massa e queima de energia
"Nossos resultados enfatizam a importância de olhar para a biomassa, em vez de apenas para os números populacionais, quando se considera o impacto ecológico de uma espécie, especialmente dos humanos," disse Sarah Walpole, uma das autoras do estudo.
"Todo o mundo concorda que o crescimento populacional ameaça a sustentabilidade ambiental global - o nosso estudo mostra que a gordura da população também é uma grande ameaça. A menos que enfrentemos tanto o crescimento da população quanto a gordura, nossas chances são magras," disse o professor Ian Roberts, coautor dos cálculos do peso humano sobre a Terra.
Até metade de todos os alimentos consumidos queimam-se na atividade física.
Aumentar a massa significa maiores exigências de energia, porque é preciso mais energia para mover um corpo pesado. Mesmo em repouso um corpo maior queima mais energia.

Fonte: Diário da Saúde

terça-feira, 19 de junho de 2012

uz artificial, espaço limitado e pouca ventilação não impedem certas espécies de habitarem até lavabos. Tome nota de quais são e copie a maneira de apresentá-las


Fotos Edu Castello
Fotos Edu Castello
Janela com paisagem 
A vista verdejante está bem perto dos olhos nesta janela de vidro fixo, tomada por mais de 40 vasos. A paisagista Gabriela Pileggi Monteiro aproveitou a entrada de luz natural e planejou as prateleiras de mDF de 20 cm de largura (daquelas compradas em lojas de construção), alinhadas umas sobre as outras. O espaçamento entre as tábuas varia de 20 a 40 cm. as plantas – todas de pequeno porte – têm comportamento parecido: gostam de luz indireta e não dão trabalho, são de baixíssima manutenção. Anote os nomes: no centro, a partir da esq., véu-de-noiva, asplênio, espadinhas, seguidas da carnívora nepenthes, avenca, e minicactos variados. “O legal dessa ideia é a possibilidade de mesclar vasos de diferentes tamanhos e texturas”, sugere gabriela. Aqui, há modelos de barro, cerâmica e fibra natural, estes como cachepô.

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Fotos Edu Castello
Fotos Edu Castello


Chá natural 
Latas de chá ganham outra utilidade além de decorar a cozinha. Faça dois ou três furinhos no fundo de cada uma delas, acrescente camadas de argila expandida, manta geotêxtil e terra adubada e plante ervas ou temperos. O parapeito da janela, que recebe a visita do sol por algumas horas, tem hortelã, manjericão e minirrosas. As recomendações para mantê-las saudáveis por mais tempo são quatro horas diárias de luz natural, regas a cada dois dias e retirada constante das folhas. “Nas latas maiores dá até para cultivar forrações, como barba-de-bode”, conta a paisagista Claudia Muñoz.






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Fotos Edu Castello
Fotos Edu Castello



Trio aéreo 
Ganchos rosqueados no teto são o que você precisa para pôr esta sugestão em prática. O suporte de ferro da Jardineiro Fiel acomoda vasos do mesmo material com minissamambaias. A espécie vive em áreas sombreadas como poucas, porém – devido à origem tropical – não tolera baixas temperaturas. Precisa de adubação e regas periódicas.







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Fotos Edu Castello
Fotos Edu Castello


Para o alto e avante!

O sobe e desce pela escada de madeira seria menos interessante sem a presença da figueira-lira e da zamioculca. A primeira, uma árvore que alcança até 12 m quando plantada no solo, é contida pelo plantio em vaso. “Em um modelo de 65 cm de diâmetro a figueira atinge apenas 2,50 m de altura”, afirma Gabriela Pileggi Monteiro. ambas se adaptam bem a condições de pouca luz. Precisam apenas de solo úmido e fértil.







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Peixes fora d’água

Nos aquários de vidro, os peixes perderam a vez para ripsális e cactos. As duas variedades sobrevivem às mais desafiadoras condições. Para plantálas, a receita é um pouco diferente do tradicional: “Coloque uma camada de pedriscos, terra misturada com areia e, por último, a planta”, ensina a paisagista Claudia Regina, da la Calle Florida. 
Fotos Edu Castello
Fotos Edu Castello
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Vasinhos engaiolados

Orquídeas phalaenopsis recheiam o interior da gaiola de ferro. a espécie eleita pela paisagista Claudia Munõz, da línea paisagismo, requer poucos cuidados: rega semanal e abrigo sombreado, protegido das correntes de ar. O lindo efeito florido, entretanto, tem duração de um mês. Depois, a orquídea perde as suas flores e os novos brotos surgirão no ano seguinte. Gaiola da art de l’ange. 
Fotos Edu Castello
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Fotos Edu Castello
Fotos Edu Castello

Compotas sem validade 
Resistente e muito prática, a suculenta é um das melhores espécies para quem não tem tempo ou vocação de jardineiro. A família vive com pouca luminosidade e rega controlada – a cada 7 dias no verão e a cada 10, no inverno. No aparador rústico, o paisagista odilon Claro, da anni Verdi, usou porta-mantimentos, compoteiras, tampas e terrários como vasos. Neles, uma camada inicial de carvão vegetal absorve a água a mais da rega, indispensável para a sobrevivência do arranjo. Coube ainda na brincadeira uma pequena pata-de-elefante. Vidros da D’Kaza.





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Fotos Edu Castello
Fotos Edu Castello


Respiro de verde

A reunião com licualas, pacovás e íris ficou bem instalada embaixo da escada neste recorte de 4 m² de jardim pensado pelo paisagista gil Fialho. “as espécies estão plantadas em vasos de cimento e têm crescimento limitado a apenas um metro”, explica Fialho. Com o vidro por perto, elas recebem luz na medida. a forração de seixo rolado quebra a rigidez do piso cerâmico.






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Fotos Edu Castello
Fotos Edu Castello



Casinha arejada

O vistoso terrário de ferro exibe lanças-desão- jorge ora plantadas em vasos com terra, ora submersas na água. As suas folhas pontiagudas atingem até 50 cm de altura e aceitam as duas condições dentro de casa. Na parte inferior, o pacova aproveita o espaço livre. a espécie adora ambientes fechados, desde que tenha luminosidade por perto. A composição é da la Calle Florida.







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Luz, só de dicroica!

Duas suculentas em caixas de vidro provam que até no lavabo é possível ter plantas. Na bancada, elas dividem a área com perfumeiros. A montagem do vaso é simples. “Primeiro são colocadas as cascas de pínus e, no centro delas, a suculenta com um pouco de terra e areia”, explica a paisagista Drica Diogo, da pateo arquitetura e paisagismo. se quiser, você pode manter as espécies em vasos de plástico e só escondê-los com as cascas. 
Fotos Edu Castello
Fotos Edu Castello


FONTE: CASA E JARDIM