terça-feira, 3 de abril de 2012

Você ainda preciso de motivos pra beber bastante água?

Você tem preguiça de levantar diversas vezes ao dia para beber água? Acha que não serve para nada? Saiba que manter uma garrafinha por perto pode fazer muito pela sua saúde, beleza e até o humor! A seguir, veja cinco ótimos motivos para beber água regularmente:
  • 1
    Ajuda a emagrecer
    De acordo com a nutricionista funcional Gabriela Maia, a água é essencial no processo de emagrecimento. “O consumo regular e diário ajuda na eliminação de toxinas através da urina e das fezes, permitindo que o organismo equilibre suas funções. Além disso, o organismo pode confundir fome com sede. Quando sentir aquela “ fominha” no meio da tarde, beba um copo de água antes de comer, assim você se sentirá saciada por mais tempo”, diz a nutricionista.
  • 2
    Mantém pele, unhas e cabelos bonitos
    A médica ortomolecular Lila Valente, da Clínic Med, explica que todos os órgãos sofrem com a perda de líquido corporal. “A pele é o primeiro a sentir os efeitos da falta de água no organismo. Avaliando suas características podemos perceber se a pessoa bebe água regularmente, já que casos de desidratação leve já podem provocar a diminuição do tônus, textura e elasticidade da pele”, diz a médica.
  • 3
    Evita inchaço e retenção de líquidos
    Se você costuma se sentir inchada, beber água deve ser um hábito comum como escovar os dentes: “Bebendo água ao longo do dia você evita que o organismo retenha o sódio, grande responsável pelo desconforto do inchaço”, explica Gabriela Maia.  Ela explica que beber os tais dois litros de água recomendados também ajuda a amenizar a celulite. Gabriela Maia também sugere as águas aromatizadas: “Antes de dormir, coloque rodelas de limão, laranja folhas de hortelã em uma jarra com dois litros de água, conservando-a na geladeira. No dia seguinte você terá uma bebida refrescante e livre de calorias”, recomenda a nutricionista.    
  • 4
    Evita dores de cabeça e mau humor
    Segundo Lila Valente, é preciso, sim, beber dois litros de água todos os dias. “Esquecer ou deixar de beber água no dia a dia pode provocar dores de cabeça, vômitos, náuseas, diarreias e febre”, diz a médica. Gabriela Maia explica que a desidratação leve, causada pela falta de água diária é mais comum do que imaginamos. “O simples fato de sentir sede é um indício que o organismo está com o estoque de água abaixo do recomendado e começa a entrar em estado de desidratação. Por isso, não espere sentir uma sede desesperada para beber água”, diz a nutricionista funcional.  Estudos recentes indicam que uma desidratação leve (com a perda de apenas 1% de água) pode afetar o humor, provocando até ataques de raiva.
  • 5
    Previne problemas nos rins
    Quanto menos água uma pessoa bebe, maiores os riscos das substâncias formadoras dos cálculos renais se unirem, formando as chamadas pedras nos rins. Estudos indicam que quem já sofreu com o problema, mas aumentou a ingestão de água, é capaz de reduzir em 60% o desenvolvimento de novos cálculos nos rins. “A água também ajuda a hidratar as fezes e eliminar toxinas através da urina”, diz a nutricionista Gabriela Maia. 

Que tal servir aquele docinho de noz macadâmia com doce de leite nesta Páscoa?

docinhos de macaâmia com doce de leiteIngredientes:
2 folhas de massa quebrada para torta doce
1 lata de doce de leite para recheio e cobertura
250g de chocolate
½ xícara de noz macadâmia picada grosseiramente

Modo de preparo:
Corte a massa quebrada em quadrados e disponha em uma assadeira de muffin criando uma concha. Cozinhe em temperatura média até dourar bem. Ao esfriar, adicione uma colher de chocolate derretido e cubra com o doce de leite. Espalhe a noz-macadâmia picada e sirva.


Fonte: GNT

Solução vencedora usa labirinto como elemento paisagístico

Parque da Tamarineira fica para equipe de Recife
Ao anunciar, no início de outubro, o resultado do concurso que selecionou a melhor proposta para a implantação do parque da Tamarineira, o prefeito de Recife, João Costa, disse que iria buscar financiamento e parceiros para desenvolver o projeto executivo. “Queremos fazer tudo no menor prazo possível”, assegurou ele, referindo-se à implantação do trabalho inscrito por LF Empreendimentos e Projetos Arquitetônicos, escolhido entre 23 participantes para transformar parte daquele terreno, localizado na região norte da capital pernambucana, em um parque público. A decisão foi tomada depois de o município consultar vários setores da sociedade e colher a opinião de quase 12 mil internautas acerca do destino da área. O terreno onde será implantado o equipamento foi decretado de utilidade pública em 2010. Lá funcionam o Hospital Ulysses Pernambucano, o Hospital Municipal Pediátrico Helena Moura e o Centro Municipal de Tratamento e Prevenção de Álcool (CPTRA). A competição foi realizada com o apoio do IAB/PE e os trabalhos foram avaliados por um júri formado pelos arquitetos Evelyne Labanca, Hector Vigliecca, Milton Botler, Sidney Linhares e Wandenkolk Tinoco. Por ter conseguido o primeiro lugar, a equipe de Recife receberia o prêmio de 40 mil reais e assinaria contrato para desenvolver a proposta. De Olinda é o escritório - Grau Grupo de Arquitetura e Urbanismo - que apresentou o projeto ao qual o júri atribuiu o segundo lugar, remunerado com 20 mil reais. O estúdio GM2M Arquitetos, de Curitiba, recebeu 10 mil reais pelo terceiro lugar.
1º lugar
Simulando os labirintos da mente
Celso Vinícius Sales, Luciana Raposo, Carmen Cavalcanti, Manuela Maia, Mariana Riba e Christoph Jung integram o time que apresentou a proposta eleita pelo júri como a melhor solução para o futuro parque da Tamarineira.
No memorial de seu trabalho, a equipe observa que o parque terá o compromisso de abrir-se à cidade, desmistificar a loucura e oferecer à população lazer, cultura e educação ambiental. “Tudo isso convivendo com atividades hospitalares”, argumentam.
A decisão de remover do terreno barreiras e anexos sem qualidade arquitetônica pretende facilitar a leitura do equipamento e das construções históricas mais significativas ali existentes.
A solução vencedora cria dois grandes eixos que se estendem da entrada principal até a Matinha (ao fundo do lote).
“Entre esses eixos, um labirinto de vegetação arbustiva faz alusão à complexidade dos percursos da mente e constitui-se no elemento paisagístico mais forte do projeto”, discorrem os autores.
O trabalho escolhido também cria um acesso à Tamarineira e ordena a requalificação do riacho do Jacarezinho, que atravessa o parque e deverá funcionar como modelo de despoluição para os cursos d’água naquela capital.
Alguns dos edifícios históricos existentes e tombados serão convertidos em auditório, museu e centro de convivência de saúde mental.
 
Pavilhão de sustentabilidade
A equipe também desenhou para o terreno uma construção à qual deram o nome de Pavilhão da Sustentabilidade - a edificação que deverá ser construída dentro dos preceitos do Leed se destinará a exposições temáticas relativas à sustentabilidade e ao meio ambiente.
Implantação
Implantação
1. Edifícios históricos principais 2. Complexo hospitalar 3. Centro de atividades físicas 4. Hospital infantil (existente) 5. Café e livraria
6. Eixo monumental e labirinto 7. Riacho revitalizado 8. Matinha e deque de observação 9. Playgrounds 10. Acesso principal
11. Praça e novo acesso

2º lugar
Sem muros, para quebrar o isolamento
Implantação
Implantação
1. Gramado 2. Memorial Ulysses Pernambucano
3. CAT/ateliês/Museu do Inconsciente 4. Spa Urbano
5. Esplanada das Visões 6. Matinha 7. Bicicletário 8. Ciclovia
9. Passeio 10. Acesso 11. Restaurante 12. Estacionamento
13. Floricultura/lanchonete 14. Emergência psiquiátrica 15. CPTRA
16. Hospital pediátrico 17. Subestação compactada
18. Área para atividades esportivas e culturais
A equipe para a qual o júri deu o segundo lugar - formada por Luís Moriel (coordenador), Alex Campelo, Cristiano Nascimento, Lícia Cotrim, Marise Cirne, Robson Canudo, Rodrigo Cabral e Vera Freire, e os colaboradores Luiz do Monte, Victor Valença, Rodrigo Tavares, Virginia Pernambucano e Christina Machado - toma como mote inicial do projeto a derrubada dos muros do local.

Bancos, taludes e abrigos substituem e simbolizam a subversão do modelo anterior de isolamento, ao qual está vinculado o hospital psiquiátrico ali existente.

A intervenção proposta pela equipe do estúdio Grau está ancorada, entre outras, nas seguintes premissas: abertura de visadas, corredores verdes e liberação do terreno para uso público; relação do equipamento com o sistema de drenagem da capital; integração das áreas livres com os espaços dos edifícios hospitalares; releitura e interpretação dos prédios históricos; constituição de um núcleo cultural no edifício histórico com alta variedade programática.

3º lugar
Afluente delimita e organiza espaço
A solução idealizada pelos profissionais Guilherme Mendes Lima, Michel Macedo, Giselle Dziura, Martha Gabardo, Vitor Jun Takahashi e Pedro Sunye, cuja proposta foi inscrita pelo escritório GM2M Arquitetos, de Curitiba, indica que o parque da Tamarineira deverá apresentar um caráter permeável, porém seguro.
Sua proposta atribui ao item do programa que eles chamam de afluente artificial (ao qual destinam a função de recriar o ambiente natural) a tarefa de delimitar e organizar o espaço - “ele define o programa, garante controle de acessos e ainda gera permeabilidade visual com segurança para os usuários”, assegura a equipe.
Os autores também sugerem que o Hospital Ulysses Pernambucano seja transformado num pequeno centro de eventos com suas funções realocadas em um novo prédio circular que envolverá o Hospital Pediátrico Helena Moura. Esse novo prédio também vai acomodar o centro de tratamento do alcoolismo, passando este a funcionar como edifício de apoio.

Publicado originalmente em PROJETODESIGN
Edição 383 Janeiro de 2012
Implantação
1. Acesso de veículos ao parque 2. Acesso de veículos ao hospital 3. Acesso de pedestres 4. Estacionamento do parque
5. Estacionamento do hospital 6. Estacionamento de eventos 7. Praça seca 8. Afluente artificial 9. Eixo de acesso de eventos
10. Acolhimento 11. Salas de aula/seminários 12. Auditório 13. Pátio coberto 14. Novo hospital 15. Hospital Helena Moura
16. Café/livraria 17. Quiosques/arquibancada 18. Restaurante/apoio 19. Capela 20. Celpe 21. Administração/monitoramento das águas
22. Área esportiva 23. Espaço lúdico/playground 24. Acesso à trilha da Matinha


Fonte: Arco Web

Dores de cabeça afetam três quartos dos adolescentes

Causas da cefaleia
A dor de cabeça (cefaleia) afeta praticamente três em cada quatro jovens.
Segundo uma pesquisa realizada por médicos da USP, envolvendo estudantes com idade média de 15 anos, 72,8% deles sofrem de dores de cabeça regularmente.
O estudo mostrou que a maior ocorrência decefaleia se encontra entre mulheres, usuários de aparelhos ortodônticos e consumidores de bebidas alcoólicas.
O trabalho também aponta que não há correlação entre dor de cabeça e horas de sono, uso de óculos, prática regular de exercícios, horas semanais gastas em TV, internet e videogame, e nem com as notas escolares.
Cefaleia entre jovens
As cefaleias são os tipos de dores mais comuns entre a população.
"Um estudo realizado em 2004 pelo grupo do professor José Geraldo Speciali, na população adulta de Ribeirão Preto, apontou que 49,9% das pessoas têm cefaleias. Mas diferentes estudos em diferentes populações apresentam diferentes resultados nos índices de cefaleia," explica o pesquisador Luiz Eduardo Vieira Grassi.
O estudo realizado por Grassi apresentou resultado semelhante a estudos anteriores, feitos em Porto Alegre (RS) e São José do Rio Preto (SP).
"Registramos que 72,82% dos participantes manifestaram ter cefaleias. O índice é maior entre as meninas, 79%, contra 62,5% nos meninos," diz o médico, enfatizando que a diferença é significativa e aponta que as meninas foram 2,3 vezes mais afetadas que os meninos.
"Descrições na literatura apontam que a relação de prevalência entre meninas e meninos até os 7 anos é menor que 1 e passa para 1 entre os 7 e 11 anos e para 2,3 depois da puberdade. Isso se deve a influência hormonal. Os jovens participantes da minha pesquisa estavam nesse período de mudanças hormonais", explica.
Origens da cefaleia
"A associação entre cefaleias e o uso de aparelhos ortodônticos foi significativa nesse estudo", diz Grassi.
Dos jovens pesquisados, 21,6% usavam o aparelho e 13,59% relataram cefaleia.
Após analisar os dados Grassi concluiu que o início do tratamento com aparelhos poderia aumentar a incidência das dores locais pré-existentes ao tratamento e isso ter sido interpretado como cefaleia pelos participantes do estudo.
Dos estudantes que declararam fazer uso de bebida alcoólica (21,8%), 83,3%, relataram dor de cabeça.
"Há um risco estimado duas vezes maior para a presença de cefaleia dentre os que ingerem bebidas alcoólicas comparados com aqueles que não o fazem", diz o pesquisador.
E acrescenta que o álcool é conhecido como deflagrador das cefaleias e, o vinho tinto um dos mais citados desencadeadores das migrâneas, outro tipo de dor de cabeça.

Fonte: Diário da Saúde