segunda-feira, 21 de maio de 2012

Horário das refeições é tão importante quanto o que você come


Comer em horários demarcados
Quando se trata de engordar, quando você come pode ser pelo menos tão importante quanto o que você come.
Um estudo com animais de laboratório mostrou que aqueles cuja alimentação ficou circunscrita a um período de oito horas por dia comem tanto quanto aqueles que podem comer o tempo todo.
A diferença é que, no primeiro caso, os animais mostraram-se protegidos contra a obesidade e outros males metabólicos.
Todos os grupos de animais foram submetidos a uma dieta rica em gordura.
Ciclos metabólicos
A descoberta sugere que as consequências de uma dieta ruim para a saúde podem resultar em parte de uma incompatibilidade entre os relógios do nosso corpo e nossos horários alimentares.
"Cada órgão tem um relógio," disse o principal autor do estudo, Satchidananda Panda, do Instituto Salk para Estudos Biológicos (EUA).
Isso significa que há momentos em que nossos fígados, intestinos, músculos e outros órgãos vão trabalhar com a máxima eficiência, e outros momentos nos quais eles estão, por assim dizer, mais ou menos dormindo.
Esses ciclos metabólicos são críticos para os processos de quebra do colesterol para a produção de glicose. E eles devem ser preparados para ligar quando nós comemos e desligar quando não comemos, ou vice-versa.
Quando se come frequentemente durante todo o dia e a noite, esses ciclos metabólicos normais podem entrar em descompasso.
"Quando comemos aleatoriamente, os genes não estão completamente ligados ou desligados," disse Panda.
Controlar o horário das refeições
O princípio é o mesmo de dormir e ficar acordado. Se não dormimos bem à noite, não ficamos completamente acordados durante o dia, e, por consequência, trabalhamos de forma menos eficiente.
"O foco tem sido o que as pessoas comem," disse Panda. "Nós não recolhemos dados sobre quando as pessoas comem."
As descobertas sugerem controlar o horário das refeições pode ser uma mudança de estilo de vida capaz de ajudar as pessoas a controlarem o próprio peso.

Fonte: Diário Saúde

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Gostam de museu? Vejam 15 museus que valem a visita


Pinturas, esculturas, objetos cotidianos... Basta se aproximar das peças que compõem o acervo de algumas das instituições mais importantes do país para imaginar como eram os hábitos de nossos antepassados e conhecer a história que levou o Brasil ao ponto em que ele se encontra hoje. Com os acervos de arte moderna, dá até para viajar no presente e - por que não? - pelo futuro.

No dia 18 de maio, comemora-se o Dia Internacional do Museu. Para celebrar, listamos museus imperdíveis em vários cantos do território nacional. A seleção foi feita com a ajuda da professora Maria Aparecida de Aquino, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, e do professorDercy Pereiracoordenador do curso de Artes Visuais do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Aproveite que neste ano a data caiu em uma sexta-feira e programe-se para se teletransportar no tempo durante o fim de semana.
 Shutterstock
Outro museu projetado por Niemeyer, o MAC de Niterói tem vista para o mar
MAC de Niterói (Niterói – RJ)

Projeto com os traços impressionantes do arquiteto mais famoso do Brasil, Oscar Niemeyer, o Museu de Arte e Cultura é parada obrigatória para quem visita Niterói, no Rio de Janeiro. “O desenho é muito atrativo”, afirma Dercy Pereira. Entre as peças reunidas no acervo, o maior destaque é para as obras de arte brasileiras.

Mirante da Boa Viagem, sem nº
De terça-feira a domingo, das 10 às 18h.
Entrada: R$ 6
Mais informações: macniteroi.com.br
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Divulgação
Fachada do Museu de Artes de São Paulo, projetado por Lina Bo Bardi
MASP (São Paulo – SP)

“A própria arquitetura do MASP já é um atrativo”, diz o professor Dercy Pareira, sobre o prédio projetado porLina Bo Bardi. A estrutura suspensa sobre colunas deixou um vão livre de 74 metros e se tornou um cartão postal da cidade. “Além disso, seu acervo contém obras que fazem dele um dos principais museus da América Latina”, completa Dercy, que também destaca as exposições temporárias.

Avenida Paulista, 1.578
De terça-feira a domingo, das 11h às 18h.
Às quintas-feiras, das 11h às 20h.
Entrada: R$ 15
Às terças-feiras: entrada gratuita.
Mais informações: masp.art.br

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Divulgação
Inhotim é um museu a céu aberto
Inhotim (Brumadinho – MG)

Originalmente uma propriedade particular do empresário Bernardo Paz, Inhotim se transformou em um grande espaço cultural. “É um museu com uma configuração diferente, a céu aberto. Cada artista recebe um espaço específico, porque a dimensão permite isso”, explica Dercy Pereira. “O paisagismo do lugar também interessante”, diz. Em meados da década de 1980, o local recebeu uma visita de Roberto Burle Marx, que apresentou algumas sugestões para o jardim.

Rua B, 20 – Inhotim
De terça à sexta-feira, das 9h30 às 16h30.
Aos sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30
Entrada: às quartas e quintas-feiras, R$ 20; às sextas, sábados, domingos e feriados, R$ 28; às terças-feiras, entrada gratuita.
Mais informações: inhotim.org.br

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   Divulgação
O prédio do Museu Oscar Niemeyer parece um olho suspenso
Museu Oscar Niemeyer (Curitiba – PR) 

Para o professor Dercy Pereira, este museu já vale o passeio antes mesmo de entrar. “O projeto de arquitetura é diferente. O prédio tem um formato que lembra um olho suspenso”, explica. O design é de autoria do arquiteto que empresta seu nome ao edifício. No acervo de 3 mil peças, figuram obras de arte de artistas paranaenses e também de importantes nomes nacionais.

Rua Marechal Hermes, 999
De terça-feira a domingo, das 10h às 18h
Entrada: R$ 4
Mais informações: museuoscarniemeyer.org.br
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Divulgação
A Pinacoteca do Estado passou por uma reforma assinada por Paulo Mendes da Rocha
Pinacoteca do Estado (São Paulo – SP)

Este é outro museu que já impressiona antes mesmo de se chegar à exposição de obras, segundo Dercy Pereira. “O prédio passou por uma grande reforma, assinada pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha, no final da década de 1990”, explica. Fundado em 1905, é o museu de arte mais antigo da cidade. Destaque para o acervo com peças do século 19 e para a área externa, que reúne esculturas.



Praça da Luz, 2
De terça-feira a domingo, das 10h às 17h30
Às quintas-feiras, até as 22h.
Entrada: R$ 6
Aos sábados, durante todo o dia, e às quintas-feiras, das 18h às 22h, entrada gratuita.
Mais informações: pinacoteca.org.br

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Divulgação
Museu da Inconfidência tem estilo colonial e guarda cerca de 4 mil peças
Museu da Inconfidência (Ouro Preto – MG)

A Inconfidência Mineira é um dos capítulos mais marcantes da história do país. O Museu da Inconfidência, localizado na antiga Casa de Câmara e Cadeia de Ouro Preto, reúne um acervo de 4 mil itens relacionados a este período. “Por meio das peças que ali estão, o visitante obtém um relato deste momento importantíssimo para a República”, explica Maria Aparecida de Aquino.

Praça Tiradentes, 139
De terça-feira a domingo, das 12h às 17h30.
Entrada: R$ 8
Mais informações: museudainconfidencia.gov.br

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Divulgação
O Museu da República conta uma parte importante da história do Brasil
Museu da República (Rio de Janeiro – RJ) 
Na opinião da professora Maria Aparecida de Aquino, visitar este museu é fundamental para entender um pouco mais sobre a história do Brasil. “Foi ali, no Palácio do Catete, que aconteceram fatos importantes, como o suicídio do presidente Getúlio Vargas, em 1954”, diz Maria Aparecida. No acervo, objetos, móveis e obras de arte dos séculos 19 e 20 montam um panorama do período republicano. Erguido entre 1858 e 1867 pelo Barão de Nova Friburgo, o edifício também é uma construção simbólica.

Rua do Catete, 153
De terça à sexta-feira, das 10h às 17h.
Sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h.
Entrada: R$ 6
Aos domingos e às quartas-feiras, entrada gratuita.
Mais informações: museudarepublica.org.br

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   Divulgação
O museu, em Brasília, é dedicado ao presidente Juscelino Kubitschek
Memorial JK (Brasília – DF)

Projetado por Oscar Niemeyer, o museu é dedicado ao presidente Juscelino Kubitschek. “Ele foi montado com a concordância da família. Ao fazer uma visita, dá para ‘ver’ a época. É como se você voltasse mesmo no tempo”, ressalta Maria Aparecida. Ali, fica o mausoléo de JK, além de peças e documentos que remontam a história do governante. O projeto de arquitetura foi solicitado pela esposa dele, dona Sarah Kubitschek, a Niemeyer, que entregou o desenho em apenas uma semana.

Eixo Monumental, Lado Oeste, Praça do Cruzeiro
Diariamente, das 9h às 18h.
Entrada: R$ 10
Mais informações: memorialjk.com.br

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Foto Jota Freitas
MAM de Salvador fica à beira-mar
Museu de Arte Moderna(Salvador – BA)

Nem só de bronzeados, biquínis e água de coco se faz a orla de Salvador. O Museu de Arte Moderna da capital baiana reúne obras de artistas modernos e contemporâneos e recebe cerca de 200 mil pessoas por ano. “A localização já é interessante, porque o prédio é quase tocado pelo mar”, destaca o professor Dercy Pereira. O MAM é considerado o principal espaço de arte contemporânea do estado e um dos mais importantes do país.

Av. do Contorno, sem nº
De terça-feira a domingo, das 13h às 19h.
Aos sábados, das 13h às 21h.
Entrada gratuita
Mais informações: mam.ba.gov.br

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Divulgação
O Museu do Estado foi um dos primeiros do país
Museu do Estado
(Recife - PE)


Outro museu histórico indicado por Maria Aparecida de Aquino, o Museu do Estado, em Recife, foi criado em 1929, amparado por uma lei pioneira no território nacional, que defendia a preservação do patrimônio cultural do país. No início, funcionava na cúpula do Palácio da Justiça, mas, a partir da década de 1940, foi transferido para um palacete do século 19. “Ali, fica reunida uma boa parte da memória do ciclo da cana-de açúcar”, explica a professora.

Av. Rui Barbosa, 960
De terça à sexta-feira, das 9h às 17h50
Aos sábados e domingos, das 14h às 17h30
Entrada: R$ 5
Mais informações: fundarpe.pe.gov.br/mepe

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Divulgação
Fachada do Museu Paulista, mais conhecido como Museu do Ipiranga, em São Paulo
Museu Paulista (Museu do Ipiranga) (São Paulo – SP)

Vinculado à Universidade de São Paulo, é mais conhecido como Museu do Ipiranga. Foi inaugurado em 7 de setembro de 1895, no aniversário de 73 anos da proclamação da independência, quando Dom Pedro teria dado o chamado “Grito da Independência” às margens do Ipiranga. “É um museu clássico na capital paulista”, diz Maria Aparecida de Aquino. No total, são cerca de 125 mil itens, datados do período entre o século 17 e o século 20.

Parque da Independência, sem nº
De terça a domingo, das 9h às 17h.
Entrada: R$ 6
No primeiro domingo de cada mês, a entrada é gratuita
Mais informações: mp.usp.br

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Divulgação
O moderno prédio da Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, foi projeto pelo arquiteto Álvaro Siza
Fundação Iberê Camargo (Porto Alegre – RS)

Criada em 1995, um ano depois da morte do artista gaúcho, o museu tem a intenção de aproximar o público de sua produção. “É um espaço relativamente jovem”, ressalta Dercy Pereira, que também chama a atenção para a arquitetura do prédio. “Foi projetado pelo arquiteto Álvaro Siza”, diz o professor. As exposições temporárias e o acervo com foco voltado para a arte contemporânea são destaques.

Av. Padre Cacique, 2.000
De terça-feira a domingo, das 12h às 19h
Às quintas-feiras, das 12h às 21h
Aos feriados, das 12h às 19h
Entrada gratuita
Mais informações: iberecamargo.org.br

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Divulgação
Fachada do MAM, em ângulo mais aproximado
Museu de Arte Moderna (São Paulo – SP)

“Só a localização já faz dele um dos principais museus de São Paulo”, destaca Dercy Pereira sobre este museu, que fica no meio do Parque do Ibirapuera. O MAM também reúne uma das principais coleções de obras de arte contemporâneas da América Latina. No total, são cerca de 5 mil itens, assinados por mais de mil artistas. Foi fundado em 1948, por iniciativa do empresário Francisco Matarazzo.

Parque do Ibirapuera, portão 3, sem nº
De terça-feira a domingo, das 10h às 18h
Entrada: R$ 5,50. Aos domingos, a entrada é gratuita.
Mais informações: mam.org.br

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Divulgação
O MAC (à esq.) é uma das atrações do Centro Cultural Dragão do Mar (à dir.), em Fortaleza
Museu de Arte e Cultura (Fortaleza – CE)

Dentro do Centro Cultural Dragão do Mar, na capital cearense, fica o MAC tem ênfase em produções contemporâneas. “A arquitetura é interessante e as mostras temporárias que acontecem ali são importantes”, diz Dercy Pereira.

Rua Dragão do Mar, 81
De terça à quinta-feira, das 9h às 18h30
De sexta-feira a domingo, das 14h às 20h30.
Entrada gratuita
Mais informações: dragaodomar.org.br

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Reprodução Blog Caçadores-de Bibliotecas
O acesso ao Museu do Seringal, no Amazonas, só pode ser feito de barco
Museu do Seringal de Vila Paraíso (Manaus – AM) 
Quem quiser visitar este pequeno museu, precisa estar preparado: o acessó só pode ser feito de barco. “Os museus do Amazonas são importantes para sabermos mais sobre o Ciclo da Borracha, tão significativo para a economia brasileira”, diz Maria Aparecida Aquino. O Museu do Seringal é formado por móveis e utensílios que contam a história do período áureo da extração da borracha.

Igarapé São João, afluente do Igarapé Tarumã-Mirim, margem esquerda do Rio Negro
De quarta-feira a domingo, das 8h às 16h
Entrada: R$ 5
Mais informações: culturamazonas.am.gov.br/programas_02.php?cod=0118 

Fonte: Casa e Jardim

Veja essa casa da arquiteta Selma Tammaro que traduz o luxo e a sofisticação

Concebidas para serem verdadeiros objetos de desejo, as casas al mare são planejadas, arquitetadas e construídas com Selma Tammaro


Localizada na praia de Tabatinga, no litoral norte de São Paulo, podemos definir essa casa como verdadeiro refúgio tropical. 



Com vasta expertise em casa al mare, a arquiteta oferece aos clientes projetos que vão além das casas de veraneio. São casas projetadas para famílias com muito conforto além de bem estar e aconchego.


Podemos perceber a riqueza de detalhes e acabamentos. Sauna, home theaters, área de lazer, bares e piscinas diferenciadas são alguns dos elementos que não ficam de fora dos projetos.


A arquiteta valoriza muito a luz natural. O branco, cor predominante dentro das casas sempre misturados com azul, vermelho, laranja e caramelo aliado à elementos rústicos dão um toque especial e alegre nos projetos.



Fonte: Web Luxo

Um jardim de encher os olhos não precisa ser grandioso. Bastam escolhas certeiras


Fotos Pedro Abude
A abertura ao fim do corredor social da casa traz uma vista exclusiva do jardim e do pândano, com seu tronco singular. Como se fosse um tapete, a forração de espadinha segue a largura do vão. Planta de fácil cultivo e multiplicação, ela tolera sol e meia-sombra. À dir, as inflorescências do agapanto, que apresenta flores azuladas ou brancas, na primavera e no verão. Tem florada mais intensa em locais de pleno sol e é ideal para formar canteiros, maciços e bordaduras. Aqui, acompanha toda a fachada lateral da construção

Fotos Pedro Abude
A imponente jabuticabeira de 60 anos é a atração do pátio. O desenho
geométrico dos canteiros de agapanto e de íris se repete no
piso de placas de pedra portuguesa em três cores,
intercaladas por grama-esmeralda. A cerca viva de murtas
(à esq.) é mantida podada como uma meia-parede. Fornece
privacidade à casa e prolonga o muro
Em meio a 3 mil m² de terreno, um pátio com 350 m² parece pequeno – cá entre nós, só parece! Com tanta metragem livre disponível, a opção dos moradores desta casa, em Bragança Paulista, interior de São Paulo, de concentrar o jardim em 1/8 de sua área, fez com que o paisagista Alex Hanazaki adotasse a teoria do menos é mais para a escolha das plantas.

Embora tenha formado vários maciços ao longo do pátio, eles são praticamente de agapanto e de íris – prova de que o encanto da composição não está na diversidade de espécies, mas sim no equilíbrio de formas, cores e volumes. O piso de pedra portuguesa, paginado em placas, deu o norte para a formatação geométrica dos maciços.

Mesmo com apenas dois anos de idade, o jardim é maduro. Tem paredes vivas de murta, que substituem muros para não enclausurar o verde, e árvores crescidas, entre elas uma jabuticabeira sexagenária – o centro de atenção do pátio. Entre os desejos dos moradores, a manutenção baixa encabeçava a lista de prioridades. É por isso que o jardim se resolve apenas com regas frequentes, adubação e podas periódicas.

Além da jabuticabeira, as árvores existentes criam pontos focais nos espaços que ocupam. É o caso do pândano de 3 m de altura, que pode ser apreciado de dentro de casa, em um dos vãos de vidro que dão para o exterior, ou dos elegantes exemplares de pau-formiga, espécie nativa, que atinge até 20 m de altura, posicionados em frente ao pátio. Sem contar o pomar, estrategicamente localizado na lateral da casa, onde ficam os quartos. “Mas o coração do projeto é o pátio, a ligação do jardim com a casa, para onde eu trouxe um estar, um lugar de contemplação, até com espelho-d’água”, diz Alex. E tudo acontece em torno desta área pequena – comparada ao espaço existente –, mas enorme, tamanha a sua interpretação.

Fotos Pedro Abude
O piso de madeira, intercalado por grama-preta, conduz à entrada principal da casa. Os maciços de agapanto correm pelos dois lados do caminho. Próximo à casa, uma romãzeira fixa-se à esquerda, e clúsias e palmeira fênix à direita . Os moradores desfrutam de um pomar com pitanga, amora e pera.

Fotos Pedro Abude
Ao fundo, insinua-se o jogo de murtas, com volumes e
alturas diferentes
Fotos Pedro Abude
Na área ao redor do espelho- d’água, o jardim mantém sua
simplicidade: poucas espécies, em equilíbrio de formas
e cores, garantem o impacto visual do conjunto. De um lado,
grama-esmeralda, do outro, canteiros forrados de agapanto
em início de floração. Logo atrás do muro de pedra moledo,
exemplares de pau-formiga dão altura, sem tirar a
visão do horizonte

Fonte: Casa e Jardim

Tem algum idoso na sua família com problemas de audição? Veja uma dica pra ajudá-los a ouvir melhor


Treinamento acústico
Embora a maioria da população aceite passivamente a redução da capacidade auditiva que parece vir com a idade, uma pesquisa realizada na USP mostrou que o treinamento melhora o processamento da audição em idosos.
A fonoaudióloga Renata Alonso estudou dois grupos de participantes, cuja faixa etária variava de 60 a 79 anos.
Aqueles que receberam estímulos, por intermédio de uma técnica constituída de tarefas acústicas, apresentaram melhoras tanto nos processos auditivos quanto cognitivos.
Treinamento de audição para idosos
O treinamento foi desenvolvido em cabine acústica, na qual os participantes eram expostos a uma variação de estímulos e tarefas auditivas.
Os resultados mostraram que o grupo que recebeu apenas estimulação visual - um grupo de controle, para comparação dos resultados - não apresentou nenhuma melhora significativa, nem auditiva e nem cognitiva.
O grupo de estudo, no entanto, demonstrou melhora no processamento auditivo, na avaliação cognitiva e nos potenciais eletrofisiológicos do ouvido.
A pesquisadora afirma que o treinamento é mais comumente utilizado em crianças e adolescentes porque esta é a população que mais procura esse tipo de tratamento.
Porém, o treinamento aplicado a idosos poderia melhorar a capacidade auditiva, o que implicaria em melhora da cognição, da memória, da compreensão de fala e, principalmente, teria um impacto benéfico na vida social destes.
Transtorno do Processamento Auditivo
O Transtorno do Processamento Auditivo corresponde em um déficit no processamento da informação auditiva, que pode interferir até na compreensão da fala.
Com o passar dos anos, ocorre degeneração nas estruturas internas do ouvido e a queda do desempenho da audição em idosos repercute no seu conforto e em sua vida social, o que pode prejudicar sua autoestima.
Alterações na audição também estão relacionadas com mudanças na cognição, que costuma decrescer na terceira idade.

Fonte: Diário da Saúde