terça-feira, 20 de setembro de 2011

Marca suíça lança móveis com formato de flores


O Brasil é um país com clima tropical e, portanto, nosso inverno não é dos mais rigorosos. Mesmo assim, a chegada da primavera é comemorada com alegria. Quem não gosta de um clima ameno e, mais, quem não se sente mais feliz ao ver flores por todos os lados? Dá para celebrar a estação mais bonita do ano de várias maneiras na decoração. A linha Fiore, lançada pela marca suíça B-alance, é uma delas. Modulares, os móveispara área externa têm formato de pétalas e gotas que, conforme a disposição, ganham formato de flores. A coleção é composta por poltronasbanquetas mesinhas de apoio. As peças têm estrutura de fibras naturais e as almofadas podem ser revestidas com diversos tipos de tecido. Por enquanto, as peças não são vendidas no Brasil.
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Dependendo da composição, os móveis ganham o formato de uma flor
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fonte: casa e jardim

Bocejo serve para refrigerar o cérebro


ara que serve o bocejo?
Apesar de serem considerados um sinal de tédio ou de cansaço, os bocejos parecem não apenas ter uma utilidade, como poderão ajudar a diagnosticar doenças.
Cientistas descobriram que a frequência dos bocejos varia com a estação do ano.
Segundo eles, as pessoas são menos propensas a bocejar quando o calor externo excede a temperatura do corpo.
Sua conclusão é que esta disparidade sazonal indica que o bocejo pode servir para regular a temperatura do cérebro.
Andrew Gallup e Omar Eldakar, da Universidade de Princeton (EUA), publicaram seus resultados no jornal científico Frontiers in Evolutionary Neuroscience.
Regulando a temperatura do cérebro
Gallup e Eldakar documentaram a frequência dos bocejos de 160 pessoas no inverno e no verão.
Eles verificaram que os participantes bocejam mais no inverno do que no verão, quando a temperatura ambiente é igual ou superior à temperatura do corpo.
Segundo sua teoria da termorregulação do bocejo, o cérebro superaquecido esfria trocando calor com o ar aspirado durante o bocejo.
"De acordo com a hipótese do resfriamento cerebral, é a temperatura do ar ambiente que dá ao bocejo a sua utilidade. Assim, o bocejo deve ser contraproducente - e, portanto, suprimido - em uma temperatura ambiente igual ou superior à temperatura do corpo porque uma inspiração profunda não iria promover o resfriamento.
"Em outras palavras, deve haver uma 'janela térmica', ou um intervalo relativamente estreito de temperaturas-ambiente nas quais se pode esperar taxas mais altas de bocejo," diz Gallup.
Aplicações práticas da teoria do bocejo
"As aplicações desta pesquisa são interessantes, não só em termos de conhecimento fisiológico básico, mas também para uma melhor compreensão de doenças e condições como a esclerose múltipla e a epilepsia, que são acompanhadas por bocejos frequentes e disfunção da termorregulação.
"Estes resultados dão suporte à visão de que o bocejo excessivo pode ser usado como uma ferramenta de diagnóstico para identificar casos de termorregulação deficiente," conclui o pesquisador.
Fonte: Casa e Jardim

A feijoada é criação dos escravos ou uma espécie de releitura de pratos europeus?


Fotos Rogério Voltan
No boca a boca popular, a história se repete: a feijoada seria uma invenção dos escravos, que teriam misturado os restos de porco desprezados por seus senhores com feijão. Segundo pesquisadores, porém, isso é mito.“Nunca encontrei nenhuma referência histórica de que o prato nasceu na senzala. O que se sabe é que houve influência européia em sua criação”, diz Vilson Caetano de Souza Junior, professor - doutor da Escola de Nutrição da Universidade Federal da Bahia. Ele cita o cozido português, que põe na mesma panela vegetais (o que pode incluir feijões), carnes e embutidos, e o cassoulet francês, com feijão-branco, como possíveis inspirações.

No início do século 18, a base da alimentação escrava eram as farinhas de mandioca e de milho. “O período era de penúria alimentar”, afirma Vilson. “Restos de porco e de boi não costumavam ser rejeitados por gente abastada, até porque eram considerados iguarias.”

Também não se sabe ao certo a data da criação do mais brasileiro dos pratos. Mas o hábito de comer feijão somente se instalou no país no século 19. E logo adicionou-se o toucinho ao caldo do cozimento para dar gosto e salgar.

Servida tanto em botecos como em restaurantes caros, a feijoada, disse o historiador Luís da Câmara Cascudo, “é um prato em construção”. Verdade: ela já ganhou versão mais light e mais nobre, sempé, joelho, orelha ou rabo de porco. Em alguns casos, passou a contar com companhias que vão além dos tradicionais arroz, couve, farofa, laranja e caipirinha. O paulistano A Figueira Rubaiyat oferece com sua feijoada de sábado itens como abacaxi grelhado, baby javali e mandioca frita. Mas, para o chef Francisco Gameleira, o importante mesmo é caprichar no básico: “O segredo é pôr as carnes para cozinhar no feijão só depois que elas passaram por três fervuras”. 
A feijoada já virou até petisco. Com as sobras da que serve aos sábados no Na Cozinha, o chef Carlos Ribeiroinventou um bolinho com recheio de carne-seca e couve. Batizado de Negão, fez tanto sucesso que, neste ano, entrou no cardápio. E nem é mais feito com sobras. 

Fotos Rogério Voltan
Feijoada
Fotos Rogério Voltan
Bolinho Negão
Negão
Rendimento 60 unidades (do tamanho de croquete de coquetel)
Tempo de preparo 1h20

Ingredientes

Massa
250 g de feijão-preto, anteriormente colocado de molho em água por 4 horas;
1 cebola picada miudinha;
4 dentes de alho amassados;
100 g de bacon triturado;
100 g de paio triturado;
2 folhas de louro;
1 litro de água;
sal a gosto;
1 pimenta dedo - de - moça bem picadinha;
1 kg de farinha de trigo para dar liga;
100 g de manteiga com sal.

Recheio
500 g de carne-seca;
manteiga comsal o quanto baste para refogar a carne;
1 maço de couve cortada fininha;
azeite suficiente para refogar a couve;
farinha de mandioca fininha o quanto baste para empanar.

Modo de fazer

Massa 
1 Coloque em uma panela de pressão todos os ingredientes, exceto a farinha de trigo e a manteiga. Deixe cozinhar por 30 minutos.
2 Depois de cozida, triture a mistura no processador.
3 Leve ao fogo a mistura com a manteiga e vá acrescentando a farinha aos poucos, mexendo sempre, até atingir o ponto de liga. Deixe esfriar.

Recheio
1 Cozinhe a carne-seca em panela de pressão somente com água por cerca de 30 minutos.
2 Desfie a carne e refogue-a na manteiga. Reserve.
3 Refogue a couve no azeite e reserve.

Bolinho
1 Com a massa, molde bolinhos pequenos. Abra espaço para colocar o recheio de carne-seca e couve. Feche cada bolinho cuidadosamente.
2 Em uma assadeira, coloque farinha de mandioca suficiente para empanar os bolinhos. Encha uma vasilha com água e, nela, mergulhe-os rapidamente; depois, passe-os pela farinha.
Frite-os e sirva-os bem quentes com molho de pimenta caseiro.
Fonte: Casa e Jardim

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Dicas para embelezar o seu jardim


Em tempos de crise, os gastos com supérfluos são os primeiros a serem cortados. Baladas, restaurantes caros e viagens passam para segundo plano e dão lugar a passeios no parque e atrações gratuitas. Logo abaixo, na lista de cortes estão os objetos de decoração e despesa com o jardineiro. Pensando nisso, Casa e Jardimentrevistou especialistas que deram receitas caseiras para acabar com as pragas  e deixar seu jardim sempre florido e bonito – e o principal, sem gastar nem um centavo.
Shutterstock

sxc.hu 

Água nelas! A água é a chave para um belo jardim. Segundo o engenheiro agrônomo Rodrigo Oliveira, sem uma rega adequada as plantas não absorvem os nutrientes necessários para se desenvolver normalmente. O segredo para manter a terra sempre úmida é aguar o solo comedidamente todos os dias, pela manhã. Não se esqueça: a água é o bem mais valioso do planeta, portanto deve ser usada com inteligência e bom senso.



Reprodução 
Aproveite os restos orgânicos
Você sabia que sobras de alimentos podem ser muito úteis na adubação do seu jardim? Mas, segundo Rodrigo, não basta jogá-las na terra, pois isso pode prejudicar as plantas: é necessário fazer umacompostagem. Muito rico em nutrientes e minerais, o húmus formado por esse processo natural de decomposição se transforma em um poderoso adubo orgânico. Aprenda a fazer:

Faça um buraco na terra e jogue os alimentos que normalmente iriam para o lixo, como folhas e talos de hortaliças, sementes e cascas de frutas e até sobras do almoço ou do jantar. Revolva bem e una à mistura folhas secas e restos de podas de plantas do seu jardim. Mantenha a compostagem sempre úmida e, uma vez por semana, torne a mexer a terra, pois o oxigênio auxiliará na fermentação e decomposição dos alimentos. De três a quatro semanas o adubo orgânico está formado.
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Controle de pragas
Antes de optar por fortes inseticidas que acabam com asformigas – e também com as joaninhas e os passarinhos –, faça o seguinte: embeba um pão de forma no vinagre e coloque-o na trilha dos insetos. As formigas levarão o alimento, que logo estará embolorado, para dentro do formigueiro. “O fungo destruirá a colônia”, diz o paisagista Alexandre Fang.

Você já deve ter se deparado com pequenos pontinhos pretos ou brancos nas folhagens ou caule de plantas. São os pulgões e as cochonilhas, respectivamente. Os insetos se multiplicam rapidamente e deixam a planta fraca. Para acabar com eles, o engenheiro agrônomo Eduardo Wolff dá a dica: água com sabão de coco. Dissolva 100 g do sabão em 10 litros de água quente, espere esfriar e, com uma esponja macia, passe a solução delicadamente nas folhas. É tiro e queda! 
Fonte: Casa e Jardim

Capital do Peru promove concurso de projetos para renovar seu centro histórico

Arquitetos de todo mundo podem participar doConcurso Internacional de Ideias – Centro Histórico de Lima, cujo objetivo é buscar propostas que permitam, através da reabilitação do espaço público, promover o processo de renovação urbana do centro histórico da capital do Peru. 

São objeto do concurso cinco áreas distintas: a Plazuela de las Carrozas, a Plazuela de Santa Clara, a Plazuela Ramón Espinoza, a Plazuela Maravillas e a Plazuela Santo Cristo.



As equipes podem se inscrever e apresentar projetos para cada uma dessas cinco áreas.

As inscrições podem ser feitas até o dia 21 de outubro, e o prazo para recebimentos de trabalhos será dia 28 de outubro. 

As propostas participarão, então, de umaexposição pública dias 29 e 30 de outubro, para serem julgadas dia 04 de novembro.

A equipe vencedora de cada uma das áreas-tema receberá um prêmio de US$ 2, 5 mil.

Informações: www.programapd.pe



Fonte: Casa e Jardim