segunda-feira, 21 de maio de 2012

Caixa espera finaciar R$ 1 bilhão em imóveis este ano


Um volume da ordem de R$ 1 bilhão e 10 mil negócios realizados é a expectativa da Caixa Econômica Federal (CEF) em relação ao 8º Feirão Caixa da Casa Própria, segundo o gerente regional de Construção Civil da Caixa, Adalfran Barreto. Ele diz que a meta é superar em, pelo menos, 15% a 20%, os R$ 714 milhões em vendas e os 7 mil negócios realizados no feirão de 2011.


“Ano passado, levamos para o feirão 25 mil imóveis e cerca de 21 mil pessoas visitaram o evento durante os três dias. Este ano, esperamos uma visitação entre 25 mil a 30 mil pessoas”, afirma.
Ele diz que, para este ano, o atrativo principal são as taxas reduzidas a partir do programa Melhor Crédito, pelo qual, no caso de clientes com bom relacionamento com a Caixa, pode-se obter uma redução de até um ponto percentual nas taxas de crédito imobiliário, que variam de 4,6% a 9%, para imóveis de até R$ 500 mil. “Haverá imóveis a partir de R$ 100 mil, sendo que algumas construtoras levarão imóveis a partir de R$ 85 mil, mas que serão vendidos rapidamente. Catalogados, teremos imóveis de até R$ 1 milhão”, acrescenta.
Segundo o gerente comercial da BSPAR Incorporações, Yuri Fontenele, a participação no último Feirão da Caixa, ano passado, proporcionou à empresa a venda de 45% dos imóveis ofertados, o que representou um volume de negócios da ordem de R$ 10 milhões.]

Fonte: Central Estratégica

Contrariando o conceito de que “menos é mais”, estes cincos projetos comprovam que não é preciso reduzir a quantidade de peças para impactar. Deixe as regras de lado e pratique esse exagero


Edu Castello


Molduras 

Uma curiosa composição de molduras decora o corredor de entrada da casa da ilustradora Lili Tedde. “Elas me trazem uma lembrança forte, porque a maioria veio da minha família. No começo, não sabia o que fazer com tantos modelos, mas percebi que gostava deles vazios mesmo”, conta. E assim, o espaço interno que seria ocupado por um quadro é preenchido com modelos menores. A composição – com peças da mãe da moradora e outras compradas em lojas e feiras de antiguidade – faz o maior sucesso com as visitas. “Gosto dessa mistura do chique com o barato, do antigo como moderno.”

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Edu Castello


Tapetes 

Em vez de comprar um tapete enorme, vale criar um mosaico com modelos de diferentes tamanhos e materiais. “Sobrepor peças é sempre interessante. E essa é uma ótima solução, porque é possível brincar com as diferentes texturas e cores”, conta o arquiteto Vinicius Mazzoni. Para ele, a proposta é econômica, porque você pode usar os modelos que já tem em casa, e vai bem em ambientes mais despojados, como esta sala com tijolo aparente. Na parede, fotos de Ana Almeida, à venda na Arterix. Sobreamesa, vidros da Desmobilia Vintage. Tapetes e almofadas da By Kamy.

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Edu Castello


Pendentes 

O uso de objetos repetidos também pode ser explorado em ambientes pequenos, como este lavabo. Em vez de um simples spot, a designer Lina Miranda escolheu pendurar quatro luminárias indianas, que foram instaladas em um suporte único. “Vou todo ano para a Índia. Elas foram parar no banheiro porque eu queria preencher o espaço com algo colorido. Aproveitei os fios para brincar com as diferentes alturas”, afirma.

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Edu Castello


Pratos 
De diferentes épocas, estilos, tamanhos e cores, pratos e travessas decoram algumas das paredes da casa da chef de cozinha Heloisa Bacellar. “Adoro essa mistura. Coloco tudo de olho, porque não gosto de nada certinho. Acho que o ambiente fica aconchegante, com cara de casa de avó”, diz. As peças foram arrematadas de amigos e parentes, e Heloisa garante que lembra a origem de cada uma. “Meus amigos e familiares sabem que eu adoro juntar tranqueira e, por isso, vivo ganhando um prato novo. Tenho vários modelos, mas sei a história de todos e sempre lembro quem me deu”, afirma. No móvel, cilindro da Arango.

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Edu Castello


Cerâmicas 
O arquiteto Marcelo Lellis escolheu um aparador original dos anos 1950 para exibir sua coleção de cerâmicas. As peças, na grande maioria das décadas de 1950 e 1960, foram aquiridas na Alemanha, Espanha, Suécia, Dinamarca, Inglaterra e Itália. “Aproveito minhas viagens para garimpar essas cerâmicas. Já faço isso há dez anos. Gosto de expor as peças em quantidade, porque dá um efeito lindo”, diz. Entre elas, abajur em forma de globo dos anos 1970. Na parede, gravura do artista plástico Moisés Zandonade.


Fonte: Casa e Jardim

Conheça as flores mais perfumadas e dê uma aroma natural ao seu jardim


Fotos Pedro Abude



Manacá-de-cheiro – Arbusto nativo de até 3 m de altura. Durante a primavera e o verão, a planta apresenta simultanea-mente flores brancas e lilases. Tolera o frio e exige sol pleno. Costuma ser suscetível ao ataque das lagartas. Para controlar infestações, recomenda-se o uso de inseticidas biológicos.
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Fotos Pedro Abude



Gardênia – As flores brancas, com perfume doce e intenso, são o chamariz da gardênia. Após o amadurecimento, elas permanecem nos galhos, apresentando tons amarelados. Para garantir a florada, é indicado incorporar ao solo adubo orgânico rico em fósforo. Na versão míni, como a da foto, chega a 50 cm de altura.
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Fotos Pedro Abude



Camélia –Apreciadas pelo brilho da folhagem e pela delicadeza das flores, algumas camélias exibem um aroma sutil. É o caso da variedade Cammeliasinensis, uma árvore de até 15 m de altura com flores brancas e perfumadas,
e da Cammeliasasanqua, ou camélia aromática, que tem flores de cores que variam do rosa claro ao púrpura. Desenvolvem-se melhor em temperaturas amenas e toleram certo sombreamento.

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Fotos Pedro Abude



Jasmim – Nome comum a várias espécies do gênero Jasminum, os jasmins mais utilizados são os de flores brancas e perfumadas, que exigem pleno sol. São comuns as trepadeiras jasmim-dos-poetas e jasmim-dos-açores. O jasmim-da-china, jasmim-sambac e jasmim-estrela também podem ser conduzidos como trepadeiras, apoiando suas ramagens em suportes.
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Fotos Pedro Abude



Dama-da-noite – Com inúmeras inflorescências creme na primavera e no verão, que liberam um perfume muito acentuado à noite, este arbusto pode, inclusive, causar reação alérgica em algumas pessoas. Atinge até 3 m de altura.

Fonte: Casa e Jardim

Receita completa pra você que quer fazer diferente hoje: Prato principal e sobremesa italiana


Polpettone de queijo com molho de tomate


Saiba como preparar um polpettone caseiro com recheio de queijo que é de fazer toda a família pedir mais. Anote a receita do chef Adriano Amarante, do Zona Zen:

Polpettone de queijo com molho de tomate
Foto: Divulgação
Para a carne:
Ingredientes:
400g de filé mignon limpo
30g de pão esfarelado
1 colher (sopa) de manteiga

Para o tempero:
Ingredientes:
1 pitada de orégano seco
¼ de colher (chá) alecrim picadinho
¼ de colher (chá) tomilho picadinho
¼ de colher (chá) folhas de sálvia picada
25g de cebola
¼ de colher (chá) de alho
¼ de colher (chá) de pimenta síria
Sal a gosto

Modo de preparo:
Limpe bem a carne e corte em cubos. Misture a cebola, o alho, o sal, a pimenta, o tomilho, a sálvia e o orégano. Reserve em um recipiente e misture os cubos de carne, a manteiga e o pão. Moa tudo de uma vez e coloque a carne moída em uma vasilha. Misture aos temperos reservados.

Para o molho:
Ingredientes:
4 tomates pelatis batidos no liquidificador

Para a finalização:
Ingredientes:
35g de carne em bola
30g de queijo estepe
35g de carne em bolinha
30g de farinha de trigo
1 ovo
20g de farinha de pão

Montagem do prato:
Faça duas bolas de carne e modele com as mãos, recheando com queijo. Passe na farinha de trigo, no ovo e na farinha de rosca. Repita a operação até finalizar a carne e o queijo. Frite em óleo bem quente e seque com papel-toalha. Para finalizar, coloque o molho e as folhas, se preferir. 

Acompanhamento para o prato:
1 cebola roxa cortada em pedaços pequenos
Alface roxa 
Alface americana
Tomate pelati cortado em cubinhos


Receita de palha italiana


A receita vem de fora, mas a palha italiana caiu no gosto do brasileiro e é uma das sobremesas mais pedidas no restaurante Nomangue. Feito com biscoito de maisena, leite condensado e chocolate, o doce é irresistível. Anote a receita da chef Suzana Batista:

Receita de palha italiana
Foto: Divulgação
Ingredientes:
2 pacotes de biscoito de maisena 
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite
1 colher (sopa) de margarina sem sal
2 colheres (sopa) de chocolate em pó solúvel de 32%

Modo de preparo:
Em uma panela, junte uma lata de leite condensado, uma colher (sopa) de margarina sem sal e 2 colheres (sopa) do Chocolate. Leve ao fogo brando, mexendo sempre, até soltar do fundo da panela. Retire do fogo e acrescente o creme de leite. Misture bem e reserve. Bata no liquidificador metade de um pacote do biscoito até formar uma farinha. Reserve essa farinha e quebre em pedaços o restante do biscoito. Forre um refratário quadrado com parte dessa farinha de biscoito e faça uma camada do creme de chocolate e outra com biscoito quebrado, até terminar, sendo que a última camada deve ser de creme de chocolate. Para decorar, finalize com o restante da farinha de biscoito. Leve à geladeira até pegar consistência e depois sirva em pedaços. O prato pode ser decorado com calda de chocolate ou chantilly.


Fonte: GNT

Até 2014 Belo Horizonte ganhará complexo que abrigará uma sala de concertos e a sede da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais


Ponto de embarque para o universo da música
Até o final de 2014 a capital mineira deverá contar com uma nova estação, mas em vez de embarcar em ônibus ou trens seus usuários viajarão pelo universo musical. É que a Estação da Cultura Presidente Itamar Franco vai abrigar uma sala de concertos e a sede da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais.
Além disso, o complexo desenhado por Jô Vasconcellos (UFMG, 1971) e Rafael Yanni (UFMG, 1997) - com concepção técnica e acústica de José Augusto Nepomuceno nas instalações da OFMG - terá espaços que serão ocupados pela rádio Inconfidência e pela Rede Minas de Televisão.
O conjunto será implantado no Barro Preto, próximo da região central, em terreno de quase 14,5 mil metros quadrados, na quadra formada pelas ruas Gonçalves Dias, Tenente Brito Melo, Uberaba e Alvarenga Peixoto.
A previsão é que as obras comecem no início de 2013. Quando foi anunciado, no segundo semestre de 2011, o empreendimento tinha custo estimado em 140 milhões de reais.
Na ocasião, o governador Antônio Anastasia afirmou que, com a Estação da Cultura, Belo Horizonte e Minas Gerais estariam, novamente, na vanguarda das questões culturais do país.
Para Eliane Parreiras, secretária estadual da Cultura, a construção do complexo vai suprir a carência de espaços na cidade para a realização de concertos sinfônicos, que atualmente acabam se concentrando no Palácio da Artes, mas em ambientes que não foram projetados com essa finalidade.
Com a transferência das instalações da Rede Minas e da rádio Inconfidência para o local, a expectativa é que as empresas também operem de forma mais integrada.
Eliane acredita que o complexo vai mobilizar para aquela região de Belo Horizonte um outro tipo de público, e o governo aposta que a Estação da Cultura vai se tornar um ponto turístico.
A sala de concertos tem capacidade para 1,4 mil pessoas e possui configuração interna com terraços que circundam o palco e a plateia, preservando porém a estrutura básica em forma de caixa de sapatos. Na sua concepção, buscou-se tornar mais íntima a relação entre a orquestra e o público.
Tanto o auditório como as sedes das empresas de comunicação serão implantados no que os autores consideram ser o melhor nível de acesso - os volumes foram dispostos no lote de forma a gerar vazios, onde foi proposta uma praça de acolhimento. O público chegará ao local através da praça, pela rua onde o fluxo de veículos é menor.
Faz parte da composição arquitetônica uma grande torre de antenas, que, com sua altura, sinalizará a presença das instituições na cidade.
Os arquitetos definem o partido do conjunto como austero, atribuindo esse caráter ao rigoroso programa funcional e às demandas acústicas, em particular as da sala de concertos e as dos estúdios de rádio e televisão.
A intervenção vai incorporar ao complexo de música e comunicação uma construção da década de 1920, localizada na cota mais baixa do lote. Ela será restaurada e adaptada para abrigar uma praça de alimentação.

Texto de Adilson Melendez
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 384 Fevereiro de 2012

Fonte: Arco Web