quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Espelhos com molduras de papel reciclam material que seria descartado e colabora com movimento social

 Divulgação
Você costuma jogar seus jornais antigos diretamente no lixo? Saiba que os papéis podem virar itens de design para decorar a sua casa. Este espelho, por exemplo, tem a moldura toda feita com folhas  dobradas e coladas entre si e em torno do vidro. Além de evitar que esse material seja descartado, o produto também é fruto de um programa social. Vendido pelo site britânico Eco Age, ele é confeccionado por mulheres da Indonésia, por meio do programaFair trade (“Comércio justo”, em português). A ideia é aumentar a fonte de renda das comunidades carentes e oferecer um emprego digno às pessoas. A peça custa 34 libras – o equivalente a R$ 97. A loja envia os produtos para países do mundo inteiro, mas o preço está sujeito à variações, de acordo com o custo de transporte e entrega.
fonte: casa e jardim

Saudável, refrescante e light, a romã tem motivos de sobra para entrar no seu cardápio de verão

 Foto Rogério Voltan

Se ela atrai sorte e prosperidade, vai da fé de cada um. Mas alguns benefícios da romã para a saúde estão mais do que comprovados. Nativa do norte da Índia e do Irã, a fruta de sementes vermelhas tem seu consumo associado à redução dos níveis de colesterol ruim (LDL), além de ser rica em vitaminas dos complexos A e B, que protegem a visão e fortalecem o sistema imunológico, respectivamente, explica a nutricionista Flávia Bulgarelli, da Universidade Federal de São Paulo. Possui também grandes quantidades de cálcio, fósforo e potássio e ainda tem propriedades anti-inflamatórias – daí o costume popular de fazer gargarejos com chá de romã para aliviar dores na garganta. Para completar, é superlight: tem apenas 56 módicas calorias a cada 100 gramas.

Afeganistão, Irã, Israel, Estados Unidos e Espanha estão entre os maiores produtores de romã. No Brasil, para onde foi trazida pelos portugueses, a época de romã cai na primavera e no verão. A planta, um arbusto que pode ficar bem alto se não for podado, entra frequentemente em projetos de paisagismo. “Ela prefere o clima subtropical, mas se adaptou bem a regiões com condições de verão e de inverno pronunciadas”, diz José Antonio Alberto da Silva, pesquisador científico de fruticultura da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). “Algumas espécies podem durar 200 anos, embora o auge da produção seja até os 15 anos”, completa. No restaurante Melograno (romãzeira, em italiano), o chef Eduardo Passarelli usa a romã para fazer a calda da sobremesa finestra (R$ 9), uma musse de chocolate branco. “A musse traz notas adocicadas bastante intensas e as notas cítricas da romã balanceiam essa doçura. No visual, o contraste do branco como grená fica lindo”, diz o chef. Para acompanhar o doce, Passarelli sugere uma cerveja frutada do tipo lambic. “Fica perfeito!”, garante. 
Fotos Rogério Voltan
Finestra 
(Receita de Eduardo Passarelli, do Melograno)

Rendimento 12 porções
Tempo de preparo 2 h (com o tempo de geladeira)


Ingredientes

Musse 
500 g de
chocolate branco
picado;
130 g de açúcar;
300 ml de leite (aquecido);
5 gemas;
500 ml de creme de leite fresco.



Calda

1 romã grande;
30 ml de água;
30 ml de xarope
de romã;
30 g de açúcar.

Modo de fazer

Musse

1 Bata as gemas com o açúcar e acrescente o leite. Misture.
2 Leve ao fogo e, assim que levantar fervura, apague. Acrescente o chocolate picado e misture tudo até ficar homogêneo.
3 Bata o creme de leite no ponto de chantilly. Incorpore delicadamente a mistura de chocolate ao chantilly, sem que ele perca o aerado. Divida a musse em potinhos de vidro e leve à geladeira.

Calda

1 Abra a romã, separe várias sementes e esprema a polpa para extrair o suco da fruta.
2 Leve o suco de romã, o açúcar, o xarope e a água ao fogo e ferva até obter o ponto de calda.
3 Deixe esfriar, adicione as sementes reservadas e sirva sobre a musse. 
Fonte: Casa e Jardim

10 dicas para fazer uma festa infantil

Fotos Edu Castello
Foto Edu Castello
1. Comece a preparação do evento comum mês de antecedência, pelo menos. Assim, é possível pesquisar opções, fazer encomendas no exterior, se for o caso, e pedir que a entrega seja via correio normal.
2. O tema da festa tanto pode ser uma estampa ou um desenho como simplesmente uma dupla de cores. O importante é que tenha identificação com o aniversariante.
3. A tendência atual é que a decoração seja clean, delicada. Mas há espaço para detalhes e enfeites, que dão charme e estilo, tornam o evento mais acolhedor, especial e personalizado. 
Fotos Edu Castello
Foto Edu Castello
4. Se a festa for para 50 pessoas, providencie cerca de 30 lugares para sentar. Podem ser banquinhos, sofá, cadeiras da mesa de jantar, pufes etc.
5. Evite pratos, copos e outros itens quebráveis.
6. Procure acomodar as bebidas em um móvel que fique próximo à geladeira ou freezer, se for possível. Isso facilita a reposição.
7. Capriche na mesa de doces: guloseimas tradicionais, como bala de coco, algodão-doce e maçã do amor, estão de volta. Churros assados e pirulitos de chocolate são boas pedidas também.
8. Invista em formas inusitadas de apresentar as guloseimas. Tubos de ensaio podem trazer confeitos coloridos e panelinhas podem acomodar brigadeiros de colher, por exemplo.
 9. A partir de dez crianças, com idade de 4 anos ou mais, considere a opção de contratar monitores. Em média, conte um monitor para cada dez crianças.Oficinas de sucata e de dobradura entre têm os pequenos que, depois, ainda podem levar suas obras de arte para casa.
10. Como nos bufês, os presentes devem ser entregues na entrada e colocados em sacos grandes. Combine com seu filho de abri-los depois. Argumente que esse é o momento de curtir a companhia dos amigos e que, mais tarde, a festa continua só para ele, com a abertura de todos os presentes.

Fotos Edu Castello
Foto Edu Castello

 Foto Rogério Voltan
Foto Rogério Voltan

fonte: casa e jardim

Médicos alertam para riscos de viagens a altitudes elevadas

Passagem só de subida
Um número cada vez maior de turistas está se aventurando em montanhas cada vez mais altas.
A consequência mais imediata é um número igualmente maior da chamada "doença da montanha", que pode levar à morte em poucas horas.
O problema é que esses turistas acreditam ser alpinistas, mesmo sem qualquer preparo adequado, aventurando-se por regiões acima dos 5.000 metros de altitude.
Preocupados com o grande número de ocorrências recentes, dois médicos alemães criaram uma cartilha de orientação para os candidatos a montanhistas.
Eles recomendam que, em muitos casos, é melhor optar por um passeio em altitudes menores do que arriscar a própria vida em regiões tipicamente sem socorro imediato.
Doença da montanha
O chamado mal da montanha ocorre por falta de aclimatação ou por uma subida rápida demais.
O baixo nível de oxigênio nas regiões de alta montanha - acima dos 3.000 metros de altitude - pode causar sintomas dos mais diversos tipos.
Por exemplo, vômitos repentinos e dores de cabeça intratáveis com analgésicos comuns podem ser os primeiros sinais de edema cerebral.
Pessoas que passam 48 horas ou mais acima dos 4.000 metros podem sofrer debilitamento ou falhas de consciência que podem progredir para coma em poucas horas.
Por outro lado, a perda rápida de desempenho físico durante a subida, assim como uma tosse seca, são as primeiras manifestações do edema pulmonar de alta altitude.
Se a pessoa continua a subir, seu quadro avança igualmente para edema cerebral.
A doença é fatal se não for tratada rapidamente - o problema é que os locais onde o mal da montanha se manifesta nunca estão próximos de um hospital.
Sensibilidade à altitude
Os médicos Kai Schommer e Peter Bärtsch alertam que não existem testes de avaliação para a suscetibilidade de uma pessoa às altas altitudes.
Eles recomendam uma auto-avaliação que consiste basicamente em aferir a própria capacidade indo passo a passo montanha acima - mas não em uma única caminhada.
Assim, quem pretende fazer uma longa caminhada por altitudes na faixa dos 3.000 metros, deve ter testado antes sua capacidade para uma permanência similar, ainda que a um ritmo menor, um nível de altitude acima, ou seja, a 4.000 metros.
Em poucas palavras, recomendam eles, não se fabrica um montanhista ou um alpinista em um mês de férias, mas em um longo processo de treinamento, em que o candidato ascende nível por nível.
Fonte: Diário da Saúde

Microagulhas de teia de aranha dão injeção sem dor

Agulha de seda
Pesquisadores usaram a seda que as aranhas usam para fazer suas teias para criar um novo sistema de microagulhas que injeta medicamentos sem dor.
Além do maior conforto, as microagulhas de seda podem liberar quantidades precisas de medicamento de forma controlada ao longo do tempo, e sem exigir refrigeração.
Como o processo de fabricação sem dá a temperatura ambiente e em água, os compostos bioquímicos mais sensíveis podem ser incorporados em seu interior.
As agulhas de seda são biocompatíveis e biodegradáveis.
Aplicação controlada de medicamentos
Os pesquisadores da Universidade de Tufts (EUA) demonstraram com sucesso a capacidade das microagulhas de seda para aplicar uma molécula grande, modelo das drogas enzimáticas, chamada HRP (do inglês horseradish peroxidase), a taxas controladas, mantendo a bioatividade da molécula.
Além disso, as microagulhas de seda carregadas com tetraciclina inibiram o crescimento da bactéria Staphylococcus aureus, demonstrando o potencial das microagulhas para prevenir infecções locais.
"Ajustando as condições de pós-processamento da proteína de seda, e variando o tempo de secagem da proteína, fomos capazes de controlar com precisão a liberação da droga em experimentos de laboratório," disse Fiorenzo Omenetto, um dos inventores das microagulhas.
"O novo sistema resolve desafios de longa data para a aplicação de medicamentos, e acreditamos que a tecnologia poderá também ser usada em outras aplicações de armazenamento biológico," afirmou.
Injeção sem dor
Embora alguns medicamentos possam ser engolidos, muitos não sobrevivem à passagem pelo trato gastrointestinal, precisando ser aplicados por meio de injeções.
Sendo muito pequenas, as microagulhas não atingem a terminações nervosas da pele, o que elimina a dor das injeções tradicionais.
Fonte: Diário da Saúde