sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Casa Organizada

Fotos Edu Castello


Toda casa precisa de espaço para bolsas, sacolas e demais vilões da sala arrumada. Vendido na Decameron, o cabideiro Clau, da designer Juliana Llussá, é uma boa solução. De madeira sucupira, 0,60 x 1,55 m, tem ganchos, uma discreta prateleira e compartimento para guarda chuvas, da Benetton. Tapete Ponto Corrente, da By Kamy
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• Intercale móveis de nichos abertos e fechados. Ninguém precisa ver as chaves do seu carro nem a fatura do seu cartão;

• Posicione esse “móvel de organização” perto da porta de entrada, mas em local discreto. É desagradável dar de cara com bolsas, jornais etc;
• Nem sempre os chaveiros de parede são a melhor solução estética. Crie um móvel com gavetinhas para as chaves. Ou coloque-as dentro de um bowl.
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Fotos Edu Castello
A geladeira antiga virou um bar original na sala de almoço da artista plástica Dedéia Meirelles, dona da Galeria Ímpar. “Comprei-a em uma loja de usados no centro de São Paulo e a pintei com tinta automotiva azul anos 1950”, afirma. “Funciona, mas uso desligada, sem as fôrminhas de gelo.” Na parede, tecido de Marco Mariutti. Armário do Depósito Santa Fé
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Fotos Edu Castello
Dentro do móvel desenhado pelos arquitetos Tatiana Yokota e Kleber Alves, a prateleira recuada aproveita melhor o espaço. “A altura de 15 cm é suficiente para as taças menores. Na frente, com 35 cm, ficam as maiores”, diz Tatiana. O acabamento é de laca, da AK Design. Tapete, da By Kamy. Banqueta, da Estúdio Glória
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• Não é necessário fazer um armário com muita profundidade para colocar copos e taças. Se tiver pouco espaço, faça um móvel com apenas 12 cm;

• No móvel-bar, a porta basculante torna mais fácil a retirada das taças e das garrafas e ainda serve de apoio; • Em lojas de usados é possível comprar móveis e eletrodomésticos para serem transformados em bar;
• Em uma bela bandeja, organize as bebidas e os copos em cima de uma bancada ou um aparador.
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Fotos Edu Castello
De um lado, CDs e DVDs. Do outro, roupeiro. Projetado pela arquiteta Nara Grossi, da Gema Arquitetura, este armário organiza e divide o ambiente. Cada lado tem sua profundidade: 30 cm para os discos, 45 cm para mantas e edredom, da Mundo do Enxoval. Quem abre as portas tem uma surpresa: a parte interior é vermelha, apenas em um dos lados
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Fotos Edu Castello
• Antes de comprar um móvel, meça os objetos e saiba quais são as alturas e profundidades necessárias;
• Por causa do peso, prefira as estantes para livros que sejam apoiadas no chão, em vez de presas à parede;
• Evite a monotonia mesclando livros em pé e deitados. O conjunto fica mais despojado.
• CDs e DVDs cairão em desuso. Músicas e filmes cada vez mais serão arquivos digitais. Pense nisso antes de encher a casa de armários.

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Livros não têm de ficar escondidos. Logo, a arquiteta Mariana Viegas, da BVY Arquitetura, criou a estante de MDF, com portas de vidro, para uma sala de jantar. Além de estar fixada na parede, a peça tem uma base recuada de madeira, que nem sequer é notada. Cadeiras de Fernando Jaeger, vasos da Benedixt e caneca da Roberto Simões Casa. ..........................................................................................................................................................................................................................

Fotos Edu Castello

O corredor largo entre os quartos permitiu criar esta sapateira, 0,40 x 2,40 x 0,38 m, feita pela AK Design. Em cada prateleira cabem dois pares. “As alturas variam: 10 cm para sapatilhas; 18 cm para sapatos de salto; e 35 cmpara botas”, diz Tatiana Yokota. Cadernos, da Portfólio. Porta-lápis, na Benedixt
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• Os sapatos devem ficar em local de fácil visualização. Evite sobrepô-los ou colocálos no alto ou no fundo do armário;

• Na falta de espaço para uma sapateira, guarde os calçados nas caixas embaixo das roupas na base do armário;

• Use uma estante para pôr os sapatos nas prateleiras no lugar dos livros. Para escondê-los, pedure uma cortininha. 

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Fotos Edu Castello




Embaixo da janela do closet deu para instalar a sapateira revestida de laminado. Com 18 cm de profundidade, é suficiente para pôr os sapatos em pé nas gavetas basculantes de 65 x 42 cmcada uma. Passadeira da Botteh Tapetes. Objetos da Coisas da Dorise Marché Art de Vie

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Fotos Edu Castello


A bicicleta vira peça de decoração na sala. Ela está suspensa pela prateleira de madeira, da Tag & Juice. Com 20 cm de largura, a peça tem forma de canaleta. Porta-ferramentas da mesma loja. Tapete da Punto e Filo. Mesa da Coisas da Doris. Poltrona da Desmobilia. Almofadas da Mix & Match
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• As raquetes de tênis ou de squash devem ser apoiadas em prateleiras ou penduradas na parede com ganchos;

• Arrume uma gaveta no armário para armazenar as bolinhas de tênis, de squash ou de pingue-pongue. 

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Fotos Edu Castello



Os equipamentos de esqui ficam expostos no quarto de hóspedes. As botas, que são pesadas, estão nas prateleiras, da Tok & Stok. “Como os esquis são leves, penduramos cada um com fio de náilon resistente em ganchos na parede”, diz a designer de interiores Roberta Romanelli
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Fotos Edu Castello
O dono deste quarto, um menino de 4 anos, ainda não sobe na cama sem ajuda. A saída encontrada por sua mãe, a arquiteta Olivia Messa, foi um “acesso” ao colchão: um nicho quadrado, cujo espaço inferior virou gaveta. Para os livros, criou-se um painel, da Marcenaria Medeiros. Brinquedos ficam em caixas, ao alcance do garoto
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Fotos Edu Castello


• Caixas com tampa são excelentes para organizar os brinquedos por categoria. Identifique-as com etiquetas;

• Baús com rodízios também auxiliam na arrumação, principalmente quando o espaço é pequeno.

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Fotos Edu Castello



O espaço entre um pilar e o banheiro deu origem ao armário, 1,25 x 2,40 x 0,15 m, da AK Design. Os perfumes ficam em prateleiras de 10 cm de profundidade. Para pendurar colares, Tatiana Yokota usou ganchos adesivos da 3M. Papel de parede Bobinex. Produtos da Ducha
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• Revista a parte interna do armário com laminado branco brilhante, que resiste à umidade dos produtos, além de reduzir o custo do armário; • Cremes, loções e perfumes podem ser armazenados em cestos de vinil ou de fibra sintética. Coloque-os no armário ou deixe-os sobre a bancada.
• Economize espaço deixando distâncias entre as prateleiras de acordo com as alturas das embalagens. 

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Fotos Edu Castello




Para guardar os cosméticos, a arquiteta Tucah Campos fez um armário, 1 x 1,20 x 0,15 m, atrás do espelho, acima da bancada do banheiro. Executado pela Marcenaria Oelebe, ele é revestido por fora de madeira freijó. Produtos da L’Occitane. Toalhas da Mundo do Enxoval
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Fotos Edu Castello

Para reunir toda a louça na cozinha, o armário ocupa a altura do pé-direito de3m. Como a moradora quis ter tudo à vista, a parte superior tem portas com vidro transparente. As peças maiores ficam em prateleiras abertas fixadas na parede. Projeto da arquiteta Juliana Sandre com execução da Kitchens. Cadeira da Benedixt
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• As louças de menos uso podem ser guardadas em um baú grande de madeira, vendido em feiras de antiguidades, ou de vime no canto da sala;
• Embaixo da bancada, os gavetões são melhor opção do que o armário normal com porta. Como é um local profundo, fica mais fácil pegar as peças puxando-os.
• É possível guardar os pratos em pé usando um escorredor de inox que se encaixa na base do armário superior 

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Fotos Edu Castello
Vendida em loja de móveis de escritório, a mapoteca é uma espécie de cômoda com gavetas profundas e finas. Serve para guardar mapas e papéis que não podem ser dobrados. Na casa da corretora de imóveis Paola Beer, porém, a mapoteca fica na sala, com fotografias e miudezas. Chaves e documentos também caberiam ali. O rádio é da Retrô 63
• Quanto menos miudezas houver na sala, melhor. Caso você tenha bibelôs, agrupe os em um só lugar em vez de espalhá-los; • Pequenos objetos cotidianos – canetas, blocos, cardápios de delivery – devem ficar escondidos, mas sempre à mão. Use caixas decorativas com tampa;
• Coleções e mimos ganham força na decoração quando protegidos por caixas de acrílico, feitas sob medida.


fonte: casa e jardim

Mulheres sentem mais dores, homens se lembram mais delas

Dor feminina
As mulheres relatam estar sentindo dores mais intensas do que os homens em virtualmente todas as categorias de doenças.
Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Stanford (EUA) vasculharam milhares de registros médicos em busca de diferenças na sensação de dor entre os gêneros.
Atul Butte e seus colegas examinaram mais de 160.000 classificações da intensidade de dor relatadas por mais de 72.000 pacientes adultos.
Eles então ordenaram os dados por tipo de doença e por gênero.
Intensidade da dor
"Nós certamente não somos os primeiros a encontrar diferenças no relato de dor entre homens e mulheres. Mas nós focamos na intensidade da dor," diz o médico, salientando que a maioria dos outros estudos simplesmente diz se a pessoa sentiu dor ou não.
"Nós vimos escores de dor mais altos para as mulheres praticamente em todo o espectro," diz ele.
Enquanto os resultados gerais tendem a confirmar as descobertas anteriores - por exemplo, que as pacientes com fibromialgia e enxaqueca relatam mais dores do que os homens - surgiram também diferenças significativas, ainda não documentadas, para dores no pescoço e sinusite.
"Ainda não está claro se as mulheres realmente sentem mais dor do que os homens," alerta o pesquisador. "Mas elas estão certamente dizendo que têm mais dores do que os homens dizem que têm. Nós não sabemos por que."
Mulheres lembram do melhor
Por outro lado, o Dr. Marc Lavoie e seus colegas da Universidade de Montreal (Canadá) acabam de publicar um outro estudo mostrando que as mulheres podem até sentir mais dores, mas vão se lembrar delas menos do que os homens.
Segundo a pesquisa, a memória que as mulheres têm de uma experiência dolorosa, não-prazeirosa, ou emocionalmente provocativa, será menos precisa do que a memória de um homem que tenha passado por situação similar.
Os pesquisadores não trabalharam diretamente com a dor física, mas com experiências induzidas por imagens.
"Nós descobrimos que imagens fortes 'nublam' a capacidade das mulheres de dizer se já viram a imagem antes ou não. E, em segundo lugar, as mulheres têm memórias muito mais claras de experiências atrativas do que os homens," diz Lavoie.
Cérebro complicado
O estudo também "nublou" o entendimento que os cientistas normalmente têm do monitoramento da atividade neuronal do cérebro.
Os exames neurológicos revelaram uma atividade intensa do hemisfério direito do cérebro das mulheres quando elas observavam imagens agradáveis - exatamente o oposto do que aconteceu com os homens.
Segundo os pesquisadores, isso mostra a complexidade das memórias emocionais e ressalta a necessidade de se levar em conta as diferenças de gênero e do tipo de experiência que está sendo vivida quando se examina a atividade cerebral.
Fonte: Diário da Saúde

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Salada Paris: alface e mussarela de búfala com molho de mostarda e mel

A salada Paris do Wraps é acompanhada por molho de mostarda e mel, preparado pela chef Carole Crema. Anote a receita do molho que serve até quatro pratos de salada e também do modo de preparo da salada Paris:

Receita de Salada Paris com molho de mostarda e mel
Foto: Divulgação
Ingredientes do molho de mostarda e mel:
1 xícara de azeite
1/3 xícara de vinagre de vinho branco
1/4 xícara de aceto balsâmico
1 colher (sopa) de mostarda amarela
2 colheres (sopa) de mel
1/3 xícara de água
1 colher (sopa) de açúcar mascavo
1 colher (café) de sal
1 pitada de pimenta-do-reino moída

Modo de preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador por, aproximadamente, 3 minutos. Transfira para um recipiente tampado e mantenha sob refrigeração.

Ingredientes para a salada Paris:
Aproximadamente 80g de alface americana
2 colheres (sopa) de cenoura ralada
4 tomates-cereja cortados ao meio
4 mussarelas de búfalas cortadas ao meio
2 colheres (sopa) de beterraba ralada
1 colher (sopa) de uva-passa
3 colheres (sopa) de molho mostarda e mel

Modo de preparo:
Em uma tigela, coloque uma colher (sopa) do molho de mostarda e mel; coloque as folhas no recipiente e regue com mais 1 colher de sopa do molho. Distribua os demais ingredientes (cenoura ralada, tomate-cereja, mussarela de búfala, beterraba ralada e uva-passa) harmoniosamente. Regue com mais 1 colher (sopa) do molho mostarda e mel.


Fonte: GNT

Antigo prédio de indústria se transforma em campus universitário, mas mantém identidade fabril

Painéis pré-fabricados de concreto revestem externamente o edifício
Painéis pré-fabricados de concreto revestem externamente o edifício
Novo bloco na fábrica de conhecimento
Antigas instalações de uma indústria na zona sul de São Paulo cederam lugar ao campus Santo Amaro do Centro Universitário Senac. O projeto desenvolvido por Aflalo & Gasperini Arquitetos renovou a linguagem das edificações originais e preservou elementos da identidade fabril. A última etapa das obras abrangeu o segundo bloco acadêmico, o que permitiu à instituição quase que dobrar sua capacidade de atendimento, com cerca de cem novos ambientes, entre salas de aulas, laboratórios e oficinas de uso multidisciplinar.
Inaugurado em agosto último, o edifício Acadêmico 2 corresponde à quarta e última etapa das obras de implantação do campus do Centro Universitário Senac em Santo Amaro, zona sul paulistana.
O conjunto ocupa antigas instalações que abrigaram anteriormente uma fábrica de eletrodomésticos, cujos prédios da década de 1960 - com estrutura de concreto, cobertura metálica recortada por sheds e fachadas revestidas por cerâmica vermelha - foram adaptados ao uso escolar e ganharam nova identidade estética, preservando, porém, elementos que fazem referência à origem das construções.
Assim como os demais edifícios do campus, este também recebeu envelopamento com painéis pré-moldados de concreto com acabamento texturizado, solução que deu unidade visual ao conjunto e ainda incorpora tanto a caixilharia recuada, que reduz a incidência solar nos ambientes, como o shaft horizontal que responde pela distribuição das instalações.
A faixa horizontal a meia altura embute o shaft que distribui as instalações
A faixa horizontal a meia altura embute o shaft que distribui as instalações
A caixilharia recuada ajuda a reduzir a incidência solar nos interiores
A caixilharia recuada ajuda a reduzir a incidência solar nos interiores
O edifício de dois pavimentos abriga cerca de cem novos ambientes
O edifício de dois pavimentos abriga cerca de cem novos ambientes
A criação desse elemento preservou a parte superior da fachada original, da viga para cima, abrindo lugar abaixo para os componentes pré-moldados.
Uma diferença em relação às demais edificações é que o bloco, um pouco mais novo que os outros e já na modulação 1,25 x 1,25 metro, não apresentava sheds em seu desenho original, mas sim vigas metálicas de alma cheia determinando a inclinação da cobertura, explica Roberto Aflalo, um dos autores do projeto.
A partir de treliças triangulares apoiadas na estrutura metálica existente na cobertura, foi possível criar elementos semelhantes aos sheds dos outros prédios, estabelecendo a mesma ambientação em todos eles.
Originalmente o bloco já tinha dois mezaninos em seus extremos e possuía perto de 12 mil metros quadrados, com mais de seis metros de pé-direito total. As intervenções abrangeram o acréscimo de mais de 50% de área, com o encaixe de um novo mezanino de estrutura metálica entre os dois preexistentes, unificando o piso.
Essa ampliação deixou os dois níveis praticamente com a mesma metragem e resultou em um prédio de quase 19 mil metros quadrados, o que permitiu ao Senac quase que dobrar sua capacidade de atendimento, passando a oferecer aproximadamente cem novos ambientes, entre salas de aulas, laboratórios e oficinas de uso multidisciplinar.
O projeto do Acadêmico 2 começou a ser desenvolvido em 2004, tão logo houve a conclusão da primeira fase de obras. A experiência resultante do Acadêmico 1 pôde ser aproveitada no novo prédio, simplificando os trabalhos de reforma e adaptação.
Entre os elementos que se repetem estão os pátios internos para onde se voltam as salas de aulas. “São edifícios bem largos e essa foi a melhor solução para levar luz e ventilação naturais aos ambientes nos dois pisos”, explica Aflalo.
A maioria das salas de aulas mede 10 x 10 metros em decorrência de elementos estruturais preexistentes.
Já as diferenças incluem o programa menos denso, o que possibilitou a criação de uma área livre de pé-direito duplo de frente para a praça de entrada.
Reservada para exposições temporárias ou eventos, ela divide o edifício ao meio e foi aberta a partir do recuo da rampa interna em relação ao Acadêmico 1.
Além disso, foi redesenhada, transformando-se em um plano em aclive que no primeiro patamar se conecta com uma escada, o que facilita a circulação vertical entre as duas metades do edifício.
A rampa também pode servir para acomodar espectadores que acompanham os eventos realizados no térreo.
Ainda em comparação com o primeiro bloco de salas de aulas, observa- -se o redimensionamento e a redistribuição dos sanitários a fim de proporcionar maior flexibilidade de uso dos espaços.
A grande marquise de estrutura metálica integra diversos prédios
A grande marquise de estrutura metálica integra diversos prédios e ...
delimita a zona de transição onde alunos e professores se encontram
... delimita a zona de transição onde alunos e professores se encontram
A passarela metálica sob a marquise conecta o Acadêmico 2 à coordenação de cursos
A passarela metálica sob a marquise conecta o Acadêmico 2 à coordenação de cursos
Sob a marquise, um átrio interliga os blocos acadêmicos, a coordenação e a praça principal que dá acesso à biblioteca e aos restaurantes
Sob a marquise, um átrio interliga os blocos acadêmicos, a coordenação e a praça principal que dá acesso à biblioteca e aos restaurantes
Uma imponente marquise de estrutura metálica, com grandes vigas e fechamento de vidro com bons índices de reflexão solar, define a praça coberta que integra os dois edifícios acadêmicos, a coordenação dos cursos, a biblioteca e os restaurantes.
Essa zona de transição responde pela principal articulação entre os volumes e é o ponto onde alunos e professores de todos os cursos se cruzam.
Os materiais de acabamento repetem as soluções adotadas nas demais edificações, como piso em manta vinílica nas áreas internas no padrão do Senac, paredes em drywall e piso externo alternando granito apicoado e pedras portuguesas.


Vista mostra recortes na laje que interligam visualmente os dois níveis
Vista mostra recortes na laje que interligam visualmente os dois níveis
Diferentes vistas das rampas
Diferentes vistas das rampas
A área de pé-direito duplo no térreo é usada para exposições, eventos e encenações
A área de pé-direito duplo no térreo é usada para exposições, eventos e encenações
Sala de aulas
Laboratório do curso de estética e cosmética
Laboratório do curso de estética e cosmética


Fonte: Arco Web

Santa Catarina tem maior bem-estar econômico do Brasil

Índice de Bem-Estar Econômico
Santa Catarina é o estado brasileiro com maior nível de bem-estar econômico.
A conclusão é de um estudo inédito, que utilizou um novo indicador de acesso aos recursos econômicos, o Índice de Bem-Estar Econômico (IBEE).
O trabalho foi feito por Cláudia Rocha Bueno Vidigal e Ana Lucia Kassouf, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), ligada à USP.
Padrão de vida digno
Santa Catarina apresentou bons níveis de consumo, capital, equidade social e seguridade econômica, o que confere a seus habitantes boas condições econômicas e qualidade de vida.
Outros estados que apresentaram IBEE (Índice de Bem-Estar Econômico) elevado foram São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná. Os piores índices, por outro lado, foram obtidos pelo estado de Alagoas.
A pesquisa foi motivada pela necessidade de construção de um indicador sintético de bem-estar econômico que fosse capaz de englobar os distintos aspectos que estão associados a um padrão de vida digno.
Um indicador como esse é importante para subsidiar a implementação e o monitoramento de políticas públicas, além de tornar transparente a situação econômica da população.
Melhor que o PIB
Atualmente, o indicador mais utilizado para mensurar o bem-estar econômico é o Produto Interno Bruto (PIB), além de sua variante, o PIB per capita, o qual considera apenas a renda como medida de bem-estar.
O PIB mede o total de bens e serviços produzidos em uma economia, enquanto o PIB per capita pondera esse valor total em relação ao tamanho da população.
Segundo Cláudia, tais indicadores são limitados por não incluírem variáveis que captem a satisfação econômica a partir dos aspectos considerados importantes para o bem-estar da população.
"O principal argumento para a proposta de um novo indicador de bem-estar econômico de uma sociedade é que a avaliação deve considerar, por exemplo, fluxos de consumo pessoal, estoques de riqueza, distribuição de renda e seguridade econômica", explica a pesquisadora.
Foi escolhido um índice desenvolvido pelos economistas Lars Osberg e Andrew Sharpe, que tem sido aplicado periodicamente para o Canadá e países selecionados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
"Um grande diferencial no IBEE adaptado para o Brasil está no fato de ter-se criado um novo indicador, o de risco de violência, devido ao fato de serem observados elevados níveis de criminalidade no país", acrescenta.
Dimensões
O IBEE é composto por quatro dimensões distintas:
  1. "fluxos de consumo", obtida pelos indicadores de consumo privado e consumo público;
  2. "riqueza real - legado intergeracional", resultante dos indicadores capital físico, capital humano, gastos com pesquisa e desenvolvimento e débito público;
  3. "equidade", construída a partir do Índice de Gini (índice de desigualdade de renda) e do Índice FGT (índice de intensidade de pobreza);
  4. "seguridade econômica", formada pelos indicadores de risco de desemprego, risco financeiro associado à doença, risco de pobreza em idade avançada e risco de violência.
Os resultados demonstraram que, segundo a dimensão fluxos de consumo, os estados mais bem colocados foram o Distrito Federal, o Rio de Janeiro e São Paulo. O estado do Maranhão foi o que apresentou os piores valores nos anos observados.
Em relação à riqueza real e legado deixado às futuras gerações, o Distrito Federal se manteve líder nos dois anos analisados, acompanhado pelo Paraná. O Mato Grosso obteve a pior colocação em 2002 e Piauí em 2008.
A dimensão equidade, que considera o nível de desigualdade de distribuição de renda e a intensidade de pobreza, foi liderada por Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, refletindo as boas condições oferecidas pela região Sul do Brasil.
"Na contramão deste resultado, o estado de Alagoas apresentou indicadores preocupantes de equidade econômica, fazendo com que se mantivesse em último lugar no ranking da dimensão nos dois anos do estudo," diz a pesquisadora.
Em relação à dimensão seguridade econômica, alguns estados da região nordeste apresentaram baixos riscos associados aos recursos econômicos, alcançando as primeiras colocações no ranking da dimensão.
Esses bons resultados se deram em decorrência dos baixos valores apresentados para os indicadores de risco, sobretudo para o risco de pobreza em idade avançada e para o risco de violência, a qual foi medida pela taxa de homicídios.
Os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Amapá foram os que apresentaram o pior desempenho nessa dimensão.
Quando analisadas as dimensões conjuntamente, o cálculo do índice demonstrou que, independentemente dos pesos atribuídos para cada uma delas, Santa Catarina apresenta o maior bem-estar econômico no País.
Fonte: Diário da Saúde