segunda-feira, 2 de abril de 2012
Brasil é o 2º melhor país para investir em imóveis comerciais, diz estudo
País subiu duas posições em ranking e passou a China; EUA estão no topo da lista.
O Brasil já é considerado o 2º melhor país para investir em imóveis comerciais, mostra uma pesquisa Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (Afire, em inglês). O País subiu duas posições e passou a China, que agora ocupa o 3º lugar. O topo da lista é ocupado pelos Estados Unidos.
Segundo o levantamento, 18,6% dos entrevistados acreditam que o País abriga as melhores oportunidades para empregar capital em empreendimentos comerciais. Na avaliação dos empresários, o bom momento econômico do País deve manter essa tendência de valorização.
O aumento dos preços dos imóveis comerciais ocorre desde 2005, chegando a cerca de 75% nos principais bairros de São Paulo e do Rio de Janeiro. No período, a capital paulista subiu da vigésima sexta melhor cidade do mundo para se investir para a quarta posição em 2012.
Vale a ressalva que, se do lado dos investidores do mercado imobiliário o movimento é favorável, na outra ponta a explosão dos preços aumenta o custo de alocação das empresas.
Fonte: Central Estratégica
Aprenda a reduzir o sal na alimentação e viva mais saudável

Ele realça o sabor e ajuda na conservação dos alimentos. Mas, para aproveitar seus benefícios, é importante consumi-lo com moderação
Essencial para o bom funcionamento do organismo, o sal é uma mistura de cloreto e sódio, sendo que este último elemento representa 40% da sua composição.
O sódio ajuda na manutenção da pressão sanguínea e é importante para o bom funcionamento do organismo, assim como o cloreto. Mas isso não significa que o sal pode ser consumido à vontade! Descubra os perigos do consumo excessivo e aprenda como usar o tempero na quantidade certa:
Os riscos do excesso
Órgãos mundiais de saúde têm alertado que a ingestão exagerada de sal é prejudicial. O excesso de sódio pode ocasionar retenção de líquidos no organismo e é um fator de risco para o aumento da pressão arterial – o que pode gerar inchaço e edemas pelo corpo –, assim como para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e problemas renais.
Acerte na quantidade
Segundo o Guia Alimentar Para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, a recomendação diária de consumo de sal para um adulto é de, no máximo, 5 gramas por dia, o que equivale a 1 colher de chá rasa por pessoa. Mas lembre-se: esses 5 gramas não se referem apenas ao sal que adicionamos aos alimentos. É preciso considerar que, além do sal que acrescentamos às receitas, ele também está presente nos alimentos que compramos e consumimos fora de casa.
Pitadas certeiras: Confira as dicas para não exagerar no consumo do sal.
- Deixe o saleiro fora de seu alcance durante as refeições. O ideal é guardá-lo no armário, em vez de colocá-lo à mesa, evitando assim adicioná-lo aos alimentos já preparados.
- Não exagere em seu uso durante o preparo dos alimentos.
- Evite usar temperos prontos e sal na mesma preparação. Opte por um ou outro.
- Dê mais sabor ao seu cardápio e misture outros sabores e aromas, utilizando vinagre balsâmico, alho, sucos cítricos, ervas frescas e temperos aromáticos (como sementes de coentro, sementes de cominho, manjericão, pimenta, alecrim em pó, tomilho e orégano).
- Cuidado com os condimentos como mostarda, ketchup, molhos prontos para saladas e outros. Eles podem conter alto teor de sódio.
- Preste atenção nos rótulos dos alimentos no momento da compra, que indicam a quantidade de sódio em cada porção, e faça as melhores escolhas.
O sódio ajuda na manutenção da pressão sanguínea e é importante para o bom funcionamento do organismo, assim como o cloreto. Mas isso não significa que o sal pode ser consumido à vontade! Descubra os perigos do consumo excessivo e aprenda como usar o tempero na quantidade certa:
Os riscos do excesso
Órgãos mundiais de saúde têm alertado que a ingestão exagerada de sal é prejudicial. O excesso de sódio pode ocasionar retenção de líquidos no organismo e é um fator de risco para o aumento da pressão arterial – o que pode gerar inchaço e edemas pelo corpo –, assim como para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e problemas renais.
Acerte na quantidade
Segundo o Guia Alimentar Para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, a recomendação diária de consumo de sal para um adulto é de, no máximo, 5 gramas por dia, o que equivale a 1 colher de chá rasa por pessoa. Mas lembre-se: esses 5 gramas não se referem apenas ao sal que adicionamos aos alimentos. É preciso considerar que, além do sal que acrescentamos às receitas, ele também está presente nos alimentos que compramos e consumimos fora de casa.
Pitadas certeiras: Confira as dicas para não exagerar no consumo do sal.
- Deixe o saleiro fora de seu alcance durante as refeições. O ideal é guardá-lo no armário, em vez de colocá-lo à mesa, evitando assim adicioná-lo aos alimentos já preparados.
- Não exagere em seu uso durante o preparo dos alimentos.
- Evite usar temperos prontos e sal na mesma preparação. Opte por um ou outro.
- Dê mais sabor ao seu cardápio e misture outros sabores e aromas, utilizando vinagre balsâmico, alho, sucos cítricos, ervas frescas e temperos aromáticos (como sementes de coentro, sementes de cominho, manjericão, pimenta, alecrim em pó, tomilho e orégano).
- Cuidado com os condimentos como mostarda, ketchup, molhos prontos para saladas e outros. Eles podem conter alto teor de sódio.
- Preste atenção nos rótulos dos alimentos no momento da compra, que indicam a quantidade de sódio em cada porção, e faça as melhores escolhas.
- Lembre-se que o paladar é adaptável. Assim, se você tem o costume de consumir bastante sal, vá reduzindo aos poucos a quantidade deste ingrediente. Você vai notar como essa mudança de hábito vai melhorar sua qualidade de vida, sem prejuízos ao sabor e ao prazer que os alimentos proporcionam.
Fonte: Vida Saudável
Com a proximidade da Páscoa, nada melhor do que escolher o menu do almoço de domingo e preparar os ingredientes com antecedência
Bacalhau grelhado na brasa com arroz de brócolis
Saiba como fazer o bacalhau grelhado na brasa do restaurante Prado. A receita é do chef Cristiano de Souza Flor, tome nota:
Ingredientes:
300g de posta de bacalhau dessalgado
200g de brócolis cozido
60g de arroz
200g de batata
1 cebola grande
3 dentes de alho dourado
Sal grosso (a gosto)
Ervas fivas (a gosto)
Modo de preparo:
Corte as batatas em gomos e tempere com azeite e ervas finas. Coloque para assar a 180ºC com sal grosso por cima. Reserve. Coloque o bacalhau dessalgado de molho no azeite extra virgem por 30 minutos. Em seguida, grelhe na brasa e reserve. Corte as cebolas em rodelas e grelhe. Faça um fundo com alho e cebola e depois refogue o brócolis. Junte o arroz e monte o prato.
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| Foto: Divulgação / Berg Silva |
300g de posta de bacalhau dessalgado
200g de brócolis cozido
60g de arroz
200g de batata
1 cebola grande
3 dentes de alho dourado
Sal grosso (a gosto)
Ervas fivas (a gosto)
Modo de preparo:
Corte as batatas em gomos e tempere com azeite e ervas finas. Coloque para assar a 180ºC com sal grosso por cima. Reserve. Coloque o bacalhau dessalgado de molho no azeite extra virgem por 30 minutos. Em seguida, grelhe na brasa e reserve. Corte as cebolas em rodelas e grelhe. Faça um fundo com alho e cebola e depois refogue o brócolis. Junte o arroz e monte o prato.
Fonte: GNT
Falar dois idiomas retarda sintomas de Alzheimer
Vantagens de ser bilíngue
Falar mais de um idioma pode ser diretamente traduzido como uma melhor saúde mental.
É o garantem Ellen Bialystok e seus colegas da Universidade de Iorque (Canadá), em um artigo publicado nesta quinta-feira na revista Cell Press.
Os pesquisadores descobriram que ser bilíngue pode oferecer proteção contra os sintomas da demência.
Como decorrência, sugerem eles, a crescente diversidade das populações no mundo contemporâneo pode ter um impacto positivo inesperado sobre a resiliência do cérebro adulto a longo prazo.
Flexibilidade mental
Vários estudos já confirmaram os benefícios de aprender um segundo idioma entre crianças.
"Em nosso trabalho, revisamos estudos recentes, usando tanto métodos comportamentais quanto de neuroimagens, para examinar os efeitos do bilinguismo na cognição de adultos," diz Bialystok.
Os resultados indicam que a necessidade de monitorar duas línguas, a fim de selecionar aquela que é apropriada em cada contexto, recruta regiões docérebro que são críticas para a atenção geral e o controle cognitivo.
Usar essas redes de controle cognitivo para o processamento de dois idiomas parece reconfigurá-las e fortalecê-las, eventualmente aumentando a "flexibilidade mental" - a capacidade de se adaptar às mudanças e processar informações de forma mais eficiente.
Reserva cognitiva
Estudos analisados pela equipe também sugerem que falar dois idiomas melhora a "reserva cognitiva", o efeito protetor que estimular a atividade mental tem sobre o funcionamento cognitivo durante o envelhecimento.
A reserva cognitiva também pode adiar o início dos sintomas em pessoas que sofrem de demência.
Esta opinião é corroborada por estudos que mostram que os bilíngues que sofrem de Alzheimer demoram anos a mais a apresentar os sintomas do que as pessoas que falam apenas um idioma.
"Nossa conclusão é que a experiência ao longo da vida na gestão da atenção para duas línguas reorganiza redes específicas do cérebro, criando uma base mais eficaz para o controle executivo, sustentando um melhor desempenho cognitivo ao longo da vida," diz a Dra. Bialystok.
Fonte: Diário da Saúde
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