Unindo a costela bovina e o arroz branco "de cada dia", o chef André Graziano apresenta com requinte e praticidade o arroz de costela, uma receita especial, que vai te dar água na boca. Assista ao vídeo e anote a receita abaixo:
Arroz de Costela
Rendimento: 6 porções
Ingredientes:
1 ½ kg de costela
500g de arroz
1 cebola média picada
2 tomates picados
2 dentes de alho amassados
Sal a gosto
Azeite de Oliva
2 limões
Modo de preparo:
Tempere a costela com sal, alho, e os limões. Coloque um fio de azeite na panela de pressão e sele a costela dourando por todos os lados. Adicione duas xícaras de água e leve a pressão.
Após a panela ganhar a pressão, abaixe o fogo e cozinhe por aproximadamente 45 minutos. Após cozida, tire a costela da panela e reserve-a juntamente com o caldo resultante do cozimento.
Na panela, frite em um fio de azeite a cebola e o tomate. Adicione o arroz e refogue rapidamente. Junte ao arroz a costela cozida e o caldo, complete com água até cubrir o nível de dois dedos acima do arroz.
Tampe a panela. Quando ganhar pressão, abaixe o fogo e cozinhe por aproximadamente 8 minutos. Aguarde a pressão sair e sirva.
Fonte: GNT
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Assentamento da edificação no meio do terreno e uso de estrutura metálica aceleraram a construção

Os ambientes de jantar e estar foram implantados na cota da copa das árvores
Do vazio, surge a praça de chegada
A planta em forma de U da residência construída em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a partir de projeto dos arquitetos Eduardo França e Letícia de Azevedo, decorre da intenção de aproveitar a vista da paisagem e também da conformação do terreno, cujo aclive se dá a partir da rua. O vazio oriundo da implantação foi aproveitado para criar uma praça de chegada coberta.
Das oito residências publicadas por PROJETO DESIGN na seção Casas Brasileiras a partir de maio deste ano, quatro estão localizadas em Minas Gerais, mais precisamente em Nova Lima.
Nesse município, vizinho da capital mineira, está concentrada a mais relevante produção arquitetônica residencial recente naquele estado, embora certos desatinos também se espalhem pelos luxuosos condomínios que ocupam as bordas da cidade.
A casa Bosque da Ribeira, desenhada por Eduardo França e Letícia de Azevedo - a primeira deles em Nova Lima -, soma- -se ao time da qualidade, e seu projeto respondeu às três macrocondicionantes que foram apresentadas aos arquitetos no momento de sua contratação: o terreno preexistente, a intenção de aproveitar ao máximo a paisagem circundante e o programa de necessidades.
O terreno, explica França, possui conformação em aclive a partir da rua, fato que o levou a implantar o segundo piso (onde se concentraram os ambientes sociais) no ponto mais plano do lote.

O uso de estrutura metálica ajudou a acelerar o andamento das obras

A casa possui amplos planos envidraçados para permitir a vista do entorno; a janela do tipo veneziana protege contra o sol
Essa abordagem, revela o autor, gerou o espaço da praça coberta de chegada no primeiro pavimento, ajudando também a manter o maior número possível de árvores.
“Como o lote era mais adensado na porção mais próxima da testada, obteve-se uma espécie de mata até a chegada da casa”, pondera o arquiteto.
A praça de chegada pode ser utilizada (e é) como estacionamento e acumula a função de hall de distribuição: nela estão posicionadas duas escadas que dão acessos distintos à casa.
“A primeira, mais generosa, leva ao pátio central, conformado pelo vazio gramado entre os cômodos. A segunda conduz à principal circulação horizontal da residência, podendo também ser usada como circulação de serviço”, informa o autor.

No primeiro piso, a praça de chegada coberta, que também é garagem, distribui os acessos à residência

O pátio interno gramado é decorrência da planta em forma de U
Foi também graças à implantação que os arquitetos conseguiram privilegiar a vista para o exterior em vários ambientes.
No segundo pavimento, elevado três metros do nível da chegada, o espaço ocupado pela sala de estar/jantar encontra-se em conexão visual com as copas das árvores mantidas na entrada.
No terceiro piso, a suíte principal possui vista para Nova Lima e para a serra do Curral. Para viabilizar o projeto, França explica que foi preciso lançar mão de uma lógica construtiva simples.
”A partir da intenção do assentamento da edificação no meio do terreno, não houve necessidade de grande volume de escavação. A terra retirada na frente foi depositada na porção posterior, eliminando a necessidade do bota-fora. Além disso, para conter o reduzido volume na entrada, um arrimo de concreto foi suficiente”, garante França.
A opção pela estrutura metálica deveu-se ao fato de ela possibilitar execução mais acelerada e permitir maiores vãos internos.
Lajes de concreto apoiadas nas vigas receberam lixamento para que pudessem ser deixadas aparentes, cumprindo também a função de forro.
“Interna e externamente, os panos opacos de vedação em alvenaria foram rebocados, emassados e pintados na cor branca”, conclui França.

A área de estar tem pé-direito duplo

Vista do banheiro da suíte principal, que é voltada para a frente do terreno



Fonte: Arco Web
Comprador compulsivo necessita de tratamento específico
Vício de comprar
O ato de comprar compulsivamente é um distúrbio psicológico que possui características diferentes das observadas em portadores de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) e do Transtorno Bipolar.
É o que revela uma pesquisa da Faculdade de Medicina da USP.
Devido aos sintomas distintos apontados pelos compradores compulsivos, o estudo da psicóloga Tatiana Zambrano Filomensky defende o desenvolvimento de novos tratamentos voltados especificamente aos portadores do distúrbio, em vez da aplicação dos métodos utilizados nos pacientes de TOC e Transtorno Bipolar.
Instabilidade afetiva
Segundo a psicóloga, a instabilidade afetiva dos portadores de transtorno bipolar pode levá-los a comprar compulsivamente no estado de mania.
"Entretanto, nos compradores compulsivos, não é a perda de regulação do humor que os leva a comprar", ressalta. "A única aproximação verificada entre portadores de TOC e compradores compulsivos é a aquisição compulsiva, sintoma que está relacionado com o transtorno de armazenamento compulsivo ou hoarding", conta Tatiana.
"Apesar dessa interface, as características mais comuns apontadas nos dois transtornos são muito diferentes," afirma.
De acordo com a psicóloga, as principais características dos compradores compulsivos revelam sintomas próprios, independentes dos verificados em outros transtornos.
"Isso deve ser considerado pela Medicina para desenvolver tratamentos específicos para a compra compulsiva", ressalta Tatiana, "e não aplicar os métodos já utilizados nos pacientes de TOC e Transtorno Bipolar".
Satisfação de comprar
A partir de questionários aplicados em pacientes, a pesquisa verificou que a principal característica do comprar compulsivo é uma falha em resistir ao impulso de comprar, que pode gerar prejuízos pessoais, financeiros e familiares.
"O paciente apresenta uma deficiência no planejamento de suas ações e impulso de aquisição excessiva", descreve Tatiana. "Desta forma, o comprador compulsivo não pensa nas consequências dos seus atos a longo prazo, levando em conta apenas a satisfação do momento de comprar".
Entre os portadores de TOC, as características mais apontadas na pesquisa foram a repetição constante dos gestos de lavagem (preocupação com contaminação) e checagem.
"No caso do Transtorno Bipolar, foram estudados os portadores do Tipo 1, o mais clássico, em que os períodos de mania e depressão são mais definidos, evitando a possibilidade de erro diagnóstico", afirma Tatiana.
"O gasto excessivo é um dos sintomas do estágio de mania, que é o período de maior agitação e euforia nos bipolares," completa.
Fonte: Diário da Saúde
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Saquê: vinho de arroz
premium Sem adição de álcool
SAQUÊ NAMBU BIJIN JUNMAI GINJO
PRATO Meca grelhada commissô, purê de batata-doce com tofu e salada de algas marinhas
POR QUÊ? Esta receita do chef Adriano Kanashiro merece um saquê levemente seco. Elegante e frutado com notas cítricas, o premium indicado pela sommelier Agnes Higa é muito refrescante ao paladar. Deve ser servido gelado.
SAQUÊ NAMBU BIJIN JUNMAI GINJO
PRATO Meca grelhada commissô, purê de batata-doce com tofu e salada de algas marinhas
POR QUÊ? Esta receita do chef Adriano Kanashiro merece um saquê levemente seco. Elegante e frutado com notas cítricas, o premium indicado pela sommelier Agnes Higa é muito refrescante ao paladar. Deve ser servido gelado.
Se você aprecia comida japonesa, esqueça aquele saquê comum, tomado em caixinhas, com sal na borda e sabor corriqueiro. Deixe de lado também a saquerinha – a popular caipirinha feita de saquê. Assim como no mundo do vinho, no universo dos saquês há bem mais o que explorar do que os exemplares baratos, e pratos elaborados pedem versões diferenciadas. Rótulos especiais do milenar fermentado do Japão começaram a chegar agora ao Brasil. Os melhores restaurantes japoneses vêm investindo em saquês premium — o segmento “luxo”, nascido graças às modernas técnicas de polimento do arroz criadas há menos de um século. “Cinquenta anos atrás, 90% dos saquês consumidos no Japão eram do tipo comum”, diz o consultor e especialista em saquês Celso Ishiy, da importadora Tradbras. Hoje os premium são maioria, segundo ele. “No Brasil, o mercado premium cresce 60% ao ano”, contabiliza. Por aqui, a Tozan já fabrica saquês da marca Azuma Kirin com a indicação ginjo (premium) no rótulo.
Marcas importadas de qualidade do fermentado de arroz estão disponíveis em casas como Kinoshita,
Kinu e Aizomê, em São Paulo, ou Sushi Leblon, no Rio. “Antes, as pessoas tomavam saquês nacionais,
pois não conheciam os japoneses ou, então, os achavam caros”, diz a sommelier de saquês Chisato Ino, do restaurante Kinoshita, em São Paulo.
Kinu e Aizomê, em São Paulo, ou Sushi Leblon, no Rio. “Antes, as pessoas tomavam saquês nacionais,
pois não conheciam os japoneses ou, então, os achavam caros”, diz a sommelier de saquês Chisato Ino, do restaurante Kinoshita, em São Paulo.
Feitos com extremo cuidado, da escolha da variedade de arroz aos processos de fermentação, os saquês premium não são, de fato, baratos. Na Adega de Sake, loja no bairro paulistano da Liberdade que oferece cerca de 30 rótulos especiais. Mas a diferença entre esse produto e a bebida barata a que estamos habituados é grande. Assim como um vinho, o saquê mais elaborado adquire delicadeza e complexidade, dando lugar ao surgimento de aromas além daquele do arroz. Um bom saquê pode ter notas de frutas ou florais, ser ou não encorpado.
Muita coisa mudou desde que a bebida, originada na China, começou a ser fabricada pelos monges no Japão, há 2 mil anos. De lá para cá, surgiu a garrafa de vidro, tipos específicos de leveduras, novas variedades de arroz e, mais recentemente, técnicas avançadas de polimento industrial (antes, o arroz era polido pisando-se nele). Até a água dos saquês modernos pode sofrer ajustes em sua composição, como a retirada de compostos indesejáveis (ferro e manganês).
Quanto mais polido for o arroz de que é feito, mais valorizado será o saquê. Para entrar no seleto grupo dos premium, um saquê precisa ser produzido a partir de um grão que tenha, no mínimo, 40% de sua superfície eliminados. Esse é o caso dos saquês ginjo (premium) e daiginjo (superpremium), sendo que o último é feito de arroz com pelo menos 50% de polimento. As duas categorias também devem ser produzidas com grãos apropriados (60 variedades diferentes daquelas utilizadas na cozinha japonesa).
+ Conheça os tipos de saquê disponíveis no mercado
Muita coisa mudou desde que a bebida, originada na China, começou a ser fabricada pelos monges no Japão, há 2 mil anos. De lá para cá, surgiu a garrafa de vidro, tipos específicos de leveduras, novas variedades de arroz e, mais recentemente, técnicas avançadas de polimento industrial (antes, o arroz era polido pisando-se nele). Até a água dos saquês modernos pode sofrer ajustes em sua composição, como a retirada de compostos indesejáveis (ferro e manganês).
Quanto mais polido for o arroz de que é feito, mais valorizado será o saquê. Para entrar no seleto grupo dos premium, um saquê precisa ser produzido a partir de um grão que tenha, no mínimo, 40% de sua superfície eliminados. Esse é o caso dos saquês ginjo (premium) e daiginjo (superpremium), sendo que o último é feito de arroz com pelo menos 50% de polimento. As duas categorias também devem ser produzidas com grãos apropriados (60 variedades diferentes daquelas utilizadas na cozinha japonesa).
+ Conheça os tipos de saquê disponíveis no mercado
superpremium Com adição de álcool
SAQUÊ KITA NO HOMARE GOKUJO DAIGINJO
PRATO Sushi de unagui com tarê trufado e ovas de peixe voador
POR QUÊ? O prato do chef Adriano Kanashiro, embora condimentado, não é gorduroso. A sommelier de saquês Agnes Higa indica um seco, do tipo honjozo, da província de hokkaido. É feito com 100% de arroz yamadanishiki, considerado o melhor para saquês. Deve ser servido gelado ou à temperatura ambiente.
SAQUÊ KITA NO HOMARE GOKUJO DAIGINJO
PRATO Sushi de unagui com tarê trufado e ovas de peixe voador
POR QUÊ? O prato do chef Adriano Kanashiro, embora condimentado, não é gorduroso. A sommelier de saquês Agnes Higa indica um seco, do tipo honjozo, da província de hokkaido. É feito com 100% de arroz yamadanishiki, considerado o melhor para saquês. Deve ser servido gelado ou à temperatura ambiente.
O processo de polimento é um dos fatores-chave na determinação da qualidade dos saquês porque
o amido dessas variedades, que irá se transformar nos açúcares fermentáveis, está concentrado no centro dos grãos. “O pólimento elimina as impurezas do arroz, como gorduras e proteínas”, explica Celso. Outros elementos influenciam na qualidade da bebida. “A técnica do produtor e a água usada também são muito importantes”, diz Alexandre Tatsuya, da Adega de Sake, estudioso do assunto. Esses fatores, aliados à fermentação a baixas temperaturas, resultam em bebidas aromáticas e elegantes.
Já a adição de álcool destilado durante a fabricação divide os saquês em dois grupos distintos: os honjozo e os junmai. Os honjozo podem ter até 10% de álcool destilado em sua composição. Nos junmai, não há adição, o álcool é todo proveniente da fermentação. Para muitos especialistas, os últimos são os verdadeiros saquês, o puro vinho do arroz. Mas, segundo Griffith Frost e John Gautner, autores do livro Saquês para Iniciantes e Iniciados, adicionar álcool pode ser uma maneira de produzir resultados desejados, como tornar o saquê mais leve, fresco e com mais tempo de vida na prateleira. E hoje há saquês Premium de ambos os tipos.
Dentro dessas categorias, a variedade de estilos é enorme: há saquês envelhecidos, aromatizados,
transformados em licor. “No Japão, existem cerca de 49 mil rótulos catalogados, produzidos por cerca de 1.600 produtores”, diz Alexandre. Entre as novidades há a versão espumante, com teor alcoólico mais baixo e sabor mais adocicado. Outras incluem elementos como flocos de ouro — são usadas no Japão em comemorações e para presentear, pois simbolizam riqueza.
Independentemente da variedade, os saquês premium devem seguir regras de serviço e de guarda. Como os vinhos, têm de ser mantidos longe da luz e a temperatura estável (50C°). “Depois de abertos, devem ser consumidos em no máximo uma semana”, alerta Chisato.
Para que se possa apreciar melhor seus aromas, recomenda-se servi-los em taças de vinho ou em copos apropriados de boca larga, numa temperatura entre 50C° e 150C°, dependendo do tipo. “Na temperatura certa, aparecem os aromas florais e frutados característicos. Depois, surgem aromas mais lácteos”, afirma Chisato. E, ao contrário do que se fazia para melhorar o sabor dos antigos saquês, que eram ruins, eles recusam terminantemente a companhia do sal. Kampai (saúde)!
o amido dessas variedades, que irá se transformar nos açúcares fermentáveis, está concentrado no centro dos grãos. “O pólimento elimina as impurezas do arroz, como gorduras e proteínas”, explica Celso. Outros elementos influenciam na qualidade da bebida. “A técnica do produtor e a água usada também são muito importantes”, diz Alexandre Tatsuya, da Adega de Sake, estudioso do assunto. Esses fatores, aliados à fermentação a baixas temperaturas, resultam em bebidas aromáticas e elegantes.
Já a adição de álcool destilado durante a fabricação divide os saquês em dois grupos distintos: os honjozo e os junmai. Os honjozo podem ter até 10% de álcool destilado em sua composição. Nos junmai, não há adição, o álcool é todo proveniente da fermentação. Para muitos especialistas, os últimos são os verdadeiros saquês, o puro vinho do arroz. Mas, segundo Griffith Frost e John Gautner, autores do livro Saquês para Iniciantes e Iniciados, adicionar álcool pode ser uma maneira de produzir resultados desejados, como tornar o saquê mais leve, fresco e com mais tempo de vida na prateleira. E hoje há saquês Premium de ambos os tipos.
Dentro dessas categorias, a variedade de estilos é enorme: há saquês envelhecidos, aromatizados,
transformados em licor. “No Japão, existem cerca de 49 mil rótulos catalogados, produzidos por cerca de 1.600 produtores”, diz Alexandre. Entre as novidades há a versão espumante, com teor alcoólico mais baixo e sabor mais adocicado. Outras incluem elementos como flocos de ouro — são usadas no Japão em comemorações e para presentear, pois simbolizam riqueza.
Independentemente da variedade, os saquês premium devem seguir regras de serviço e de guarda. Como os vinhos, têm de ser mantidos longe da luz e a temperatura estável (50C°). “Depois de abertos, devem ser consumidos em no máximo uma semana”, alerta Chisato.
Para que se possa apreciar melhor seus aromas, recomenda-se servi-los em taças de vinho ou em copos apropriados de boca larga, numa temperatura entre 50C° e 150C°, dependendo do tipo. “Na temperatura certa, aparecem os aromas florais e frutados característicos. Depois, surgem aromas mais lácteos”, afirma Chisato. E, ao contrário do que se fazia para melhorar o sabor dos antigos saquês, que eram ruins, eles recusam terminantemente a companhia do sal. Kampai (saúde)!
superpremium
Sem adição de álcool
SAQUÊ SEN NEN JU JUNMAI DAIGINJO
PRATO Sashimi de robalo componzu de erva-doce e ovas de salmão
POR QUÊ? Como o ponzu de erva-doce é um tempero suave, a opção da sommelier Agnes Higa é um saquê que não encubra o gosto da comida. Este junmai daiginjo é delicadamente adocicado, com fragrância notável de frutas. Servido sempre gelado, é uma excelente combinação para esta receita do chef Adriano Kanashiro de sashimi commolho cítrico.
Sem adição de álcool
SAQUÊ SEN NEN JU JUNMAI DAIGINJO
PRATO Sashimi de robalo componzu de erva-doce e ovas de salmão
POR QUÊ? Como o ponzu de erva-doce é um tempero suave, a opção da sommelier Agnes Higa é um saquê que não encubra o gosto da comida. Este junmai daiginjo é delicadamente adocicado, com fragrância notável de frutas. Servido sempre gelado, é uma excelente combinação para esta receita do chef Adriano Kanashiro de sashimi commolho cítrico.
Fonte: Casa e Jardim
Hum...Essa receita a criançada vai adorar! Bolo de chocolate com recheio e cobertura de brigadeiro
É uma delícia e muito fácil de preparar o bolo com recheio e cobertura de brigadeiro do Le Jardin Secret. Anote a receita que leva chocolate em pó e leite condensado:
Para a massa do bolo:
Ingredientes:
1 xícara de chocolate em pó
2 xícaras de açúcar
3 xícaras de farinha de trigo
1 colher (chá) de fermento em pó
1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
200g de manteiga
4 ovos
2 xícaras de leite
Modo de preparo:
Coloque o chocolate, o açúcar, a farinha, o fermento e o bicarbonato de sódio numa tigela grande e mexa até misturar bem. Junte a manteiga, os ovos e o leite até obter uma massa lisa. Coloque em uma assadeira, untada com farinha e manteiga, por 35 minutos na temperatura de 180ºC. Retire o bolo da forma depois de 10 minutos.
Para o recheio e cobertura de brigadeiro:
Ingredientes:
1 lata de leite condensado
3 colheres (sopa) de chocolate em pó
1 colher (sopa) de manteiga
Modo de preparo:
Misture todos ingredientes e leve ao fogo baixo até o ponto de brigadeiro mole.
Montagem do bolo de brigadeiro:
Divida o bolo em 3 camadas. Umedeça cada parte com um pouquinho de leite e adicione o brigadeiro em todas as camadas. Finalize com rosas cristalizadas, se preferir.
Fonte: GNT
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| Foto: Divulgação |
Ingredientes:
1 xícara de chocolate em pó
2 xícaras de açúcar
3 xícaras de farinha de trigo
1 colher (chá) de fermento em pó
1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
200g de manteiga
4 ovos
2 xícaras de leite
Modo de preparo:
Coloque o chocolate, o açúcar, a farinha, o fermento e o bicarbonato de sódio numa tigela grande e mexa até misturar bem. Junte a manteiga, os ovos e o leite até obter uma massa lisa. Coloque em uma assadeira, untada com farinha e manteiga, por 35 minutos na temperatura de 180ºC. Retire o bolo da forma depois de 10 minutos.
Para o recheio e cobertura de brigadeiro:
Ingredientes:
1 lata de leite condensado
3 colheres (sopa) de chocolate em pó
1 colher (sopa) de manteiga
Modo de preparo:
Misture todos ingredientes e leve ao fogo baixo até o ponto de brigadeiro mole.
Montagem do bolo de brigadeiro:
Divida o bolo em 3 camadas. Umedeça cada parte com um pouquinho de leite e adicione o brigadeiro em todas as camadas. Finalize com rosas cristalizadas, se preferir.
Fonte: GNT
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