sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Torta de limão com merengue: receita de Claude Troisgros

Claude Troisgros ensina ao desafiante Robson Barreto os segredos do preparo de uma deliciosa torta de limão. Entre uma das dicas, o chef francês ensina qual é o ponto certo do suspiro: quando a massa estiver consistente e não escorrer da ponta dos dedos. Assista ao vídeo e anote a receita do "Que Marravilha!":



Para a massa:
Ingredientes:
1  pacote de biscoito maisena
100g de manteiga 
1 xícara de açúcar
75g de farinha de trigo
1 pitada de sal 

Modo de preparo:
Triture bem o biscoito e misture com os outros ingredientes. Unte a forma com manteiga e coloque a massa de biscoito. Aperte bem. Asse até dourar (10 a 15 minutos a 180ºC)

Para o creme de limão:
Ingredientes:
240g de açúcar
200ml de creme de leite
6 ovos 
Suco de 3 limões sicilianos 
 
Modo de preparo:
Bata os ovos ligeiramente. Misture os demais ingredientes e misture. Coloque-os na torta pré-assada. Asse a 100ºC por 1h15min. Retire e deixe esfriar colocando na geladeira por cerca de 15 a 20 minutos.

Claude Troisgros ensina como fazer petit gateau

Para o suspiro:
Ingredientes:
4 claras de ovo
175g de glaçúcar (açúcar de confeiteiro)
175g de açúcar

Modo de preparo:    
Ponha as claras, o glaçúcar e o açúcar no recipiente da batedeira. Bata com um fuê e esquente ligeiramente no fogo, sem deixar cozinhar. Bata na batedeira até esfriar. O ponto ideal é quando o creme fica firme e cremoso, sem escorrer.

Montagem:
Retire a torta do forno. Ponha-a na geladeira por cerca de 15 minutos. Desenforme a torta e coloque o suspiro por cima. Ponha o glaçúcar puro em cima e leve ao forno quente até ficar bronzeado (cerca de 10 minutos).

Dicas para servir a torta de limão:
Rale cascas de limão verde e limão siciliano no prato. Coloque uma fatia de torta no centro, flambe com Cointreau e sirva.


Fonte: Casa e Jardim

Gilberto Franco e Carlos Fortes buscam proposta luminotécnica eficiente e capaz de valorizar a arquitetura do Sesc Belenzinho

Conjunto Sesc, edifício mais alto concentra maior parte do programa, quadras e restaurante ocupam volumes menores
O conjunto mescla construções novas e outras adaptadas às atividades do Sesc. O edifício mais alto concentra a maior parte do programa. Quadras e restaurante ocupam os volumes menores
Luminotécnica atende programa complexo
Unidades do Sesc são resultado de programas extensos e complexos que visam as melhores condições espaciais para oferecer ao público uma variada série de atividades culturais e esportivas. A iluminação é parte desse conjunto e reflete necessidades como soluções adequadas a cada tipo de uso, sistemas duráveis e de fácil manutenção e reposição. Para o Sesc Belenzinho, Gilberto Franco e Carlos Fortes buscaram uma proposta luminotécnica eficiente e capaz de valorizar a arquitetura.
O Sesc Belenzinho foi implantado no terreno anexo à sede geral do Serviço Social do Comércio (leia PROJETO DESIGN 314, abril de 2006), na zona leste de São Paulo, e constitui um empreendimento de 50 mil metros quadrados de área construída, incluindo teatro para 400 pessoas, outros espaços menores para espetáculos, variadas instalações esportivas, amplo conjunto aquático, áreas de exposição, biblioteca, clínica odontológica, restaurante e café e quase 500 vagas de estacionamento, entre outros ambientes.
Parte das construções originais do terreno, onde funcionaram a tecelagem do Moinho Santista e, mais tarde, o próprio Sesc, foi demolida e parte passou por retrofit a fim de dar lugar ao novo conjunto, hoje composto pelo edifício de três pavimentos e pelos dois blocos para quadras e restaurante.
Além da extensão e da complexidade do programa, o projeto de luminotécnica deveria atentar para fatores que garantissem funcionalidade e facilidade de operação. O contratante tem critérios rígidos e busca soluções duráveis e de manutenção simples, como luminárias resistentes e acessíveis ou lâmpadas de longa vida útil.
Também dá preferência a produtos nacionais, itens de fácil reposição e soluções padronizadas sempre que possível, deixando as especificidades somente para quando o uso do espaço exigir respostas individuais.
“O projeto durou anos e passou por mudanças ao longo do tempo. O Sesc está sempre se adaptando e incorporando atividades culturais e esportivas. Isso quer dizer que até o último momento pode haver alterações conceituais e bastante significativas no projeto”, explica Gilberto Franco, um dos autores da proposta de iluminação do Sesc Belenzinho.
Sem esquecer a funcionalidade e a eficiência, o projeto luminotécnico do Sesc Belenzinho buscou criar ambientações acolhedoras e valorizar a identidade do conjunto arquitetônico, que faz uma releitura da linguagem fabril das construções originais do lote.
No restaurante, denominado comedoria, os profissionais valorizaram a luz natural que incide pelos sheds e criaram a iluminação geral usando lâmpadas de vapor metálico de facho assimétrico e tonalidade amarelada (3 mil kelvins).
Cor vermelha identifica elementos novos do conjunto arquitetônico
A cor vermelha identifica os elementos novos do conjunto arquitetônico
Fluorescentes compactas em paginação regular marcam toda a extensão da marquise
Área sob marquise funciona como ponto de encontro
A área sob a marquise funciona como ponto de encontro
Postes baixos iluminam praça de acesso
Postes baixos com rebatedores e lâmpadas de vapor metálico de 250 watts e 3 mil kelvins iluminam a praça de acesso
Pontualmente, sobre as mesas foram empregadas halógenas AR 111 na mesma temperatura de cor, resultando em composição adequada ao pé-direito. Como o espaço prevê área para shows, dispõe de equipamentos para iluminação cênica.
Com parte do piso em vidro, deixando ver as piscinas do subsolo, o átrio do prédio maior é um dos espaços mais interessantes de todo o conjunto.
Durante o dia, é valorizado por intensa luminosidade natural que incide através de grandes planos de vidro. À noite, ele recebe iluminação indireta por meio de luminárias que, presas em estrutura metálica, jogam a luz para a cobertura, iluminando o térreo de forma difusa, por reflexão.
O piso de vidro deixa vazar luz para o pavimento inferior, criando um atrativo a mais para a parte coberta do conjunto aquático. Nesse piso, fluorescentes tubulares embutidas em sancas e lâmpadas de vapor metálico pontuam o forro.
A piscina maior é contornada por esses pontos de luz de vapor metálico e a paginação garante que todas as lâmpadas possam ser trocadas pelo lado de fora do tanque.
Piso de vidro integra visualmente o térreo ao subsolo
No átrio, o piso de vidro integra visualmente o térreo ao subsolo, com piscinas, e também pode servir de palco para atividades artísticas
Área das piscinas recebe luz de fluorescentes tubulares embutidas nas sancas
Parcialmente sob a cobertura de vidro, a área das piscinas recebe luz de fluorescentes tubulares embutidas nas sancas e das lâmpadas de vapor metálico que pontuam o forro
Já na área externa, o pátio da piscina recebe iluminação por meio de postes altos equipados com lâmpadas de vapor metálico de 250 watts e 3 mil kelvins, conjunto que também atende o setor das quadras descobertas.
Postes menores, com rebatedores de luz e a mesma lâmpada, respondem pela iluminação do solário e da grande praça que marca a área externa do Sesc Belenzinho.
A marquise cobre a interligação entre os prédios e embute fluorescentes compactas em paginação regular ao longo de toda a sua extensão.
No teatro, a iluminação do ambiente emprega lâmpadas halógenas dimerizáveis em luminárias instaladas exclusivamente nas laterais a fim de facilitar a manutenção e dispensar os andaimes na área sobre os assentos. Os demais componentes luminotécnicos pertencem ao sistema de iluminação cênica.
Texto de Nanci Corbioli
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 379 Setembro de 2011

Gilberto FrancoCarlos FortesOs arquitetos Gilberto Franco(FAU/USP, 1981) e Carlos Fortes (FAU/UFRJ, 1986) são sócios no escritório Franco+Fortes Lighting Design, que constituíram em 1997. Em 2007, a dupla recebeu Award of Merit na 24ª Premiação do Iald, pelo projeto luminotécnico do Museu da Língua Portuguesa
Grandes planos de vidro asseguram luminosidade natural ao átrio. De noite, luminárias jogam a luz para a cobertura e iluminam o espaço por reflexão
 
Quadras cobertas valorizadas pela luz natural através de sheds
As quadras cobertas são valorizadas pela luz natural que incide através de sheds
Iluminação artificial por lâmpadas de vapor metálico
A iluminação artificial é dada por lâmpadas de
vapor metálico
Iluminação espaço expositivo encaixa na grelha sob laje
A iluminação no espaço expositivo encaixa?se na grelha que cobre parcialmente as instalações sob a laje
Lâmpadas halógenas dimerizáveis respondem pela iluminação do teatro
Lâmpadas halógenas dimerizáveis, em luminárias instaladas exclusivamente nas laterais, respondem pela iluminação do teatro
Sheds da comedoria têm modulação diferente da utilizada nas quadras
Os sheds da comedoria têm modulação diferente da utilizada nas quadras. O espaço também acolhe shows e inclui equipamentos de iluminação cênica
Central de atendimento, fluorescentes pontuam forro
Na central de atendimento, fluorescentes de 36 watts pontuam o forro por trás da grade metálica
Lâmpadas de vapor metálico de facho assimétrico fazem iluminação geral do restaurante
Lâmpadas de vapor metálico de facho assimétrico e 3 mil kelvins fazem a iluminação geral do restaurante. Sobre as mesas, halógenas na mesma temperatura de cor


Fonte: Arco Web

Feto consegue sentir estado psicológico da mãe

Sinais da mãe para o bebê
Conforme o feto cresce, ele está constantemente recebendo mensagens de sua mãe.
E não se trata só de ouvir seus batimentos cardíacos e ou de as músicas que a mãe canta para seu bebê, mas também sinais químicos através da placenta.
Cientistas agora confirmaram que essa comunicação química inclui sinais sobre o estado mental da mãe.
Se a mãe está deprimida, isto vai afetar a forma como o bebê se desenvolve depois que ele já tiver nascido, inclusive fisiologicamente.
Ambiente estável
Curt A. Sandman e seus colegas da Universidade da Califórnia (EUA) agora descobriram algo inusitada: o que importa para os bebês é se o ambiente é consistente antes e após o nascimento.
Ou seja, os bebês que se saíram melhor são aqueles que, ou tinham mães que eram saudáveis antes e após seu nascimento, ou mães que estavam deprimidas antes do nascimento e que permaneceram deprimidas depois.
Condições variáveis retardaram o desenvolvimento dos bebês - uma mãe que passou da depressão antes do nascimento para um estado saudável depois do parto, ou uma mãe saudável antes do parto que passou a estar deprimida depois.
"Temos que admitir, a dureza desta descoberta nos surpreendeu", disse Sandman.
Participante ativo
"Agora, a interpretação cínica dos nossos resultados seria que, se a mãe está deprimida antes do nascimento, você deve deixá-la dessa forma para o bem-estar da criança," comenta o pesquisador.
"Mas uma abordagem bem mais razoável seria tratar as mulheres que apresentam depressão pré-natal," Sandman diz.
No longo prazo, ter uma mãe deprimida pode levar a problemas neurológicos e distúrbios psiquiátricos, diz o pesquisador.
Em outro estudo, sua equipe descobriu que as crianças mais velhas cujas mães apresentaram ansiedade durante a gravidez, o que muitas vezes vem junto com a depressão, apresentam diferenças em determinadas estruturas cerebrais.
"Nós acreditamos que o feto humano é um participante ativo no seu próprio desenvolvimento e está coletando informações para a vida após o nascimento," comenta Sandman. "Ele está se preparando para a vida com base nas mensagens que a mãe está lhe oferecendo."
Fonte: Diário da Saúde

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Torta de ganache com biscoito de leite


Torta ganashe de biscoito de leite
Foto: Equipe do 'Na Minha Panela'
Por Camilla e Rafael, do blog Na minha panela

Você quer servir uma sobremesa diferente, daquelas que as pessoas já começam a comer com os olhos? Esta é a sua receita, então. O resultado dela é tão delicioso que fica difícil de acreditar na simplicidade e rapidez do seu preparo. 

Ingredientes:
2 barras de 170g de chocolate meio amargo
1 colher de sopa de manteiga
1 pitada de sal
1 lata (300g) de creme de leite sem soro
120g de biscoito de leite

Modo de preparo:
Comece derretendo o chocolate com a manteiga. Misture bem até que os dois ingredientes formem um creme uniforme. Adicione uma pitada de sal e o creme de leite (sem soro). Misture bem, até que o creme de leite esteja totalmente incorporado ao chocolate.
Adicione então os biscoitos picados grosseiramente, misture bem e jogue o creme em uma forma de fundo falso de 15 a 20 cm. Deixe no congelador até que o chocolate esteja bem firme. Com a ajuda de uma faca solte as laterais, desenforme e na hora de servir salpique chocolate em pó.


Fonte: Casa e Jardim

Paisagem gramada garante perspectiva panorâmica de qualquer ponto desta residência

Caixa de madeira e vidro dá acesso à casa
A caixa de madeira e vidro dá acesso à casa. A piscina está aproximadamente 12 metros abaixo do nível da rua
Topografia garante vista e privacidade
Arthur Casas aproveitou a declividade do lote para tirar a residência do campo de visão de quem circula pelas ruas do condomínio Quinta da Baroneza, na cidade de Bragança Paulista, a cerca de 90 quilômetros de São Paulo. De fora, avista-se somente a caixa revestida com madeira que responde pelo acesso aos ambientes internos. Além de resguardar a privacidade, essa implantação é favorecida pela ampla vista para o campo de golfe na parte posterior do lote. A paisagem gramada garante perspectiva panorâmica de qualquer ponto da casa.
Ao contrário do que faz boa parte dos arquitetos quando projetam residências, Arthur Casas definiu primeiramente necessidades e características dos ambientes internos para só então desenvolver a volumetria desta moradia de dois pavimentos, marcada pela luz natural que incide em grandes aberturas, por espaços interligados e áreas de conveniência generosas e confortáveis. “Para uma casa funcionar, ela tem que ser projetada de dentro para fora. A volumetria não é meu ponto de partida”, explica o arquiteto.
Outra característica que foge à regra é a implantação, pensada para esconder a construção da vista de quem anda pelas ruas do condomínio Quinta da Baroneza, uma antiga fazenda de gado que há poucos anos foi transformada em empreendimento imobiliário e cuja paisagem é marcada por extensos gramados e grandes trechos com vegetação ainda em formação.
“Normalmente, as casas ficam mais em evidência em relação à rua. Nesse caso, a intenção era garantir mais privacidade e aproveitar ao máximo a profundidade da vista para o campo de golfe e seu entorno”, detalha Casas.
O primeiro elemento a surgir no projeto foi a caixa revestida por madeira que responde pela circulação vertical. Com grandes aberturas em vidro, ela oferece visão panorâmica da paisagem e constitui o único volume avistado da rua.
O piso em pedra de textura rústica marca o caminho até a caixa de entrada
Vista lateral mostra fachadas compostas por madeira e tijolos de demolição
A vista lateral mostra as fachadas compostas por madeira e tijolos de demolição
Aberturas em vidro garantem luz natural
Grandes aberturas em vidro asseguram luz natural à circulação vertical e vista para o entorno
Implantação tira partido do declive do terreno
A implantação tira partido da declividade do lote para deixar a casa fora do campo de visão de quem passa pela rua
Todos os demais espaços estão voltados para os fundos do lote, situado cerca de 12 metros abaixo do nível de acesso. Essa caixa vertical divide a casa em duas alas, subdivididas como blocos horizontais sobrepostos.
O sistema construtivo é misto, com estrutura metálica na cobertura e pilares de concreto delgados que passam quase despercebidos nos ambientes. Os tijolos usados nas paredes externas foram reaproveitados de uma demolição nas proximidades do condomínio.
“A região tem muitas olarias e quis usar esse elemento e também a madeira no projeto, materiais que se mimetizam com a vegetação em formação”, esclarece o arquiteto.
Projeto excluiu varandas para evitar subutilização das áreas de estar
O projeto excluiu as varandas para evitar a subutilização das áreas de estar
Principais ambientes estão voltados para a piscina
Parte posterior da residência. Os principais ambientes estão voltados para a piscina
Do ponto de vista de Arthur Casas, a varanda é um elemento que muitas vezes leva à subutilização dos ambientes de estar e ainda limita tanto a visão para o exterior como a luminosidade natural nos ambientes internos.
Daí a opção de unificar o estar, a cozinha e o home theater em um ambiente bastante amplo e com generosas aberturas.
“Dessa forma, a sala passa a desempenhar o papel da varanda e torna-se o espaço mais concorrido da casa. Se está calor, é só abrir as portas; se está frio, é só mantê-las fechadas”, explica.
A continuação externa dos interiores é marcada por um lado pela cobertura na forma de toldo retrátil e, de outro, pelo grande pano de vidro basculante que se abre sobre a piscina.
A integração entre os setores internos e externos completa-se ainda com o uso de grandes portas que correm embutidas nas paredes a fim de liberar totalmente os vãos.
“As pessoas buscam visão panorâmica e contato com a natureza, por isso empenas e superfícies opacas aparecem somente onde se requer privacidade”, explica o arquiteto.
A proposta de interiores reflete a busca por soluções informais e despretensiosas, mas sem a linguagem típica das casas de campo.
O resultado é uma ambientação contemporânea, mas singela e de fácil manutenção, capaz de garantir conforto aos clientes, um casal com filhos pequenos.
Caixa vertical interliga ambientes internos
A caixa vertical interliga os ambientes internos
Área com deque de madeira é protegida por toldo retrátil
Detalhe do estar, que avança para o exterior. A área com deque de madeira é protegida por toldo retrátil
São poucos os materiais de acabamento usados internamente: pisos com réguas de cumaru envelhecidas, portas de madeira revestidas por laminado melamínico com microtexturas, forros de gesso acartonado e paredes pintadas com látex branco.

Portas deslizantes embutidas na alvenaria liberam os vãos e integram áreas internas e externas
Portas deslizantes embutidas na alvenaria liberam os vãos e integram áreas internas e externas
A grande abertura basculante explora a vista para o verde
A grande abertura basculante explora a vista para o verde
Espaços internos são abertos e integrados
Os espaços internos são abertos e integrados
Cozinha integra-se aos ambientes sociais
A cozinha integra-se aos ambientes sociais
Assoalho com réguas de madeira cumaru envelhecidas unifica os ambientes sociais
O assoalho com réguas de madeira cumaru envelhecidas unifica os ambientes sociais


Fonte: Casa e Jardim