quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Quatro cozinhas de Philippe Starck

Ele já projetou móveiseletrodomésticosluminárias e até escovas de dente. O badalado designerPhilippe Starck, desta vez, levou todo o seu talento para o ambiente mais gostoso da casa: a cozinha. Em parceria com a Warendorf, marca de cozinhas planejadas, ele lançou quatro modelos diferentes, com características modernas e um toque quente. As peças são modulares e podem ser combinadas de acordo com o espaço disponível e com a vontade do proprietário. Os quatro modelos incluem elementos diferentes, como prateleiras para livros – porque, segundo o designer, a comida e a cultura estão cada vez mais próximas – e armários-torres para armazenar eletrodomésticos, louças e alimentos. Veja mais detalhes sobre cada um dos modelos:
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Library: É uma cozinha com ar de biblioteca. Moderno e aquecido pelo uso intenso da madeira, o ambiente tem prateleiras para livros, que podem ser alcançadas com as duas escadas deslizantes de metal. Tem duas mesas: uma com pia e cooktop, para ser usada como ilha, e outra com tampo de mármore, com cadeiras altas para refeições
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Duality: Neste modelo, uma luxuosa ilha central, com pia e bancada, funciona como mesa. O armário, com prateleiras e pia tradicional, também faz o papel de divisor de ambientes. Uma ótima opção para lofts e studios
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Primary: Um ambiente colorido, moderno e compacto. Feitas com vidro espelhado metálico e amarelo, as peças dessa cozinha são luxuosas e diferentes, ocupando pouco espaço. Um dos destaques são as luminárias, anexas à parte da pia. A mesa redonda, com tampo colorido, e outro armário, com nicho para TV, completa o conjunto
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Tower: O diferencial desta cozinha são as duas torres rotativas. Atrás das portas, ficam escondidas as funcionalidades da cozinha, como a pia, o fogão, os armários e as geladeiras. Elas também armazenam louças e alimentos. A ilha tem pia e mesa de refeições


Fonte: Casa e Jardim

Calor e design na área externa

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Durante o inverno, costumamos diminuir drasticamente a quantidade de tempo em que permanecemos do lado de fora de casa, aproveitando o jardim ou avaranda. Estes lançamentos da marca holandesa Zeno têm tudo para transformar esse cenário. Com um design cheio de estilo, essas lareiras são feitas exclusivamente para áreas externas. E tem mais: alguns dos modelos podem ser adaptados para receber uma grelha e servir comochurrasqueira. Por enquanto, os produtos não são vendidos no Brasil, mas confira as fotos das peças abaixo:
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fonte: casa e jardim

Casa móvel para um só morador

O trailer é perfeito para um só morador
Já pensou em morar cada dia em um lugar diferente, sem precisar se dar o trabalho de encaixotar suas coisas e encarar o caminhão demudança? Com esta casa móvel, criada pelo alemãoCornelius Comanns, esse sonho poderia ser real. Ao contrário de outros trailers, o projeto assinado pelo designer é feito sob medida para um só morador. O espaço é montado dentro de um veículo de três rodas, mas oferece bastante conforto: tem cama,cozinha, mesa e váriasgavetas para guardar objetos.
Detalhes no interior do trailer



fonte: casa e jardim

Frutas do Cerrado têm propriedades funcionais comprovadas

Frutas do Cerrado
Gabiroba, guapeva e murici são frutas comumente saboreadas por moradores das regiões do Cerrado brasileiro.
Apesar dos relatos populares de que várias delas têm efeitos positivos sobre a saúde humana, o potencial anti-inflamatório e antioxidante dessas espécies nunca havia sido devidamente pesquisado.
Um estudo pioneiro, realizado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), associando ciência de alimentos e saúde, confirmou resultados positivos em relação ao potencial biológico destas frutas.
Diante da comprovação, se utilizadas nas indústrias farmacêutica, alimentícia e cosmética, as frutas devem contribuir no combate ao desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas, tais como câncer e diabetes.
"As frutas podem ser usadas tanto na forma in natura ou como ingredientes funcionais nessas indústrias", ressalta Luciana Malta, autora da pesquisa.
Compostos ativos
Estas frutas do Cerrado, que estão sendo devastadas a um ritmo superior ao da própria Amazônia, sobretudo para a plantação da cana-de-açúcar, poderiam mudar a história de muitas pessoas na luta contra o câncer e outras doenças.
Comparadas a outras drogas já conhecidas no mercado, as frutas do Cerrado apresentaram alto potencial, segundo Luciana, podendo ser usadas no enriquecimento de produtos comestíveis pela indústria alimentícia.
Estudo comprova propriedades funcionais de frutas do Cerrado
A guapeva é consumida principalmente ao natural. [Imagem: Wikipedia/Ana Magaldi]
"Além disso, seus compostos ativos poderiam ser retirados e encapsulados pela indústria farmacêutica, já que não observamos nenhum nível toxicológico ao testar os extratos em animais", enfatiza.
Ao aplicar os extratos das frutas em diferentes células cancerígenas humanas, Luciana também observou um alto potencial anticâncer. "As plantas impediram o crescimento celular", reafirma.
Esse resultado motivou o desenvolvimento de pesquisas com pacientes com câncer do Hospital das Clínicas da Unicamp. Por não terem sido tóxicas aos animais utilizados na pesquisa e fazerem parte da alimentação da população da região do Cerrado, as frutas podem ser testadas em seres humanos com segurança, se consumidas na dose certa, segundo Luciana.
100 vezes melhores
As espécies também demonstraram potencial superior quando comparadas com frutas estudadas nos Estados Unidos, onde Luciana fez pesquisas, na Universidade de Cornell.
"Algumas atividades mostraram que as espécies analisadas são 100 vezes mais potentes que outras tidas como frutas de alta atividade", acrescenta Luciana. De acordo com a pesquisadora, o extrato da casca de guapeva demonstrou alto potencial nos testes in vivo, enquanto a gabiroba foi eficiente em avaliações in vitro.
Diante dos resultados, Luciana acentua que a pesquisa não pode ser engavetada, mas deve abrir caminho para que outros testes sejam realizados e os resultados aprimorados até chegarem à fase de produto disponível para a população.
Um dos próximos passos é definir a quantidade ideal a ser consumida. "Tudo tem um limite para ser consumido, senão o organismo pode sofrer também com o excesso de algumas propriedades contidas nos alimentos. Então, é preciso avançar na pesquisa", esclarece.
Estudo comprova propriedades funcionais de frutas do Cerrado
O fruto do murici pode ser usado na fabricação de sucos, doces, licores, geléias e sorvetes. [Imagem: Wikipedia]
Devastação do Cerrado
Assim como gabirobas e guapevas, outros vegetais podem estar em processo de extinção no Cerrado, devido ao processo acelerado de ocupação agrícola e à exploração extrativista e predatória.
As baixas são significativas nas safras dos produtos e há dados de que cerca de 40% do bioma já tenha sido desmatado.
Nos últimos 35 anos, mais de metade da extensão original do Cerrado foi substituída por plantações de soja e por pastos para a criação de gado de corte. Mais recentemente, com as crescentes restrições e o monitoramento na Amazônia, há uma crescente invasão do Cerrado sobretudo para o cultivo de cana para a produção de etanol.
De acordo com um relatório técnico da Conservação Internacional - Brasil, os desmatamentos anuais na região chegam a 1,1%, representando uma perda de 2,2 milhões de hectares ao ano. "Se esse ritmo for mantido, o bioma será eliminado por volta do ano 2030", adverte.
Fonte: Diário da Saúde

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Começa corrida pela fabricação de carne artificial

Carne de laboratório
Um cientista holandês acaba de receber cerca de R$700 mil para fabricar um hambúrguer.
Poderia parecer uma barbada, não fosse o fato de que isso deverá ser feito sem usar a carne de um animal.
O Dr. Mark Post, da Universidade de Maastricht, é um dos pioneiros em um campo ainda emergente, mas que os especialistas afirmam representar o futuro: a produção de carne artificial, ou carne sintética.
Embora alguns filmes postados na internet, mostrando o abate de animais, estejam fazendo um número cada vez maior de pessoas deixar de consumir carne, o Dr. Post afirma que o problema é mais substantivo.
"O problema básico com a atual produção de carne é que ela é ineficiente," afirma ele.
Fábricas de carne
Em vez de moer a carne de um animal para fazer seu hambúrguer, o Dr. Post está cultivando seus bifes em laboratório, diretamente a partir de células-tronco musculares de animais.
Se ele tiver sucesso, a tecnologia poderá mudar a forma como produzimos alimentos: "Nós queremos transformar a produção de carne, passando das fazendas de criação de gado para um processo fabril," afirma ele.
A ideia original foi do também holandês Willem van Eelen, que perseguiu a ideia por décadas, sem muito sucesso.
Com o advento das pesquisas com células-tronco, contudo, inúmeros grupos de pesquisa ao redor do mundo acreditam que o momento da carne artificial finalmente chegou.
Bifes para astronautas
Em 2002, a NASA financiou o Dr. Morris Benjaminson, da Universidade Touro, em Nova Iorque, para tentar fazer carne de células cultivadas em laboratório para alimentar astronautas.
Ele retirou células musculares de peixinhos dourados e fez com que elas crescessem fora do corpo do animal.
O filé foi marinado e um painel de avaliadores concluiu que ele se parecia e cheirava como um filé de peixe real - mas eles não puderam comê-lo porque as leis sanitárias impedem o consumo de produtos experimentais.
Infelizmente, a NASA encontrou formas mais baratas de alimentar os astronautas e as pesquisas foram interrompidas.
Começa a corrida pela fabricação de carne artificial
Os hambúrgueres de carne sintética já começaram a ser cultivados, mas ainda são duros e sem sabor. [Imagem: BBC]
Frentes de pesquisa
Em 2005, o Dr. van Eelen finalmente convenceu o governo holandês a apostar na fabricação de carne artificial, recebendo um financiamento de quase R$5 milhões.
A equipe atacou várias frentes.
Uma parte da equipe explorou como as células-tronco embrionárias poderiam ser forçadas a se diferenciar em células musculares.
Um segundo grupo começou a investigar como as células musculares poderiam ser induzidas a se tornar maiores.
Um terceiro grupo começou a estudar o meio de cultura ótimo para a criação de carne em laboratório.
Recentemente o dinheiro acabou, e agora as pesquisas continuam em ritmo mais lento, ainda sem frutos definitivos.
Hambúrguer sintético
No início de 2011, um filantropista anônimo procurou o Dr. Post, que já trabalhou com o Dr. van Eelen, e propôs pagar bem por um hambúrguer de carne artificial.
"Será provavelmente o hambúrguer mais caro que já vimos neste planeta," brinca o pesquisador.
Entrando na onda, a ONG PETA (People for the Ethical Treatment of Animal) acaba de anunciar um prêmio de US$1 milhão para a primeira empresa a colocar a carne sintética em pelo menos seis estados norte-americanos até 2016.
Sashimi sintético
Mas a primeira pessoa a comer carne artificial já teve seus cinco minutos de fama: um jornalista de uma TV russa que visitou o laboratório do Dr. Post.
"Ele simplesmente pegou [o pedaço de carne] e enfiou-o na boca antes que eu pudesse falar nada," contou o Dr. Post.
Segundo o jornalista, a carne artificial parecia uma goma de mascar e não tinha sabor.
Ou seja, ele confirmou o ditado que diz que o apressado come cru... e sem tempero.
Fonte: Diário da Saúde