segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Iogurte light na gravidez aumenta risco de alergias no bebê


Ácidos graxos
Grávidas que comem iogurtes com baixo teor de gordura aumentam o risco de que seu bebê venha a sofrer de asma e rinite alérgica, afirmam pesquisadores dinamarqueses e norte-americanos.
Esses iogurtes normalmente são comercializados com as indicações light ou diet.
O estudo tinha como objetivo avaliar se os ácidos graxos encontrados em produtos lácteos poderiam proteger contra o desenvolvimento de doenças alérgicas em crianças.
Os iogurtes com baixo teor de gordura geralmente não contêm esses ácidos graxos.
Efeito protetor do leite
Os pesquisadores avaliaram a ingestão de leite e laticínios durante a gravidez e monitoraram a ocorrência de asma e rinite alérgica mais tarde nas crianças nascidas dessas gravidezes.
Os cientistas descartaram a hipótese de que o problema possa ser causado pelo leite.
Os resultados mostraram que a ingestão de leite durante a gravidez não foi associada com maior risco de desenvolver asma - na verdade, foi verificado um efeito protetor do leite contra o desenvolvimento de asma.
Iogurte light e alergias nos bebês
Ao contrário do leite, porém, as crianças nascidas de mães que comeram iogurte com baixos teores de gordura uma vez por dia apresentaram 1,6 vez mais probabilidade de desenvolver asma até os 7 anos.
Elas também se mostraram mais propensas a ter rinite alérgica e apresentar os sintomas da asma.
Causas incertas
Os pesquisadores não sabem exatamente qual é o mecanismo responsável por essa maior ocorrência de asma e rinite alérgica.
Uma das possibilidades é a falta do efeito protetor dos ácidos graxos que estão ausentes nos iogurtes light.
Os cientistas também sugerem que os componentes nutricionais não relacionados diretamente com a gordura, mas que entram na composição desse tipo específico de iogurte, podem ser os causadores do aumento no risco.
Eles pretendem estudar ainda a possibilidade de que o consumo de iogurte com baixo teor de gordura possa servir como um sinalizador para outros fatores do estilo de vida ou da dieta, que possam ser os responsáveis pelo problema.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Quase sempre tratadas como complementos do jardim, as escadas conquistam – finalmente! – um lugar ao sol.




Que venha o frio 
Escadas rústicas rodeadas de espécies invernais conduzem o visitante a um passeio único por esta casa na cidade de Campos do Jordão, interior de São Paulo. “O desejo da proprietária era ter um jardim romântico, que resistisse às quedas de temperatura, típicas da serra”, afirma a paisagista Jeane Calderan, da Calux Jardins. Nos degraus de madeira próximos ao portão de ferro, agapantos e margaridas-das-pedras são responsáveis pela receptividade florida. Ao fundo, rodeando o muro, veja as mudas de crisântemo amarelo. Na entrada para o pátio, a escada de granito rústico ganhou dormentes de madeira – em uma de suas extremidades –, tal como muretas, para conter o desnível do terreno. Neles, azaleias e vasos de suculentas dão o acabamento final. 

O excedente de pedras portuguesas utilizado na escada foi reaproveitado no canteiro
Rumo ao topo 
O portão social se abre e você logo descobre que há apenas dois meios para se chegar a esta residência na região sul de São Paulo. A primeira – e mais confortável – é vencer o terreno inclinado de carro. A segunda é caminhar pelos vários degraus de cimento – estes, cobertos por tábuas de ipê – que levam à entrada principal. Encare o desafio e, como recompensa, desfrute da vista: um túnel verde formado por bambus-mossô e moreias. “Escolhi essas espécies porque elas têm crescimento limitado e não prejudicam a circulação”, conta o paisagista Marcelo Faisal, autor do projeto. Longe de toda a atenção, na lateral esquerda da casa, outra escada também faz bonito. Revestida de pedras portuguesas, tem a companhia de fórmios. E repare lá no topo: as roupas estendidas no varal desaparecem graças às toras de eucalipto. 

Grama sim, grama não

Degraus de pedra portuguesa e faixas de grama-amendoim revezam-se na entrada desta casa no Alto de Pinheiros, em São Paulo, para criar a ilusão de um caminho contínuo. “A forração rústica quebra a rigidez da pedra e deixa o ambiente mais descontraído”, explica o paisagista Gil Fialho. A ideia pode ser empregada em pequenos espaços e não requer tanta manutenção, apenas uma poda mensal. Outros elementos complementam o jardim: o bambu-metake, à esquerda da porta principal, e, ao longo do acesso, os vasos de palmeira-pinanga – esta última, ainda pouco conhecida no país, tem folhas largas e pode atingir até cinco metros de altura.
Caminho perfumado

Assinada pela Vista Urbana Arquitetos Associados, esta casa no bairro da Pompeia, em São Paulo, tem duas escadas que a ligam à área externa. Na entrada, a passagem se dá pelo corredor lateral de degraus regulares. A partir da sala, pela escada de patamares de cimento pigmentado. Entre eles, foram empregadas espécies perfumadas, perenes e de fácil manejo: agapanto, quaresmeira-rasteira, bela-emília, gardênia e lavanda. “Durante todo o ano, seja no verão ou no inverno, o jardim está florido e aromático”, diz a paisagista Susana Bandeira, da Maria Flor Paisagismo. Com características tropicais, o guaimbê se faz presente no primeiro nível da escada, em uma parceria de sucesso com a forração de gota-de-orvalho. No muro verde, trepadeira sete-léguas. 
De flor em flor 
Um para lá, outro para cá. Como em uma valsa, é preciso acompanhar o desenho irregular desta escada no Butantã, zona oeste de São Paulo, para alcançar a porta de entrada. Nos 4,50 m de subida, espécies de palmeira-fênix, tumbérgia, gardênia, agapanto, bela-emília e palmeira-leque formam um verde único, mas com diferentes texturas e épocas de floração. Note que todas foram acomodadas em caixas de alvenaria impermeabilizadas. “Essa medida protege o terreno de deslizamentos nos meses de chuva intensa”, diz a paisagista Caterina Poli, da Grama & Flor. Para aliviar a subida, patamares de pedra fugê – instalados de seis em seis degraus – proporcionam o merecido fôlego a quem faz o percurso. 
Fonte: Casa e Jardim

Descoberto processo natural que elimina o colesterol


Autofagia
Cientistas da Universidade de Ottawa, no Canadá, descobriram que uma rota bioquímica bem-conhecida, chamado autofagia, também mexe com o colesterol e pode ser responsável por enviá-lo para fora das células.
O Dr. Yves Marcel e seus colegas demonstraram que a autofagia - que significa auto-digestão - é responsável por "engolir e digerir" o colesterol acumulado nas paredes das artérias.
Esse processo facilita a remoção do colesterol e pode representar um alvo totalmente novo para reverter a aterosclerose, a principal causa de ataque cardíaco e derrame.
Acúmulo do colesterol
Há uma necessidade urgente de compreender como a acumulação de colesterol nas artérias pode ser revertida, dada a incidência cada vez maior dos problemas que ele causa.
O colesterol se acumula nas paredes das artérias, podendo causar a aterosclerose, também conhecida como estreitamento das artérias, o que provoca bloqueios e reduz o fluxo sanguíneo para o coração. Isso muitas vezes culmina em ataques cardíacos e derrames.
"A constatação de que a autofagia também funciona para digerir e liberar o colesterol das células e o fato de que sabemos que esta via é regulada dá esperança para o desenvolvimento de novas drogas que possam ativar a exportação do colesterol das paredes das artérias", disse Marcel.
Importância do colesterol
O trabalho vem mostrar a enorme complexidade da bioquímica envolvendo o colesterol.
Já se sabe, por exemplo, que não é só a quantidade de colesterol bom que importa e que o colesterol ruim não é tão ruim quanto se pensava.
O colesterol é importante para a estrutura da célula.
Os problemas surgem quando colesterol demais é depositado dentro das paredes da artéria coronária - as origens da doença arterial coronariana.
Os pesquisadores agora estão investigando como este processo está envolvido no desenvolvimento da aterosclerose, um passo que pode ajudar os especialistas em medicina cardiovascular entender e encontrar uma nova maneira de deter a progressão da doença de coração.

Fonte: Diário da Saúde

Você conhece a maior casa de árvore do mundo?


Ter uma casa na árvore, um simples sonho de criança, tornou-se o objetivo grandioso de um homem norte-americano. De acordo com o jornal USA Today, Horace Burgess, um cidadão de Crossville, no Tennessee, acredita ter ouvido um chamado divino para construir o edifício mais alto do mundo sustentado por árvores. O trabalho começou em 1993 e, em 2011, conta com dez andares, distribuídos em 295 metros de altura. De acordo com o proprietário, a obra ainda não terminou. 
Para aguentar o peso do “prédio”, foram necessários seis enormes carvalhos. Apesar de grande parte do material ser reciclada, Burgess estima que já gastou cerca de R$ 12 mil com o projeto. Confira as imagens:
Divulgação
A casa foi construida em Crossville, no Tennessee, Estados Unidos
Divulgação
A casa tem dez andares e é sustentada por seis grandes carvalhos
Divulgação
A obra começou em 1993 e, segundo o proprietário, ainda não terminou
fonte: casa e jardim