segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Esculturas em giz de cera

Nas mãos de um artista talentoso, até os objetos mais comuns podem virar incríveis obras de arte. Exemplo disso é o trabalho do norte-americano Pete Goldlust, que transforma simples gizes de cera – sim, aqueles com os quais as crianças adoram desenhar e pintar – em delicadas esculturas. Coloridas e pequeninas, as peças têm formatos variados e cabem na palma da mão.
Divulgação
As esculturas do artista Pete Goldlust são coloridas e têm formatos únicos
Divulgação
As obras de arte são feitas com gizes de cera comuns

fonte: casa e jardim

Animais em bolhas de vidro

Empalhar animais de verdade e colocá-los na parede já foi uma prática comum. No entanto, a ideia pode parecer um tanto mórbida, principalmente para quem gosta de bichos. O escultor japonês Kohei Nawa criou, então, uma nova versão, esculpindo figuras de veadoslobos e felinos com bolas de vidro, de diferentes tamanhos, preenchidas com ar. O conceito, batizado de PixCell, tem um efeito ainda mais bonito em contato com a luz, que atravessa o material, iluminando-o. Confira as imagens:
As esculturas são feitas com bolhas de vidro preenchidas com ar
A luz cria um efeito ainda mais interessante sobre as peças
O trabalho agrada a quem gosta de animais
A tradicional cabeça de veado, na versão do artista japonês
Aqui, a escultura inspirada em um lobo
fonte: casaa e jardim

Quesadilla com carne seca, cebola e requeijão

A quesadilla Puerto Novo do Rota 66 é recheada com carne seca, cebola e catupiry. Anote a receita que é fácil e leva cerca de 15 minutos:

Quesadilla com carne seca, cebola e requeijão
Foto: Divulgação / Marcelo Magalhães
Ingredientes: 
1 tortilha de trigo grande
120g de carne seca cozida desfiada
50g de cebola cortada em tiras finas
50g de requeijão
30g de sour cream 

Modo de preparo:
Em uma frigideira, coloque a cebola para esquentar. Quando começar a dourar, acrescente a carne seca. Abra a tortilha, recheie com a carne seca desfiada com cebola, o requeijão e o sour cream. Dobre a tortilha ao meio, no formato de meia lua. Passe na chapa, em fogo baixo, até os queijos incorporarem à carne seca. Sirva acompanhado de batata frita ou salada, e de molho a escolha. 


Fonte: GNT

Computadores realmente melhoram rendimento de alunos

Educação informatizada
Quase todas as escolas se vangloriam de oferecer um computador por aluno.
Mas será que a informática está realmente ajudando a melhorar a educação e o aprendizado dos alunos.
Definitivamente sim, afirmam cientistas da Universidade de Concórdia, no Canadá.
Conteúdo e assimilação
O grupo realizou a mais exaustiva pesquisa sobre o assunto já feita até hoje, fazendo uma retrospectiva de 40 anos sobre o impacto da tecnologia nas salas de aula.
Rana Tamim e seus colegas reuniram dados de 60.000 estudantes, do ensino fundamental à universidade, comparando o aproveitamento nas classes que usaram computadores com classes tradicionais, que não usaram a tecnologia.
Os resultados sugerem que a tecnologia melhora o conteúdo oferecido e dá suporte a uma melhor assimilação desse conteúdo por parte do aluno.
Nas classes onde os computadores foram usados para apoiar o ensino, a tecnologia teve um impacto positivo de pequeno a moderado, tanto sobre o aprendizado quanto sobre a atitude dos alunos.
"Nós deduzimos que o impacto será maior se observarmos durante toda a experiência educacional de um aluno," diz o professor Richard Schmid, coautor do estudo.
Pensamento crítico
Os cientistas descobriram que a tecnologia funciona melhor quando os estudantes são encorajados a pensar criticamente e a se comunicar de forma efetiva.
"Uma simples apresentação de PowerPoint provavelmente não vai melhorar a experiência do aprendizado," diz Schmid.
No prosseguimento da pesquisa, os cientistas planejam avaliar quais tecnologias funcionam melhor para quais matérias.
Fonte: diário da Saúde

O que exatamente no vinho tinto melhora a saúde cardiovascular?

Álcool ou vinho?
Os benefícios do vinho tinto sobre a saúde estão cada vez melhor documentados.
Mas ainda há uma questão que incomoda muitos cientistas.
Por que o suco de uva não produz os mesmos resultados?
Será que o álcool presente no vinho tinto também desempenha um papel na saúde cardiovascular?
O que mais incomoda é que isso iria contra todas as outras pesquisas que estudam especificamente o consumo de álcool.
Comparação do vinho e outras bebidas
Para acabar com a dúvida, pesquisadores espanhóis idealizaram um experimento inédito, totalmente feito em humanos.
Estudos epidemiológicos relacionados ao consumo de vinho e álcool geralmente usam como voluntários pessoas que gostam de vinho.
Mas o rigor dos cientistas era maior: eles queriam medir o eventual benefício à saúde quando as mesmas pessoas tomam vinho tinto e outros tipos de bebida alcoólica.
Só assim seria possível concluir de forma segura se é o vinho ou o álcool do vinho que faz bem à saúde cardiovascular.
Pacientes do mundo real
O estudo convocou voluntários considerados de alto risco de doenças cardiovasculares, com indicadores como elevado índice de massa corporal, fumantes, diabéticos, portadores de hipertensão e outros fatores.
Metade dos participantes estava tomando medicamentos, incluindo estatinas, aspirinas e medicamentos para controlar a hipertensão.
Segundo os pesquisadores, isso significa que os resultados do estudo são ainda mais relevantes "para pacientes do mundo real".
Dieta alcoólica
Inicialmente, os voluntários passaram um mês sem ingerir qualquer tipo de bebida alcoólica.
A seguir, eles passaram três períodos de um mês cada um tomando vinho tinto, gin ou uma quantidade equivalente de fenólicos contidos em vinho tinto sem álcool.
Foi solicitado aos voluntários que eles não alterassem seu padrão normal de atividade física.
Pouco álcool ou vinho tinto
Os autores concluem que "o conteúdo fenólico do vinho tinto pode modular os leucócitos, enquanto tanto o etanol quanto os polifenóis do vinho tinto podem modular os mediadores inflamatórios solúveis".
Isso indica que os compostos não-alcoólicos do vinho tinto têm um efeito protetor, reduzindo o risco de doenças cardiovasculares.
Mas o que surpreendeu é que o etanol também apresentou um efeito protetor, ainda que não exatamente igual.
Segundo um especialista ouvido pela revista onde foi publicado o estudo, isto se deve principalmente pela baixa dose de álcool ingerida pelos participantes - 30 gramas por dia - enquanto outros estudos já demonstraram que doses maiores pioram o quadro cardiovascular.
Mas ele acrescenta: "Nós precisamos de maiores informações isolando os efeitos da cerveja, do vinho e de vários tipos de bebidas destiladas. Algumas bebidas destiladas, como o uísque, podem ter efeitos antioxidantes úteis."
Fonte: Diário da Saúde