quarta-feira, 2 de maio de 2012

IGP-M apresentou alta em Abril de 2012


De acordo com a divulgação feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta sexta-feira (27/04), o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) aumentou em 0,85% no mês de abril. Em março a alta tinha sido de 0,43%. Os principais motivos que levaram à aceleração deste índice foram os preços de alimento no atacado e do cigarro no varejo.


O IGP-M é considerado e conhecido como a inflação do aluguel, por ser utilizado como base para o reajuste da maioria de contratos imobiliários. Em 12 meses o Índice avançou 3,65% e a taxa acumulada no ano é de 1,47%, segundo a FGV.
Neste contexto, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), utilizado para o cálculo do IGP-M, acelerou ainda mais, com taxa de 0,97% em abril, após uma alta de 0,42% em março. O IPA é chamado também de inflação no atacado.
Utilizado também no cálculo do IGP-M, porém com peso inferior que o IPA, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu para 0,55% em abril, já em março a alta havia sido de 0,48%.
Por fim, o outro indicador que compõe o IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), acelerou para 0,83% em abril, perante a taxa de 0,37% em março.

Fonte: Central Estratégica

Será que trocar de banco durante o financiamento é vantagem?


As quedas de juros promovidas pelos bancos do País nas últimas semanas levantam a dúvida sobre se transferir empréstimos de um banco para outro atrás de melhores condições de pagamento é vantajoso. A portabilidade de dívidas, prevista na legislação, é uma boa opção para quem tem grandes saldos devedores e que devem ser pagos em longo prazo, como o financiamento de um imóvel, garantem especialistas. Mesmo assim é preciso ficar atento às taxas de cartório, que podem ser superiores aos valores economizados, o que anularia o desconto. Analistas dizem que, nesses casos, o melhor é renegociar os débitos na própria instituição financeira.


A portabilidade nada mais é que a transferência do saldo devedor de um banco para outro, que ofereça melhores condições contratuais. Quando o cliente escolhe o novo banco, essa instituição paga a dívida com o banco original e se torna a nova “dona” da dívida. Conforme o Banco Central (BC), essa modalidade vale para todos os contratos de operações de crédito e de arrendamento mercantil, ou leasing, quando a pessoa paga uma taxa mensal para usar o bem e, ao final do contrato, escolhe se fica ou não com ele. Essa operação começou a ser permitida no País em 2006 e, segundo o BC, em março desse ano foram realizadas 32.806 transações, com volume negociado de R$ 265.423.956,35.
Para o educador financeiro Ofir Viana Filho, o cliente tem que partir do princípio que o dinheiro de um empréstimo é uma “mercadoria” como qualquer outra. “Se essa mercadoria está cara em um banco, o melhor é procurar outra instituição, mas as taxas praticadas pelos bancos são muito semelhantes. A renegociação no próprio banco pode ser a melhor saída”, diz.
“As pessoas devem buscar as melhores taxas, mas é um processo burocrático, moroso e que demanda tempo e muita pesquisa. Não é uma opção interessante para a compra de geladeira, mas pode ser boa para imóveis”, diz o gerente geral do Instituto Geral de Investidores, Mauro Calil.Simulação
Para Marcelo Prata, fundador e presidente do Canal do Crédito, site que faz a comparação de produtos financeiros, as despesas envolvidas na portabilidade envolvem custos de cartório, possíveis certidões negativas que o novo banco exija e, no caso de imóveis, até uma nova avaliação. No caso de imóveis, todos esses gastos ficam em torno de 1% do valor de mercado do bem.
“O devedor deve verificar se os juros que ele paga hoje compensam o deságio, os valores que o banco faz o contribuinte gastar ao quitar as dívidas. Para dívidas pequenas, a diferença não se justifica”, diz o coordenador do MBA Gestão Estratégica e Econômica de Negócios da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Antônio André Neto. “Muitas vezes vale mais a pena renegociar o saldo devedor com o próprio banco, que quita esse contrato e faz outro, com melhores condições”, completa.
No caso de um contrato de financiamento de imóvel de R$ 400 mil para pagamento em 25 anos, com taxa de juros de 11,5% ao ano, a migração compensa com uma redução a partir de 1,5 ponto percentual na taxa de juros, diz Prata. “Nesse exemplo, o valor economizado ao longo de 25 anos é de R$ 57 mi, ou seja, é como se fosse R$ 8.911 aplicados na caderneta de poupança. Quase o dobro do custo de despesas cliente terá com a portabilidade, então essa transação vale a pena. Caso o cliente tenha folga no orçamento e possa arcar com as despesas da portabilidade, a migração compensa com uma redução a partir de 1,5 ponto percentual na taxa de juros. Abaixo disso, é trocar seis por meia dúzia”, completa.

Multas
Segundo Prata, a resolução 3.401 de 2006 do BC prevê que os contratos firmados após 2007 não podem conter multas caso o cliente opte pela portabilidade. “Caso o banco cobre qualquer multa, mais conhecida como taxa de interveniência, a mesma pode ser discutida judicialmente”, completa.
O professor da Trevisan Escola de Negócios, Alcides Leite, diz que a queda de juros promovida pelos bancos ainda é recente, então ele sugere cautela. “Ainda não compensa mudar de banco, é preciso esperar as taxas caírem e estabilizarem, para só então verificar qual a melhor instituição financeira para transferir a dívida”, diz.Entenda
- Desde 2006, os clientes podem trocar de dívidas em bancos, procurando as melhores tarifas. A portabilidade é permitida para todas as operações de crédito, a critério de cada banco, conforme o BC
- Segundo especialistas, essa operação é vantajosa para dívidas altas e de longo prazo
- Na hora de verificar se vale a pena fazer a transação, o consumidor deve descontar as tarifas que devem ser pagas em cartórios, com impostos, e com taxas para abertura e fechamento de contas
- Para dívidas pequenas, os analistas afirmam que é melhor renegociar o contrato no próprio banco.

Fonte: Central Estratégica

Saiba como as fibras são importantes na alimentação...


Fibras

As fibras são um tipo de carboidrato que não é digerido pelo corpo humano. Elas são encontradas em grãos, verduras, legumes, feijões, frutas e em produtos derivados desses alimentos, como cereais matinais e pães integrais.

As fibras colaboram para o bom funcionamento intestinal e, consequentemente, para a prevenção de câncer de intestino. Há dois tipos de fibras: as solúveis e as insolúveis. 

As fibras solúveis estão presentes principalmente em feijões, algas e na aveia. São elas que, no intestino, absorvem a água e formam um tipo de gel que retarda a absorção de carboidratos e de certas gorduras, colaborando para o controle da glicemia e do colesterol sanguíneo. 

Já as fibras insolúveis se encontram nas cascas de legumes e frutas, nos grãos e em produtos integrais. Elas são importantes para estimular o funcionamento do intestino e a sensação de saciedade, facilitando a manutenção de um peso saudável.

Para aumentar o consumo de fibras na sua alimentação, invista em biscoitos integrais, frutas com casca e frutas secas, como opção de lanche entre as refeições. Capriche também na salada do almoço e enriqueça o sanduíche do jantar, acrescentando legumes e verduras. Outra observação importante é: quando aumentar o consumo de fibras, aumente o consumo de água para melhorar o funcionamento do intestino.

Fonte: Vida Saudável

Receita com vinho pra sua comida ficar ainda mais deliciosa...

Filetto al Pepe Verde é o nome do prato criado pelo chef Mário Tacconi, do restaurante Fratelli: trata-se de filé mignon grelhado com uma dose carregada de molho de pimenta verde. Anote a receita e prepare em casa:

Receita de filé mignon grelhado com molho de pimenta verde
Foto: Divulgação
Para o filé mignon grelhado com molho de pimenta verde:
Ingredientes:
250g de filé mignon
25ml de azeite extravirgem
25g de farinha de trigo
1 pitada de sal
2 colheres (sopa) de shoyu
2 colheres de mostarda Dijon escura
100ml de creme de leite fresco
20g de pimenta verde em conserva
50ml de conhaque

Modo de preparo:
Temperar o filé mignon com sal e passar na farinha de trigo. Em seguida, em uma frigideira antiaderente, adicione o azeite e o filé, em fogo baixo. Deixe grelhar por três minutos cada lado. Coloque a pimenta e depois flambe com o conhaque. Após essa etapa, adicione o shoyu, a mostarda e o creme de leite e mexa até chegar a uma textura encorpada. Adicione uma pitada de sal a gosto e reserve.



Para o risoto de creme de parmesão:
Ingredientes:
125g de arroz arbóreo italiano
50ml de azeite extra virgem
30g de cebola bem picada
Sal (a gosto)
25ml de vinho branco
500ml de caldo de legumes
25g de queijo grana padano ralado
20g de manteiga

Modo de preparo:
Em uma panela preaquecida refogue a cebola com o azeite sem deixar dourar. Colocque o arroz e o sal. Depois, adicione o vinho branco e espere que ele evapore. Em seguida, adicione aos poucos o caldo de legumes já quente e mexa, sem parar, por aproximadamente 13 minutos, em fogo baixo. Quando o caldo já estiver seco, coloque a manteiga, o queijo e finalize com um fio de azeite.





Fonte: GNT

Falar dois idiomas aguça o cérebro e melhora atenção


Hardware cerebral
Ser bilíngue "refina" o sistema nervoso auditivo, permitindo filtrar melhor o que se ouve.
E isso melhora a atenção e a memória de trabalho.
Viorica Marian e Nina Kraus, da Universidade Northwestern (EUA) descobriram como isso ocorre em nível fisiológico.
Ou seja, ser bilíngue afeta o "hardware" cerebral.
Atenção, inibição e memória
Os cientistas descobriram que o fato de falar dois idiomas altera a forma como o sistema nervoso responde aos sons.
"As pessoas fazem palavras cruzadas e outras atividades para manter suas mentes afiadas. Mas as vantagens que descobrimos em falar dois idiomas vêm automaticamente apenas do fato de conhecer e usar dois idiomas," afirma Marian.
"Parece que os benefícios do bilingualismo são particularmente fortes e amplos, e incluem a atenção, a inibição e a codificação do som," completa a pesquisadora.
Os pesquisadores planejam fazer, a seguir, uma nova pesquisa para descobrir se os mesmos efeitos são obtidos quando se aprende um segundo idioma mais tarde na vida, e não enquanto jovem, como ocorreu com os participantes do estudo.
Filtrar barulhos
Os experimentos compararam a resposta cerebral a sons complexos de pessoas que falam inglês e espanhol e pessoas que falam apenas inglês.
Em um ambiente silencioso, o cérebro dos dois grupos se comportou de maneira muito similar.
Mas, em um ambiente de barulho, os bilíngues saíram-se muito melhor.
"Com a experiência de ajustar a atenção, o sistema auditório dos bilíngues torna-se altamente eficiente em processar automaticamente os sons," disse Kraus.
Já se sabia que falar dois idiomas acelera o desenvolvimento cognitivo de criança.
Outra pesquisa, realizada na mesma universidade, também já havia demonstrado que falar dois idiomas retarda sintomas de Alzheimer.

Fonte: Diário da Saúde