quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Escondidinho de camarão

Receita de escondidinho de camarão
Recheio leva muito camarão e tomate. Foto: Bella Jardim
No Botequim Informal, o escondidinho de camarãoleva um toque cremoso de requeijão. Anote a receita:

Serve 6 pessoas

Ingredientes:
500g de requeijão (tipo Catupiry)
200 ml de leite
500g de aipim cozido e processado
500ml de caldo de frango
1kg de camarão sem casca
6 colheres de sopa de azeite
100g de cebola picada
200g de tomate sem semente
25g de alho picado
Pimenta do reino e sal a gosto
30g de farinha de trigo

Modo de preparo:
Em uma panela, ferva o leite. Acrescente o requeijão e maxa até obet uma mistura homogênea. Reserve. No liquidificador, bata o aipim com o caldo de frango. Em uma panela, coloque este creme de aipim e cozinhe até obter uma textura de “cola”.
 
Limpe os tomates, retire a pele e bata no liquidificador. Bata na faca a cebola e o alho e reserve. Em uma panela, coloque o azeite, a cebola e o alho, refogando até que fiquem ligeiramente dourados. Acrescente o tomate batido e o camarão e cozinhe rapidamente.

Misture a farinha de trigo com água e coloque na panela com os camarões para engrossar o molho.  Ajuste o sal e a pimenta do reino.

Montagem:
Disponha seis cerâmicas e, no fundo delas, coloque 100 g de creme de aipim. Divida o recheio de camarão entre as cerâmicas (aproximadamente 200 g). Sobre o recheio, coloque 100g de creme de requeijão.
 
Finalização:
Aqueça no forno até que fique ligeiramente dourado por cima.

Fonte: GNT

Relação entre designers e a indústria moveleira pode finalmente levar criatividade e inovação do design brasileiro a produção em grande escala

Carolina e Paulo, da Fetiche Design, criaram a poltrona Exo, para a experiente Schuster
Carolina e Paulo, da Fetiche Design, criaram a poltrona Exo, para a experiente Schuster
Diálogo temperado com otimismo
Há expectativas favoráveis no diálogo entre designers e indústrias moveleiras no Brasil. Aos poucos, o caldo antes disforme de produtos, mostras, prêmios, publicações, lojas-conceito e associações profissionais tem ganho um sabor que, com empreendedorismo e menos preconceito, pode finalmente levar à grande escala a diversidade, o humor, a criatividade e a inovação do design brasileiro
Tomando como termômetro a recente edição da Casa Brasil, feira bienal criada em 2007 pelo Sindicato das Indústrias do Mobiliário de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, e pelo Sindmóveis, há boas razões para comemorar.
Bernardo Senna, designer carioca que circula com desenvoltura tanto entre os seus pares quanto no meio industrial, escreveu recentemente em sua coluna no blog de design sougude.com.br: “Se em 2009 [na Casa Brasil] estávamos felizes em encontrar meia dúzia de empresas com estratégias de design e resultados condizentes nos produtos, dessa vez podemos contar dezenas, uma vitória incrível para o design em um período relativamente tão curto”.
Conforme Senna apurou, industriais debutantes no terreno do design com alguma estratégia se mostravam otimistas já nos primeiros dias do evento, provavelmente embalados pelo volume de encomendas esboçado pelo impressionante contingente de lojistas que visitaram a feira no início de agosto, em Bento Gonçalves.
A Exo é composta por uma casca de módulos de madeira, unidos na face interna por material maleável
A Exo é composta por uma casca de módulos de madeira, unidos na face interna por material maleável
Espreguiçadeira desenhada pela Fetiche Design para a Madesol
Espreguiçadeira desenhada pela Fetiche Design para a Madesol
É o caso, por exemplo, da Madesol, fabricante de móveis de madeira para área externa instalada na cidade de Estrela, no Rio Grande do Sul.
Além de Senna, Pedro Mendes e a jovem dupla do estúdio curitibano Fetiche Design, Carolina Armellini e Paulo Biacchi, criaram o banco, a cadeira, a chaise e a mesa lançadas este ano pela empresa, cujo mentor, Edson Metz, confidencia: “A falta de design faz a indústria refém do mercado, enquanto o designer renomado acrescenta valor e nos dá acesso a lojas melhores”.
O empresário considera prematuro analisar a empreitada, mas afirma que a chaise desenhada pela Fetiche foi a grande sensação entre os seus lançamentos na feira.
O desenvolvimento da peça ocorreu a distância. “Fizemos um briefing por telefone e fomos enviando imagens para orientar o processo”, comenta Carolina, que dedica atualmente 60% do seu tempo ao desenho para a marca própria Fetiche e os outros 40% para projetos industriais.
“Queremos chegar no máximo a 50/50”, complementa a designer, sinalizando um louvável bom relacionamento de seu estúdio com a indústria brasileira.
Se a produção autoral é o que desperta o interesse dos industriais, para a dupla de designers da Fetiche a motivação em atuar com a Madesol foi o fato de suas peças empregarem madeira certificada pelo FSC (Forest Stewardship Council, organismo que certifica o uso de madeira de manejo florestal).
O uso de madeira certificada serviu de atrativo para os designers, que criaram em contrapartida um novo mecanismo, mais fluido, para a manipulação do encosto da peça
Senna desenvolveu recentemente, para a Moltec, linha de mesas e aparadores que tiram proveito da tecnologia industrial do corte de pedras
Senna desenvolveu recentemente, para a Moltec, linha de mesas e aparadores que tiram proveito da tecnologia industrial do corte de pedras
“Eles são comedidos na criação, mas não deixamos de insistir um pouco. O que apresentamos de diferencial, além do desenho curvo da peça, foi um mecanismo para a manipulação mais simples e fluida das inclinações da chaise pelo usuário”, acrescenta Carolina.
A Fetiche projetou recentemente também para a Schuster, fabricante gaúcha de móveis com larga experiência no trato com designers.
“Foi fácil trabalhar com eles, apresentamos uma opção e foram já fazendo os protótipos”, comenta a designer, que concebeu com seu sócio a poltrona Exo, abreviatura de exoesqueleto.
Trata-se de um modelo para poltrona e cadeira em forma de concha de madeira, com dobraduras, internamente revestida com couro.
A direção de arte da Schuster é encabeçada há quatro anos pela designer Mila Rodrigues, que, além da marca própria, atua na paulista Brasil Post. “O momento econômico é favorável em todos os aspectos e o fabricante, não apenas do alto como do médio padrão, tem tido mais coragem para investir em estratégia.
De uns quatro anos para cá os industriais resolveram tomar parte no grupo de formadores de opinião que falam sobre design. E, por mais que as fábricas não entendam muito do assunto, estão vendo na prática os bons resultados”, opina.
Os designers da Fetiche criam para a indústria e também para a marca própria, caso da Coleção Vergalho, feita de madeira e aço e detentora de menção no Salão Design da Casa Brasil 2011
Os designers da Fetiche criam para a indústria e também para a marca própria, caso da Coleção Vergalho, feita de madeira e aço e detentora de menção no Salão Design da Casa Brasil 2011
Os designers da Fetiche criam para a indústria e também para a marca própria, caso da Coleção Vergalho, feita de madeira e aço e detentora de menção no Salão Design da Casa Brasil 2011
O Sistema Manga, criado por Bernardo Senna para a Trama Fhina, utiliza fibra sintética em desenho de descontraída assimetria
O Sistema Manga, criado por Bernardo Senna para a Trama Fhina, utiliza fibra sintética em desenho de descontraída assimetria
Para ela, o que importa no posicionamento estratégico é definir a linguagem que se pretende comunicar para o mercado.
Se o relacionamento da Fetiche com os industriais e os lojistas vai bem, o mesmo não se pode dizer do contato com os arquitetos. “O mercado é fechado, não vendemos muito aqui em Curitiba”, lamenta Carolina, que diz admirar o trabalho de Guilherme Torres. A queixa não é exatamente uma novidade.
O designer Pedro Useche, por exemplo, há tempos planeja disponibilizar uma biblioteca digital de móveis de design contemporâneo brasileiro para o uso dos arquitetos em seus projetos residenciais. Seria um modo de romper a inércia dos onipresentes ícones modernos.
A indústria moveleira nacional é formada predominantemente por pequenas e microempresas, com gestão familiar. Oficialmente são cerca de 16 mil unidades industriais, mas a marca pode chegar à casa dos 50 mil se considerado o mercado informal.
Há segmentos distintos, do popular ao alto padrão, e de certa forma as lojas‑conceito, as mostras, feiras e premiações de design funcionam como uma vitrine de comportamentos e padrões culturais - que, na análise de Patrícia Bruscatto, da Allê Design, são muito parecidos ao longo do território brasileiro, com exceção da Região Sul, de perfil um pouco mais conservador.
Criado em 2008, o estúdio Allê Design procura demonstrar apuro técnico e muita criatividade, a excelência em criar desenhos diferentes para um mesmo material através de um fiel time de designers que trabalham com a empresa, não só para o mercado brasileiro como para o europeu de alto padrão.
A Allê é uma marca do grupo Componenti, que em 2002 trouxe para o Brasil a tecnologia italiana do metacrilato e, atualmente, se prepara para difundir no país a terceira geração do acrílico: o acrilite.
Há quem deseje desenhar para o segmento luxo, enquanto outros, como Marcelo Rosenbaum, reiteram o sonho de emplacar projetos para as popularíssimas Casas Bahia.
No meio termo, a designer Flávia Pagotti está tateando o universo do médio padrão com a Butzke, fabricante de móveis para áreas externas.
A empresa, por sua vez, vem testando também o meio de campo com o design de autor: a linha Timbó e a cadeira Rio, premiada na Casa Brasil 2011, foram desenhadas para a marca pelo famoso Carlos Motta.
Composta por poltronas e mesas de centro e laterais, a coleção recebeu também menção na modalidade indústria do Salão Design
Composta por poltronas e mesas de centro e laterais, a coleção recebeu também menção na modalidade indústria do Salão Design
A designer Mila Rodrigues tem marca própria mas trabalha também como diretora de criação da Schuster e da Brasil Post. Para esta, desenvolveu recentemente um sofá em que cordas fazem as vezes de percinta
A designer Mila Rodrigues tem marca própria mas trabalha também como diretora de criação da Schuster e da Brasil Post. Para esta, desenvolveu recentemente um sofá em que cordas fazem as vezes de percinta
Flávia Pagotti concebeu uma bem-humorada poltrona e capa para a empresa de estofados Casa de Pedra
Flávia Pagotti concebeu uma bem-humorada poltrona e capa para a empresa de estofados Casa de Pedra
Há dez anos no Brasil, depois de um longo tempo em Londres, Flávia personifica a transformação em curso no relacionamento entre os designers e a indústria brasileira. “Corri muito atrás dos industriais no começo, e tive que partir para a produção própria.
Hoje, 90% do meu tempo tem sido dedicado a projetos para fábricas”, comenta a designer, que desenvolveu para a Casa Brasil um projeto experimental em parceria com a marca de estofados Casa de Pedra.
Trata-se de uma bem-humorada capa para poltrona, com capuz e longas mangas feitas com tecido, exposta na seção Design Concreto, de duplas entre designers e industriais.
O importante, enfim, é que as pontas da fabricação e da criação estão se aproximando, e sem perder autonomia. José Marton, habitual colaborador da Allê, lançou marca própria na Casa Brasil, a M ao Quadrado, que debutou com uma bela coleção de estantes, mesas e aparadores de módulos octOgonais, triangulares e interessantes sobreposições.
Enquanto isso, Flávia, Senna, a Fetiche e Mila Rodrigues, entre outros, não deixaram de conquistar seus prêmios e menções na mostra competitiva do evento, o Salão Design.

Texto de Evelise Grunow
PROJETODESIGN
Edição 380 Outubro de 2011
A peça fez parte da mostra Design Concreto, da Casa Brasil 2011, com a presença de duplas de designers e industriais
A peça fez parte da mostra Design Concreto, da Casa Brasil 2011, com a presença de duplas de designers e industriais
José Marton desenhou para a Allê a linha Híbridos, em que se intercalam camadas coloridas de metacrilato
José Marton desenhou para a Allê a linha Híbridos, em que se intercalam camadas coloridas de metacrilato
Cúpula da Allê Design, que emprega como material o acrilite
Cúpula da Allê Design,
que emprega como material o acrilite
Experientes designers do estúdio Nada se Leva, André Bastos e Guilherme Ribeiro, conceberam a linha Antoinete para a Allê
A marca Butzke também investe em design
Com Carlos Motta, por exemplo, a parceria já rendeu a linha Timbó e a cadeira Rio, menção na modalidade indústria do Salão Design
Com Carlos Motta, por exemplo, a parceria já rendeu a linha Timbó e a cadeira Rio, menção na modalidade indústria do Salão Design
O designer José Marton, que tem parcerias importantes com a ...
Mesa da coleção Gelatina, desenhada por Baba Vacaro para a Allê Design. Ela emprega refugo do metacrilato
... indústria moveleira, lançou a marca M ao Quadrado
A coleção inaugural tem desenho inspirado, composta por módulos de estantes, mesas e bancos
A coleção inaugural tem desenho inspirado, composta por módulos de estantes, mesas e bancos


Fonte: Arco Web

Aparelhos médicos aproximam-se da ficção científica

Diagnóstico portátil
Pesquisadores da Universidade da Califórnia (EUA) criaram um novo aparelho de diagnóstico que lembra os equipamentos visionários vistos em filmes de ficção científica.
O aparelho detecta e mapeia as veias e artérias e projeta uma imagem da rede de vasos sanguíneos sobre a pele do paciente.
Com a informação, médicos e enfermeiros podem aplicar injeções com precisão, mesmo nos casos em que é muito difícil a identificação das veias.
O aparelho portátil, chamado Accuvein, é um dentre uma série de inovações que está tornando o imageamento médico mais prático e mais fácil de usar.
Veias e derrames
Em vez de grandes e caros equipamentos de imagens médicas, a tecnologia está sendo incorporada em aparelhos portáteis, que usam feixes de laser ou luz na faixa do infravermelho próximo para penetrar profundamente abaixo da pele, sem dor, e gerar imagens de veias, músculos e ossos.
O Accuvein tem sido particularmente elogiado pelos pediatras, pela dificuldade na identificação das veias em crianças, que geralmente resistem a uma busca mais detalhada, nos padrões normais feitos em um adulto.
A técnica óptica está sendo também utilizada pelo equipamento InfraScan, que usa a luz na faixa do infravermelho próximo, com uma frequência logo acima da luz visível pelo olho humano.
Essa frequência de luz passa através da pele e é refletida pelos tecidos internos.
Sensores capturam a luz que retorna e criam uma imagem capaz de revelar hemorragias causadas por um derrame ou por outras condições.
Medicina de ficção científica
Já os cientistas da Universidade de Washington afirmam querer chegar mais perto do Tricorder, o aparelho de diagnóstico do Dr. McCoy, da série Jornada nas Estrelas.
A mágica por trás do tricorder da vida real é uma tecnologia conhecida como Vibrometria Doppler a Laser, que tem sido utilizada em componentes de aviões e automóveis, alto-falantes, radares e até na detecção de minas terrestres.
Embora seja fácil ver a gravidade de um ferimento externo, diagnosticar uma hemorragia interna, por exemplo, que pode ser muito mais perigosa, é algo muito mais difícil.
Esta é a intenção do novo aparelho, que checa instantaneamente informações como temperatura corporal, batimentos cardíacos e movimentos musculares - uma tarefa que, em um pronto-socorro pode levar vários minutos por pessoa, justamente nos momentos mais críticos, quando são avaliados os pacientes para estabelecimento das prioridades de atendimento.
Contudo, se a tecnologia está cada vez mais disponível, os cientistas afirmam haver um enorme entrave para que ela chegue até os hospitais e postos de saúde: o chamado "mercado", que exige que esses aparelhos sejam fabricados em larga escala para que tenham custos razoáveis.
E, segundo os pesquisadores, convencer os médicos de que os aparelhos são úteis nem sempre é uma tarefa fácil.
Fonte: Diário da Saúde

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Salada de frango com batata palha e molho rosé

Sucesso no Gula Gula, a salada de batata frita da chef Nanda de Lamare é feita com frango, molho rosé, milho verde, ervilha e passas. Saiba como fazer essa delícia em casa. Anote a receita:

Receita de salada de frango com batata palha
Foto: Divulgação
Ingredientes:
Para o molho rosé:
200ml de maionese caseira (1 copo)
30ml de ketchup
2ml de azeite extra virgem
2ml de mostarda

Para a salada:
2 cenouras
Frango desfiado
100g de ervilha 
100g de milho verde
100g de passas pretas sem semente
100g de batata palha

Modo de preparo:
Do molho rosé: 
Misture todos os ingredientes com um fouet (batedor de arame). Reserve na geladeira.

Da salada: 
Rale a cenoura no ralador grosso, em corte enviesado. Junte o frango, a ervilha, o milho, as passas e a cenoura em uma saladeira. Adicione o molho rosé e misture bastante. Sirva com a batata palha à parte.


Fonte: GNT