terça-feira, 8 de novembro de 2011

Strozzapreti de salmão ao molho de champanhe com aspargo

Também conhecido como macarrão 'enforca-padre', o strozzapreti  do Quadrifoglio é acompanhado por molho de champanha com aspargo, tomate concassé, ovas de salmão e ovo poché. Anote a receita do chef Kiko Faria:

Receita de macarrão strozzapreti com salmão e molho de champanhe com aspargos
Foto: Divulgação / Abima
Ingredientes da massa Strozzapreti:
50g de salmão cru picado
2 ovos inteiros
150g de farinha de sêmola
Sal
Pimenta-do-reino (a gosto)

Modo de preparo da massa:
Misture bem todos os ingredientes até obter uma massa homogênea que desgrude das mãos. Faça uma bola grande. Abra a massa com o rolo, corte-a em tiras compridas e enrole como um canudinho. Cozinhe a massa, aos poucos, em bastante água fervente com sal, até que os strozzapreti subam para a superfície. Retire do fogo e reserve. 

Ingredientes do ovo poché:
2 litros de água
150ml de vinho branco seco
1 ovo fresco

Modo de preparo do ovo poché:
Leve a água e o vinho ao fogo em uma panela grande. Quando estiver fervendo, quebre 1 ovo e coloque-o devagar na água. Diminua o fogo e deixe cozinhar por cerca de 30 segundos. Retire o ovo da panela e reserve.

Ingredientes do molho de champanhe com aspargo, tomate concassé, ovas de salmão e ovo poché:
15g de maneiga sem sal
3 talos de aspargos frescos cortados
150ml de champanhe ou de espumante
1 tomate sem pele cortado em cubos pequenos
30ml de azeite extra virgem
15g de ovas de salmão
1 ovo poché
50g de salmão

Modo de preparo:
Coloque a manteiga em uma frigideira preaquecida e, em seguida, adicione os aspargos cortados para refogar. Junte o champanhe, ou espumante, e deixe ferver até que o álcool evapore. Acrescente ao molho o tomate e a massa já cozida. Finalizar com azeite, com o ovo poché e com as ovas de salmão.


Fonte: Casa e Jardim

Arquitetura singular com uma mega estrutura aconchegante....

Casa região serrana distribuída em três lâminas escalonadas
O programa da casa, na região serrana do Rio de Janeiro, distribui-se em três lâminas escalonadas
Três lâminas à sombra da encosta
Responsável pelo projeto desta residência no distrito de Pedro do Rio, em Petrópolis, o arquiteto Miguel Pinto Guimarães conta que a implantação foi sugerida pela topografia e tipologia do terreno, “uma encosta íngreme, de inclinação constante e vista surpreendente”. O extenso programa foi distribuído em pavimentos escalonados - três lâminas compridas e estreitas -, de usos e funções bem definidos.
Localizado a cerca de 20 quilômetros do centro histórico de Petrópolis, o distrito de Pedro do Rio tem sua paisagem marcada por montanhas e vales, dos quais muitas pessoas procuram desfrutar em casas de lazer e veraneio, demanda na qual se classifica a residência projetada por Miguel Pinto Guimarães.
A configuração da morada, construída rente a uma encosta rochosa, aproveita a topografia do lote para expandir a vista da natureza que a cerca. Peças em madeira cumaru, alvenaria e elementos metálicos deram forma à edificação.
acesso à casa é feito pelo pavimento intermediário. “A entrada cruza a construção e define um hall coberto pelo piso superior”, detalha Guimarães. É na cota do acesso que foram dispostos os espaços de convívio: varandas, salas de estar, jantar e vídeo, cozinha e dependências de serviço.
Pavimento intermediário tem uso predominantemente noturno
Na setorização, o pavimento intermediário tem uso predominantemente noturno, enquanto o piso superior destina-se ao pernoite
Cobertura atirantada sala de jantar
Cobertura atirantada do espaço que estende a sala de jantar para o exterior
andar superior foi reservado para os dormitórios: a suíte principal é voltada para a paisagem e os quartos de hóspedes (três) tem varandas junto à encosta posterior.
pavimento inferior destinou-se ao lazer. Piscina, jardim, varanda coberta com churrasqueira, sauna e sala de ginástica são agrupados nesse piso, que o arquiteto identifica como piloti.
“Essa solução decorre da opção de rebaixar o níveldo jardim para reduzir o muro que o contém, escolha que gerou uma área coberta correspondente à projeção do pavimento intermediário”, revela Guimarães.
A proposta de acomodar o programa em três lâminas estreitas e alongadas deve-se, sobretudo, à adequação da forma à topografia, segundo o autor.
Guimarães explica que o partido foi consolidado pelo uso conferido aos pavimentos durante apermanência na casa: o inferior é frequentado predominantemente durante o dia; o intermediário, no transcorrer da noite; e o superior, para o pernoite.
“O tipo de utilização de cada um diminuiu consideravelmente o esforço e a circulação vertical”, avalia o arquiteto.
Piso da varanda projeta-se sobre área externa
O piso da varanda do quarto principal projeta-se sobre a área externa do estar
Estar pavimento intermediário
Área de estar, no pavimento intermediário. Vales e montanhas se alternam na paisagem de Pedro do Rio
O fato de o terreno ser sombreado em boa parte do dia pelo maciço de pedra que o limita ao fundo foi determinante para a definição do projeto em dois aspectos apontados por Guimarães: o desenho da cobertura e a localização da piscina.
cobertura é constituída por telhado de apenas uma água, gerando a fachada frontal de 4,20 metros em cada cômodo - triângulos laterais somam-se à modulação e otimizam o aproveitamento da iluminação natural na maior parte do dia.
piscina estende-se por todo o plano do jardim e se projeta sobre o desnível do terreno. “Ela busca a maior exposição ao sol, driblando a sombra da casa e da pedra”, conclui o autor.

Texto de Adilson Melendez
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 378 Agosto de 2011

Miguel Pinto GuimarãesMiguel Pinto Guimarães (FAU/ UFRJ, 1997) tem projetos residenciais implantados no Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia. Em seu escritório desenvolve também trabalhos de arquitetura corporativa
Piscina busca exposição ao sol
A piscina busca maior exposição ao sol, driblando a sombra da casa e da pedra
 
Área de circulação aproveita luz natural
Área de circulação. Transparências favorecem o aproveitamento da luz natural
Vedação externa da casa intercala madeira e vidro
O vidro intercala-se à madeira na vedação externa
da casa
Croqui
Fonte: Arco Web

Células da pele enxergam a luz ultravioleta para se defender

Fotossensibilidade na pele
Quando você se expõe ao Sol, sua pele rapidamente tenta se defender, produzindo melanina.
Agora, biólogos descobriram que as células da pele, os melanócitos, detectam a radiação ultravioleta do Sol usando receptores sensíveis à luz.
O que torna a descoberta mais surpreendente é que se acreditava que esses receptores só existissem nos olhos.
Mas é a capacidade da pele em "sentir" a luz que dispara o processo de produção de melanina para tentar proteger o DNA das células contra a radiação.
Proteção natural e rápida
Os testes mostraram que a pele começa a produzir a melanina quase imediatamente depois da incidência da radiação ultravioleta.
Até agora, os cientistas tinham por certo que a produção de melanina só ocorria muito tempo depois que a radiação UVB já havia começado a causar danos ao DNA.
"Tão logo você se põe ao Sol, sua pele sabe que você está exposto à radiação UV," diz Elena Oancea, da Universidade Brown (EUA). "É um processo muito rápido, muito mais rápido do que tudo o que havíamos descoberto até agora."
Os cientistas acreditam que melanina protege o DNA das células da pele contra os danos causados pela radiação UVB absorvendo essa radiação.
Mas esse processo não é perfeito - é por isso que se recomenda o uso do protetor solar.
Mas o novo estudo mostra que o corpo reage muito mais prontamente, bem antes que a produção de melanina se torne aparente na forma de um bronzeado.
Olhos na pele
Os pesquisadores descobriram que as células da pele possuem rodopsina, um receptor fotossensitivo usado pelo olho para detectar a luz.
Além disso, eles rastrearam os passos que a rodopsina dá para liberar sinais de íons de cálcio, que acionam a produção da melanina.
O grupo ainda não sabe se essa ação é exclusiva da rodopsina ou se ela está agindo em conjunto com algum outro receptor, ainda não identificado.
A Dra. Oancea diz que ainda há muito a pesquisar, e apenas esta descoberta não deve ser motivo para que as pessoas deixem de usar protetor solar.
Fonte: Diário da Saúde

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Salada de folhas verdes com presunto de Parma e parmesão

Para quem adora saladas, a receita do chef Olivier Anquier é um deleite: rúcula, hortelã, radicchio, manjericão, presundo de Parma e queijo parmesão. Saiba como fazer a combinação perfeita da salada.

Ingredientes:
200g de presunto de parma fatiado
200g de lascas de queijo tipo parmesão
1 maço de manjericão (folhas inteiras)
Hortelã (folhas inteiras)
1 maço de rúcula
Tomate italiano
Tomate cereja
Figo (cortado em pedaços)
1 unidade de radicchio
Sal (a gosto)
Azeite (a gosto)

Modo de preparo:
Em uma saladeira, coloque a rúcula picada e as folhas inteiras de manjericão e hortelã. Tire as primeiras folhas do radicchio, pique com uma faca e acrescente à salada. Acrescente os tomates cortados em pedaços e tempere com azeite e sal. Por cima, coloque as fatias de presunto de Parma e salpique com o parmesão. Por último, corte os figos em quatro partes e junte ao prato. Tempere com azeite e sal. Para finalizar, coloque todas a folhas em uma saladeira, tempere com sal, pimenta-do-reino e azeite. Por cima, coloque o grana padano e o presunto de Parma.

Fonte: Casa e Jardim

Arquitetura diferenciada na Espanha...

Encosta da montanha é local desta casa
A encosta de uma montanha em Ayora é o local desta residência desenhada pelo estúdio Fran Silvestre Arquitectos
Cristal branco sob a luz mediterrânea
Situada em uma pequena cidade da província de Valência, na Espanha, esta residência construída em 2010 foi projetada por Fran Silvestre e Maria José Sáez de modo a se integrar ao ambiente natural e urbano. A simplicidade de sua geometria e a riqueza de seus detalhes a inserem na produção da arquitetura ibérica contemporânea.
A encosta da montanha que abriga o castelo deAyora, município com pouco mais de 5 mil habitantes na província de Valência, na Espanha, foi o lugar escolhido por um casal de historiadores para construir sua moradia.
A tarefa de desenhá-la foi entregue à equipe do escritório local Fran Silvestre Arquitectos, que criou um paralelepípedo branco de três pavimentos, cuja linguagem formal se insere na produção contemporânea da arquitetura ibérica.
“Revestida com cal branca, a casa foi projetada para se acomodar ao terreno irregular, no sentido de criar uma continuidade construtiva. Esta é diminuída pelas aberturas, mas aumentada por seus contornos, sempre em conformidade com a paisagem fragmentada do entorno”, diz Fran Silvestre, sócio titular do estúdio e um dos autores do projeto.
Como uma peça de cristal, o bloco foi esculpido a partir de suas arestas principais, solução pensada com base na carta solar.
Aberturas aproveitam luz natural
Aberturas tiram proveito da luz natural abundante na região de clima mediterrâneo, onde predominam dias ensolarados e secos
Estuque branco integra casa à paisagem
Além do conforto térmico, o estuque branco integra a casa à paisagem marcada pela montanha
O resultado são aberturas que tiram o máximo proveito da iluminação natural, farta nessa região de clima mediterrâneo, onde predominam dias ensolarados e secos. A luz abundante, aliás, era, junto com o máximo de privacidade, a principal demanda dos proprietários.
orçamento reduzido, porém, foi um grande obstáculo para os arquitetos, que decidiram integrar o projeto ao espaço construído preexistente, respeitando as características do meio ambiente e utilizando materiais locais, “sem, no entanto, se deixar levar por um efeito de mimetismo que pudesse gerar um falso sentimento de historicismo”, acrescenta o arquiteto.
“O que nossa proposta pretende é atender às expectativas das novas gerações, empregando uma linguagem construtiva contemporânea”, ele completa.
Coroada por um castelo, a montanha é rodeada por um manto de antigas construções que formam um tecido branco fragmentado, porém adaptado à topografia.
Nos mesmos moldes, a residência foi concebida inteiramente em contato com o solo, como um único volume revestido com estuque branco, o que garantiu sua integração à paisagem urbana e também o conforto térmico.
“Mas a casa é, sobretudo, um reflexo das pessoasque ali vivem, uma expressão inconfundível da personalidade de seus moradores. Afinal, o diálogo é sempre um ingrediente-chave no processo de desenho, que deve oferecer conforto e funcionalidade, examinando os conflitos e as alegrias cotidianas de cada cliente”, salienta Silvestre.
Como uma peça de cristal, o bloco foi esculpido a partir de suas arestas principais
Volume branco tem linguagem que se insere na arquitetura contemporânea ibérica
Concluído no final de 2010, o volume branco de três pavimentos tem linguagem que se insere na arquitetura contemporânea ibérica
espaço interno da residência articula-se em torno do vão gerado pelo núcleo de circulação vertical, que está organizado em paralelo ao corte da montanha, sem tocála. A garagem e a adega ocupam o térreo, acima do qual estão dois pavimentos, que somam quatro dormitórios.
Os dois quartos do primeiro andar estão orientados para um pátio privado, enquanto os dois no piso de cima voltam-se para o imenso vale onde se situa Ayora e contam com vista privilegiada, pois estão acima do nível das casas do entorno. Já o estúdio abre-se para o volume central com pé-direito duplo, incorporando-o.
As áreas orientadas para a encosta - bem como o terraço - são abundantemente iluminadas durante o dia, quando “a luz do sol se reflete na parte da montanha onde está o castelo”, conta o arquiteto.
À noite, a luz branca artificial dos espaços internos - a maioria de lâmpadas fluorescentes - reflete-se na mesma encosta, criando visuais únicas.
cor branca, aliás, é um elemento que determina o projeto - não apenas nas paredes ou na iluminação, ela está presente no piso externo, feito com blocos intertravados, e no acabamento interno em MDF das portas e da cozinha.
A residência tem, assim, sua complexidade expressa nos recortes feitos na volumetria, nas soluções de planta e também nos detalhes de acabamento.
De costas para um antigo castelo, a residência tem vista para o vale ocupado pela cidade de pouco mais de 5 mil habitantes
Croqui
Croqui
Iluminação artificial dos espaços internos feito com lâmpadas fluorescentes
A iluminação artificial dos espaços internos é feita com lâmpadas fluorescentes e luminárias customizadas
Semelhante a um cristal, ela é um contraponto ao ambiente natural e urbano, mas se encaixa perfeitamente nesse contexto. Fran Silvestre considera difícil estabelecer quais foram as influências diretas para este trabalho.
“Talvez as casas de José Antonio Coderch ou a arquitetura de Álvaro Siza, que evidenciam a tradição mediterrânea de maneira tão inovadora, tenham atuado como referência. A maior parte do projeto, porém, é uma reinterpretação da arquitetura tradicional da região onde se insere, uma área bem preservada de Ayero chamada Los Altos”, explica o arquiteto, que já trabalhou no escritório do português Siza.
“É verdade que a formação como colaborador em seu estúdio se reflete na proposta, especialmente na relação entre o desenho e o meio ambiente. Certamente a adaptação à topografia, o vão e o terraço de frente para a colina, o uso de painéis de madeira, o estuque branco são fatores comuns não somente à nossa produção, mas a toda a arquitetura ibérica”, conclui.

Texto de Fabio de Paula
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 379 Setembro de 2011


Fran SilvestreMaria José SáezFran Silvestre é graduado na Escola Técnica Superior de Arquitetura (ETSA) de Valência, com especialização em edificações e pós-graduação em urbanismo pela Universidade Técnica de Eindhoven, Holanda. Ex-colaborador de Álvaro Siza, é subdiretor e professor de projeto da Escola de Arquitetura de Valência.

Maria José Sáez, formada pela ETSA de Valência e com especialização em edificações, colabora com Silvestre desde 2003 e associou-se ao estúdio Fran Silvestre Arquitectos em 2010
O projeto buscou se integrar ao ambiente construído, respeitando características do meio natural e utilizando materiais locais
As áreas orientadas para o jardim, bem como o terraço, são iluminadas com abundância durante o dia
 
Garagem e adega ocupam o térreo
A garagem e a adega ocupam o térreo, acima do qual estão dois andares, cada qual com dois dormitórios
Detalhes de acabamento
Além dos recortes na volumetria e das soluções de planta, a complexidade do projeto se expressa nos detalhes de acabamento
Espaço interno
O espaço interno articula-se em torno do vão gerado pelo núcleo de circulação vertical
Corredores e estúdio abrem-se para volume central
Os corredores e o estúdio abrem-se para o volume central, que tem pé-direito duplo
Acabamento interno em MDF das porta e da cozinha
O branco predomina não apenas nas paredes e na iluminação, mas também no acabamento interno em MDF das portas e da cozinha