sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Pessoas poderosas acreditam ser mais altas

Poder nas alturas
O poder dá às pessoas um sentido exagerado de sua própria altura física.
Em uma série de experimentos, os pesquisadores descobriram uma correlação precisa entre sentir-se poderoso e sentir-se alto.
E os cientistas sugerem que as empresas devem tirar proveito disso.
Segundo eles, pode ser vantajoso colocar os trabalhadores de nível hierárquico mais alto para trabalhar em escritórios ou salas mais altas, como uma forma de fomentar seu senso psicológico de poder.
Altura do poder
"A altura é frequentemente usada como metáfora para o poder," diz Michelle Duguid, da Universidade de Washington (EUA).
"Nós descobrimos que a experiência psicológica de poder leva os indivíduos a se sentirem mais altos que as medições objetivas de sua altura indicam que eles realmente são," completa.
A pesquisadora afirma que outras pesquisas indicaram que pessoas que se impõem mais fisicamente têm maior probabilidade de adquirir poder, ao menos em experimentos de laboratório.
Mas esta é a primeira pesquisa que mostra a relação inversa - é como se o poder fizesse a pessoa literalmente "sentir-se nas alturas".
Experiências de poder
"Esta descoberta pode ser um ponto de partida para explorar o relacionamento recíproco entre as experiências psicológica e física de poder," propõe da pesquisadora.
Seu grupo agora planeja medir se a experiência de poder se alastra também por outros campos, alterando outras auto-percepções e auto-categorizações, ou seja, como os indivíduos se veem em outros aspectos.
Fonte: Diário da Saúde

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Montanha de neve particular

Divulgação
Coberto pela neve, o telhado vira uma pista de esqui particular
Se o esqui não vai até a montanha... ele vai para o telhado. Pelo menos é que o acontecerá, quando este projeto assinado pelos arquitetos do escritório Fantastic Norway for inaugurado no próximo ano. Batizada de Mountain Hill Cabine, a construção foi planejada para se integrar perfeitamente à natureza. A característica mais marcante é a inclinação do topo, a 23 graus. Com a força do vento, a superfície fica encoberta por uma espessa camada de neve e se transforma em uma verdadeira pista de esqui particular. O formato foi pensado para que, em vez de se chocar contra a estrutura, a neve deslize sobre ela. Os esportistas já podem sair de dentro da casa com os esquis nos pés.

Para que o interior tenha uma temperatura agradável, apesar do inverno rígido da região, as paredes serão térmicamente isoladas. No topo, grandes janelas trazem a iluminação natural para os cômodos. Dividida em dois pavimentos, a construção terá um grande living e três quartos. Tudo planejado para oferecer o conforto merecido a quem passa o dia esquiando na neve gelada.

FANTASTIC NORWAY NO BRASIL
Erlend Blackstad Hapffner, sócio do premiado escritório de arquitetura Fantastic Norway visitou o Brasil em março deste ano. Na ocasião, ele ministrou uma palestra para os estudantes da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo.
Divulgação
Dá para sair da casa com os esquis nos pés

Fonte: casa e jardim

Passarela de vidro nas alturas: você se arriscaria?

Divulgação
O parque Tianmen, na China, ganhou uma atração turística de causar vertigem em muita gente. A passarela de vidro construída em torno de uma montanha, a 1430 metros de altura, oferece aos visitantes mais corajosos uma experiência inesquecível. Como o piso e o guarda-corpo são transparentes, quem gosta de aventura pode olhar para baixo e se abismar com a vista lá de cima. A passarela tem 60 metros de extensão e, para subir nela, é preciso usar uma proteção sob os sapatos. O cuidado serve para manter o vidro limpo e transparente.
Divulgação
A passarela tem piso de vidro e fica a 1431 metros de altura. Você se arriscaria?
Divulgação
É preciso muita coragem - e estômago - para olhar para baixo
Fonte: Casa e Jardim

Entre o vulcão e o oceano

Divulgação
Divulgação
De um lado, as águas límpidas do Havaí. Do outro, a fúria do Kilauea, um dos vulcões mais ativos do planeta. Projetada pelo escritório americano Craig Steely Architecture, esta casa foi construída em um lugar exatamente assim. No terreno cercado por lava consolidada, uma escada de concreto dá acesso à piscinae ao vão, que divide a casa em dois blocos.

Uma das partes tem um livingespaçoso, todo cercado por vidros, que oferecem umavista privilegiada voltada para a piscina e para a exuberante paisagem natural. Já o bloco oposto tem dois andares: embaixo ficam a sala de jantar e acozinha e, em cima, a área íntima com quartosbanheiros e um escritório.

As linhas retas, as amplas aberturas e o uso de materiais como vidro e concreto dão características contemporâneas ao projeto. O estilo, aliás, é marca registrada do arquiteto Craig Steely, que tem escritórios noHavaí e em São Francisco.
Divulgação
As amplas janelas deixam o terreno de lava solidificada à vista
Divulgação
Moderno, o projeto é assinado pelo arquiteto Craig Steely

 fonte: Casa e jardim

Designers dinamarqueses desenvolvem moradia autossuficiente


A casa ambulante pode se locomover numa velocidade parecida com a de uma pessoa
O conceito criado pelo coletivo de artistas dinamarqueses N55 resolveria, de uma vez por todas, os problemas de quem não consegue decidir em que bairro morar. Com esta casa que anda, é possível viver perto do trabalho durante a semana, próximo à praia aos sábados e no campo aos domingos, por exemplo. Graças aosmecanismos localizados na parte inferior da construção, ela se locomove e pode ir para onde o proprietário quiser. Tudo sem depender de estradas ou trilhos especiais, já que ela pode transitar sobre qualquer tipo de superfície.

Desenvolvida para andar a uma velocidade parecida com a das pessoas, a casa, batizada de Walking House, não causa impactos ao meio ambiente. Pelo contrário: ajuda a preservá-lo. Isso porque a ideia é que a moradia seja equipada com placas e miniturbinas, para captar a energia solar e eólica dos lugares por onde passa. De acordo com os criadores, o design foi inspirado nas carruagens romanas do século 18, mas repaginado com características modernas. “A Walking House se adapta às pessoas em vez de fazer as pessoas se adaptarem a ela. Os módulos podem ser adicionados e, assim, ela atende às necessidades sociais e às demandas de uma pessoa que mora sozinha e depois forma uma família, por exemplo”, explicam os artistas.

Detalhes da casa, no sentido horário: acomodações modulares, as "pernas" mecânicas, um conjunto de casas formando uma vila e as placas solares para captar energia

fonte: casa e jardim