quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

10 dicas para fazer uma festa infantil

Fotos Edu Castello
Foto Edu Castello
1. Comece a preparação do evento comum mês de antecedência, pelo menos. Assim, é possível pesquisar opções, fazer encomendas no exterior, se for o caso, e pedir que a entrega seja via correio normal.
2. O tema da festa tanto pode ser uma estampa ou um desenho como simplesmente uma dupla de cores. O importante é que tenha identificação com o aniversariante.
3. A tendência atual é que a decoração seja clean, delicada. Mas há espaço para detalhes e enfeites, que dão charme e estilo, tornam o evento mais acolhedor, especial e personalizado. 
Fotos Edu Castello
Foto Edu Castello
4. Se a festa for para 50 pessoas, providencie cerca de 30 lugares para sentar. Podem ser banquinhos, sofá, cadeiras da mesa de jantar, pufes etc.
5. Evite pratos, copos e outros itens quebráveis.
6. Procure acomodar as bebidas em um móvel que fique próximo à geladeira ou freezer, se for possível. Isso facilita a reposição.
7. Capriche na mesa de doces: guloseimas tradicionais, como bala de coco, algodão-doce e maçã do amor, estão de volta. Churros assados e pirulitos de chocolate são boas pedidas também.
8. Invista em formas inusitadas de apresentar as guloseimas. Tubos de ensaio podem trazer confeitos coloridos e panelinhas podem acomodar brigadeiros de colher, por exemplo.
 9. A partir de dez crianças, com idade de 4 anos ou mais, considere a opção de contratar monitores. Em média, conte um monitor para cada dez crianças.Oficinas de sucata e de dobradura entre têm os pequenos que, depois, ainda podem levar suas obras de arte para casa.
10. Como nos bufês, os presentes devem ser entregues na entrada e colocados em sacos grandes. Combine com seu filho de abri-los depois. Argumente que esse é o momento de curtir a companhia dos amigos e que, mais tarde, a festa continua só para ele, com a abertura de todos os presentes.

Fotos Edu Castello
Foto Edu Castello

 Foto Rogério Voltan
Foto Rogério Voltan

fonte: casa e jardim

Médicos alertam para riscos de viagens a altitudes elevadas

Passagem só de subida
Um número cada vez maior de turistas está se aventurando em montanhas cada vez mais altas.
A consequência mais imediata é um número igualmente maior da chamada "doença da montanha", que pode levar à morte em poucas horas.
O problema é que esses turistas acreditam ser alpinistas, mesmo sem qualquer preparo adequado, aventurando-se por regiões acima dos 5.000 metros de altitude.
Preocupados com o grande número de ocorrências recentes, dois médicos alemães criaram uma cartilha de orientação para os candidatos a montanhistas.
Eles recomendam que, em muitos casos, é melhor optar por um passeio em altitudes menores do que arriscar a própria vida em regiões tipicamente sem socorro imediato.
Doença da montanha
O chamado mal da montanha ocorre por falta de aclimatação ou por uma subida rápida demais.
O baixo nível de oxigênio nas regiões de alta montanha - acima dos 3.000 metros de altitude - pode causar sintomas dos mais diversos tipos.
Por exemplo, vômitos repentinos e dores de cabeça intratáveis com analgésicos comuns podem ser os primeiros sinais de edema cerebral.
Pessoas que passam 48 horas ou mais acima dos 4.000 metros podem sofrer debilitamento ou falhas de consciência que podem progredir para coma em poucas horas.
Por outro lado, a perda rápida de desempenho físico durante a subida, assim como uma tosse seca, são as primeiras manifestações do edema pulmonar de alta altitude.
Se a pessoa continua a subir, seu quadro avança igualmente para edema cerebral.
A doença é fatal se não for tratada rapidamente - o problema é que os locais onde o mal da montanha se manifesta nunca estão próximos de um hospital.
Sensibilidade à altitude
Os médicos Kai Schommer e Peter Bärtsch alertam que não existem testes de avaliação para a suscetibilidade de uma pessoa às altas altitudes.
Eles recomendam uma auto-avaliação que consiste basicamente em aferir a própria capacidade indo passo a passo montanha acima - mas não em uma única caminhada.
Assim, quem pretende fazer uma longa caminhada por altitudes na faixa dos 3.000 metros, deve ter testado antes sua capacidade para uma permanência similar, ainda que a um ritmo menor, um nível de altitude acima, ou seja, a 4.000 metros.
Em poucas palavras, recomendam eles, não se fabrica um montanhista ou um alpinista em um mês de férias, mas em um longo processo de treinamento, em que o candidato ascende nível por nível.
Fonte: Diário da Saúde

Microagulhas de teia de aranha dão injeção sem dor

Agulha de seda
Pesquisadores usaram a seda que as aranhas usam para fazer suas teias para criar um novo sistema de microagulhas que injeta medicamentos sem dor.
Além do maior conforto, as microagulhas de seda podem liberar quantidades precisas de medicamento de forma controlada ao longo do tempo, e sem exigir refrigeração.
Como o processo de fabricação sem dá a temperatura ambiente e em água, os compostos bioquímicos mais sensíveis podem ser incorporados em seu interior.
As agulhas de seda são biocompatíveis e biodegradáveis.
Aplicação controlada de medicamentos
Os pesquisadores da Universidade de Tufts (EUA) demonstraram com sucesso a capacidade das microagulhas de seda para aplicar uma molécula grande, modelo das drogas enzimáticas, chamada HRP (do inglês horseradish peroxidase), a taxas controladas, mantendo a bioatividade da molécula.
Além disso, as microagulhas de seda carregadas com tetraciclina inibiram o crescimento da bactéria Staphylococcus aureus, demonstrando o potencial das microagulhas para prevenir infecções locais.
"Ajustando as condições de pós-processamento da proteína de seda, e variando o tempo de secagem da proteína, fomos capazes de controlar com precisão a liberação da droga em experimentos de laboratório," disse Fiorenzo Omenetto, um dos inventores das microagulhas.
"O novo sistema resolve desafios de longa data para a aplicação de medicamentos, e acreditamos que a tecnologia poderá também ser usada em outras aplicações de armazenamento biológico," afirmou.
Injeção sem dor
Embora alguns medicamentos possam ser engolidos, muitos não sobrevivem à passagem pelo trato gastrointestinal, precisando ser aplicados por meio de injeções.
Sendo muito pequenas, as microagulhas não atingem a terminações nervosas da pele, o que elimina a dor das injeções tradicionais.
Fonte: Diário da Saúde

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Mitos e verdades sobre gravidez e obesidade juntas

Gravidez com obesidade
Ironicamente, apesar da ingestão calórica excessiva, muitas mulheres obesas são deficientes em vitaminas vitais para uma gravidez saudável.
Mas há muitas outras estatísticas alarmantes que surgem quando obesidade e gravidez coincidem.
Juntas, elas apresentam um conjunto único de desafios que as mulheres e seus médicos devem enfrentar para alcançar o melhor resultado possível para a mãe e para o bebê.
Na edição de dezembro da revista Seminários em Perinatologia, a especialista em medicina materna, Loralei Thornburg (Universidade de Rochester - EUA) revisa as principais mudanças e obstáculos relacionados à gravidez que as mulheres obesas podem ter de enfrentar antes do parto.
Mito ou Verdade?
"Embora você possa ter uma gravidez bem-sucedida com qualquer peso, as mulheres precisam entender os desafios que o seu peso irá criar e se tornar uma parceira no seu próprio tratamento, pois elas precisam conversar com seus médicos sobre a melhor forma de otimizar a sua saúde e a saúde de seu bebê," recomenda ela.
"Eu trato pacientes obesas o tempo todo, e embora nem tudo saia sempre exatamente como planejado, elas podem ter uma gravidez saudável," afirma a médica.
Os seguintes mitos e verdades destacam alguns dos obstáculos para se ter em conta antes, durante e após a gravidez com obesidade.
Alguns são bem comuns, mas alguns chegam a ser surpreendentes.
Muitas mulheres obesas apresentam deficiência de vitaminas
Verdadeiro.
Quarenta por cento são deficientes em ferro, 24% em ácido fólico e 4% em vitamina B12.
Esta é uma preocupação porque certas vitaminas, como o ácido fólico, são muito importantes antes da concepção, diminuindo o risco de problemas cardíacos e defeitos da coluna vertebral em recém-nascidos.
Minerais, como cálcio e ferro, são necessários durante a gravidez para ajudar os bebês crescerem.
A especialista afirma que a deficiência de vitamina tem a ver com a qualidade da dieta, e não com a quantidade.
Mulheres obesas tendem a fugir dos cereais fortificados, frutas e legumes, e comer mais alimentos processados, que são ricos em calorias, mas pobres em valor nutritivo.
"Assim como todo mundo, as mulheres que estão pensando em engravidar, ou estão grávidas, devem adotar uma mistura saudável de frutas e legumes, proteínas magras e carboidratos de boa qualidade," afirma.
Pacientes obesas precisam de ganhar pelo menos 7 quilos durante a gravidez
Meia verdade.
Em 2009, o Instituto de Medicina dos Estados Unidos revisou suas recomendações para ganho de peso gestacional de mulheres obesas de "pelo menos 7 quilos" para "de 5 a 9 quilos".
O detalhe é que, além de um menor limite inferior, agora há um limite máximo.
De acordo com pesquisas anteriores, as mulheres obesas com ganho de peso excessivo durante a gravidez têm um risco muito elevado de complicações, incluindo o nascimento prematuro, cesariana, falha na indução do parto, bebês grandes demais para a idade gestacional e recém-nascidos com baixo teor de açúcar no sangue.
Se uma mulher começa a gravidez com sobrepeso ou obesa, não ganhar muito peso pode de fato melhorar a probabilidade de uma gravidez saudável, ressalta a médica. Falar com seu médico sobre o ganho de peso adequado para a sua gravidez é fundamental, diz ela.
O risco de parto prematuro espontâneo é maior em obesas do que em não-obesas.
Mito.
Mulheres obesas têm maior probabilidade de parto prematuro recomendado - um parto antecipado por razões médicas, como diabetes materno ou pressão arterial elevada.
Mas, paradoxalmente, o risco de parto prematuro espontâneo - quando uma mulher entra em trabalho de parto por uma razão desconhecida - é, na verdade, 20% menor em obesas do que em não-obesas.
Não há explicação para o porquê disso, mas Thornburg diz que a hipótese corrente sugere que isto está provavelmente relacionado a alterações hormonais nas mulheres obesas que podem diminuir o risco de parto prematuro espontâneo.
Doenças respiratórias na obesidade aumentam risco de complicações não pulmonares na gravidez
Verdadeiro.
As doenças respiratórias na obesidade incluem a asma e apneia obstrutiva do sono, enquanto as complicações não-pulmonares na gravidez incluem o parto cesáreo e a pré-eclâmpsia (pressão alta).
Mulheres obesas têm taxas de complicações respiratórias mais elevadas, e até 30% têm uma exacerbação da asma durante a gravidez, um risco quase uma vez e meia maior do que as mulheres não-obesas.
De acordo com Thornburg, as complicações respiratórias representam apenas uma peça do quebra-cabeça dos problemas de saúde na obesidade, que aumenta a probabilidade de problemas na gravidez.
Ela salienta a importância de manter a asma e outras condições respiratórias sob controle antes de engravidar.
As taxas de amamentação são elevadas entre mulheres obesas
Mito.
As taxas de amamentação são baixas entre as mulheres obesas, com apenas 80% amamentando nos primeiros dias, e menos de 50% indo além de seis meses, ainda que a amamentação esteja associada com menor retenção de peso pós-parto.
Thornburg reconhece que pode ser um desafio para as mulheres obesas amamentarem.
Muitas vezes leva mais tempo para seu leite descer e elas podem ter menor produção, já que o tamanho do peito não tem nada a ver com a quantidade de leite produzido.
"Devido a estes desafios, as mães precisam ser educadas, motivadas e trabalharem com seus médicos, enfermeiros e profissionais de lactação para caprichar na amamentação. Mesmo que só seja possível fazer o aleitamento parcial, ainda é melhor do que amamentação nenhuma," conclui a médica.
Fonte: Diário da Saúde

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Jardins Barcelona abre as portas para o Natal entrar

O jeito Jardins de viver: a diferença entre morar e viver, é um slogan da FGR Urbanismo S.A oportuno porque além de cumprir o que de fato oferece como qualidade, credibilidade, cumprimento de prazos estabelecidos e projetos inovadores, ainda prima pela satisfação contínua dos moradores e na pós-venda.

Festas e campeonatos de tênis são algumas atividades que unem famílias, numa grande família. As festas de fim de ano já são tradição nos Jardins Barcelona, em Uberlândia. Em 2010, o condomínio promoveu um café da manhã natalino. Este ano resolveu inovar, com a realização da festa a noite.Antes de dar boas vindas a 2012, mais de 100 moradores do Jardins Barcelona se reuniram para festejar a noite de natal nas dependências externas do condomínio. O encontro, promovido pela Diretoria da Associação, com o patrocínio da FGR Urbanismo S.A, foi regado de muita alegria e emoção.

Além de bebidas, frios e massas, a noite foi animada por um DJ e, é claro, pela ilustre presença do Papai-Noel.Os adultos e as crianças puderam viajar na fantasia de acreditar que o Bom Velhinho realmente existe. Carismático, ele tornou ainda mais doce à vida das crianças, distribuindo presentes a todas na festa mais animada do ano no Jardins Barcelona.

Nem a decoração deixou a desejar. Toalhas de mesa vermelha, velas e flores. Para animar ainda mais os condôminos foram distribuídas pulseira de neon, óculos, tiaras e outros apetrechos, um convite a mais para quem gosta de uma pista de dança iluminada.    A moradora do condomínio e organizadora da festa, Cristina Ila de Oliveira Pires, explicou que foram pouco mais de 20 dias para deixar tudo pronto para o grande dia.

“Apresentei a planilha de custos para a administração e depois de aprovada, comecei a organizar buffet, contratar DJ, alugar mesa, som, iluminação, enfim tudo que os moradores do Jardins Barcelona merecem”, afirma Cristina. Cristina ainda fez questão de dizer que a FGR busca a satisfação continua dos moradores. “A incorporadora participa dos eventos nos condomínios que entrega e quando necessário patrocina eventos como este. Não entrega a obra e pronto. Somos a extensão da família FGR Urbanismo S.A”, destaca.

Quem também não deixou de expressar contentamento com a festa foi o administrador de empresas, Sylvio Dutrat. “Sem dúvida nenhuma, a festa foi excelente e um termômetro que registrou positivamente o quanto somos uma grande família”, afirma.    
Para o coordenador da filial da FGR em Uberlândia, Rogério Moreira, a confraternização é um momento de integrar os moradores e estimular a boa convivência e o uso das áreas de lazer. “São nesses encontros que os vizinhos saem da rotina para colocar o papo em dia e fortalecerem laços de amizade. São ações como esta que conquistam o gosto de uma classe exigente e as faz buscar o conceito de morar bem aliado a qualidade de vida para a família”, conclui Rogério Moreira.

Alitéia Milagre