quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Holandeses participam de workshop sobre revitalização de São Paulo
Um workshop entre escritórios de arquitetura brasileiros e holandeses apresentará à prefeitura de São Paulo diretrizes urbanísticas para a cidade.
Em pauta estarão alguns dos principais problemas urbanos da capital paulista: o centro desocupado, o destino de ex-áreas industriais contíguas à ferrovia, e a qualificação da periferia.

Tendo como palco o Edifício Martinelli, o evento tem programação que começa dia 02 de outubro, com um passeio pelo centro, periferia e um bairro industrial, para o reconhecimento de três áreas que serão objeto de trabalho na oficina.
Entre os dias 03 e 06, os participantes farão a elaboração e o desenvolvimento dos trabalhos, que serão apresentados no dia 06.
A oficina reunirá cinco escritórios de arquitetura holandeses - Studio Rosa, Posad, One, Zandbelt & vandenBerg e Urhahn - e três paulistas – 23ºSul,TC Urbes e Piratininga.
A Prefeitura Municipal de São Paulo terá representantes da Secretaria do Verde e Meio Ambiente, da Secretaria da Habitação, da COHAB, e da SP Urbanismo.
Para cada um dos três casos serão oferecidas soluções espaciais específicas que poderão ser exemplares.
Ao final, os participantes pretendem traduzir as soluções em uma lista chamada de 10 Princípios de Urbanismo em São Paulo.
Fonte: Arco Web
Em pauta estarão alguns dos principais problemas urbanos da capital paulista: o centro desocupado, o destino de ex-áreas industriais contíguas à ferrovia, e a qualificação da periferia.

Tendo como palco o Edifício Martinelli, o evento tem programação que começa dia 02 de outubro, com um passeio pelo centro, periferia e um bairro industrial, para o reconhecimento de três áreas que serão objeto de trabalho na oficina.
Entre os dias 03 e 06, os participantes farão a elaboração e o desenvolvimento dos trabalhos, que serão apresentados no dia 06.
A oficina reunirá cinco escritórios de arquitetura holandeses - Studio Rosa, Posad, One, Zandbelt & vandenBerg e Urhahn - e três paulistas – 23ºSul,TC Urbes e Piratininga.
A Prefeitura Municipal de São Paulo terá representantes da Secretaria do Verde e Meio Ambiente, da Secretaria da Habitação, da COHAB, e da SP Urbanismo.
Para cada um dos três casos serão oferecidas soluções espaciais específicas que poderão ser exemplares.
Ao final, os participantes pretendem traduzir as soluções em uma lista chamada de 10 Princípios de Urbanismo em São Paulo.
Fonte: Arco Web
Nutricionista cria bolo de cenoura sem glúten e sem sacarose
Intolerância ao glúten
Pesquisadora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) desenvolveu um bolo de cenoura sem glúten e sem sacarose, mas com aparência e sabor semelhantes ao do bolo de cenoura convencional.
O Brasil tem cerca de um milhão de pessoas intolerantes ao glúten, por apresentarem a chamada doença celíaca.
Apesar desse número, a indústria nacional ainda não investiu no desenvolvimento de uma linha mais completa de produtos isentos de glúten, que são poucos e mais caros do que os convencionais.
O glúten é uma proteína presente no trigo, aveia, centeio e malte, e à qual os celíacos são intolerantes.
Bolo com vitamina
A nutricionista Angélica Aparecida Maurício optou pelo bolo de cenoura por se tratar de um alimento que não leva leite na sua preparação - é isento de lactose - e que conta com maior concentração de vitamina A, proporcionada pela cenoura.
Segundo a pesquisadora, os celíacos costumam apresentar deficiência de vitaminas lipossolúveis, como é o caso da vitamina A.
Para chegar a um resultado que ficasse próximo ao do bolo comum, a pesquisadora teve que promover vários testes até chegar a uma formulação que oferecesse as características desejadas.
"Eu substituí a sacarose pela sucralose. Também desenvolvi um mix de farinhas que pudesse proporcionar a consistência e a maciez próximas das do bolo de cenoura convencional.
"Usei basicamente farinha de arroz, fécula de batata, amido de milho e fubá, em diferentes proporções. Foram inicialmente 45 preparações. A partir dos melhores resultados de cada ingrediente, cheguei à formulação final", explica.
Gosto do bolo
Os bolos produzidos a partir dessa receita foram submetidos a testes sensoriais, dos quais participaram tanto potenciais consumidores quanto equipes treinadas para testes, como o de Análise Descritiva Quantitativa (ADQ).
"A avaliação foi muito positiva, principalmente quanto à maciez, doçura e aparência. As pessoas destacaram que eles ficaram muitos parecidos com o bolo convencional", assinala Angélica.
De acordo com a nutricionista, a expectativa agora é que a tecnologia deixe a escala de bancada e possa ser aproveitada pela indústria.
"Para isso, serão necessários alguns aperfeiçoamentos e ajustes. Precisamos testar inicialmente em escala piloto, antes que o produto possa ser fabricado em escala industrial." adianta a pesquisadora, que atualmente é professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Fonte: Diário da Saúde
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Você quer viver até os 150 anos?
Delírios
O professor George Church, da Universidade de Harvard, teve seus quinze minutos de fama esta semana ao afirmar que os humanos viverão de 120 a 150 anos.
Ele não foi o primeiro a dizer isto, e certamente não será o último.
O geneticista Aubrey de Grey, por exemplo, diz não apenas que o homem viverá 150 anos, mas que o primeiro humano que viverá 150 anos já nasceu.
E ele vai além: para Grey, a primeira pessoa que viverá 1.000 anos nascerá nos próximos 20 anos.
Em alguns casos, como no de Church, é difícil separar o que é previsão científica daquilo que é entusiasmo adolescente - em um homenzarrão de quase dois metros de altura e mais de 50 anos - ou daquilo que é simples anseio de fama.
No caso de Grey, a separação do joio do trigo é bem mais fácil, porque é difícil enxergar algum trigo.
Expectativa de vida
Mas a discussão encerra temas interessantes, de grande interesse para toda a sociedade.
A expectativa de vida do homem moderno é cerca do dobro da expectativa de vida de um europeu durante a Idade Média. De 1970 a 2005, duplicou a probabilidade de uma pessoa com 65 anos chegar aos 85 anos.
Os progressos no campo da higiene, da alimentação e dos tratamentos médicos têm tido resultados entusiasmantes, o que nos faz ver a afirmação de que o homem viverá 150 anos no futuro como algo quase óbvio.
Contribuições da genética
Apesar do grande apelo na mídia, contudo, a genética ainda não produziu resultados nesta área.
A anunciada descoberta de um "gene da longevidade", por exemplo, já foi devidamente desmentida.
Mas isto é temporário e, de fato, espera-se que a genética dê resultados na área da longevidade, embora já se saiba que o DNA não tem todas as respostas.
Mas a discussão principal não é quantos anos a mais viveremos, mas como os viveremos.
Viver mais doente
A onda de privatizações que dominou o mundo nos anos 1980 e 1990 praticamente deixou todo o desenvolvimento de medicamentos nas mãos de empresas privadas. Exemplos como os da Fiocruz no Brasil são cada vez mais raros.
Como empresas privadas precisam de lucros constantes, nos anos recentes a chamada "Big Pharma" centrou todos os seus esforços em medicamentos de uso contínuo, porque medicamentos para doenças crônicas garantem lucros continuados.
Desta forma, o foco do desenvolvimento de medicamentos atualmente não está em "curar doenças", mas em fazer o paciente viver mais, ainda que seja em uma cama de hospital ou em uma vida parcial dentro de casa.
Uma pesquisa recente, realizada nos Estados Unidos, onde o acesso à saúde é muito mais homogêneo entre a população, mostrou que, apesar de estarem vivendo mais, as pessoas estão passando um percentual maior de suas vidas doentes.
"Nós temos assumido que cada geração será mais saudável e viverá mais do que a anterior. No entanto, a pressão da morbidade pode ser tão ilusória quanto a imortalidade," afirmou o Dr. Eileen Crimmins, da Universidade da Califórnia.
E isto nem vale para toda a população porque restou um monte de doenças negligenciadas pelas grandes empresas farmacêuticas, para as quais sobra o esforço de um grupo de cientistas abnegados, que nunca conseguem colocar suas descobertas no mercado porque as instituições públicas das quais fazem parte não têm a estrutura necessária para a comercialização.
Mas, ao menos estes grupos fazem um trabalho de verdadeiros cientistas, em busca de curas para os doentes, em vez de repetidos lucros para suas empresas à custa de decisões eticamente discutíveis.
Um trabalho bem mais digno do que simplesmente ficar tentando chamar a atenção para si próprios, como os "divulgadores da imortalidade" fazem.
É esta classe de cientistas que nos permitirá, no futuro, viver 150 anos de fato, como pessoas ativas e com qualidade de vida.
Fonte: Diário da Saúde
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Café diminui incidência de depressão entre mulheres
Cafeína contra a depressão
Médicos da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, concluíram que mulheres que tomam dois ou mais copos de café por dia têm menor risco de terem depressão.
Este efeito não ocorre caso as mulheres tomem o café descafeinado.
Por isso, embora não tenham descoberto o mecanismo exato de atuação do café, os cientistas especulam que a cafeína provavelmente induza alguma alteração na química do cérebro que diminui a ocorrência da depressão.
O estudo "Café, Cafeína, e o Risco de Depressão Entre Mulheres" foi publicado nesta segunda-feira no periódico científico Archives of Internal Medicine.
Risco de depressão
Os pesquisadores acompanharam 50.739 mulheres durante 10 anos. O consumo de café foi aferido no início e no fim do estudo e em duas medições intermediárias.
Nesse período, 2.607 mulheres apresentaram quadros depressivos.
As participantes que tomavam de dois a três copos de café por dia tiveram um risco 15% menor de apresentarem depressão - em comparação com aquelas que tomavam um copo ou menos por semana.
Aquelas que tomavam quatro ou mais copos de café por dia tiveram um risco 20% menor.
Prevenção da depressão
Mas é muito cedo para recomendar que as mulheres devam aumentar seu consumo de café como um preventivo para a depressão.
"Serão necessárias mais pesquisas para confirmar esta descoberta e para determinar se o consumo de café cafeinado pode ajudar na prevenção da depressão," escrevem os pesquisadores.
Um dos riscos é que a cafeína é um estimulante. E pessoas com alterações de humor frequentemente apresentam também problemas de sono, o que seria agravado pela ingestão de doses maiores de cafeína.
Fonte: Diário da Saúde
Assinar:
Postagens (Atom)
