segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Orçamento enxuto e clima rigoroso foram elementos de articulação para a proposta da sede da Posead

Irreverência com economia de meios
É crítico o contexto de implantação da sede da Posead, empresa de ensino a distância localizada em área de expansão do setor industrial de Brasília, junto a movimentada via de ligação com a cidade-satélite de Taguatinga. O clima rigoroso, o conturbado tráfego viário e o imperativo do orçamento enxuto foram os elementos articuladores da arquitetura concebida pela equipe do Domo Arquitetos.
O partido definido pelos autores do edifício da Posead - empresa instalada na capital federal que oferece, desde 2006, cursos de pós-graduação a distância - ocupa o lote a partir das bordas a fim de resguardar no interior o máximo de área livre, seja para o desfrute cotidiano de seus funcionários ou para uma provável expansão futura.
Com isso, os sócios do escritório Domo Arquitetos propuseram a setorização em dois blocos interligados e oblíquos entre si que, predominantemente horizontais, perfazem as divisas externas do terreno.
A edificação, assim, é caracterizada pelas fachadas contínuas, de orientação norte/sul e leste/oeste, delimitando os dois volumes edificados.
O primeiro abriga o ambiente corporativo propriamente dito, com salas destinadas à administração e ao treinamento, para reunião e trabalho. O segundo bloco, ocupando a divisa lateral direita, funciona simultaneamente como uma torre de circulação vertical e ambientes de espera.
Detalhe dos volumes salientes da fachada frontal, que abrigam salas técnicas ou áreas de armazenamento
Detalhe dos volumes salientes da fachada frontal, que abrigam salas técnicas ou áreas de armazenamento
Localizada em zona industrial de Brasília, a edificação tem antecâmaras na fachada frontal que resguardam os interiores da insolação e dos ruídos externos
Localizada em zona industrial de Brasília, a edificação tem antecâmaras na fachada frontal que resguardam os interiores da insolação e dos ruídos externos
São quatro pavimentos no total, além de garagem no subsolo, somando 3,3 mil metros quadrados de área construída.
O primeiro abriga o ambiente corporativo propriamente dito, com salas destinadas à administração e ao treinamento, para reunião e trabalho.
O segundo bloco, ocupando a divisa lateral direita, funciona simultaneamente como uma torre de circulação vertical e ambientes de espera.
São quatro pavimentos no total, além de garagem no subsolo, somando 3,3 mil metros quadrados de área construída.
Decorre do partido adotado a interface direta da edificação com alguns elementos problemáticos: insolação e poluição sonora do entorno imediato. A isso a arquitetura opõe uma simples solução de volumes salientes sobrepostos à fachada principal.
Eles resguardam os interiores contra o sol e os ruídos externos excessivos, contribuindo para o conforto ambiental, ao mesmo tempo que favorecem a luminosidade natural nos ambientes por refletirem a luz incidente com as distintas angulações das suas superfícies externas de vedação.
As janelas da fachada principal, recuadas e limitadas em largura, são entremeadas por essas pequenas salas técnicas e de armazenamento, de formato irregular, úteis, portanto, não apenas para o conforto ambiental, mas também para o uso diário.
O enviesamentos das aberturas e os volumes salientes criam sombras de interessante apelo visual
O enviesamentos das aberturas e os volumes salientes criam sombras de interessante apelo visual
A assimetria de volumes salientes cria efeito visual dinâmico, contraposto à linearidade da arquitetura
A assimetria de volumes salientes cria efeito visual dinâmico, contraposto à linearidade da arquitetura
Com sua bem-vinda assimetria e certa casualidade, elas funcionam como elemento de identidade arquitetônica e como antecâmaras que intermedeiam o contato do ambiente interno com o externo.
Já a fachada sul, voltada ao pátio interno, é predominantemente envidraçada, emoldurando os corredores de circulação que os arquitetos posicionaram na periferia da laje.
Por dentro do lote, assim, predomina a transparência da edificação, contraposta às aberturas enviesadas do bloco lateral de circulação vertical, que requadram a paisagem vista a partir dos halls dos elevadores de forma despojada. Elas conferem efeito plástico interessante, gerando sombras distintas ao longo do dia.
Com economia de meios - estrutura convencional de concreto, paredes de tijolo cerâmico, acabamento de concreto aparente ou pintura texturizada -, os arquitetos criaram arquitetura eficiente e, ao mesmo tempo, visualmente irreverente.


Numa das extremidades do bloco de escritórios está localizada a escada externa de emergência
Numa das extremidades do bloco de escritórios está localizada a escada externa de emergência
As extremidades e as aberturas especiais do bloco dos elevadores requadram a paisagem de forma despojada
As extremidades e as aberturas especiais do bloco dos elevadores requadram a paisagem de forma despojada
Internamente, a construção se volta para o pátio aberto, com generosas janelas. À esquerda está o bloco dos elevadores; à direita, o dos ambientes corporativos
Internamente, a construção se volta para o pátio aberto, com generosas janelas. À esquerda está o bloco dos elevadores; à direita, o dos ambientes corporativos

Fonte: Arco Web

Deixar de fumar traz prazer e bem-estar

O prazer de não fumar
O abandono do vício do fumo traz mais do que benefícios fisiológicos ou bem-estar físico.
Em comparação com aqueles que continuam a fumar, os vencedores são mais felizes e mais satisfeitos consigo próprios.
Os resultados se mostraram consistentes um ano depois e três anos depois que as pessoas abandonaram o vício.
Nos dois períodos, os ex-fumantes se disseram mais satisfeitos com a própria vida e sentindo-se mais saudáveis.
Benefícios psicológicos
Não há dúvidas que deixar de fumar melhora a saúde e salva vidas.
O que era menos claro eram os efeitos psicológicos e sobre a qualidade de vida dos ex-fumantes.
Pesquisas entre os fumantes mostram que eles acreditam que o cigarro lhes dá prazer e, portanto, deixá-lo poderia lhes trazer grandes doses de desprazer.
Mas não foi isto o que revelou o estudo da equipe da Dra. Megan Piper, da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos.
Emoções positivas
Os autores avaliaram vários indicadores de qualidade de vida, emoções positivas e negativas, satisfação com os relacionamentos e ocorrência de fatores estressantes.
A pesquisa foi repetida um ano e três anos depois que os voluntários deixaram de fumar.
Os resultados mostraram não apenas que deixar de fumar não traz sensações de desprazer, como também melhora sensações que vão dos relacionamentos à filosofia de vida.
Os indicadores que mostraram maior índice de melhoria foram qualidade de vida, melhor bem-estar relacionado à saúde física e emoções positivas.
Fonte: Diário da Saúde

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Empresa norte-americana lança coleção de papéis de parede perfumados com estampas de frutas

 Divulgação
Os papéis de parede decoram e perfumam
os ambientes
Banana na parede da cozinha, cereja na da sala e tutti-fruti na do quarto. Dá para decorar a casa com estampas de frutas e ainda perfumar os ambientes com o papel de parede aromático lançado pela Flavor Paper. Famosa por fazer os desenhos à mão, a marca criou a coleção Fruit Cocktail, com os papéis aromatizados. Disponíveis nas versões “B-a-n-a-n-a-s”, “Cherry Forever” e “Tutti Frutti”, as estampas também podem ser encomendadas sem o cheirinho. Os papéis estão à venda na loja-sede da empresa, em Nova Orleans, e na filial, em Nova York. Quer mais? Parte do lucro obtido com a linha vai para a campanha “Human Rights Campaign”, que luta pelos direitos humanos.
SAIBA MAIS

 Divulgação
As opções de estampas disponíveis na coleção Fruit Cocktail
fonte: casa e jardim

Estante inspirada na natureza

Codo Meletti e Marcelo Magnani
Destaque nesta sala contemporânea na qual o branco predomina, a estante Árbol é praticamente uma escultura. “A ideia da estante surgiu da vontade de ‘reconstruir’, a partir da madeira, a estrutura de uma árvore, com seus galhos, folhas, frutos...”, afirma a arquiteta e designer Juliana Llussá. De origem catalã, ela batizou a peça com o nome em sua língua natal. Confeccionada com madeira cumaru-ferro pela Llussá Marcenaria, a estante (2,10 x 1,80 x 0,42 m) ocupa quase toda a parede com caixinhas de diferentes tamanhos ligadas por ripas de madeira maciça. Com fundo pintado de preto, foram feitas especialmente para o cliente colocar livros, CDs,DVD se coleções de miniaturas. Saiu por R$ 12.400.
Fonte: Casa e Jardim

CURIOSIDADE: Ternos viram bolsas recicláveis

Quem disse que bolsa feita com material reciclável se resume às sacolas feitas de algodão cru? É justamente para quebrar um pouco este conceito que a Eco Party Mearry, empresa coreana de design sem fins lucrativos, desenvolveu uma bolsa feita com ternos usados. As sacolas são costuradas uma a uma, tornando cada modelo único. As peças contam, ainda, com alças de couro reaproveitadas de antigos sofás.

  Divulgação
Feita com ternos usados, ela conta também com alças de couro retiradas de sofás antigos
Divulgação
Além de charmosas são práticas, e contam com amplo espaço interno para guardar o que for necessário










































































Fonte: casa e jardim