sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Dezembro chegou! A sua árvore de Natal já está montada? Ainda dá tempo de preparar um projeto pra lá de criativo.

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Aproveite o espelho – ou até um cantinho da parede – e grude vários post-its. Sobreponha uns aos outros e forme o desenho de uma árvore. De repente, seus convidados podem escrever recadinhos na noite de Natal...
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Para aqueles com estilo fino e requintado, a sugestão é usar um galho cheio de peças feitas com cristal.
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Com um pouco de imaginação, uma escada comum, de madeira, pode virar uma grande obra de arte. Bastam alguns enfeites e um pisca-pisca.
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Adesivos, pequenos objetos e até brinquedos de criança viraram uma grande árvore. Bastou grudá-los na parede obedecendo o desenho proposto.
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Se a sua biblioteca é extensa, aproveite os livros e empilhe-os em formato de árvore. O efeito é incrível!
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Pequenos pedaços de madeira de demolição pintados com cores diferentes deixam a parede cheia de graça.
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Mais um exemplo feito com ripas de madeira. Aqui, os penduricalhos feitos com clipes de papel, rolos de fita adesiva e embalagens usadas dão o charme.
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Um pedaço de fita colorida e palitos de churrasco compõem uma árvore diferente e divertida. 
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Olhe bem para esta árvore. Dá para acreditar que ela foi feita com latinhas de refrigerante?
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Você adiou, adiou e não conseguiu montar o seu exemplar? Resolva seu problema em minutos. Bastam algumas revistas e uma estante.

fonte: casa e jardim

Receita: Biscoitos decorativos de Natal

A chef Nigella Lawson ensina a tradicional receita de biscoitinhos natalinos. Com formatos originais e confeitos metálicos, os biscoitos podem servir de enfeite para a árvore de Natal. 



Biscoitos natalinos da Nigella

Ingredientes:


2 xícaras de farinha de trigo
Uma pitada de sal
1 colher (chá) de fermento em pó
1 colher (chá) de canela em pó
Pimenta-do-reino a gosto
1 tablete de manteiga
1/2 xícara de açúcar mascavo
1 ovo grande
1/4 xícara de mel 

Modo de preparo:

Misture a farinha, a manteiga, o açúcar mascavo, o fermento, o sal, a canela e uma pitada de pimenta-do-reino em uma batedeira. 
Em outro recipiente, bata o ovo com o mel e adicione à mistura seca.

Quando a mistura formar uma massa, faça dois discos grandes, cubra-os com plástico-filme e deixe-os na geladeira por 20 minutos.
Com um rolo, abra a massa – nem muito fina, nem muito grossa –, polvilhe com farinha e corte em formatos de sua preferência. Faça um furinho em cima do biscoito caso queira pendurá-lo na árvore de natal. 

Leve ao forno médio por 10 a 15 minutos e espere esfriar. 

Para a cobertura branca (pode ser substituída por glacê)

Ingredientes:

300g de açúcar de confeiteiro
3 colheres (sopa) de água
Granulados dourados ou prateados

Modo de preparo:


Misture o açúcar de confeiteiro com o pó de merengue e três colheres (sopa) de água, batendo até que engrosse suficientemente para cobrir os biscoitos com uma camada. Use a parte traseira de uma colher para espalhar. Decore com confeitos prateados ou dourados por cima.


Fonte: Casa e Jardim

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Casa com arquitetura moderna fica no topo de uma rocha, a 159 metros de altitude.

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A casa fica no alto da montanha, a 159 metros de altitude
Se você olhar com cuidado para a paisagem acima vai reparar: no alto do penhasco com 159 metros de altura, há uma construção moderna. Comparada ao enorme morro sobre o qual foi erguida, a casa parece pequena, mas basta um olhar mais aproximado para notar a grandiosidade do projeto, assinado pelo arquiteto belga Bruno Erpicum.
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Localizada no litoral daEspanha, nas proximidades de Barcelona, a mansão tem estilo sofisticado, mas a estética não foi a principal preocupação do profissional. Por conta da altitude e do isolamento, a residência precisa de proteção contra os fortes ventos e chuvas que atingem a região, quando o tempo está fechado. Assim, foram necessários cuidados extras ao planejar a posição dos pilares e das paredes. Tudo feito sem prejudicar ou ameaçar a paisagem.

A parte térrea tem vidros, no lugar de paredes. Em cima, onde ficam os quartos, a construção é um pouco mais fechada, mas uma grande janela contínua oferece vista para o mar. Na área externa, a piscina com borda infinita é um espetáculo a parte. Mais perto na natureza, impossível.
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Os pilares e paredes foram posicionados estratégicamente para sustentar a construção, sem prejudicar a natureza
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A piscina com borda infinita se confunde com o mar
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A parte debaixo da casa é cercada por amplas janelas de vidro
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A iluminação natural faz efeito no interior da casa
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Dá para ficar horas admirando a paisagem

fonte: casa e jardim

Flores para sempre, uma opção pra quem não dispõe de tempo pra cuidar de uma de verdade...

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A sesbania, espécie de flor tropical, na versão preservada, da Melyana
Decorar a casa com muitas flores é uma delícia - isso todo mundo já sabe. Mas agora é possível ter, no dia a dia, toda a beleza e encanto das pétalas de uma maneira mais prática e econômica. As flores permanentes e as preservadas são a bossa do momento. Cada vez mais usadas por decoradores e até paisagistas, elas prometem dar ao ambiente um efeito exatamente igual às naturais, mas sem a necessidade dos cuidados diários.

Evolução da espécie
As flores permanentes imitam o toque e a textura das naturais. Tanto que não é difícil encontrar quem as regue por engano. “Elas são feitas de tecido, podem ser de seda ou silicone, mas geralmente são produzidas com uma mistura entre os dois materiais”, conta Juliana Mariath, designer de flores da loja distribuidora Melyana, do Rio de Janeiro. Além delas, folhas, árvores e até os espinhos do caule são produzidos com as mesmas técnicas, para deixar os arranjos ainda mais reais.

“No mercado de flores artificiais, existem diferentes linhas de produtos. Trabalhamos com a primeira linha, que chamamos de permanente, mas há outras feitas de plástico ou tecido, com aspecto mais grosseiro e menos real”, explica Juliana. Anote aí a dica da profissional: o uso de flores não naturais deixou de ser cafona e brega e hoje é uma opção adotada por muitos profissionais de decoração. Segundo ela, essa é uma tendência e existem flores para qualquer ocasião. As permanentes custam, geralmente, o dobro das naturais. Mas, como duram para sempre, o investimento acaba sendo válido.

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A mistura de tecidos faz a textura das flores permanentes ser idêntica à das naturais. Esta é da Melyana

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Além das pétalas, a folhagem e o caule também são permanentes

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As flores naturais são preservadas por até dois anos com uma técnica
colombiana de substituição de seiva. Vendidas na Flor de Cór

A boa sacada da técnica colombiana

Importadas diretamente da Colômbia, as flores naturais preservadas são produzidas graças a uma tecnologia revolucionária que substitui a seiva por um líquido de formulação não tóxica.Estas flores não precisam de água e conseguem manter o frescor, beleza e delicadeza das espécies naturais durante muito tempo, entre um e dois anos”, explica Sylvia Montenegro,da Flor de Cór, de São Paulo.

A opção é ideal para quem procura grande variedade de cores de uma determinada flor ou uma espécie específica em épocas difíceis de encontrar. Elas não precisam de água e se comportam muito bem em locais sem iluminação ou com ar condicionado. Na loja, localizada na Vila Leopoldina, a caixa com seis cabeças de rosas premium (próprias para serem aramadas) custa R$ 122, e com 12 cabeças de cravo, R$ 100,32. Cada cabeça avulsa de hortênsia sai por R$ 62.


Tanto as flores permanentes como as preservadas oferecem comodidade e praticidade. “Só não deixam - ainda - cheiro de flor no ar”, lembra Juliana. O que pode parecer um aspecto negativo acaba sendo ideal para decorar escritórios e eventos, onde os aromas podem incomodar os mais sensíveis. Sylvia Montenegro sugere: “No caso das flores naturais preservadas, basta pingar óleo de rosas na espuma floral ou no centro do buquê”
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Opção certeira para quem não tem tempo de cuidar, mas quer ter flores coloridas em casa (da Flor de Cór)

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Quando não há tempo de mudar as flores dos vasos em festas, a versão preservada resolve o problema. Estas são da Flor de Cór
Fonte: Casa e Jardim

Ao simples sopro de uma brisa, as flores perfumadas se revelam.

Fotos Pedro Abude
Durante o inverno as pontas dos ramos do clerodendro
perfumado exibem grandes e vistosas inflorescências
branco-rosadas. Esse arbusto chega a até 1,80 m de altura.
A espécie exige sol pleno e é tolerante a regiões de frio
moderado e com maior umidade
Fotos Pedro Abude
Convite ao passeio: pelo caminho de pedra e grama esmeralda,
descobrem-se canteiros com azaleias, clerodendro, camélia
vermelha e tuia. Ao fundo, outra camélia, e o resedá
que desponta de um volume de buxinhos
Passagem com clerodendro 

São 200 m² de verde, arranjado em corredores ao longo da casa, no bairro Cidade Jardim, em São Paulo. O paisagista Rodrigo Oliveira desenhou uma composição orgânica com espécies floríferas e folhagens de diferentes alturas. “O resultado é um efeito naturalista, de acordo com o estilo da casa”, diz Rodrigo. “Cores de flor e volumetria foram alguns dos critérios que utilizei para selecionar as espécies. As plantas perfumadas foram incluí-das, principalmente para que o jardim fosse usufruído durante à noite”, revela o paisagista. Dentre elas, destaca-se o clerodendro, um arbusto que no inverno exibe sua cheirosa inflorescência branco-rosada.
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Fotos Pedro Abude
A lavanda faz a bordadura do canteiro, que tem rosinha
caipira. A grumixama já estava no terreno e foi mantida pelas
paisagistas. Sobre a parede de tijolos, despencam maciços
de aspargos, dispostos em um painel. Ao lado, a eugênia
(mais alta), seguida por uma goiabeira (ao fundo)




Lavanda bordada 

Alta insolação, ventos fortes e pouca profundidade de laje reduzem significativamente as opções de espécies para coberturas. “O desafio é planejar um jardim interessante e durável, com plantas capazes de tolerar as condições ambientais locais”, explica a paisagista Luciana Pompeo de Camargo, parceira de Susana Bandeira, da Maria Flor Paisagismo, neste projeto nos Jardins, em São Paulo. A dupla conseguiu aliar o que parece improvável no jardim de 42 m²: variedades resistentes e, de quebra, acolhedoras. Além de gramado e árvores, há plantas cheirosas que atraem pássaros, como queriam os clientes. Lavandas, alecrins e gardênias perfumam a área, que é exigente em relação à manutenção. Necessita de irrigação automatizada, podas e adubações periódicas para manter o belo aspecto e as flores.

Fotos Pedro Abude
Cultivadas a pleno sol e em solo adubado, as lavandas deste jardim são mais rústicas e resistentes às condições locais de vento e de insolação. “Quando as folhas começarem a rarear, efetuo uma grande poda, assim a beleza do canteiro se prolonga por até dois anos”, diz Susana Bandeira
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Fotos Pedro Abude
Nas prateleiras, vasinhos azuis com orquídeas epidendrum.
O volume à esquerda é o jasmim-dos-poetas, uma
trepadeira de até 4m, cujas flores brancas e perfumadas
podem aparecer entre a primavera e o outono, de acordo
com o clima. No vaso maior (à dir.), a laranjinha-kinkan,
que também tem flores perfumadas
Fotos Pedro Abude
Trepadeira de até 2,50 m de altura, o jasmim-de-madagascar é
também conhecido como flor-de-noiva, pela sua utilização
em buquês. Pode ser cultivado em ambientes ensolarados
ou com sombra parcial. Suas flores surgem entre a primavera
e o verão e são usadas para a confecção de perfumes
Essência concentrada 

A paisagista Mônica Lauretti transformou a área de 4m² de um jardim na Vila Madalena num cantinho cheio de charme. “Como os cachorros vivem soltos nesse jardim, não tem sentido fazer canteiros que serão destruídos. Concentro as plantas mais delicadas em locais protegidos”, diz Mônica. Prateleiras foram instaladas aqui para aproveitar o espaço vertical e receber objetos – lanterninhas, vasos de barro e outros coloridos – que fazem a diferença, além de manter as orquídeas longe dos cães. “Gosto das orquídeas cor-de-rosa
no vaso azul. E elas estão há três meses com flor!”, revela a paisagista, que também tem um carinho especial pelo banco que era da avó: “Essa aparência de antigo é autêntica, tem história”. Apoiados nele, os vasos de jasmim-de-madagascar, que emprestam seu agradável perfume à área.
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Fotos Pedro Abude
Plantadas em jardineiras de aço galvanizado sobre cachepôs
de madeira cumaru, as lavandas emprestam seu perfume
ao jardim. A arquitetura da copa do jasmim-manga é
bastanteramificada. As folhas concentram-se nas
extremidades dos galhos, e estes se dividem de tal forma que
permitem um efeito vazado à espécie
Fotos Pedro Abude
As numerosas e perfumadas flores do jasmim-manga surgem
com mais intensidade entre a primavera e o verão.
No outono,a árvore perde as flores e todas as olhas,
deixando expostos os seus galhos ramificados


Jasmim voador 

Esta cobertura no bairro do Paraíso tem uma vista privilegiada: um panorama de 180O da cidade de São Paulo. Para criar um ambiente reservado dos olhares dos vizinhos, a moradora procurou a paisagista Emilia S. Kai, da Miti Garden. “Elaborei um projeto com plantas não muito altas nem volumosas, e adaptadas às limitações ambientais de uma cobertura”, diz a paisagista. O pedido da moradora por plantas perfumadas foi também atendido com lavandas e um jasmim-manga, plantados em jardineiras de aço galvanizado que ficam escondidas nos cachepôs de madeira. Para este jardim de 30 m² foram selecionados forrações, arbustos e árvores rústicas, irrigados através de um sistema automatizado. Para assegurar seu pleno desenvolvimento e estimular a floração, a paisagista utiliza adubo mineral. O piso, num tom de madeira clara, é de porcelanato, resistente à água.
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Fotos Pedro Abude
O jasmim-dos-açores é uma trepadeira de inflorescências brancas e
muito perfumadas, originária das Ilhas Canárias. Exige sol
pleno, mas é resistente ao frio. É adequado para revestir
grades, treliças e pérgolas


Aroma do chão ao teto 

O perfume das minigardênias e do jasmim-dos-açores invade a sala de TV, vizinha deste gracioso pátio de 20 m² no Real Parque, em São Paulo. “Por se tratar de uma área pequena e toda murada, tivemos o cuidado de utilizar espécies de pequeno e médio porte no perímetro do muro, bem como trepadeiras em treliças”, diz o paisagista Odilon Claro, da Anni Verdi. “Ter plantas aromáticas era um desejo da cliente. O que determinou a escolha das espécies foram a insolação, a cor das flores e a textura das folhas, com diferentes nuances de verde”, acrescenta. Mesmo pequeno, o jardim ainda tem camélia vermelha e viburno, cujas flores perfumadas aparecem principalmente na primavera e no verão, ou esporadicamente, em outros períodos do ano. Em vasos, a primavera e a minirromã acrescentam cor ao projeto, que ganhou um banco na inusitada cor berinjela.

Fotos Pedro Abude
A treliça de alumínio com pintura eletrostática, da Anni Verdi, conduz o jasmim-dos-açores, trepadeira que pode atingir até 2,50 m de altura e floresce durante quase todo o ano. Abaixo, o canteiro linear de viburno, que, mesmo sem flores, confere um efeito interessante pelo tom e pela textura das folhas. À esq., primavera podada como árvore, e, à dir., um dos exemplares de camélia

fonte: casa e jardim