segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Pressão alta afeta percepção emocional

Pressão da emoção
Sua capacidade de reconhecer conteúdos emocionais no rosto de outras pessoas e até em textos tem uma ligação íntima com a sua pressão arterial.
Quanto mais elevada a pressão arterial, menor é a capacidade de interpretação emocional do indivíduo.
Esta é a conclusão de um estudo feito pela equipe do Dr. James A. McCubbin, da Universidade de Clemson (EUA).
A equipe mostrou que pessoas com pressão arterial mais elevada apresentam uma redução em sua capacidade de reconhecer emoções como raiva e medo e de reconhecer rostos tristes ou felizes.
O mesmo ocorreu com emoções descritas em passagens de texto.
Amortecimento emocional
"É como viver em um mundo de e-mail sem aquelas carinhas," disse McCubbin. "Colocamos as carinhas nos e-mails para mostrar quando estamos apenas brincando. Caso contrário, algumas pessoas podem interpretar mal o nosso humor e ficar com raiva."
Mas algumas pessoas têm o que McCubbin chama de "amortecimento emocional", que pode levá-las a responder de forma inadequada à raiva ou outras emoções das outras pessoas.
"Por exemplo, se o seu chefe está com raiva, você pode erroneamente acreditar que ele ou ela está só brincando," disse McCubbin. "Isso pode levar a problemas de comunicação, pior desempenho no trabalho e maior sofrimento psicossocial."
Em situações sociais complexas, como nos ambientes de trabalho, as pessoas se baseiam nas expressões faciais e informações emocionais verbais para interagir com os outros.
Relação entre pressão arterial e emoções
Durante o estudo, os pesquisadores verificaram que as pessoas perdem essa capacidade de interpretação emocional quando sofrem de hipertensão ou quando estão em momentos com a pressão arterial mais elevada.
Ainda não há uma explicação do mecanismo fisiológico de interação entre a pressão arterial e as emoções - os pesquisadores apenas constataram a ocorrência do fenômeno.
Mas McCubbin afirma que a ligação entre o amortecimento das emoções e a pressão arterial elevada pode envolvida no desenvolvimento de hipertensão arterial - uma pressão alta crônica - e no aumento do risco de doença cardíaca coronária.
Os pesquisadores afirmam que o amortecimento emocional também pode estar envolvido nos distúrbios da regulação emocional, tais como transtorno bipolar e depressão.
Fonte: Diário da Saúde

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Design OK apresenta móveis que serão lançados em 2012. Veja!

Divulgação
Mesa ML Stacca, do designer Pedro Mendes
Doze estúdios de design juntos para mostrar peças que poderão fazer parte da decoração da sua casa em 2012. O resultado é o Circuito Design OK, que acontece emSão Paulo nos próximos dias 3, 4 e 5 de novembro. Em sua terceira edição, o evento reúne nomes importantes do mercado nacional, como Luciana Martins e Gerson de Oliveira, da OvoMarcus Ferreira, da Carbono, e o arquiteto venezuelano, radicado no Brasil, Pedro Useche, entre outros. O formato é uma novidade, já que nos anos anteriores, os móveis eram reunidos em um só local. Agora, quem quiser saber o que vem por aí percorre, de fato, um circuito, visitando os estúdios e ateliês de todos os participantes.

De acordo com os organizadores, o objetivo é unir os profissionais para promover o design autoral brasileiro. "Atuar coletivamente nos ajuda a estabelecer estratégias de negócios entre nós, designers, frente a lojistas e fornecedores", indica Sergio Fahrer, da Sergio Fahrer e Jack Fahrer, outra marca participante. Neste ano, o grupo ainda conta com três estreias: Paulo Alves, da Marcenaria São PauloJuliana Llussá eRodrigo Ferreira, do Estúdio Tato. "A oportunidade de trocar experiências, de trabalhar junto e de dividir informações me incentivou muito", diz Juliana. "Conheço todos do grupo e sei das suas qualidades. Poder somar uns com os outros é uma grande vantagem", afirma Paulo. Rodrigo também exalta a iniciativa: "A possibilidade de expor com vários designers é muito importante para o nosso fortalecimento".

Adiantamos algumas das peças mais bacanas. Confira as fotos:
Divulgação
Cadeira Paty, de Paulo Alves
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Rack Less render, de André Cruz
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Cadeiras Katinsky, de Pedro Useche
Divulgação
Banco Diamante, do Estúdio Nada Se Leva
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Poltrona Déco, de Sergio e Jack Fahrer
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Mesa Elo, do estúdio Nódesign

fonte: casa e jardim

Frango assado na manteiga com batatas

No último episódio da temporada de inverno do "Que Marravilha!", o músico Yamandu Costa é o auxiliar do chef Claude Troisgros e ajuda a preparar poulet rôti e pomme paillasson, um frango assado com batata gratinada de dar água na boca.
Manteiga
Ingredientes:

150g de manteiga
2 dentes de alho picado
1 colher de sopa de cada ervas picadas
Sálvia, estragão, salsa, cebolinha, tomilho, alecrim
2 colheres de urucum
Pimenta dedo-de-moça picado
Sal

Frango
Ingredientes:

1 frango caipira 
1 limão siciliano cortado em 4 pedaços
3 folhas de louro
1 cabeça de alho cortada em 2 pedaços
Tomilho, louro e alecrim

Anote todas as receitas do "Que Marravilha!"

Pomme paillasson
Ingredientes:
4 batatas
150g de queijo suíço ralado
4 colheres de sopa de manteiga clarificada
Salsa picada
Sal, pimenta

Modo de preparo:
Para fazer a manteiga de urucum, coloque no processador, manteiga, alho picado, urucum, sálvia, salsa, cebolinha francesa e estragão picados. Esprema um pouco de limão siciliano, pimenta dedo-de-moça, pimenta do reino e sal. Bata tudo.

Recheie o frango com alecrim, tomilho, limão siciliano cortado em 4 pedaços e uma cabeça de alho cortada em 2, sem descascar. Recheie com manteiga de urucum, entre a carne e a pele do frango, e amarre-o com um barbante. Tempere com sal e pimenta do reino. Ponha o resto da manteiga na parte de cima do frango. Leve ao forno por 160ºC durante 1h15 / 1h30. De vez em quando, retire-o do forno e regue-o com o próprio caldo e devolva.

Corte as batatas, com casca, em tiras bem finas. Coloque as fatias em uma travessa e tempere com sal e pimenta do reino. Despeje manteiga clarificada (ponha manteiga na panela e deixe derreter com fogo baixo; use depois de um tempo). Jogue um pouco de batata em uma frigideira, coloque queijo ralado e ponha o resto das batatas fatiadas em cima e deixe tostar.

Para finalizar, ponha a batata no prato, o frango inteiro em cima e sirva com um pouco de molho do frango.

Com novos usos, plantas vintage voltam a ser tendência

Flores e plantas do jardim da avó, sim. Coisa do passado, nem pensar. Quem não se lembra dos canteiros de dália, da samambaia presa ao teto, do chifre-de-veado em suporte de ferro? Novos usos dão a essas e outras espécies uma roupagem atual. O que era “de época” agora soa moderno e elegante

Escultura da natureza
GUAIMBÊ, costela-de-adão, filodendro... É só avivar a memória e as hastes de xaxim circundadas por essa família de plantas logo vêm à mente. Comuns em vasos entre as décadas de 1950 e 1970, essas espécies sumiram das varandas, principalmente na versão ornamental.“Ainda foram usadas como forração em jardins extensos, porque oferecem uma cobertura de solo muito boa”, diz a paisagista Jeane Calderan, da Calux Jardins. O desenho escultórico das folhagens – em especial as do guaimbê e da costela-de-adão –, com comprimento que varia de 0,30 m a 1,20 m, deu margem ao uso atual, como plantas de corte. Basta uma haste em um vaso ou garrafa com água para mudar o visual de uma mesa de centro ou aparador. Altamente resistentes, essas duas espécies duram até um mês se trocada a água e cortadas as suas hastes a cada dois dias.
Evelyn Müller
Um alerta: não plante a costela-de-adão em floreiras e lajes. “É uma espécie com sistema radicular agressivo. A raiz ramifica, à procura de água, e geralmente destrói a impermeabilização da construção”, afirma Jeane. Na opção para a sala de jantar (foto), o guaimbê da Uemura Flores e Plantas destaca-se em vaso da LS Selection, sobre o aparador da Brentwood.

Em vaso, a estrela ganha a sala
NOS ANOS 1970, as samambaias de metro eram a sensação das varandas de nossas mães e avós. Plantadas em xaxins (hoje em extinção) e penduradas em ganchos presos ao teto ou à parede, pendiam até que suas folhas tocassem o chão. A retomada do uso ganhou ares modernos e levou a espécie para dentro de casa, disposta em vaso. “Foi importada para vasos em halls de entrada e salas (foto), porque gosta de sombra”, diz a arquiteta e paisagista Claudia Diamant. Em interiores, é melhor evitar alterações de lugar. Uma vez que tenha se adaptado à luminosidade, temperatura e umidade do local, a samambaia deve ser mantida ali. O vento – dentro ou fora de casa – deve ser banido, porque causa a queima das folhas mais jovens e, consequentemente, a morte da espécie.
Evelyn Müller
Plantada em recipiente de plástico, a samambaia foi introduzida em vaso de cerâmica de 1m de altura, calçada com argila expandida

Fonte: casa e jardm

Congresso mundial sobre cidades acontece em Porto Alegre

Porto Alegre é a primeira cidade sul-americana a sediar o Congresso Mundial Metropolis – Cidades em Transição, que chega a sua décima edição e acontece entre os dias 23 e 26 de novembro na sede da prefeitura e em diversos espaços públicos do centro da capital gaúcha.
 
Entre palestras, sessões, debates e exposições, o evento organizado pela Associação Mundial de Grandes Metrópoles, tem como pauta, além do intercâmbio entre cidades,  a governança metropolitana, a sustentabilidade e o planejamento urbano, e a qualidade de vida nas cidades.
 
Dos cerca de 800 palestrantes estrangeiros de mais de 150 cidades, estão confirmados Jean-Paul Huchon, presidente do Conselho Regional de Île-de-France (Paris), Joan Clos, subsecretário-geral das Nações Unidas e diretor executivo da ONU-Habitat, e Wim Elfrink, vice-presidente-executivo da Cisco, Xavier Trias, prefeito de Barcelona, Antanas Mockus, ex-prefeito de Bogotá, e Melissa Mark-Viverito, vereadora de Nova York.
 
Do Brasil, participam Geraldo Alckmin, governador de São Paulo; Marta Suplicy, senadora (PT-SP), e José Fortunati, prefeito de Porto Alegre.
 
O 10º Congresso Mundial Metropolis – Cidades em Transição é aberto ao público.
 
Informações:http://portoalegrecongress2011.metropolis.org

Fonte: Arco Web