quinta-feira, 5 de abril de 2012

O jardim de 2 milhões de luzes

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Todos os anos, a cidade deChiang Mai (a segunda maior da Tailândia) recebe a exposição de horticulturaRoyal Flora Ratchaphruek. Mas a última edição, que aconteceu em 2011, foi diferente: o evento contou com uma instalação gigante e iluminada, assinada pelos designers da empresa local Apostrophy’s. Em uma área de 6.300 m², os profissionais criaram um enorme jardim, feito de luzes. Ao todo, foram utilizados 2 milhões de lâmpadas para chegar ao resultado esperado. Entre as esculturas, havia algumas com células sensíveis, que captavam a energia solar durante o dia para manter o projeto iluminado à noite.

A instalação foi dividida em cinco partes. A primeira, batizada de Bloom field, era composta por várias réplicas da flor-de-lótus e ficava logo na entrada. Em seguida, os visitantes chegavam no grupo Star marine, com borboletas que se moviam de acordo com a música ambiente. Depois, era a vez do Black light field, com centenas de flores pintadas de cores fluorescentes. Então, vinha Anodard lake, com esculturas de peixinhos mergulhando em um lago. Por fim, alcançava-se a última parte, chamda Twilight field. Ali, fica uma estátua budista e duas fileiras formadas por lâmpadas que imitam flores locais. Confira mais fotos:

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A área com mais de 6 mil m², na Tailândia, ganhou um jardim iluminado
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Para criar todo o projeto, foram necessários 2 milhões de lâmpadas
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A energia usada para acender as esculturas é captada do sol

Fonte: Casa e Jardim

Conheça as 100 casas mais inovadoras do mundo

Projeto do escritório Jarmund/Vigsnes: Red House, em Oslo
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De tão ousadas, algumas casas até se confundem com obras de arte. Graças à criatividade e ao talento de arquitetos como a iraquiana Zaha Hadid, o polonês Daniel Libeskind e obrasileiro Marcio Kogan, entre outros tantos nomes, os projetos residenciais tornaram-se muito mais do que lugares para morar. Ângulos que parecem impossíveis, materiais inusitados e formas impressionantes são alguns dos aspectos encontrados nas construções experimentais que ilustram os dois volumes do livro 100 casas contemporâneas, lançado pela editora alemã Taschen. Além de um projeto assinado por Marcio Kogan em Salvador, na Bahia, a lista inclui outras três construções brasileiras: a Casa Acayaba, de Marcio Acayaba, que fica no Guarujá, no litoral de São Paulo; a CF House, do escritório Bernardes + Jacobsen, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro e a Pier House, em Paraty, também no Rio de Janeiro, de Simas and Grinspum.


A difícil tarefa de selecionar os projetos coube ao historiador e economista Philip Jodidio, reconhecido internacionalmente como um dos autores mais populares, quando o assunto é arquitetura. “Os arquitetos têm mais liberdade para expressar suas ideias e experimentar novos conceitos ao desenhar residências, do que projetos corporativos. Conceber espaços para viver tem seus desafios, para os quais os arquitetos sempre buscam soluções inovadores – repensar a maneira como moramos e vivemos nossas rotinas faz parte do trabalho de desenhar uma casa”, diz a descrição do livro. A obra não tem previsão de lançamento no Brasil, mas é possível adquiri-la pelo site da editora.

Confira alguns dos projetos que ilustram as páginas da publicação:

CF House, assinada por Bernardes + Jacobsen, em Angra dos Reis

Outra foto do projeto do escritório Bernardes + Jacobsen

Rolling Huts Mazama, dos arquitetos do Olson Kundig

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Holman House, na Austrália
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À esq., projeto do escritório Aires Mateus, em Portugal; À dir., projeto de Kotaro ide, no Japão
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A lista tem quatro projetos brasileiros: entre eles, a casa Acayaba, de Marcos Acayaba, que fica no Guarujá, litoral de São Paulo



Fonte: Casa e Jardim

Saiba como inovar na Páscoa e aprenda a fazer o Ovo Trufado Tropical

Ovo Trufado Tropical: receita leva chocolate meio amargo, maracujá, leite condensado e mais
Receita Ovo Trufado Tropical:
(Rendimento: 5 ovos de 250 gramas cada)

Ingredientes para casquinha de chocolate: 
1,5 kg de cobertura fracionada em chocolate meio amargo

Ingredientes para o recheio:
200 ml de suco concentrado de maracujá
200 gr de açúcar
10 gr de glucose 
250 gr de coco ralado grosso
300 gr de leite condensado

Ingredientes para calda:
50 gr de polpa de maracujá com as sementes
50 ml de água
50 gr de açúcar

Acessórios:
Forma para ovos de 250 gr 
Pincel de silicone

Modo de preparo da casquinha:
Derreta o chocolate em microondas ou banho maria. Com ajuda do pincel, faça uma camada fina no interior da forma.
Deixe secar e repita a operação. 

Modo de preparo do recheio:
Em fogo baixo, aqueça o suco concentrado e o açúcar até dissolver. Adicione a glucose e o coco ralado. Acrescente o leite condensado até dar o ponto. Aproximadamente 10 minutos. Utilizar bem frio.

Modo de preparo da calda:
Cozinhe em fogo baixo todos os ingredientes até atingir consistência de mel.

Modo de preparo da montagem:
Depois que a forma receber 2 camadas de chocolate e estiver totalmente seca, distribua o recheio deixando 1cm  de espaço livre na borda. Coloque a calda também. Em seguida, cubra com mais chocolate e leve para geladeira. Os ovos estarão prontos para desenformar quando a superfície ficar opaca. Depois de desenformar, pode-se decorar pincelado chocolate derretido sobre a casca.


Fonte: GNT

Antigo centro de distribuição é convertido em escritório de serviços usando linguagem das lojas-conceito da marca Centauro

Painéis de alumínio composto na cor branca revestem paredes, pilares e o balcão da recepção
Painéis de alumínio composto na cor branca revestem paredes, pilares e o balcão da recepção
Percursos internos são pista de atletismo
O Grupo SBF, empresa de origem mineira e proprietária das marcas Centauro e By Tennis, adaptou seu antigo centro de distribuição no bairro da Lapa, na capital paulista, transformando-o em um novo centro de serviços. Implantado em duas etapas de obras, o projeto converteu os antigos galpões em escritórios para cerca de 400 funcionários usando a mesma linguagem das lojas-conceito da marca Centauro, ambos desenvolvidos por AUM Arquitetos.
O novo centro de serviços do Grupo SBF ocupa antigos galpões que até há pouco serviam como centro de distribuição da empresa.
O conjunto é formado por diferentes volumes e anexos, mas as intervenções abrangeram apenas os dois blocos principais, deixando o restante da área reservada para expansão.
“O cliente precisava de escritórios para acomodar cerca de 400 funcionários, mas tinha que ser uma obra rápida, que aproveitasse a estrutura existente, sem acréscimos de área”, detalha Renato Dalla Marta, um dos autores do projeto.
O mais antigo dos dois galpões originais é térreo, tem 15 metros de pé-direito, sheds na cobertura e passou apenas por pequenas intervenções para funcionar como estacionamento.
O segundo também é térreo, mas com pé-direito em torno de 3,5 metros, o que simplificava sua adequação ao novo uso.
Outra vantagem é que ele originalmente já estava ligado a uma construção de desenho irregular, distribuída por térreo e mais dois pavimentos, planejada para abrigar escritórios.
A fim de ganhar um pouco mais de área, o cliente optou por aproveitar também a laje de cobertura do volume das docas, que é anexo a essa construção.
A diferença de altura entre as edificações resultou em um pavimento escalonado, quase um nível acima do primeiro andar do prédio de escritórios e um pouco abaixo do segundo pavimento, condição que exigiu a abertura de uma nova caixa de escada.
Quando no piso, a pista é demarcada com pintura epóxi. Nos demais planos, ela é feita de painéis MDF com acabamento em laca brilhante
Quando no piso, a pista é demarcada com pintura epóxi. Nos demais planos, ela é feita de painéis MDF com acabamento em laca brilhante
Os itens de marcenaria na sala da presidência foram desenhados pelos arquitetos
Os itens de marcenaria na sala da presidência foram desenhados pelos arquitetos
Vários lugares na sala de espera permitem acomodar os representantes dos fornecedores que visitam a empresa
Vários lugares na sala de espera permitem acomodar os representantes dos fornecedores que visitam a empresa
O projeto de interiores utiliza a mesma linguagem usada para caracterizar as flagships da marca Centauro, projeto também desenvolvido pela AUM Arquitetos.
O elemento mais marcante é a pista de atletismo que delimita os percursos internos. Ela é feita com pintura epóxi no piso e com painéis MDF de acabamento em laca brilhante nos demais planos.
A recepção branca, revestida por painéis de alumínio composto, repete o contraste com o vermelho, fazendo referência direta às fachadas das lojas.
A combinação entre salas fechadas e amplos escritórios abertos reflete as necessidades do dia a dia da empresa.
As salas fechadas, posicionadas no perímetro externo das lajes, abrigam departamentos como financeiro ou jurídico, salas da diretoria e salas de reunião. Esses ambientes estão separados da área central por meio de divisórias de vidro jateado, o que assegura privacidade e iluminação natural.
Para garantir flexibilidade de mudança de layout, os arquitetos optaram por estações de trabalho retilíneas e instalações correndo sob o piso elevado revestido por carpete em placas. Painéis modulares de forro mineral e luminárias duplo-parabólicas asseguram conforto acústico e visual.
A cozinha industrial é completamentada por amplo refeitório, além de duas salas de reuniões que podem funcionar como restaurante vip.
“Buscamos dar ao refeitório uma ambientação mais quente, o que explica os acabamentos em madeira e a combinação de cadeiras pretas e vermelhas”, explica Dalla Marta.
Balcão da recepção, mobiliário da sala da presidência e os aparadores do restaurante foram desenhados pelos arquitetos.
Como no projeto das lojas, a pista de atletismo marca os percursos internos
Como no projeto das lojas, a pista de atletismo marca os percursos internos
Lajes antes usadas como depósitos receberam forro modular e piso elevado e passaram a abrigar escritórios. Piso elevado com carpete em placas e as estações de trabalho retilíneas buscam dar flexibilidade de layout aos espaços
Lajes antes usadas como depósitos receberam forro modular e piso elevado e passaram a abrigar escritórios. Piso elevado com carpete em placas e as estações de trabalho retilíneas buscam dar flexibilidade de layout aos espaços
No refeitório, elementos quentes para quebrar a ambientação típica dos escritórios
No refeitório, elementos quentes para quebrar a ambientação típica dos escritórios


Fonte: Arco Web

Alho industrializado perde propriedades terapêuticas

Propriedades picadas
O sabor e as propriedades terapêuticas do alho são reverenciados desde a antiguidade, mas seu forte odor característico - ao qual já foi atribuído até o poder de espantar vampiros - faz com que muitas pessoas evitem manipular a hortaliça.
Como alternativa, existem diversas versões de alho prontas para o consumo.
Mas, segundo pesquisa feita na Agência Paulista de Tecnologia do Agronegócio (APTA), o alimento perde praticamente todas as suas propriedades funcionais dependendo do tipo de processamento ao qual é submetido.
Preparados de alho
A agrônoma Patrícia Prati comparou três processos de industrialização do alho: picado e frito, fatiado e frito e em forma de pasta.
Os produtos foram embalados em potes plásticos de 200 gramas. À versão em pasta foram adicionados 2% de ácido cítrico e 0,1% de sorbato de potássio como conservantes.
O valor nutricional de todos os produtos foi avaliado logo após o processamento e a cada 45 dias durante um período de seis meses.
"O principal objetivo era verificar qual método preserva melhor a alicina, substância que confere ao alho suas propriedades funcionais", contou Patrícia.
Alicina
Segundo a literatura científica, a ação antimicrobiana da alicina ajuda na prevenção do câncer de estômago causado pela bactéria Heliobacter pylori.
A substância atua também na prevenção de doenças cardiovasculares por tornar os vasos sanguíneos mais flexíveis e dificultar a formação de placas ateroscleróticas.
"Logo após o processamento, a pasta de alho apresentou uma perda pequena de alicina: 9,5%. Ao fim dos seis meses, o teor havia diminuído mais 20%. A perda total, portanto, foi menor que 30%, o que é relativamente pouco", disse Patrícia.
Já as formas fritas perderam logo no início mais de 90% da alicina existente no alho cru. "Na análise feita após os 45 primeiros dias, a substância já era praticamente inexistente", disse a cientista.
Os teores de vitamina C também foram avaliados na pasta de alho e, embora tenham apresentado estabilidade durante o período de estocagem, foram considerados baixos desde o início. "Nem avaliamos esse nutriente nos produtos fritos, pois já sabíamos que não ia sobrar nada após o processamento", disse Patrícia.
As análises também mostraram que os produtos fritos sofreram oxidação ao longo do tempo de armazenamento, o que foi evidenciado pelo aumento do índice de peróxidos, mas ficaram dentro dos parâmetros exigidos pela legislação. O mesmo ocorreu com a análise microbiológica, que avalia a contaminação por fungos e bactérias.
Alho chinês e argentino
Outro objetivo do estudo foi comparar a aptidão para industrialização de quatro variedades de alho. Três delas eram nacionais - Assai, Gigante de Curitibanos e Santa Catarina Roxo - e a quarta era importada, conhecida como Comercial Chinês.
"Praticamente todo o alho consumido no Brasil é importado da China ou da Argentina, dependendo da época do ano. As variedades nacionais ainda não estão no mercado, pois apresentam problemas pós-colheita, como viroses e pragas. Mas a APTA e a Embrapa estão trabalhando no melhoramento genético", disse Patrícia.
De acordo com a pesquisa, os quatro cultivares estudados se mostraram viáveis para industrialização. Em termos de composição nutricional, o Santa Catarina Roxo foi o que apresentou maior teor de proteínas e lipídeos.
A alicina estava presente em maior quantidade em Gigante de Curitibanos e Assai. Já os níveis de vitamina C apresentaram diferença estatística apenas em Gigante de Curitibanos.
Consumo de alho recomendado
O alho também é rico em zinco e selênio, antioxidantes envolvidos direta e indiretamente no funcionamento do sistema imunológico. Essas substâncias, contudo, não foram avaliadas na pesquisa.
O Ministério da Saúde do Canadá e a Agência Federal Alemã de Saúde recomendam a ingestão de 4 gramas diários de alho cru, ou 8 miligramas de óleo essencial de alho para ajudar no controle do colesterol e diminuir fatores de risco cardiovascular. Isso equivale ao consumo de aproximadamente um dente e meio por dia.
No Brasil não há consenso sobre qual seria a ingestão diária ideal.
"Qualquer tipo de cozimento promove certa perda das propriedades funcionais do alho, mas a fritura é a pior delas. Em vez de refogar antes, melhor colocar o tempero para cozinhar junto com a comida", disse Patrícia.

Fonte: Diário da Saúde