quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Além de armazenar objetos, o baú é decorativo e funcional: pode ser usado como mesa de centro, apoio lateral e até criado-mudo

O baú antigo, garimpado em um antiquário, acompanha a família de moradores desde antes da reforma do apartamento. Hoje é destaque na sala, como mesa lateral. Projeto do arquiteto Marcos Marcelino, da ReM Arquitetura
O baú antigo, garimpado em um antiquário, acompanha a família de moradores desde antes da reforma do apartamento. Hoje é destaque na sala, como mesa lateral. Projeto do arquiteto Marcos Marcelino, da ReM Arquitetura

O baú antigo, garimpado em um antiquário, acompanha a família de moradores desde antes da reforma do apartamento. Hoje é destaque na sala, como mesa lateral. Projeto do arquiteto Marcos Marcelino, da ReM Arquitetura
Criado-baú: como o colchão fica no chão, é possível utilizar um baú, que é uma peça rasteira, como criado-mudo

O baú antigo, garimpado em um antiquário, acompanha a família de moradores desde antes da reforma do apartamento. Hoje é destaque na sala, como mesa lateral. Projeto do arquiteto Marcos Marcelino, da ReM Arquitetura
O apartamento da designer de interiores Carol Ferreira é pequeno. Para aproveitar bem o espaço, ela criou prateleiras sob a escada. Na parte de baixo, o baú com desenho da bandeira da Inglaterra serve para decorar e guardar objetos que não precisam ficar expostos

O baú antigo, garimpado em um antiquário, acompanha a família de moradores desde antes da reforma do apartamento. Hoje é destaque na sala, como mesa lateral. Projeto do arquiteto Marcos Marcelino, da ReM Arquitetura
Ainda no apê da designer Carol Ferreira, outra vez o recurso do baú: aqui, ele aparece em versão de madeira, pintado de azul. Ao pé da cama, pode ser usado para guardar toalhas e lençóis
O baú antigo, garimpado em um antiquário, acompanha a família de moradores desde antes da reforma do apartamento. Hoje é destaque na sala, como mesa lateral. Projeto do arquiteto Marcos Marcelino, da ReM Arquitetura
Os tons de azul-marinho e índigo predominam na decoração da sala. O baú forrado também entra no clima. Quadrado, funciona como mesinha lateral e dá apoio à luminária

O baú antigo, garimpado em um antiquário, acompanha a família de moradores desde antes da reforma do apartamento. Hoje é destaque na sala, como mesa lateral. Projeto do arquiteto Marcos Marcelino, da ReM Arquitetura
Feito de bambu, o baú dá um toque especial nesta sala, que tem elementos em tons clean e almofadas revestidas com seda e aubusson

O baú antigo, garimpado em um antiquário, acompanha a família de moradores desde antes da reforma do apartamento. Hoje é destaque na sala, como mesa lateral. Projeto do arquiteto Marcos Marcelino, da ReM Arquitetura
Esta sala foi repaginada pela decoradora Angelina Giobbi Muniz de Souza com um mix de tecidos de algodão nos estofados. Detalhe: o baú de fibra funciona como mesa de centro

Fonte: Casa e Jardim

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Gosta de jardinagem? Cuidados a serem tomados no plantio do Ficus

   
    O gênero Ficus, amplamente utilizado em paisagismo, abrange cerca de 800 espécies, entre as quais destacam-se o Ficus benjamina, Ficus retusa, Ficus auriculata e Ficus elástica, dentre outras. A maioria oferece frutos não comestíveis com exceção do figo ( Ficus carica).
     O fícus ganhou a preferência para compor áreas verdes por ser uma árvore resistente e muito vistosa, de folhas perenes e, normalmente, verde-brilhantes. Tem crescimento médio e proporciona excelente sombreamento. Em geral, são plantas de ciclo vital longo.
     Apesar de estar presente em muitas calçadas de grandes cidades, deve ser plantado em áreas amplas, longe de construções, devido ao vigor de suas raízes. A força delas é devastadora e capaz de levantar pisos e pavimentações, destruir tubulações subterrâneas e provocar rachaduras em pisos e paredes.
     O espaçamento ideal para que haja pleno desenvolvimento das raízes, sem o comprometimento de edificações é de 10 a 15m de distância de paredes, muros e  tubulações.
    Tal espécie vegetal irá com o decorrer do tempo, provocar prejuízos estruturais nas construções, se não respeitadas essas distâncias.

Fonte: Blogorama

Pei Partnership Architects apresenta seu primeiro projeto a ser erguido no Brasil

O escritório norte-americano Pei Partnership Architects divulgou imagens do seu primeiro projeto a ser realizado no Brasil: um conjunto de edifícios comerciais que será construído na avenida Brigadeiro Faria Lima, zona sul da cidade de São Paulo.



O estúdio é liderado pelos arquitetos Li Chung Pei e Chien Chung Pei, filhos do arquiteto sino-americano I. M. Pei, autor de obras como a pirâmide do Museu do Louvre, em Paris, e a John F. Kennedy Library, em Boston.



Totalizando 58 mil metros quadrados de área construída, os dois edifícios ocuparão uma área de dois mil metros quadrados rodeados por uma praça pública de quatro mil metros quadrados, que ampliará a área das calçadas.



Com lobby de 12 metros de altura, o edifício terá mais do que os 124 metros de altura máxima permitida pela legislação.

A contrapartida foi justamente a criação da área verde em seu entorno.



De acordo com os arquitetos, o edifício foi projetado e será construído em conformidade com os critérios do certificado de sustentabilidade LEED.

Veja o site dos arquitetos: www.peipartnership.com

Fonte: Arco Web

Quer dicas para iniciar a atividade física?

Dicas para iniciar a atividade física

A melhor maneira é progredir em passos pequenos. Assim como você fez para aprender a andar. Passos pequenos o suficiente que passem quase despercebidos e que a chance de fracasso de cada passo individual seja praticamente nula. Deixe-me dar um exemplo:
Você quer se exercitar? Já gastou um dinheirão em uma esteira de caminhada, mas hoje em dia a maior serventia dela é como cabide? Então, ao invés de tentar “revolucionar” e se comprometer a acordar às 5:00 da manhã e se exercitar por 1h até quase desmaiar, faça diferente.
Se comprometa a ficar em pé, parado na esteira, enquanto assiste a seu programa favorito na TV. Ou se isso for sacrifício demais, faça isso somente durante os intervalos, por exemplo. O segredo não é o quão grande é seu passo inicial, mas o comprometimento em sempre dar novos passos, mesmo que minúsculos.
Um segundo passo, por exemplo, poderia ser fazer a mesma coisa, mas agora com roupas próprias para exercício. E nesse caso, já que você está ali, parado, vai ver que talvez comece a andar ou correr antes mesmo de terminar a sua primeira semana.
A princípio parece bobeira ficar parado na esteira sem fazer nada, mas funciona. Em uma semana você já vai fazer algo que estava “tentando” fazer há anos.


Fonte: Beleza e Saúde

Cogumelos, os alimentos de uma era de mudanças climáticas

Lado benéfico das mudanças do clima
Mudanças climáticas não têm apenas efeitos danosos à vida no planeta, como mostra um estudo recente realizado por pesquisadores suíços.
Cogumelos, uma das iguarias das florestas temperadas, se beneficiam do aumento das temperaturas, como mostra um estudo recente.
As mudanças climáticas parecem beneficiar o crescimento de cogumelos. Em uma reserva florestal do cantão de Friburgo são encontrados atualmente duas vezes mais cogumelos do que nos anos 1970, como demonstra um estudo do Instituto Federal de Pesquisas sobre a Floresta, Neve e Paisagem (WSL, na sigla em alemão).
Reserva de cogumelos
Os pesquisadores Ulf Büntgen e Simon Egli analisaram controles realizados entre 1975 e 2006 na reserva micológica (n.r.: de micologia, estudo dos fungos) de La Chanéaz, próximo ao vilarejo Montagny (oeste).
A cada semana, desde a criação da reserva, especialistas identificam e contam os fungos nas parcelas preservadas de colhedores e de animais selvagens. Os esporocarpos - a frutificação, a parte visível do cogumelo - são marcados para evitar que sejam contados mais de uma vez.
Como escrevem os pesquisadores na revista "Frontiers in Ecology and the Environment" (Fronteiras em Ecologia e Meio Ambiente), trata-se do inventário micológico mais longo já realizado.
Em 32 anos, 65.631 cogumelos em micorriza - uma associação mutualística do tipo simbiótico, existente entre certos fungos e raízes de algumas plantas - de 273 diferentes espécies foram identificados.
Cogumelos comestíveis
Praticamente todos os cogumelos comestíveis vivem em simbiose com as árvores. A parte subterrânea, o micélio, fornece à árvore sais minerais e água e recebe em troca hidratos de carbono produzidos pela fotossíntese.
Na Suíça existem aproximadamente 1.500 cogumelos que vivem em sistema de micorriza, ressaltou Simon Egli, micólogo no WSL.
O estudo mostrou que, no decorrer dos anos, a quantidade de cogumelos tem aumentado continuamente. De 1975 a 1991, a média era de 1.313 por ano, contra 2.730 de 1991 a 2006. "Esse resultado nos impressionou", comenta Egli.
Os pesquisadores supõem que as melhores condições de crescimento explicam essa alta considerável. Desde 1975 as temperaturas aumentaram, de fato. Assim a fotossíntese das árvores melhorou e se tornou mais longa durante o ano, o que beneficia a simbiose com os cogumelos.
Frutificação retardada
O estudo mostrou igualmente que a frutificação dos cogumelos no final do verão se produz, atualmente, dez dias mais tarde do que em 1991. Os verões quentes e secos são a causa principal do fenômeno, explica o climatologista Ulf Büntgen. A maior parte dos cogumelos brota da terra entre agosto e o início do inverno.
"Após a seca de 2003 não houve uma diminuição na quantidade de cogumelos", explica Büntgen. "Eles simplesmente brotaram. No outono é mais o nível de precipitações pluviais que determina a abundância de cogumelos."
Segundo os pesquisadores, essas constatações não são necessariamente aplicáveis a outras regiões. Além disso, é possível que a qualidade do ar tenha alguma influência. Por outro lado, não se trata do envelhecimento da floresta, pois as parcelas testadas foram sempre exploradas normalmente.
Aquecimento global dos cogumelos
Os pesquisadores supõem que o aquecimento global poderá ter diferentes influências positivas sobre os cogumelos: melhores colheitas para os fãs da iguaria, mais alimentos para os animais e, igualmente, mais nutrientes para as árvores através da simbiose em micorriza.
Para Egli é difícil dizer o que acontecerá se a elevação das temperaturas continuar. "De forma geral, tanto que a árvore hospedeira continue a viver, os cogumelos em micorriza também", avalia o especialista.
Se a seca se agrava, haverá menos frutificação, mas os cientistas partem do princípio que os cogumelos, levando-se em conta sua diversidade, podem até certo ponto se adaptar às mudanças climáticas.
Trufas na Suíça
Elas também poderão modificar a distribuição de alguns tipos de cogumelo. Um exemplo: os pesquisadores do WSL descobriram recentemente, pela primeira vez, trufas nas proximidades do lago de Constança, no sul da Alemanha.
A equipe de Ulf Büntgen apresentou a descoberta na revista "Frontiers in Ecology and the Environment". A descoberta mais significativa foi de uma trufa de Borgonha de 414 gramas. Os pesquisadores também coletaram outras espécies de trufas em mais de 70 locais na mesma região.
Até então não havia indicações da existência de trufas nas regiões do lago de Constança, ressalta Büntgen. Isso pode significar que a distribuição da conhecida iguaria começa a se expandir. Mas com ressalvas: "Até então ninguém havia procurado sistematicamente trufas na região."
Porém está claro que o clima se torna cada vez mais seco no espaço mediterrâneo, uma tendência que não foi ainda observada ao norte dos Alpes. Cientistas supõem que a seca é responsável pela queda das colheitas de frutas nas regiões tradicionais de produção como Espanha, França e Itália.
Ao mesmo tempo surgem cada vez mais trufas ao norte dos Alpes. Nesse caso, os cientistas também apostam na ocorrência de uma mudança geográfica, como já foi observado no caso de algumas plantas.

Fonte: Diário da Saúde