quarta-feira, 28 de março de 2012

Olha que legal essa escola de gastronomia no Mercado Central de Belo Horizonte

Recém-inaugurada no Mercado Central de Belo Horizonte, a escola de gastronomia ocupa uma das lajes em L do teto das lojas
Recém-inaugurada no Mercado Central de Belo Horizonte, a escola de gastronomia ocupa uma das lajes em L do teto das lojas
Receita de comida em espaço de bambu
À labiríntica organização espacial, uma das características mais interessantes do Mercado Central de Belo Horizonte, somou-se no segundo semestre de 2011 um novo atrativo: uma escola de gastronomia. Projetada por Marcelo Rosenbaum, Fernando Maculan e Mariza Machado Coelho, a escola é delimitada por uma malha de bambus e ocupa uma das lajes resultantes dos anéis formados pelos agrupamentos de lojas do piso térreo.
Desde que foi inaugurado, há mais de 80 anos, o Mercado Central de Belo Horizonte mantém intacta sua espacialidade: as lojas organizam-se de forma concêntrica e os percursos são perimetrais e radiais, uma tradição estabelecida ainda quando os comerciantes expunham mercadorias no chão, sobre lençóis.
A construção de lojas preservou essa organização e a circulação por transversais, gerando o caminhar labiríntico, “responsável pela deliciosa sensação de se perder na profusão de produtos e de suas cores, texturas e aromas”, diz Fernando Maculan, sócio do estúdio Mach Arquitetos.
Junto com Rosenbaum®, o escritório de arquitetura é autor do projeto da escola de gastronomia implantada em uma das quatro lajes em L desses anéis constituídos pelo teto das lojas.
“O conjunto de quatro lajes tem cobertura no nível intermediário, entre o piso do térreo e o do estacionamento. Como um mezanino”, esclarece Maculan.
A rigor, a intervenção idealizada por Maculan, Mariza Machado Coelho e Marcelo Rosenbaum tratou, primordialmente, de delimitar o espaço, o que os autores realizaram de forma leve e inventiva, empregando uma malha de bambus.
Na opinião de Maculan, a solução criou um ambiente interno acolhedor e uma volumetria externa expressiva.
A busca de associações simbólicas com o mercado foi uma diretriz da intervenção. Por isso, as noções de fazer artesanal/ trabalho manual, importantes no contexto do centro de compras, reaparecem na estrutura de bambu, fruto de ação coletiva de um projeto social que envolve mestres da construção com o material, liderados por Lúcio Ventania.
A malha formada por bambu configura o espaço, mas permite ver o que se passa dentro da escola
A malha formada por bambu configura o espaço, mas permite ver o que se passa dentro da escola
O tipo de ocupação proposto poderá ser estendido para as outras alas
O tipo de ocupação proposto poderá ser estendido para as outras alas
A escola ocupa área de 270 metros quadrados e se distribui por uma das alas em L originadas na construção de lojas do térreo
A escola ocupa área de 270 metros quadrados e se distribui por uma das alas em L originadas na construção de lojas do térreo
A intervenção tratou fundamentalmente de delimitar o espaço. Transparência, leveza e inventividade não interferem na espacialidade tradicional do mercado
A intervenção tratou fundamentalmente de delimitar o espaço. Transparência, leveza e inventividade não interferem na espacialidade tradicional do mercado
Também existe a associação simbólica entre a estrutura adotada e o fato de o mercado constituir-se num local de encontro. Permeável à visão, a malha de madeira deixa o público ver os acontecimentos internos e estimula a participação.
A malha de bambu em linhas diagonais é também, segundo Maculan, uma alusão ao fechamento em cobogó das fachadas do mercado.
Ao mesmo tempo que bebe nessas fontes artesanais, a obra possui apelo contemporâneo em razão tanto da forma como se insere no espaço quanto dos materiais e equipamentos, avalia o arquiteto.
“O projeto trará vitalidade ao mercado, intensificando os valores que o tornaram reconhecido em todo o Brasil”, prevê.
Com 270 metros quadrados de área, a escola possui acesso pelo estacionamento em suas duas extremidades.
Os espaços consistem, basicamente, na cozinha‑escola e numa área livre para abrigar eventos variados.
Nas extremidades de cada ala, próximo dos acessos, ficam dois blocos de apoio, um que abriga sanitários e outro que recebeu insumos e equipamentos para a cozinha.
As aulas acontecem em espaço fechado, em razão da necessidade de isolamento sonoro e climatização. O fechamento de vidro e malha de bambu permite visibilidade de vários pontos do mercado.

A organização espacial do mercado revela lojas em anéis concêntricos<
A organização espacial do mercado revela lojas em anéis concêntricos

Fonte: Arco Web

Pessoas que comem chocolate regularmente são mais magras

Tentação
Mais um estudo tenta vender o chocolate como alimento saudável.
Ao menos, desta vez, não está envolvido nenhum pesquisador ligado a empresas fabricantes de chocolates, como costuma ser o caso.
O estudo foi financiado pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos e publicado na revistaArchives of Internal Medicine.
Ainda assim, contudo, o estudo levantou controvérsias.
Quem come chocolate é mais magro?
Beatrice Golomb e seus colegas da Universidade da Califórnia em San Diego, concluíram que adultos que comem chocolate regularmente são mais magros do que aqueles que não comem chocolate.
Os autores levantaram a hipótese de que o consumo modesto - 28 gramas por dia - e regular de chocolate pode ser neutro em termos de calorias.
Em outras palavras, que os benefícios metabólicos da ingestão de pequenas quantidades de chocolate poderiam levar à redução da deposição de gordura por caloria e compensar as calorias adicionais, tornando o consumo frequente, mas modesto, neutro com relação ao peso.
Magros comem mais chocolate
As conclusões foram tiradas depois de analisar pouco mais de 1.000 pessoas adultas.
As pessoas que comiam chocolate mais vezes por semana eram mais magras - ou seja, tinham um menor índice de massa corporal - do que aquelas que comiam chocolate com menos frequência.
O tamanho do efeito foi muito modesto, mas estatisticamente "significativo" - maior do que poderia ser explicado pelo acaso.
Ou seja, o estudo não estabelece uma ligação causal entre comer chocolate e emagrecer.
A conclusão é que as pessoas que comem pouco chocolate regularmente são mais magras - algo que eventualmente poderia ser dito de outra forma: pessoas mais magras comem mais chocolate.
Isto até poderia ser considerado óbvio, caso se leve em conta que as pessoas com sobrepeso restrinjam seu próprio consumo de chocolate em busca de redução na ingestão de calorias.
Críticas
Vários especialistas se manifestaram criticamente em relação ao estudo logo após sua divulgação.
A mais fundamentada dessas críticas argumenta que uma conclusão como esta somente poderia ser tirada depois de comparar as mesmas pessoas, comendo chocolate regularmente durante um período, e não o fazendo durante o outro.
Somente assim seria possível atestar o efeito da variação na alimentação, uma vez que as diferenças metabólicas entre indivíduos explicam porque algumas pessoas ganham peso facilmente, enquanto outras não, apesar de ingerirem uma quantidade semelhante de calorias.
Mas a crítica mais levantada é o fato de que o chocolate contém grandes quantidades de açúcar, e nenhum estudo mostra associação entre maior consumo de açúcar e perda de peso.
Fonte: Diário da Saúde

segunda-feira, 26 de março de 2012

Café: 4 xícaras por dia reduzem em 25% a incidência de câncer de útero, diz estudo


O câncer de útero é o terceiro em incidência, afetando 500 mil mulheres por ano no mundo. No Brasil, cerca de 20 mil novos casos serão detectados até o final de 2011. Pesquisadores da Universidade de Harvard, nos EUA, podem ter encontrado mais um aliado na prevenção da doença. Estudo realizado com 70 mil mulheres, durante 26 anos, identificou que o consumo de 4 xícaras de café ao dia reduz em 25% a incidência de câncer de útero e endométrio. 

Os cientistas acreditam que a cafeína não seja a única responsável pelo efeito protetor do café, já que entre as voluntárias que consumiam café descafeinado o resultado também foi animador. De acordo com os pesquisadores, o consumo regular da bebida pode diminuir os níveis de hormônios relacionados ao desenvolvimento do câncer. Um teste de laboratório ainda revelou que o café contém mais antioxidantes do que a maioria das frutas e verduras, o que também aumenta seu efeito benéfico sobre o organismo. 

Creme e açúcar no café podem cortar seu efeito protetor
Para afastar o câncer de útero, os cientistas recomendam não adoçar com açúcar ou adicionar creme ao café, já que estes podem reduzir ou anular seu efeito benéfico. O cigarro também deve ser evitado para garantir o efeito protetor da bebida.

Os pesquisadores de Harvard explicam que o risco para desenvolver câncer de útero aumenta de acordo com a idade, ganho de peso e predisposição genética. Para eles, o café pode ajudar na prevenção, mas a melhor forma de afastar o câncer de útero e endométrio ainda é manter o peso saudável e praticar exercícios físicos regularmente.

Segundo os autores da pesquisa, publicada na revista científica Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, os dados também indicam que o café pode diminuir a incidência dos tipos de câncer relacionados com a obesidade e o hormônio feminino estrogênio. Estudos anteriores mostraram que o café tem efeito protetor em relação ao diabetes, já que diminui a resistência à insulina.

Fonte: GNT

Livro reúne as criações da designer pernambucana Bete Paes. Confira!

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A capa do livro Estampa brasileira
Modadecoração, design de produtos,cenografiaestampariainstalações artísticas. Em três décadas de carreira, a designer Bete Paes já transitou por todas estas áreas – e um pouco mais. Pernambucana, costuma usar a cultura tradicional nordestina como ponto de partida para suas criações, sem, no entanto, ficar restrita a ela. Assim, apesar de terem uma forte identidade regional, seus trabalhos ganham também uma linguagem de alcance universal. O resumo de toda essa criatividade está no livro Estampa brasileira, recém-lançado pela editora Bei. Nas palavras de Bete, a publicação “é uma tentativa de condensar essa trajetória feita de inquietações e de compulsões”.

Entre as obras retratadas nas 168 páginas, estão móveis, objetos de decoração, tecidos, instalações públicas feitas com materiais reciclados... O leitor encontra também um relato e registros fotográficos dos trabalhos feitos em parceria com artesãos, como as passadeiras de crochê de Macaparana (Pernambuco) e Serra do Machado (Segipe). Nessa mesma linha, há a coleção desenvolvida em conjunto com o coletivo Conceição do Morro, em Recife. “Seu trabalho se une no fio da coerência da criação livre e original, o que faz de Bete Paes um nome de destaque no design brasileiro contemporâneo”, diz a especialista Adélia Borges, na abertura do livro. A publicação pode ser encontrada nas maiores livrarias do país e tem preço médio de R$ 90.


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Instalação pública feita com materiais reciclados, em Recife
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Cadeiras revestidas com tecidos estampados por Bete
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Mais estampas assinadas pela designer

Fonte: Casa e Jardim


Sair da mesmice e buscar novos sabores: Arroz de forno com queijo parmesão e mussarela

O arroz de forno feito com queijo parmesão e mussarela da banqueteira Gislaine Oliveira é versátil e fácil de fazer. Segundo ela, pode servir como acompanhamento de qualquer prato com carne vermelha, frango e até peixe. Anote a receita do Arroz Dona Alice:

Receita de arroz de forno com queijo parmesão e mussarela
Foto: Divulgação
Para o arroz de forno:
Ingredientes:
3 xícaras de arroz cozido
2 xícaras de acelga cozida e espremida
1 cebola média picada
Meia xícara de maionese
50g de parmesão ralado
100g de mussarela picada
100g de peito de peru picado
3 gemas
3 claras em neve 
Sal e pimenta (a gosto)

Modo de preparo:
Misture todos os ingredientes, colocando as claras em neve por último. Coloque em uma forma de pudim média untada e leve ao forno por aproximadamente 30 minutos.

Para as trouxinhas de peru:
Ingredientes:
12 fatias de queijo de peru
12 talos de cebolinha
1 xícata de ricota
1/4 de colher (chá) de noz-moscada
¼ xícara creme de leite fresco
1 colher (sopa) de damasco picado
1 colher (sopa) de cebola fatiada
1 colher (sopa) de manteiga

Modo de preparo:
Refogue a cebola na manteiga, coloque a ricota, o damasco, o creme de leite, a noz-moscada, o sal e a pimenta. Recheie as fatias de peito de peru e amarre com a cebolinha amaciada em água fervente.


Fonte: GNT